quinta-feira, 29 de novembro de 2018

FAZEM ANOS



DEZEMBRO          -            ANIVERSÁRIOS

De Sócios Costeletas

01 Bertília Maria Rilhó Sousa Rodrigues Pereira 02 Esmeralda M.M. Carmo Bolas Soares. 03 João Sabino Ladeira 04 Alberto Afonso Cavaco.     04 Olinda Maria Revés Celestino Lino Torres. 04 Rosália da Conceição Correia Fernandes dos Santos. 04 Maria Vitória Ramos Raposinho Rosa Cunha. 06 Manuel Martins Felizardo 08 José Conceição Mendonça Contreiras. 08 Eduardo Conceição Pires. 08 Manuela Conceição Veríssimo Bernardo Cavaco. 08 Francisco Gago Assunção. 08 Tomé Conceição Apolo. 10 Olinda Maria Grade Silva. 11 Vítor Manuel Gomes Palma. 12 Ângelo Leal Costa. 15 Manuel Justino Conceição Pedro. 15 Maria Filipe Vieira Sousa Guerreiro. 17 António Bota Filipe Viegas.17 António José Silva Martinho. 20 Sandra Maria Machado Fonseca. 20 Maria Adelina Guita Santos Dias Neto. 21 José Maria Carvalho Bernardo. 21 José Jesus Bacalhau. 21 Ângelo Gonçalves Silva. 23 José Mateus Ferrinho Pedro. 23 Vidal Rosário Tenazinha Prudêncio. 24 Maria Manuela Pereira Magalhães. 26 Manuel Silo Graça Caetano. 26 Filipe Vieira. 27 Manuel Estêvão Rosa Gonçalves. 29 João Jorge Carmo Tavares. 29 Jorge Grade Cachaço. 30 João Manuel Brito Sousa. 30 Célia Maria Santos Reis Branco. 31 Joaquim Serro Custodinho. 31 Isabel Maria Conceição Rufino Faustino.
                              PARABÉNS A VOCÊ

NO SEU ANIVERSÁRIO


No dia do aniversário

A gente às vezes tem vontade

De se esconder dentro do armário.

Mas aí vem um com um beijo,

Outro realizando um desejo
E aquele que está sempre atrasado
Chega super animado
Estourando um champanhe
Mesmo que eu estranhe
E não entenda muito bem
Por que tantos parabéns.
Fico feliz com os presentes
Aguento melhor os parentes
E não me pergunto na hora
O que há de mentirinha
Nessa anual história
Quem me dera tanto afeto
Duas vezes por semana
P'ra derreter a couraça
P'ra amenizar minha gana
Congelaria se possível
Muitos pedaços do bolo
P'ra durante o ano carente
Comê-los como consolo

Gostaram?
Roger





terça-feira, 27 de novembro de 2018

COMENTÁRIO AO EDITORIAL DO JORNAL "o COSTELETA" Nº 134



Meu estimado Fernando Palma, mais conhecido no núcleo  dos amigos por Palminha

Li o teu editorial do ultimo O Costeleta.
Concordo com quase tudo o que escreveste – ficaria a duvida “ que não concorda o Tavares”.
Simples- Descordo da expressão -  Conviver com velhos -
E este propósito vou pedir ao Rogério que publique no blog o artigo do Dr. António Humberto da Costa, sob o tema – O que faz a pessoa ser velha ou idosa.
Um abraço e até 08/12/18
                                                  jorge tavares

Artigo do Dr. António Humberto da Costa sob o tema – O que faz uma pessoa ser velha ou idosa -




Veja no artigo do Dr. Antônio Humberto da Costa o que faz uma pessoa ser velha ou idosa
 

Sabemos que o idoso é aquela pessoa que tem muitos anos de idade; enquanto que o velho é aquela pessoa que, em qualquer época da vida, perde a jovialidade.
 

O idoso sempre sorri e participa do cotidiano, com a experiência dos anos vividos, buscando encontrar soluções e, assim, sonha, aprende e ensina; já o velho adormece e não sonha mais e, sendo assim, não sonha, não aprende e não ensina.
 

O idoso tem a felicidade de poder dizer que teve, ao longo dos anos, uma vida produtiva e mantém a esperança de ser útil por mais tempo, já que possui o elo entre o passado e o presente, igual ao jovem que vive o presente pensando no futuro; assim os dois, idoso e jovem, convivem o presente harmonioso e participativo. O velho carrega o amargor e não se preocupa por não participar e nem transmitir experiências para outras gerações; afinal de contas Ele só faz o que aprendeu a vida inteira: transmitir pessimismo e desilusão. Dessa forma o idoso se remaça a cada amanhecer e o velho se esvai a cada noite que acaba.
 

