domingo, 30 de abril de 2017

FALANDO DE


O QUE É "BALEIA AZUL"?
É CRIME?
O QUE É?

    Na era do politicamente correcto, quando é possível a Universidade de Oxford decretar que quem desviar o olhar pode ser culpado de racismo, o mundo permite um "jogo" sado-masoquista que coage jovens à mutilação e ao suicídio.
        "Baleia Azul" não é um caso de "liberdade", mas de saúde pública.
         Deveria ser irradiado da Internet, ponto final.


IN CM

sexta-feira, 28 de abril de 2017

TEATRO LETTHES FARO - Dança e Jazz


RE-POUSO
Dia Mundial da Dança
E Dia Mundial do Jazz
Sáb. 29 e Dom. 30 Abril – 21h30
60 min.
Bilhetes 7,50 € (<12>65  - 5€)
À semelhança de anos anteriores o Teatro Lethes celebrará Dia Mundial da Dança, 29  de Abril, e do Jazz, 30 de Abril. Este ano a coreógrafa Filipa Rodriguez em parceria com o musico Luis Miguel e a Orquestra Visual do Algarve, criam um único espectáculo para ser apresentado nos dois dias. Os interpretes transportam a lenda, transcendem-na e encontram um novo final.
O espectáculo é baseado na lenda “Arco do Repouso”. Conta a lenda que na conquista do castelo de Faro aos  Mouros, as almas de uma princesa moura e do seu irmão mais novo ficaram aprisionadas nas paredes do arco. Um feitiço lançado pelo pai, ao saber que a filha se tinha encontrado com um soldado rival. Tal feitiço só será quebrado quando o mundo deixar de ser mundo.
Lutas, encontros, paixão
Promessas, medos, protecção.
Quebrar as regras, conquistar
Quebrar feitiços e criar
Acrescentar o tal ponto, emergência!

Estou pronto

quinta-feira, 27 de abril de 2017

CRÓNICA DE FARO

 Círculo cultural do Algarve


 A “Fénix” renascida


OPINIÃO | JOÃO LEAL




De excelência para a cultura algarvia, consideramos a notícia havida da realização da assembleia primeira que marcou o reaparecimento legal do prestigiado Círculo Cultural do Algarve, instituição da maior valia durante décadas para a Região. Surgida em 1943, em plena II Grande Guerra Mundial, o Círculo de que nos recordamos a funcionar na rua Conselheiro Bívar, no vulgo rua do Chiado, com o seu “teatrinho de bolso”, onde vimos pela primeira vez e com encenação do sempre lembrado Dr. Emílio Campos Coroa, a representação de “O Marinheiro”, de Fernando Pessoa.
Casa de cultura e de arte, de liberdade e de democracia, de encontro e de vivência, desapareceu, passo o paradoxo, em pleno tempo de liberdade, em 1978 (por onde andará a sua valiosa e completa biblioteca, que o grande enfermeiro que foi Roque de Figueiredo Simões, com enlevo e paixão tratava? E os muitos e valiosos quadros que emolduravam as paredes de várias salas?
Responda quem o puder, souber e dever fazê-lo…
No seu reaparecimento há que destacar, de entre outros a ação de frenesi, desenvolvida por esse cidadão de corpo inteiro e alma plena, que é o louletano, de há muitas décadas radicado em Faro José João da Ponte e Castro. É que, não obstante os seus oitenta e alguns anos, o Castro ou o José João, como por todos é conhecido, com uma vasta lista de serviços prestados à comunidade no desporto, na cultura e na política, teimou e conseguiu, correu Seca e Meca, aliciou muitas e variadas gentes, fez interessar o poder político juntando mais de 160 sócios, conseguiu que o Círculo Cultural do Algarve, fosse legalizado e elegesse os seus primeiros corpos gerentes nesta nova fase, que o vão fazer navegar com o sabor do seu brilhante historial, ocorrido entre as décadas de 40 e 70 do século XX.
Uma “tríade” de algarvios ilustres e votados, para além de outras, às causas da cultura encabeçam a Assembleia Geral (Dr. José Neves), direcção (Dra. Dália Paulo) e conselho fiscal (Dr. Álvaro Café), garante de que a “coisa” veio, desta feita, para ficar e realizar obra, como se espera.
Oxalá tal aconteça! Renasceu o Círculo Cultural do Algarve, de parabéns estão a cidade e o Algarve!
João Leal

