quarta-feira, 31 de maio de 2017

QUANDO ALGUÉM PARTE

Um grande amigo, que foi auxiliar de acção educativa 
na Escola Tomás  Cabreira

REINALDO BARÃO DA SILVA
Partiu

Á família enlutada e a todos os seus amigos
enviamos o nosso profundo desgosto

O funeral efectuou-se hoje.

DESCANSA EM PAZ BARÃO


terça-feira, 30 de maio de 2017

CRÓNICA DE FARO


Nos 25 anos
da paróquia de São Luís
OPINIÃO | JOÃO LEAL

“Cidade em quarto crescente” definiu, neste espaço, há cerca de meio século, o conceituado jornalista e uma das referências maiores da literatura portuguesa dos nossos dias, Mário Zambujal, a zona citadina de São Luís e que constitui uma das provas mais flagrantes de como se desenvolveu Faro. Era o impacto vivo e autêntico a um São Luís “rural”, que tinha como matriz a hoje chamada capela da mesma evocação que o grande arquiteto italiano Nasoni, a mando grande bispo que foi D. Francisco Gomes de Avelar mandara traçar. Ali ocorria no primeiro fim de semana de cada ano a “verbena de São Luís”, com arraial e bênção dos animais e, bem perto a fábrica de cerâmica do sr. Barracosa, bem como o Futebol Clube de São Luís, o Estádio da mesma denominação e a venda da tia Murta, onde os adeptos do Farense se refrigeravam e proviam outras necessidades a quando dos prélios jogados naquele recinto, bem como as barraquinhas onde, hoje, se situa o ginásio-sede. Certo é que esta parte integrante e tão definida da capital algarvia se agigantou e para além de uma forte componente habitacional, viu no seu burgo surgir o Hospital, a Universidade e muitas outras infraestruturas que são de um verdadeiro préstimo para a região.
Vêm estes comentários a propósito, bem significativo, da ocorrência no próximo dia 23 de Junho, da ereção canónica da Paróquia de São Luís, acontecida naquela data e no ano de 1992 comemorando-se assim os 25 anos da criação da mais jovem comunidade paroquial citadina, após as centenárias freguesias da Sé e de São Pedro. “São Luís, cidade em quarto crescente” é uma realidade bem testemunhada naquele templo, na Praça de Tanger, que alguém definiu como “a catedral de Faro do século XX)”.
Estas “bodas de prata da criação da novel paróquia”, a serem assinaladas sob o lema “Evocar, Celebrar e Crescer em Comunidade”, com um conjunto de manifestações do mais diversificado âmbito, desde o religioso ao social e do pedagógico ao cultural, não podem ficar esquecidas dos farenses, mesmo residindo noutras áreas citadinas, num testemunho de justo apreço pelo historial havido e em continuidade. É seu pastor, segundo o léxico católico, desde a hora primeira o padre António Rocha, que antes da ereção e quando o era ainda vicariato, veio da Dioceses de Viana de Castelo, para aqui missionar e definir em plenitude a sua génese vocacional, estando na totalidade com as equipas de leigos e o diácono Rogério Emídio, que são seus colaborantes. Ligados a esta efeméride viva da cidade de Santa Maria.

João Leal

domingo, 28 de maio de 2017

CONVÍVIO ELECTRÕES TOMÁS CABREIRA

CONVÍVIO DOS ELECTRÕES

Estalagem Aeromar - Praia de Faro

Realizou-se no dia 27 de Maio do corrente ano, o VI convívio dos Electrões na Estalagem Aeromar na Praia de Faro.
No referido almoço convívio que teve a presença de três dezenas de alunos da ex. Escola Industrial e Comercial de Faro do Curso de Formação Montador Electricista-Alguns deles fizeram-se acompanhar de suas Famílias como tem acontecido em anos anteriores. 
Compareceram alguns pela primeira vez, que foi um recordar dos antigos tempos, com histórias vividas entre alunos e Professores.
Lastimamos que muitos não responderam à chamada e, esperemos que no próximo ano consigam comparecer e, se possível trazer mais colegas dos Eletricistas "ELECTRÕES" pois, estamos abertos a todos independentemente do ano que frequentaram o referido curso.
Em meu nome, do Luciano Sousa e Hilário André.queremos desde já agradecer ao Senhor José Alberto da Estalagem Aeromar a maneira simpática como nos recebeu, aos seus colaboradores. à Ambi Faro na pessoa do seu Administrador Engenheiro Bruno Lage com a oferta de alguns exemplares do livro FARO LENDÁRIO e, por último ao nosso prezado colega  Electrão Virgílio Martins, com a oferta de Gelados  Gelvi.
Com os melhores cumprimentos e até para o próximo ano,