Como o sol, o idoso vê o horizonte se despontar diariamente trazendo sonhos e esperanças; enquanto o velho só tem a mente voltada para o tempo que passou ... Ele não soube viver.
Enquanto o idoso curte o resto dos seus dias com planos para o futuro, o velho sente saudades e sofre, o que o faz se aproximar mais da morte.
 

O idoso tem uma vida ativa, cheia de projetos e esperança; para ele o tempo passa muito rápido e a velhice nunca chega. O velho vive no sonâmbulo de sua vida ... nem sonha ... suas horas se arrastam num marasmo sem fim.
 

O idoso busca na modernidade diálogo com a juventude e assim compreender os novos tempos; o velho, como se fosse uma ostra, fica fechado, não aceita a juventude e nem quer saber de modernidade.
 

Espero que possa ter contribuído, de alguma forma, para que você entenda que idoso e velho podem ter os mesmos anos de vida; no entanto, o coração e a mente são totalmente diferentes.
 

Se Você é idoso nunca queira ficar velho e se é jovem queira ser um dia idoso.
 
 









domingo, 25 de novembro de 2018

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

NOTÍCIAS DE JOÃO LEAL



O DR. XENCORA NADKARNI NA «l EXPOSIÇÃO COLONIAL» NO PORTO
Mão amiga trouxe às minhas mãos fotocópias do extinto diário portuense .«O Comércio do Porto», na sua edição de 25 de Junho de 1934 e dedicado à «I Exposição Colonial», que então decorria na Cidade Invicta e onde se faz referência à visita à mesma do «Dr. Xencora Nadkami. Distinto médico, advogado. e contabilista, natural da Índia Portuguesa». Trata-se do saudoso Mestre, que foi professor, nos anos 50, na Escola Tomás Cabreira. e deixou, em quantos foram seus alunos, saudosa recordação.
João Leal

NOTÍCIAS DE JOÃO LEAL



DE COMO CASIMIRO DE BRITO VÊ A MALTA
O «costeleta» Casimiro Cavaco Correia de Brito (Casimiro de Brito), um dos mais·conhecidos poetas portugueses contemporâneos, natural de Loulé e que «menino e moço» veio para Faro, onde os pais abriram uma mercearia na Rua Bocage (junto à capela do Senhor dos Aflitos) a fim de ftequentar, com muitos de nós, a Escola Técnico Elementar Serpa Pinto, dá-nos este curioso apontamento no livro de sua autoria «Apoteose das pequenas coisas» (Maio de 2016): «Comove-me ver- o rosto dos meus amigos em meninos, ambos da minha idade,- fotos de quando tínhamos dez.ou onze anos. E revejo-me nesses sorrisos olhando para as minhas próprias fotografias dessa época, meio crédulos, meio espantados, apesar de escudados - tal como eu fui - por pais que tiveram de lutar duramente pela vida Era esse o tempo do fim da guerra e quantas guerras vivi depois dessa para alcançar um pouco de paz, que não há! Nem tem que haver. Olho-as sentado num quarto.de hotel, ao lado de um espelho, vendo-me de soslaio duas vezes: o menino e o velho em que me tornei. Sobrevivo como posso por estes dias- com o rosto dos amigos diante de mim e a sua, parece que perene, alegria e indignação. Assim me vejo.»
João Leal

INFORMANDO


Como Presidente da Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira, venho por este meio prestar o  seguinte esclarecimento a todos os OSTELETAS:

- o nosso jornal O Costeleta nº. 134 chegou com alguns dias de atraso às vossas caixas do correio.

- pelo facto de  termos ido ao Banco tratar da legalização de assinaturas dos  elementos eleitos para um novo mandato , solicitarmos cheques para podermos corresponder à situação financeira no que diz respeito a alguns pagamentos, tendo esta situação dado origem ao atraso no envio do jornal.

- por tal facto, sou a pedir-vos imensa desculpa por tal motivo.

Sem mais de momento, aqui  deixo para todos os COSTELETAS um abraço de muita amizade,

O Presidente

Florêncio Vargues

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

NOTA DE PESAR

Como Presidente da Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira, apresento os meus pêsames aos Familiares  de Maria Amélia Jesus Malaia Santos e, que descanse na Paz do Senhor.

O Presidente

Florêncio Vargues

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

INFORMANDO


CAROS SÓCIOS COSTELETAS

O nosso Jornal o Costeleta nº 134
Já foi impresso, e está a ser metido nos envelopes
para ser entregue nos CTT

Hoje, quarta-feira, o Secretário estará na Sede a partir das 15 horas.
Roger

QUANDO A POESIA ACONTECE


Em defesa da Língua e Cultura Portuguesas"

Prezados Companheiros e Amigos

De: Elos Clube de Faro - Associação Cultural
    "quarta-feira, dia 14 de novembro, pelas 17,30, "Quando a poesia acontece",
na Biblioteca Municipal de Faro, sob o tema:

“Um amigo me chamou pra cuidar da dor dele,
guardei a minha no bolso. E fui.”
- Clarice Lispector

* Poesia embalada pela voz de Rosinda
com música de Luciano Vargues

Espero por vòs.