segunda-feira, 24 de abril de 2017

QUANDO ALGUÉM PARTE


O nosso Associado nº 24
ALFREDO SILVA DIAS TEIXEIRA
 Partiu

Encontrava-se hospitalizado no Hospital de Santa Maria.
Faleceu ontem dia 23
O corpo encontra-se na Igreja de Arroios-Lisboa
O funeral realiza-se dia 25 pelas 15 horas para o crematório
do cemitério dos Olivais
A missa realiza-se pelas 13h30 do dia 25

à família enlutada e a todos os amigos
o nosso profundo desgosto

DESCANSA EM PAZ ALFREDO

domingo, 23 de abril de 2017

REVIVENDO


Um texto da nossa Colaboradora
Escritora Lina Vedes

AMORES DE LICEU
Agosto de 1952... manhã extremamente quente!
Imensa gente, adultos e crianças, no hall de entrada do Liceu de Faro esperando vaga para terem acesso à secretaria.
São os novos alunos, os caloiros que vão encetar o seu percurso liceal.
Tinham feito exame de admissão, procediam agora à matrícula.
Encarregados de educação vaidosos, cheios de esperança, acreditavam que a vida dos filhos seria risonha. Era um passo para o futuro, era a ambi­ção de uma vida melhor!
Alguém sai da secretaria dando a vez a outros e informa:
- O chefe, o senhor Lino, diz que este ano o número de matriculas femi­ninas já excedeu, em muito, as do ano passado. Cada vez mais mulheres querem estudar!
Na secretaria todos transpiram - os que aguardam o atendimento e os funcionários, no lado de lá do balcão, na azáfama do trabalho.
A um canto, um rapazito franzino, envergonhado, espera ser atendido mas os funcionários passam por ele e não o vêem...
De novo a porta de acesso à secretaria abre dando passagem a uma nova aluna acompanhada pelo pai e pela mãe. Chegam junto do balcão e pouco depois são atendidos.
O rapazito olha a menina, de soslaio, acha-a maravilhosa! Continua a olhar, com o rabo do olho a observá-la, concluindo que os padrões de vida são bem diferentes dos seus...
Instintivamente ela repara nele e os olhares cruzam-se. Ele, rapidamente desvia o olhar mas ela encara-o persistente, fixa-o bem numa análise profunda.
Pai - diz ela - dá-me a caneta de tinta permanente. Este menino precisa de ajuda.
Pouco depois, com tudo preenchido o rapazito agradece.
- Sérgio, tens de levar à tua casa, tudo isto, para o teu pai assinar. Amanhã voltas e entregas a este senhor da secretaria que é meu amigo. O teu pai tem que declarar quanto ganha para poderes usufruir de isenção de propi­nas. Desejo-te felicidades.
Margarida e ele olham-se de novo, com amizade, um olhar cheio de bri­lho, ternura e entusiasmo.                       Ela volta a vê-lo, dias depois, na sessão solene da abertura das aulas, passou entre muitos!
O episódio acaba por cair no esquecimento!
Decorrem dois anos. Nova sessão solene de abertura de um novo ano lectivo com os usuais discursos, conselhos e regras comportamentais, elogios aos meninos bem comportados, aos bons desportistas e aos que melhores notas alcançaram.
- Todos os alunos deviam imitar - diz o senhor reitor, Dr. Ascenso - os que se salientam pelas boas notas e pelo comportamento exemplar. Chamo o aluno Sérgio Gordinho, o melhor aluno do ciclo. Venha buscar o seu prémio.
Ao ouvir chamar por ele o coração de Margarida dispara ... Sérgio, é o meu amigo! Tinha-o esquecido!
Avança e vê um rapaz espigado, com bom aspecto, ar decidido a revelar saber, na perfeição, qual o caminho que escolheu para seguir na vida.
Olham-se, profundamente, um olhar físico, menos ingénuo mas muito analítico.
No dia a dia desse ano encontram-se, casualmente.
     As suas vidas familiares não os aproximam. Vivem longe um do outro em espaço e em atitude. Ele no Alto Rodes e ela na zona de S. Luís.
Margarida ocupa os tempos livres, levada pelos pais, no clube Farense, na Gardy, no cinema, na igreja ou a visitar amigas da mãe na hora do chá.
Sérgio brinca na rua aos polícias e ladrões, joga futebol com bolas de trapos e percorre a carreira de tiro a "catar" chumbo deixado pelos solda­dos durante os treinos, para vender no ferro velho. Apanha tâmaras das palmeiras enormes existentes na zona de habitação, também para venda. Dá explicações a colegas mais novos aplicando essas pequenas verbas na compra de roupa ou sapatos para usar durante as aulas.