O ELECTRÃO

Florêncio Pereira Vargues

FOTOS DO CONVÍVIO


















sábado, 27 de maio de 2017

QUANDO UM COSTELETA PARTE


O nosso sócio nº 463

JOÃO JOSÉ MACHADO

Partiu

À família enlutada e a todos os seus amigos apresentamos
o nosso profundo desgosto


DESCANSA EM PAZ JOÃO MACHADO

quarta-feira, 24 de maio de 2017

CICLO DE CONVERSAS NA COMUNIDADE


União das Juntas de Freguesia 
Sé e São Pedro - Faro

A UNIÃO DAS FREGUESIAS DE FARO convida V. Exª a assistir a uma sessão de “CICLO DE​ CONVERSAS NA COMUNIDADE”,​ a realizar ​no Auditório da Biblioteca Municipal de ​Faro,​ no dia 7 de Junho, às 18h00, ​com a duração de 1h30, com os seguintes temas​:


- EDUCAR PARA O AMOR,  com a Psicóloga Ana Calvário

- ESTÍMULO PARA A APRENDIZAGEM, com a Terapeuta da Fala Edite Costa


A sessão (cujo programa e ficha de inscrição junto anexamos) destina-se ao público em geral que esteja interessado nos temas, sendo a inscrição gratuita. 
Mais se informa V. Exª que para garantir a sua presença (uma vez que, a prioridade de frequência respeitará a ordem de inscrição), deverá nos remeter a ficha de inscrição, em anexo, devidamente preenchida.

Esperando gostosamente poder contar com a sua presença e agradecendo antecipadamente a divulgação deste nosso evento, apresentamos os nossos melhores cumprimentos.

Informações e Inscrições:
​Telefone - 289 889760
Email geral - geral@uf-faro.pt


Atentamente,
O Presidente da União das Freguesias de Faro (Sé e São Pedro),
Joaquim Teixeira

cid:image001.jpg@01CF1B47.45A03930
Rua Reitor Teixeira Guedes, 2
8004-026 Faro
Telefone - 289 889760
Email: geral@uf-faro.pt
Página web: 
www.uf-faro.pt



terça-feira, 23 de maio de 2017

CRÓNICA DE FARO




 “A arte é dom emanante…”
OPINIÃO | JOÃO LEAL

Maria Armanda Vargues surpreende-nos a cada instante na pleutórica e fraterna oferta dos seus trabalhos criativos de pintura em porcelana. A esta senhora, farense pelo nascimento e pelo viver, o que muito nos honra, se aplica em plena realidade e com íntegra justeza a quadra (pedindo desde já perdão por qualquer alteração textual), do genial poeta vilarrealense/louletano António Aleixo: “A arte é dom emanante/não se compra, não se vende/ nasce e morre/ com a gente”. Nossa vizinha, porque também foi moradora na Rua Infante Dom Henrique, para todo o sempre desta e de outras gerações, conhecida por Rua da Carreira, a distinta artista estudou no Liceu João de Deus, ao invés se seu dedicado marido, um casal cuja união é um testemunho da fidelidade partilhada, da colaboração recíproca e do entendimento mútuo e vivido, o “servidor da cidade”, que é Florêncio Vargues, um “costeleta assumido”, por que ex-aluno da Escola Tomás Cabreira.
Ora Maria Armanda Vargues, na sequência de presenças em exposições individuais e colectivas, voltou a brindar-nos com a mostra da excelência dos seus artísticos e criativos trabalhos em certame ocorrido na sede da ex-junta de freguesia de São Pedro (atual União de Freguesias da Sé/S. Pedro), onde, uma vez mais e sempre, patenteou o seu admirável sentido criativo seja-o na decoração de peças de porcelana, seja-o nos painéis/azulejos reproduzindo com rara verdade aspeto antigos da capital sulina e transportando-os nas asas esplendorosas de uma conceção brilhante a saudosa lembrança da Faro de tempos idos.
Ocorreu esta inauguração da “Exposição de Pintura em Porcelana”, uma arte que por esta “Terra do Sul e do Sol” reúne no mesmo propósito largas dezenas de cultores agrupados na Associação dos Artistas de Pintura em Porcelana, atualmente sediada na histórica cidade de Lagos, numa efeméride de duplo significado. Como recordou e sempre com aquele sentido de saber dizer e saber viver a mensagem o também “servidor da cidade” e presidente da União de Freguesias, Joaquim Teixeira, no dia em que, se vivo fosse (e tão bom seria que tal acontecesse…), o professor Joaquim Magalhães, lendo um poema do prolífero artista da palavra e dos pincéis que é Henrique Dentinho e do “Dia Nacional do Azulejo”, dois factos que nas múltiplas unidades em que se convergem conferiu um sentido próprio ao ato.
Para além destes “históricos painéis citadinos” Maria Armanda Vargues sabe criar com um raro sentido de mensagem e de vida os pássaros e a sua liberdade esvoaçante, os gatos e a sua felinez conversa e olhar, o encanto inigualável das flores e das folhas, nesse todo mundo de encanto, magia e sedução, que povoavam o universo desta exposição.