Cordiais saudações elistas.

Dina Lapa de Campos
Presidente da Direcção do Elos Clube de Faro


...

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

RESPOSTA A CRÓNICA "S. MARTINHO" DE JOÃO LEAL



Estimado João Manjua Leal,
Com a tua crónica sobre o São  Martinho naveguei e recuei nas minhas memórias setenta anos.
Tudo o que descreves relativo ao teu bairro – Ribeira – não muito longe, no bairro -São Sebastião – festejávamos a noite de igual modo, percorrendo desde o quartel da GNR até ao inicio da antiga estrada de Loulé, percorrendo as ruas de Loulé,
A padiola ornamentada com folhas de palmeira, o peso pluma com a cara pintada, iluminada com uma vela, batendo às portas das “vizinhas”, cantando o  -Sâo Martinho Lapa.... – na espectativa de receber uns cobres, que no dia seguinte eram utilizados para comprar rebuçados nas latas que podiam premiar com uma bola de “cauchu” . Se a sorte nos premiasse então teríamos um trabalho extra de a proteger com o afamado “ sebo da holanda” .
Meu caro João, os anos passam mas a memória ( infelizmente nem sempre ) permite  estas pequenas viagens ao passado, quiçá sinónimo de alguma vitalidade que ainda nos resta.
Um abraço e cantemos - São Martinho Lapa vamos ao Larapa, São Martinho vinho vamos ao Copinho -
Jorge Tavares
costeleta 1950/56

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

QUANDO ALGUÉM PARTE


A Costeleta
MARIA AMÉLIA JESUS MALAIA SANTOS
Partiu
À filha Ana Cristina Filipe, familiares e amigos, enviamos o nosso profundo desgosto

DESCANSA EM PAZ AMÉLIA MALAIA


A FESTA DE S. MARTINHO

SÃO MARTINHO
Dia 11 de Novembro (Domingo)
A tradição do Dia de São Martinho é assar as castanhas e beber o vinho novo, produzido com a colheita do verão anterior.
Por norma, na véspera e no Dia de São Martinho o tempo melhora e o sol aparece, tal como sucedeu com São Martinho. Este acontecimento é conhecido como o Verão de São Martinho.
São Martinho tornou-se no padroeiro dos mendigos, alfaiates, peleteiros, soldados, cavaleiros, curtidores, restauradores e produtores de vinho.
Roger

Crónica de João Leal


“São Martinho Lapa vamos ao larapa…”
 Eram os terríveis anos do final da II Grande Guerra Mundial e do dificílimo período que se lhe seguiu, em todas as áreas e em todos os aspectos, qualquer que fosse o ângulo de vivência; os anos de uma infância feliz pela amizade salutar, pela plena unidade familiar e pelo comungar até  raiz dessa instituição que desaparece e cada vez mais e mais – os vizinhos; eram os tempos das “bichas” e os racionamentos nas tentativas, tantas vezes frustradas de se obter os mais carenciados géneros; é a lembrança do candeeiro a petróleo, com o vidro “remendado”, por que se quebrara e dinheiro para outro não havia e em redor da débil luz que emanava, rodopiava a vida, inclusivé fazer “as coisas de casa” que para nós, moçotrabalhos que sempre lembrada Mestra (a querida Professora D. Maria Carrilho, que Deus haja em seu eterno descanso) passava na velha escola, dita “Régia”, não obstante estarmos em Ditadura Reps (o termo menino, tal como a outros tantos companheiros, não nos eram aplicável) queria dizer os ublicana da Rua Serpa Pinto (para gente do meu tempo sempre a “Rua da Candeia” passava…
Mas havia factos, que hoje são lembranças, daquelas que o pensamento, “força do vento”, na expressão da “canção de combate”, que nos reportam, com um misto de vincada e saudosa lembrança.
Acontecia por estes tempos de, passada a “Feira de Faro”, quando já apetecia, se umas moedas sobravam do labor da “Mãe Coragem” e o “Pai Mártir”, que houvemos ter esse petisco de umas castanhas cozidas em casa e de uma “aguardente anizada de Évora”, comprada no “Sr. Manel da Adega dos Arcos”.
Acontecia no 11 de Novembro, “Dia de São Martinho”, porque com ou sem o Verão dito do Santo que, em manhã de invernia, cortou a capa para cobrir os pobres enregelados. Dias antes era a azáfama, os preparatórios, o arranjar do caixote, onde iria o “Senhor São Martinho”, com uma capa arranjada entre os “trapos domésticos”, de ampla bigodaça e patilhas feitas com uma rolha queimada e uma garrafa à frente, nesta improvisada padiola, decorada com folhas das palmeiras então existentes na que percorri desde o Largo da Estação e imediações, sem faltar as “casas das meninas ou das moças” (agora ditas de relax e na circunstância geridas pelas “patroas D. Hermínia e a “Lózinha”), até ao Café Aliança, onde pontificam as burguesias e os influentes de Faro, alguns detentores de importantes cargos públicos.
Era a malta ali da Ribeira – O Nita (o Joaquim Pedro dos Santos) proprietário actual do Restaurante Rainha, na Rua de São Luís, os meus primos Rui Manuel Manjua e o António José Manjua da Rocha, o “clã” José Maria e outros.
O figurado “São Martinho” era escolhido entre os mais leves, não raro eu, como peso-pluma que o era e a que retornei, na velhice, que recebia os óbulos, desde o desejado dinheiro, os tostões da época a produtos vários e sempre com entoação da canção tradicional:
“São Martinho da Lapa
vamos ao larapa
São Martinho do vinho
vamos ao copinho!”