Vidas separadas!
O liceu embora misto não permitia que rapazes e raparigas se encontras­sem. As regras estabelecidas impunham a separação, com punição grave, para quem não obedecesse.
Quando frequentavam o ano e mais tarde o 5º, em dias de chuva, o hall do liceu entupia de gente, na hora da saída. Essa oportunidade de convívio não era perdida. Rapazes e raparigas, lado a lado, trocando olha­res, sorrisos, separados mas juntos... sem contacto verbal mas sentindo o prazer da presença.
     Sérgio e Margarida, aos poucos, começaram a provocar encontros. Todos os dias esperavam um pelo outro. Ao toque da campainha pas­sam a subir a escadaria do liceu lado a lado, degrau a degrau. Não falam, olham-se, sentem prazer por estarem juntos. Entram no hall por portas dife­rentes. Ela segue em frente e ele vira à esquerda pelo corredor da reitoria, o dos rapazes.
Em plena adolescência com uma moral social rigorosa, que nega o ins­tinto sexual tornando-o pecaminoso, nada mais podiam fazer.
Olhavam-se inquietos na ânsia da conquista, sentindo ondas de volúpia a percorrer-lhes os corpos...
Durante os exames do ano, mais libertos das leis impostas, convivem, conversam, são mais íntimos. Muitas vezes, permanecem de mão dada sentindo os corpos electrificados... Outras, beijos dados de raspão, enlou­quece-os. Acontece um beijo marcante, profundo, corpos enroscados num prolongamento de prazer!...
Ele dispensa da oral, ela reprova na secção de Ciências.
Margarida é transferida para o colégio do Alto e a separação acontece de novo.
Quando ela regressa ao Liceu algo se havia quebrado. Tinham mais liberdade, mais possibilidade de se encontrarem mas o encanto tinha esmorecido. O olhar, chave dos sentimentos, mensageiro do desejo, reve­lava agora muita insegurança e muita incerteza.
      Em 1960 Sérgio ingressa na Academia Militar em regime de internato.
      Na hora da despedida, um abraço forte confirma que, apesar de tudo, a afinidade é um sentimento que resiste ao tempo é um sentimento subtil, delicado e penetrante... Com aquele abraço retomam a relação, no exacto ponto em que fora interrompida.
A caminho de Lisboa, sentado no banco duro do comboio, Sérgio revê todo o passado:
- a mãe muito doente tratando da casa e dele e o pai chegando quase sempre bêbado;
- o nascimento da irmã e pouco depois a morte da mãe;
- a ajuda dada pelas vizinhas e ele a ter de assumir a responsabilidade
da casa;
- a força dada pela professora da escola primária, junto do pai, a levá-lo a estudar no liceu;
- a colaboração do Sr. Reitor permitindo-lhe almoçar, gratuitamente, na cantina Liceal;
- o pai reencontrando o caminho certo da vida, assumindo o seu papel;
- o que batalhou para concluir o ano com distinção, as horas de estudo
e o trabalho das explicações;
- o amor de Margarida, a nostalgia, o medo e a incerteza do futuro.
O trepidar do comboio embalava-o... como posso eu amá-la?! O nosso amor é impossível! Para bem dela o melhor é esquecer!
Nunca tinha ido a Lisboa mas sabia o que fazer. Descer no Barreiro, atra-
vessar o Tejo de barco e no cais procurar um táxi.
A guerra do Ultramar inicia em 1961. Os anos decorreram...
Sérgio é destacado para a Guiné, para Angola, as comissões de serviço sucedem-se.
Pouco vem a Faro.
A irmã trabalha numa agência bancária e o pai, já reformado, está em casa distraindo-se no clube Vitória existente no Alto Rodes.
A saudade obriga-o a vir à sua terra Natal, apaziguar a parte dolorosa da sua vida.
Vai à Gardy e, de imediato, vê Margarida. Bonita, elegante, a mesma cara e a mesma expressão de doçura! Está sentada a uma mesa. Não resiste e aproxima-se.
Ela levanta a cabeça e olha-o, enfrenta-o incrédula. O sonho não con­cretizado espelha-se no olhar de ambos. Uma lágrima rola pela face de Margarida...
Repentinamente, chega alguém, que se interpõe entre os dois rou­bando-lhes o passado!
     - Mãe, esta tarde quero ir a casa da Manuela e à noite vou com ela ao cinema. 