João Leal

sábado, 20 de maio de 2017

LANÇAMENTO DE LIVRO


A nossa Amiga Professora, Colaboradora e Escritora

LINA VEDES

 Apresenta o seu 3º Livro

Gente de Faro

Cujo lançamento será efectuado
no dia 2 de Junho pelas 18 horas
na 
Biblioteca Municipal de Faro - Ramos Rosa

Todos os Costeletas estão convidados


NÃO FALTEM!

A Presidente
Isabel Coelho

sexta-feira, 19 de maio de 2017

PUBLICAÇÃO GEOGRÁFICA FÍSICA E HUMANA DO ALGARVE


                               «ALGARVE - A TERRA E AS GENTES»
                            UM LIVRO A REEDITAR

      Da autoria dos sempre saudosos professores Dr. José António Cardeira (Geografia) e Dra.
Maria Cândida Leal (Português), o primeiro natural de Lagos e a segunda de Monchique, algarvios que o foram como os mais dedicados e que, durante décadas, lecionaram na nossa Escola, veio a público em Abril de 1989 e com uma edição, «melhorada e refundida», face ao êxito alcançado, em Março de 1991, a obra editada pela Escola Secundária de Tomás Cabreira «Algarve - a terra e as gentes». Trata-se de uma verdadeira enciclopédia, com profundas bases cientificas que o muito e comprovado saber dos dois insignes mestres lhe transmitiram, sobre a sua e nossa terra sulina, de modo especial nas vertentes do âmbito geográfico e económico e dos prosadores e poetas algarvios. Foi um voltear pelo nosso espólio bibliográfico que nos trouxe às mãos este tesouro e o reavivar de muitos conhecimentos sobre a Região Mãe, numa viagem regressiva de mais de 50 anos aos bancos da Tomás Cabreira, sempre presente no coração e na memória, naquela lembrança irrepetível dos dois queridos professores, o Dr. Cardeira e a «Dra. Cândinha», a darem-nos as suas lições. De imediato fornos impulsionados pela plena, irrefutável e urgente necessidade de «Algarve - a terra e as gentes» voltarem a conhecer uma edição, constituída em moldes mais clássicos que o estilo artesanal de confeção, o que não afeta no mínimo o seu intrínseco valor, é revelado na mesma. Faz falta na grande maioria das bibliotecas públicas ou privadas por tudo aquilo que representa para esta região onde nascemos e esperamos morrer os conhecimentos, as evocações e o muito saber que contém. Não desconhecemos dos encargos que tal comporta num tempo que, infelizmente para a grande maioria de todos nós, não o é de «vacas gordas». Mas conhecemos também que numa desejada, esperada e     necessária conjugação de esforços (Associação dos Antigos Alunos, Agrupamento Escolar Tomás Cabreira, AMAL - Associação de Municípios do Algarve, Delegação Regional da Cultura e tantas mais entidades públicas e mesmo particulares) esta sugestão conheça o «faça-se!», que o mesmo é dizer a obtenção dos recursos necessários para termos a terceira edição de «Algarve - a terra e as gentes». Da mesma recordamos o que os seus autores nela escreveram: «O Algarve é uma estreita banda de terra, de configuração grosseiramente retangular, alongada no sentido dos paralelos ... » (Dr. Cardeira - «Alguns aspetos de Geografia Física e Humana do Algarve») e «Nesta nossa Província nunca faltou quem escrevesse e bem, quer em prosa, quer em verso ... » (Dra. Cândida Leal - Breves referências e comentários a prosadores e poetas algarvios e suas obras»).