Faro, a Faro desse tempo, enchia-se a 11 de Novembro, com os “São Martinhos”, uma manifestação espontânea, que era uma tradição e uma festa! 
João Leal

domingo, 4 de novembro de 2018

O NOSSO CONVÍVIO DE NATAL COSTELETA



 ALMOÇO DE NATAL COSTELETA
Dia 8 de Dezembro Sábado 13 horas
Convívio com música ao vivo para dançar
Quinta da Senhora Menina em Faro
15 € por pak

ALMOÇO menu

BEBIDAS DE BOAS VINDAS Espumante, sangria branca, sumo de laranja, refrigerantes, água mineral.
NA MESA - . Pão, manteiga, azeitonas, croquetes de carne, rissóis de camarão, pasteis de bacalhau.
BUFFET FRIO - Saladas simples: Tomate, alface, pepino,  cebola, beterraba e cenoura; - Saladas compostas: Marisco. Frango, russa, atum, bacalhau, tropical, pasteis bacalhau, rissóis camarão, croquetes carne, calamares
 - Molhos: Vinagrete, maionese, cocktail, azeitonas, milho, pickles.
BUFFET QUENTE - Sopa: Creme de cenoura;
                               - Peixe: Lombo de salmão com crustáceos;
                               - Carne: Lombo de porco com castanhas.
BUFFET DE SOBREMESA E FRUTA: Salada de fruta, tarte de fruta, molotov, pudim flan, torta de amêndoa, toucinho do céu, semifrio de ananás, bolo-rei, rabanadas tronco de natal.
BEBIDAS: - Vinho branco-tinto, água mineral, refrigerantes e café.
               Telem. de contacto: - Florêncio - 924067639
  -                                              - Isabel       - 919029068

ARTE MANUAL



ESTRELAS DE FIGO
: :
ESTRELAS DE FIGO 
:
Lembro-me de ver as minhas avós a encherem figos, mas não tenho memória de as ver fazer estrelas de figo, por isso hoje iniciei-me nesta arte completamente às cegas.
Não ficaram bonitas, nem perfeitas como as que vejo à venda, mas uma coisa deu para perceber: quando pedem €0,80 cêntimos por uma estrela destas, não é caro. De todo. Como qualquer trabalho manual requer arte, mestria, paciência e tempo. E como se diz por aí: tempo é dinheiro.
Veredicto final: se alguém vos oferecer estrelas de figo feitas pelas próprias mãos, aceitem-nas com gratidão.
As minhas? Deixa ver se duram até ao Natal


Margarida Vargues

PS- Duram até Natal, pode ser que sobre uma para mim?
Roger

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

PARA SEMPRE

ACREDITAR

Sempre. Este é o meu verbo.
Acredito que algo de bom está para acontecer.
Acredito que do outro lado da porta fechada a vida é mais bonita.
Acredito que a sorte está do meu lado.
Acredito que para haver luz tem de haver contraste.
Acredito no amor de uma vida.
Contudo, é preciso coragem.
Coragem para receber o bom que está para vir.
Coragem para abrir a porta, espreitar e passar para o outro lado.
Coragem para construir a sorte.
Coragem para sair do escuro.
Coragem para amar para sempre.

Margarida Vargues

ANIVERSÁRIOS

Digníssimos costeletas:
Como Presidente da A.A.A. da ESCOLA TOMÁS CABREIRA, venho associar-me à mensagem que o nosso colega Secretário Rogério Coelho "Roger" publicou no blog, expressando também os meus parabéns a todos os costeletas que completam mais um aniversário no corrente mês "NOVEMBRO".

Com os meus respeitosos cumprimentos,

O Costeleta Presidente


Florêncio Vargues