Lina Vedes
12 de Dezembro de 2012

Liceu de Faro em Stº. António do Alto (1950)
A Capela de Stº. António visível, atrás, do lado esquerdo.


sábado, 22 de abril de 2017

CRÓNICA DE FARO

                  
                   “Ali bi, Alá bá”

OPINIÃO | JOÃO LEAL

E o velho grito, o clamor de tempos idos voltou a ouvir-se na Escola Tomás Cabreira, como durante décadas quer nas instalações da Rua do Município e Largo da Sé ou nas dependências junto à Alameda da João de Deus, onde tantas e tantas histórias, de amor e outras aconteceram envolvendo os “costeletas”. Mais de uma centena de antigos alunos vindos de todo o país reuniram-se no almoço comemorativo de mais um aniversário da sua Associação, uma das mais dinâmicas e prestigiadas na Lusitana Grei, desta feita o 26º desde que o grupo sob a liderança do sempre presente, em espírito e saudade, professor Américo, oficializou a instituição.
Foi nos tempos em que presidia ao Conselho Diretivo da Escola o prestigiado mestre, de há muito aposentado Dr. Francisco Xavier da Silva St. Aubyn, que aqui veio para se efetivar e aqui se quedou desde 27 de junho de 1973, exercendo uma notável ação pedagógica, didática e cívica e merecendo o respeito, a estima e o apreço de toda a comunidade”, que como referiu durante o repasto “a escola efetivamente o é”. Daqui o haver sido da maior justiça a direção da Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira ter designado este ano, como patrono do prémio destinado a distinguir o aluno com mais elevadas classificações em 2015/2016, e que foi recebida por uma brilhante jovem farense, a Laura Afonso Carepa Dias, atual aluna do Mestrado Integrado de Engenharia Biológica no Instituto Superior Técnico de Lisboa.
Contando 18 anos de idade, dotada de invulgares qualidades de inteligência, empenho e aplicação alia a este relevantes fatores uma notória simplicidade e apreciável beleza, que no seu testemunho apontou a frequência na sua Escola (“nunca pus outra hipótese de frequentar outra escola… e hoje reconheço que foi a melhor escolha” e que teve o aval merecido elogio que lhe foi feito durante o significativo ato da entrega do prémio “Dr. Francisco Xavier da Silva St. Aubyn” pela dedicada diretora do Agrupamento Escolar, Dr.ª Ana Paula.
O lema associativo de “Vitalidade, Solidariedade, Fraternidade” viveu-se neste encontro 26º aniversário da Associação a cada instante pelos “costeletas” presentes, bem expresso no ânimo com que se gritou: “Ali bi, Alá bá, Escola, Escola, Escola, Urrah, Urrah, Urrah…”!