JOÃO LEAL

quarta-feira, 17 de maio de 2017

NOTÍCIAS DO ZECA



Exposição Zeca Afonso
TEATRO LETHES - Faro
SEG. 22 a DOM. 28 MAIO
BILHETES: Entrada livre (sob marcação para escolas]


Trata-se de uma exposição antológica sobre esta personalidade maior da cultura portuguesa, o Zeca Afonso, homem comprometido com o seu tempo, que nos deixou um legado musical e de cidadania ímpares.
Em 2017 cumprem-se 30 anos sobre a sua ausên­cia de entre nós. Na circunstância, considerámos ser nosso dever relembrar o seu geral testemu­nho, convocando uma memória que a todos diz respeito, porque o Zeca foi farol que fez crescer o espírito de Abril e continua hoje a animá-lo como utopía e realidade.

MARCAÇÕES PARA ESCOLAS [visitas acompanhadas):

Tel: 289 878 908 [de terça a sexta-feira, entre as 14h00 e as 18h00)

terça-feira, 16 de maio de 2017

O TALENTO DESENVOLVE-SE



"SÓ A ARTE É ÚTIL.

CRENÇAS, EXÉRCITOS, IMPÉRIOS, ATITUDES

- TUDO ISSO PASSA. SÓ A ARTE FICA, POR ISSO SÓ

A ARTE VÊ-SE,

PORQUE DURA".


Fernando Pessoa


CRÓNICA DE FAR


“Conferências Algarve 21”

OPINIÃO | JOÃO LEAL
Sugestivo o título e os temas para já anunciados, incluindo a abertura realizada numa destas noites no ambiente acolhedor do Teatro Lethes e nessa oportuna e feliz iniciativa da que foi referida como a maior associação empresarial ao Sul do Tejo, com mais de três mil associados, a ACRAL (Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve). Com efeito este ciclo de conferências “Algarve 21” apontam à saciedade e numa ocasião da mais flagrante oportunidade, a análise de temas que à terra sulina importam na busca dos mais corretos e convenientes caminhos com os olhos postos no futuro.
Sob o tema de “Economia e Desenvolvimento Regional” a entidade associativa presidida pelo dileto algarvio e com relevantes serviços prestados à região trouxe até as vozes autorizadas e prestigiadas de dois conferentes, os carismáticos Dr. Rui Rio, que durante três mandatos presidiu à Câmara Municipal do Porto e o professor catedrático Álvaro Beleza, havendo como moderador do encontro o conhecido jornalista do “Jornal Económico”, Dr. Vítor Norinha.
Falou-se, com clara e livre intervenção de figuras de assistência, algumas de reconhecido e de elevado gabarito intelectual como reitor da Universidade do Algarve, prof. António Branco “a arrogância dos governantes que nos vêm visitar sem conhecerem as realidades regionais…”), a Delegada Regional da Cultura Drª Alexandra Viegas, o cidadão Walter Alfaiate (uma voz sempre presente quando se trate de defender Faro e o Algarve) e muitos mais. Tudo isto para além das palavras iniciais dos presidentes da ACRAL (Dr. Álvaro Viegas) e do Município de Faro (Dr. Rogério Bacalhau), que apontaram da importância da indentidade regional – “é importante que o Algarve se faça ouvir, face a esta razia de ausência dos centros de decisão, contra a hegemonia do Terreiro do Paço…” ou “A necessidade da confiança da iniciativa privada e a elevada diversidade de inputs que caracteriza Faro…”.

O Dr. Rui Rio com a clarividência que lhe é peculiar disse ao analizar as flagrantes assimetrias regionais e da forma como a economia as amplifica da urgente e imediata necessidade de um crescimento económico para redução do crescente endividamento, bem como “quem endividou este País não forma as autarquias, que fizeram uma obra notável, já que quando fazemos as coisas à escala local é muito mais eficiente”, enquanto o prof. Álvaro Beleza salientou que “o Algarve é a região que tem características próprias é o Algarve e teve um papel importante na globalização mundial”.
Novas “Conferências Algarve 21” estão calendarizadas – em Junho para se falar sobre esse tema sempre presente “Regionalização” e em Novembro para uma análise sobre “Saúde” e que vão prosseguir 2018 em fora. A sua participação é fundamental, porque a Terra Mãe está em primeiro lugar nesta oportuna iniciativa da ACRAL!
João Leal

FARO BLUES


AMBIFARO - 3º FESTIVAL INTERNACIONAL
DE BLUES DE FARO

TEATRO LETHES
SEX. 19 e SÁB. 20 MAIO | 21H30
DURAÇÃO: 100m – m/6
BILHETES: a defenir



O Faro Blues coloca a capital algarvia na rota destes festivais musicais caracterizados por terem um cariz eminentemente urbano, contemporâneo e cosmopolita. Realizado em parceria pela AmbiFaro, pelo programa de rádio Bluesmente Falando da RUA FM e pela Câmara Municipal de Faro, visa promover este estilo musical. Recorde-se que o Blues é uma forma musical vocal e/ou instrumental que se fun­damenta no uso de notas tocadas ou cantadas numa frequência baixa, com fins expressivos. Surgiu nos Estados Unidos a partir dos cantos de fé religiosa, chamadas "spirituals" e de outras formas similares.

PROMOTOR: AmbiFaro

segunda-feira, 15 de maio de 2017

QUANDO UM COSTELETA PARTE


MARIA ISABEL LEIRIA EUSÉBIO CORREIA
Partiu


À família enlutada e a todos os seus amigos, 
a Associação dos Antigos Alunos 
envia um profundo desgosto

DESCANSA EM PAZ ISABEL LEIRIA
========
O corpo estará em câmara ardente
a partir das 17 horas de hoje
na Igreja Nova de S. Luís

quarta-feira, 10 de maio de 2017

ELOS CLUBE



ACTIVIDADES DO ELOS CLUBE DE FARO PARA O MÊS DE MAIO
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O Elos Clube de Faro tem o prazer de convidar os companheiros e
amigos para as suas actividades agendadas para o mês de Maio:

- Dia 10 de Maio. 17,30h - "Quando a poesia acontece" sob o tema:
"Era uma vez uma flor.
Nasceu à beira de um Poeta..."
- Sebastião da Gama
* Poesia embalada pela voz de Rosinda com música de Luciano
Vargues

- Dia 22 e até dia 30 de Maio - Exposição "MARCHAS POPULARES" de Maria
José Fraqueza na Biblioteca Municipal de Faro;

- Dia 23 de Maio. pelas 18,00h - Palestra  "TRATAMENTO DA ANSIEDADE E DO
STRESSE ATRAVÉS DA MINDFULNESS" pelo Dr. João Bonança, na Biblioteca
Municipal de Faro;

- Dia 25 de Maio e até 25 de Junho - Exposição de pintura e escultura
"ABSTRACÇÃO GEOMÉTRICA" de Ana Paula Almeida no Museu Municipal de
Faro;

- Dia 30 de Maio, pelas 18,00h - Apresentação do livro de Gisela
Sinfrónio "REALIDADE, FANTASIA E MEDITAÇÃO", da Chiado Editora, na
Biblioteca Municipal de Faro.

Espero que as actividades propostas sejam do vosso agrado e conto com
a vossa participação.

Cordiais saudações elistas.