João Leal

quinta-feira, 20 de abril de 2017

COCTAIL DE TAPAS... Histórias de ficção



                            O  BARCO


Estamos no centro de Faro, junto da doca. O casal encontra-se junto do Centro Naval e caminha pela ponte de embarque na direcção do barco que se encontra encostado e pronto para navegar. São 6 horas. O Sol ainda não "nasceu". Ela embarca e senta-se no banco da frente voltada para a proa. Ele desamarra o barco e senta-se no banco do centro de costas para ela. Pega nos remos e põe o barco em movimento. As pás movimentam-se com subtileza num movimento rotativo e penetrante na água calma da Ria Formosa.
Passa sob a ponte do comboio e segue embalado pelos remos pelo canal na Direcção das quatro águas onde, neste momento, se encontra fundeado o navio de fiscalização a 'Bicuda".
Á esquerda, lado nascente, o Sol dá os primeiros passos mostrando os primeiros raios luminosos num céu cristalino de azul celeste maravilhoso. Está um dia calmo e o mar, como se diz em meteorologia marítima, "mar chão".
O barco continua o seu rumo embalado pelo esforço conjunto das mãos do homem nos remos. Cruza com a Bicuda, onde um marinheiro, na amurada, acena com a mão. Ela, com um sorriso aberto corresponde.
O barco aproxima-se do Ramalhete. Bem à vista e á direita da praia do Ramalhete o casarão e a pirâmide, branquinha, de sal. E o barco vai navegando com extrema suavidade. Os remos saboreiam a água. E esta tolerante recebe o suave peso dos remos . O homem acaricia os remos, em círculos que se encerram na palma das suas mãos. Sente a boca seca e chama em seu auxílio a saliva enquanto suspende o esforço de remar. Durante um certo tempo sente o desejo de persistir no descanso de remar. Olha para a direita e observa as casas de pescadores junto da praia do Ramalhete. A mulher volta-se e olha-o admirada pelo silêncio dos remos com interrogação no olhar. Ele sente os braços cansados, levanta - se, abre a torneira do depósito, puxa o cordel do motor, senta-se voltado na direcção da proa e orienta o barco na Direcção da praia de Faro (Praia do Ancão), em velocidade moderada. A mulher jovem não diz nada. Emudeceu interiormente. O Ramalhete fica para trás.
Uma gaivota paira esvoaçando por cima do barco e pousa na proa olhando para a mulher que, com um admirado sorriso aberto, fixa o pássaro. Este, como resposta ao olhar fixo da mulher, lança um grasnido fazendo vibrar o ar, como sinal de revolta de intromissão no seu habitat. E lança-se em voo vertical. Paira, aponta o bico, olha lá do alto, sobrevoa o barco e voa na direcção das casas da Praia de Faro. O homem que abrandara o andamento da barca, com um sorriso acelera na direcção da praia.
Como não estamos na época termal o movimento de pessoas e embarcações é quase nulo durante a semana, aumentando aos fins de semana, com os passeantes e turistas.
Neste momento sente-se mudança no tempo. O cristalino céu azul transformara-se em compactas nuvens cinzentas. Repentinamente a força do vento aumentou. A ondulação bamboleia o barco que sobe e desce, sem arbítrio, pelas cristas e vales das ondas na Ria Formosa. O homem consulta a mulher que aceita o retorno e faz com que dê a volta ao barco para regressar à doca. De vez em quando, uma onda levanta o barco e deixa-a num momento suspenso, caindo e produzindo um forte ruído, enquanto o motor na água desloca constantemente o centro da gravidade. Água e fibra do barco unem-se na desordem agredida. A mulher agarra com força as bordas do barco para suster o desequilíbrio.
O barco e a água cansam-se desta brutal luta, mas o homem consegue sair vitorioso e chegar á doca, onde o temporal não é tão ríspido. Enquanto a mulher sente que desembarcou no paraíso ...


Uma Tapa do Roger
Focando os anos 50.