Dina Lapa de Campos
Presidente da Direcção do Elos Clube de Faro

CRÓNICA DE FARO



“Sem um cêntimo do erário público”


OPINIÃO | JOÃO LEAL
Lê-se no bem elaborado e minuciosamente documentado “Relatório e Contas do Exercício de 2016” da AEDMADA (Associação para o Estudo da Diabetes Mellitus e de Apoio ao Diabético do Algarve), aprovado por unanimidade e aclamação na última Assembleia Geral, onde se evidencia a meritória ação desenvolvida desde 2006, em que foi fundada esta benemérita instituição por um dedicado grupo liderado por essa dedicação maior, que é o seu presidente directivo e conceituado especialista Dr. Eurico Gomes.
É que não obstante toda a dedicação, empenho e competência revelados perante a avassaladora doença, que é considerada a “pandemia do século XXI” um único cêntimo das entidades responsáveis pela saúde entre nós, quer ao nível nacional como regional, deu o seu necessário e merecido contributo para o esforço no quotidiano desenvolvido e que permite uma atuação credora do mais vivo apreço.
Hoje, com a centena de associados, de todo o Algarve mas maioritariamente radicados em Faro, onde a Aedmada tem a sua sede no bairro da Atalaia, em frente à delegação do Banco Alimentar, os seus escassos recursos aguardam de há que seja reconhecida a sua missão, da maior relevância, neste setor da saúde que, em expressão avassaladora, todos os dias regista um crescente de novos casos, sem olhar a idades ou condições sociais.
É de toda a justiça e indesmentível verdade que há sete anos (fazendo-nos lembrar este tempo o soneto camoniano bem conhecido) se aguarda pela assinatura da contratualização em que a Administração Regional de Saúde do Algarve (ARSA) reconhece o fundamental apoio a este serviço de verdadeira saúde pública, como noutras áreas o tem feito. Parece-nos um tempo excessivo em que nem a Aedmada nem os doentes com diabetes do Algarve podem esperar perante tal delonga e que se espera, muito em breve, como o é da mais flagrante justiça, equidade e reconhecimento dos verdadeiros objetivos, seja ultimado.
Recorda-se, a propósito, porque é necessário e conveniente sempre o relembrar que a AEDMADA é uma IPSS (Instituição Privada de Solidariedade Social) para a área da saúde, que tem como missão principal o estudo da diabetes mellitus e o apoio social e humano ao doente diabético da nossa região e que tem como principais objetivos: divulgar a diabetes mellitus como doença crónica; alertar para a necessidade do diagnóstico precoce; apostar na prevenção e no tratamento de modo protelar ou evitar maiores e mais graves complicações; realizar ações de formação profissional na sua área, destinadas a quadros técnicos e científicos; facultar todo o apoio possível de ordem médico-clínica, de reabilitação e de integração social ao doente diabético; promover estudos e proceder a investigação clínico-científica e organizar debates, seminários, congressos, etc., relativos à já apelidada “pandemia do nosso século”.

João Leal

terça-feira, 9 de maio de 2017

POSTAL ILUSTRADO DE FARO


FARO RIA FORMOSA

Estão a ver onde é?
Junto das palmeiras passa o comboio
Aqui atrás é a doca


segunda-feira, 8 de maio de 2017

QUANDO A POESIA ACONTECE


"ERA UMA VEZ UMA FLOR"

Data: Faro, 08-05-2017

De: Elos Clube de Faro - Associação Cultural
    "Em defesa da Língua e Cultura Portuguesas"

Prezados Companheiros e Amigos,

Próxima quarta-feira, dia 10 de Maio, pelas 17,30h ,
na Biblioteca Municipal - "Quando a poesia acontece" sob o tema:

"Era uma vez uma flor.
Nasceu à beira de um Poeta..."

- Sebastião da Gama

* Poesia embalada pela voz de Rosinda com música de Luciano
Vargues

Espero por vòs.

Cordiais saudações elistas.