COMPORTAMENTO INCORRECTO NA TV SIC


Não! Não!
Ontem, no  jornal das 20 horas no canal SIC, o pivô Rodrigues Guedes de Carvalho, teve um comportamento incorrecto  e prepotente,  não compatível com a responsabilidade inerente ao seu cargo profissional, especialmente num canal de televisão de grande audiência, e ainda por ser um jornalística, que tem por missão informar e formar.
Na entrevista que estava conduzir com o sr. Director Geral de Saúde, Dr. Francisco Jorge, certamente a convite da direcção de informação  SIC , depois de vários depoimentos e informações a propósito do sarampo, e do falecimento da jovem, o pivô, deu por terminada a entrevista. O Dr. Ricardo Jorge entendeu solicitar ao referido senhor um minuto para dar um esclarecimento publico. Recebeu um Não, sem mais comentários. O Dr. insistiu mais uma vez, e recebeu com a mesma secura e autoridade Não.
O Dr. Ricardo Jorge, pela responsabilidade do seu cargo, e muito bem, ignorou a falta de educação do pivô, e deu a informação que entendeu ser do interesse publico.
É lamentável que a Direcção de Informação da SIC entregue ao sr. Rodrigues Guedes de Carvalho esta função, porque o seu comportamento 
(e não é novo) dificilmente é aceitável.

Jorge Tavares
Rodrigo Guedes de Carvalho
Pivô da SIC




sexta-feira, 14 de abril de 2017

RÉCITA

NO TEATRO LETHES
RÉCITA DA UATI

Sexta dia 2 de junho - 21h30
Duração: 180 min. - c/intervalo M/12
BILHETES  = 5 €


A UATI - Universidade do Algarve para a Terceira Idade, apresenta a 2 de Junho de 2017 a sua Récita Anual, com a apresentação do trabalho executado nas disciplinas de Teatro, Canto Coral, Ginástica Rítmica e Grupo de Guitarras Clássicas.
Com um estilo próprio, este espectáculo entrelaça episódios de humor, dança, canto e poesia.

As peças teatrais são escritas pelos próprios alunos e visam não só o dia a dia da instituição, mas também aspectos sociais e económicos da actualidade.

Interpretes: Alunos da Universidade do Algarve para a 3ª Idade.
Promotor-UATI


FOTOS ALMOÇO ANIVERSÁRIO COSTELETA


Fotos da reportagem do Florêncio

Pagamentos



Canto dos pioneiros
No outro canto

Ao fundo à direita Palminha e Tavares
Eurico, o tesoureiro.
A Presidente apresenta as cozinheiras. O Eurico assiste, não vá o microfone dar barraca...

FINAL DA REPORTAGEM




CAROS AMIGOS COSTELETAS

O GRANDE ALMOÇO ANUAL

ESTÁ JÁ MARCADO PARA:

17 DE JUNHO
Sábado 13 horas

Este ano o local escolhido foi no:

Catering Quinta Senhora Menina - Faro
porque,

CAROS COSTELETAS
O nosso grande almoço anual, será a 17 de Junho próximo. Pelas razões que abaixo se referem, a Direcção deliberou, que ele teria lugar no Catering Quinta Senhora Menina, em Sto. António do Alto - Faro. É um lugar ameno, tranquilo, no meio dum Parque cheio de arvoredo, e, tem um espaço privado para os automóveis; o pessoal, que nos servirá é profissional e simpático; o preço "per capita" comparado com o da tradicional Vila Moura, é mais baixo, para idêntico serviço. E Faro, é mais acessível, para quem eventualmente viaje de comboio ou autocarro. Uma simples viagem de táxi o levará ao sítio do almoço, ou, se nos contactarem e o desejarem, iremos busca-los à estação ferroviária ou de camionagem.

Para quem desconhece, a entrada para o restaurante fica na estrada marginal entre o Rio Seco e o Bom João. Junto da estradinha funda.

ALMOÇO CONVÍVIO DANÇANTE

Custo do pak:   20 €

BEBIDAS DE BOAS VINDAS
Espumante, Sangria branca, Sumo de Laranja, Refrigerantes,Água Mineral
BUFFET FRIO
NA MESA:
Pão, manteiga, azeitonas, croquetes de carne, rissóis de camarão,
pasteis de bacalhau, calamares. (miniaturas)
Saladas Simples – Tomate, Alface, Pepino, Cebola, Beterraba, Cenoura,
Saladas Compostas – Marisco, Frango, Russa, Atum, Bacalhau, Tropical
Molhos – Vinagrete, Maionese, Cocktail, Azeitonas, Milho e Pickles
BUFFET QUENTE
Sopa – Creme de Cenoura
Peixe – Bacalhau Gratinado com Natas
Carne – Lombo de Porco no forno à Portuguesa
BUFFET DE SOBREMESA E FRUTA
Salada de fruta, Tarte de Fruta, Molotoff, Pudim Flan,
Torta de Amêndoa, Toucinho-do-céu, Semifrio de Ananás, Tarte de natas, floresta negra, torta de claras com ovos moles.
INCLUINDO – Vinho Branco, tinto, Água Mineral, Refrigerantes, Café

A Direção


Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomas Cabreira

CONVOCATÓRIA

Assembleia Geral

   Nos termos estatuários convocam-se todos os associados para se reunirem em Assembleia Geral durante o almoço anual no Restaurante Catering Senhora Menina, em Faro, no dia 17 de junho de 2017, pelas 15 horas, com a seguinte ordem de trabalhos:
                - Informações;
                - Apresentação, discussão e aprovação do Relatório e Contas do exercício de 2016.
   Não havendo número mínimo de sócios necessários a Assembleia terá lugar meia-hora depois com qualquer número de sócios presentes.

Faro, 8 de abril de 2017
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral


a)Manuel Silo da Graça Caetano




quinta-feira, 13 de abril de 2017

PASCOAS FELIZES



OLÁ COSTELETAS!
Aqui do Blogue o Rogério Coelho deseja-vos



Não abusem do folar...

E como diz o Florêncio: "as amendoas da Páscoa também são doces..."


quarta-feira, 12 de abril de 2017

26º ANIVERSÁRIO COSTELETA


MAIS FOTOS DO ALMOÇO ANIVERSÁRIO

E

ENTREGA DO PRÉMIO MELHOR ALUNO 2015/2016

BOLO DE ANIVERSÁRIO
COSTELETA



Pioneiros, Criadores da Associação, PRESENTE!   -   O Repórter/fotógrafo já estava de pé

Pioneiros, criadores da Associação, PRESENTE
 O Patrono, do Prémio Melhor Aluno 2015/2016, no uso da palavra, agradece.

O BOLO

Aguardando o café

Aguardando

Avó, Aluna, Avó e Presidente

Pai, Aluna, Mãe e Presidente

Irmão e Aluna

Avó e filho (Pai da Aluna)

Aguardando o canto dos parabéns

idem

A neta do Fernando Palminha, já vai gostando...

 Cantando os parabéns. Diretora, Aluna, Patrono e presidente

Todos batem palmas enquanto a Aluna apaga as velas

E a neta do Palminha também repete assoprando

 A Aluna, com a faca na mão..., prepara-se para cortar o bolo.

E começa a cortar.

FIM DA REPORTAGEM FOTOGRÁFICA DO ROGER  -  Até pró ano...!!!


ALMOÇO ANIV. COSTELETA E PRÉMIO MELHOR ALUNO




                                                Jorge Tavares


Isabelinha e restantes membros da Direcção,
Há bastante tempo que não participava num almoço da nossa Associação, em que me sentisse tão bem.
O elevado numero de presenças seria suficiente para o meu bem-estar.
A amizade e solidariedade partilhada durante o almoço foi um momento muito bonito, fazendo jus também às caras bonitas das costeletas presentes.
Quando terminou o almoço e me despedi de "todos ", tinha saudade de nos voltarmos a juntar.
Muito obrigado Isabelinha e até Junho.