Dina Lapa de Campos
Presidente da Direcção do Elos Clube de Faro

CONVERSA COM NETO


*O Neto e o Avô...*

*Então, de repente, o neto perguntou:

- Quantos anos tem, avô?
E o avô respondeu:

- Bem, deixa-me pensar um momento...Nasci antes da televisão, e já
crescidinho apareceu, com um único canal e a preto e branco. Nasci antes das
vacinas contra a poliomielite, das comidas congeladas, da fotocopiadora,
das lentes de contacto e da pílula anticoncepcional.
Não existiam os radares, os cartões de crédito, o raio laser nem os patins
on-line. Não se tinha inventado o ar condicionado, as máquinas de lavar e
secar, (as roupas secavam ao vento) e frigoríficos quase ninguém tinha.*
*Pouca gente tinha automóvel (contavam-se pelos dedos) e não havia
semáforos por não serem precisos. O homem nem tinha chegado à lua. A tua avó
e eu casámos e só depois vivemos juntos e em cada família havia um pai e
uma mãe."Gay" era uma palavra inglesa que significava uma pessoa contente,
alegre e divertida, não homossexual. Das "lésbicas nunca tínhamos ouvido
falar e os rapazes não usavam "piercings. "Nasci antes das duplas carreiras
universitárias e das terapias de grupo. Não havia computador, comunicávamos
através de cartas, postais e telegramas."Mails, chats e Messenger", não
existiam. Computadores portáteis ou Internet nem em sonhos... Estudávamos só
por livros e consultávamos enciclopédias e dicionários. Chamava-se a cada
polícia e a cada homem "senhor" e a cada mulher "senhora". Nos meus tempos a
virgindade não produzia cancro. As nossas vidas eram governadas pelos 10
mandamentos e bom juízo. Ensinaram-nos a diferenciar o bem do mal e a ser
responsáveis pelos nossos actos. Acreditávamos que "comida rápida" era o que
comíamos quando estávamos com pressa.Ter um bom relacionamento, queria
dizer dar-se bem com a família e amigos.Tempo compartilhado, significava
que a família compartilhava as férias juntos. Ninguém conhecia telefones sem
fios e muito menos os telemóveis. Nunca tínhamos ouvido falar de música
estereofónica, rádios FM, Fitas, cassetes, CDs, DVDs, máquinas de escrever
eléctricas, calculadoras (nem as mecânicas quanto mais as
portáteis). "Notebook" era um livro de anotações."Ficar" dizia-se quando
pessoas ficavam juntas como bons amigos. Aos relógios dava-se corda todos os
dias, mesmo aos de pulso. Não existia nada digital, nem os relógios nem os
indicadores com números luminosos dos marcadores de jogos, nem as
máquinas. Falando de máquinas, não existiam as cafeteiras eléctricas, ferros
de passar eléctricos, os fornos microondas nem os rádios-relógios
despertadores. Para não falar dos vídeos ou VHF, ou das máquinas de filmar
minúsculas de hoje... As fotos não eram instantâneas e nem coloridas. Eram a
branco e preto e a sua revelação demorava mais de três dias. As de cores
não existiam e quando apareceram, a sua revelação era muito cara e
demorada. Se nos artigos lêssemos "Made in Japan", não se considerava de má
qualidade e não existia "Made in Korea", nem "Made in Taiwan", nem "Made in
China". Não se falava de "Pizza Hut" ou "McDonald's", nem de café
instantâneo. Havia casas onde se compravam coisas por 5 e 10 centavos. Os
sorvetes, os bilhetes de autocarros e os refrigerantes, que se chamavam
pirolitos, tudo custava 10 centavos. No meu tempo, "erva" era algo que se
cortava e não se fumava."Hardware" era uma ferramenta e "software" não
existia.  

- Fomos a última geração que acreditou que uma senhora precisava
de um marido para ter um filho . Agora diz-me, quantos anos achas que
tenho?
- Meu Deus, Avô! Mais de 200! - disse o neto.
- Não, querido. Tenho 65!*


Um arranjo do
Roger

sexta-feira, 5 de maio de 2017

MAMÃ



DIA DA MÃE
DOMINGO 7 DE MAIO

Ser Mãe é a coisa mais normal e especial do mundo.

E dar os parabéns à MAMÃ
é um gesto muito especial

NÃO TE ESQUEÇAS SE AINDA TENS...!!!
7 DE MAIO - DOMINGO


ALMOÇO ANUAL COSTELETA



GRANDE ALMOÇO ANUAL COSTELETA
17 de junho 2017 (Sábado) 13Horas
No catering senhora menina
FARO
ALMOÇO CONVÍVIO DANÇANTE
Custo do pak:   20 €

BEBIDAS DE BOAS VINDAS
Espumante, Sangria branca, Sumo de Laranja, Refrigerantes, Água Mineral

NA MESA:
Pão, manteiga, azeitonas, croquetes de carne, rissóis de camarão,
pasteis de bacalhau, calamares. (miniaturas)
BUFFET FRIO
Saladas Simples – Tomate, Alface, Pepino, Cebola, Beterraba, Cenoura,
Saladas Compostas – Marisco, Frango, Russa, Atum, Bacalhau, Tropical
Molhos – Vinagrete, Maionese, Cocktail, Azeitonas, Milho e Pickles
BUFFET QUENTE
Sopa – Creme de Cenoura
Peixe – Bacalhau Gratinado com Natas
Carne – Lombo de Porco no forno à Portuguesa
BUFFET DE SOBREMESA E FRUTA
Salada de fruta, Tarte de Fruta, Molotoff, Pudim Flan,
Torta de Amêndoa, Toucinho-do-céu, Semifrio de Ananás, Tarte de natas, floresta negra, torta de claras com ovos moles.
INCLUINDO – Vinho Branco, tinto, Água Mineral, Refrigerantes, Café
Para quem desconhece, a entrada para o restaurante fica na estrada marginal entre o Rio Seco e o Bom João. Junto da estradinha funda.
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Telemóvel de contacto: Isabel 919029068
                    Conceição 965322599
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Para quem desconhece, a entrada para o restaurante fica na estrada marginal entre o Rio Seco e o Bom João. Junto da estradinha funda.


CAROS COSTELETAS
O nosso grande almoço anual, será a 17 de junho próximo. Pelas razões que abaixo se referem, a Direção deliberou, que ele teria lugar no Catering Senhora Menina, em Sto. António do Alto - Faro. É um lugar ameno, tranquilo, no meio dum Parque cheio de arvoredo, e, tem um espaço privado para os automóveis; o pessoal, que nos servirá é profissional e simpático; o preço "per capita" comparado com o da tradicional Vila Moura, é mais baixo, para idêntico serviço. E Faro, é mais acessível, para quem eventualmente viaje de comboio ou autocarro. Uma simples viagem de táxi o levará ao sítio do almoço, ou, se nos contactarem e o desejarem, iremos busca-los à estação ferroviária ou de camionagem.
A Direção






INFORMANDO DO JOÃO LEAL




«ROSEIRAL DE TROVAS»
 «ROTAS POÉTICAS»
 

DUAS OBRAS DA «COSTELETA» 
MARIA JOSÉ FRAQUEZA
 

Mais duas excelentes obras, primorosamente ilustradas e com um notável acrescento às quase três dezenas publicadas pela insigne criadora em poesia e prosa, que é a nossa dedicada e ilustre colega e dedicada associada da Associação dos Antigos Alunos da escola Tomás Cabreira, Maria José Fraqueza, nos cativaram pela subiime poética e motivadora e contagiante inspiração e singeia mensagem que as mesmas exalam.
 

Desta feita referimo-nos a «Roseiral de Trovas», uma colectânea de quadras populares tão ao ritmo e vivência das nossas gentes, na simplicidade dessa simplicidade dificultosa, que é reunir em quatro versos toda uma, não raro, missiva filosófica e a «Rotas Poéticas», um conjunto de poemas onde a vida, não obstante todas dificuldades e revezes surgidos, desponta com a vivacidade que a conhecida pedagoga e poetisa fusetense ou melhor na expressão local «fuseteira» imprime ao que tem sido a sua existência. Tal tem-se difundido mundo em fora, irradiando de Portugal para outros países corno é o caso de Itália e Brasil, onde o seu nome goza de reconhecido prestígio e onde tem conquistado prémios e louvores, que hoje figuram na «Casa Museu Maria José Fraqueza», um local de peregrinação intelectual sempre a visitar na Fuseta, a «Noiva Branca do Mar»

                 Na leitura de ambas exala-se toda a mensagem que só a verdadeira, autêntica e genuína poesia
consegue transmitir e vivificar como a da autoria desta nossa companheira de uma vida, que vem
desde os bancos da Escola Tomás Cabreira e se tem mantido com uma afetuosa presença até aos nossos dias e sê-lo-á para sempre.

João Leal