
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
SECÇÃO DE HUMOR

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QUEM SE LEMBRA DELES?
(cêntimos)O CARLOS ALBERTO DOS SANTOS E O LUDGERO GEMA, que andavam depois de mim, foram dois Costeletas notáveis, que ingressaram na Banca Comercial muito cedo, talvez ambos com a idade de 18 anos.
Entrar na BANCA aos dezoito anos era impensável.
Foi coisa que deu brado..
.E POR ISSO OS DESTACO AQUI.
Fizeram uma excelente carreira, elevando bem alto o nome da Escola. E por isso os felicito como colega e amigo pelo bom desempenho..
Foi uma conquista da Escola e de todos os professores, nomeadamente. Porque a contabilidade bancária é uma contabilidade especial, fora do POC. E a malta da Escola desempenhou com grande garbosidade esse trabalho, dispondo como ferramentas, as aulas de Noções de Comércio e o Direito Comercial do dadas pelo Dr. Uva, o Cálculo Comercial e a contabilidade da Drª Florinda e todos os outros professores..
Ao Carlos Alberto e ao Ludgero os meus parabéns pelo trabalho desenvolvido.
João Brito Sousa
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AGENDA COSTELETA - ANIVERSÁRIOS

Dia 2
- Maria Emília Romano Escorrega Gonçalves Pego;
- Maurício Severo Domingues
Dia 3
~Heraclides Cabrita Silva;
- Francisco Henrique Gairito de Brito
PARABÉNS
Recolha de
Rogério Coelho
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AGENDA COSTELETA - ANIVERSÁRIOS
dia 2
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DEBATE COSTOLETA
(a morte do rei D. Carlos I)A TODOS MAS EM ESPECIAL AOS ALUNOS DO Dr. FURTADO
REGICÍCIO, OU O ACTO DE ASSASSINAR UM REI OU UMA RAINHA
O MINISTRO NÃO QUER A BANDA DO EXÉRCITO NAS COMEMORAÇÕES DO REGICÍDIO; E TU, SE FOSSES MNISTRO, COMO FARIAS....
SIM OU NÃO À IDA DA BANDA?...
FAZ HOJE CEM ANOS.
que EL-Rei D.Carlos I foi assassinado.
“A 1 de Fevereiro de 1908, no regresso de mais uma estadia em Vila Viçosa, o rei D. Carlos e o princípe herdeiro D. Luís Filipe, são assassinados em pleno Terreiro do Paço. De um só golpe, Costa e Buiça, decapitavam a monarquia portuguesa, deixando o trono nas mãos de um pouco preparado D. Manuel, sem capacidade nem margem de manobra para gerir uma situação política explosiva que culminaria com a queda da monarquia e a implantação da República a 5 de Outubro de 1910.”
O ministro da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira emitiu um despacho a 17 de Janeiro onde alertava que a instituição militar não devia participar em iniciativas de cariz político...
Pedro Santana Lopes ligou ontem a dois ministros do Governo de José Sócrates para os questionar sobre a proibição decretada pelo Ministério da Defesa ao Exército nas cerimónias de homenagem ao Rei D. Carlos e ao príncipe real D. Luís Filipe.
MEU COMENTÁRIO
A Banda existe, os ordenados estão pagos, foi assassinado a mais alta patente da nação e há comemorações do acontecimento.
Concordo e entendo que a banda deve ir às comemorações do evento.
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AGENDA COSTELETA - ANIVERSÁRIOS
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
O DESENROLAR DAS PERAÇÕES, a pedido
Sampaio Bruno

AINDA A REVOLTA DO 31 DE JANEIRO, a pedido.
Militares em evidência:
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A RUA ONDE MORO

A RUA DA CONSTITUIÇÃO é o nome da rua onde resido. Ando por aqui, É uma zona interessante onde não nos falta nada. Mercearias das antigas, cafés, restaurantes, bancos, lojas, salões de cabeleireiro, talhos e muitas coisas mais. Bom serviço a bom preço.
Eu já conhecia o nome da rua derivado das minhas leituras sobre futebol, uma actividade que sempre me apaixonou. E o nome de rua da Constituição ligou-me ao campo de futebol, o Campo da Constituição que foi o principal recinto do FCPORTO de 1913 a 1952, altura em que foi substituído pelo estádio das Antas. Hoje, é utilizado pelas equipas dos escalões de formação do clube
Aproveito a ocasião para citar dois nomes de jogadores de futebol que foram grandes glórias no FCPorto. Refiro-me ao extremo Henâni que vi jogar e que me deliciou e ao madeirense Pinga, que conheci apenas através da leitura. Certamente que haverá outros, mas estes dois são as minhas grandes referências.
A Rua da Constituição tem uma Universidade da Terceira Idade para malta a partir dos sessenta o que é relevante porque a cidade do Porto é uma cidade de cultura.
De manhã, eu e a minha mulher, vamos ao café dos «intelectuais» cá da área, lá estão sempre o Sô Manel, o Sô Lopes e o Sô Almeida, todos especialistas em palavras cruzadas.
A D. Mena é que nos serve os cafés. Normalmente lemos aí o jornal `a borla, o JN, que é um jornal que considero muito bom periódico.
Normalmente chegamos às dez horas e estamos por lá até às onze.
O SENHOR LOPES
Trabalho népia... nunca vi o Lopes fazer nenhum!...
Chega, cumprimenta com um bom dia na manhã amena
E vai ver do jornal; de lá do fundo vejo-o vir com um
E lá se senta e diz entretanto para a patroa, a D. Mena
É um pingo D. Mena diz ele já de jornal na mão..
E segreda-me: isto é um vício ler o jornal de graça.
Olha em redor e conta os fregueses que lá estão
E diz – me que já me dá o jornal porque sou boa praça.
E é pelo empresário Lopes que não paga para ler
E pelos outros todos que fazem igualmente por ser
Iguais ao Lopes porque o jornal não querem comprar...
Que está justificado a crise na bolsa de cada um
(Dizem que ano igual a este não virá mais nenhum)
Mas, enquanto houver estrada é para continuar
João Brito Sousa
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UM POUCO DE HISTÓRIA
(revolta de 31 d ejaneiro de 1891)O 31 de Janeiro e a cultura cívica europeia
por José Augusto Seabra
Culminando uma tradição de rebeldia cívica que emergiu da sua condição de "república urbana", émula da Flandres e da Itália, como o mostrou Jaime Cortesão, e que iria desembocar na revolução vintista de depois no movimento setembrista e na Patuleia, o levantamento militar e popular portuense contra o Ultimatum, liderado por figuras da têmpera de um Sampaio Bruno, de um Basílio Teles ou de um João Chagas, foi uma afirmação heróica e trágica não só de um ideal patriótico mas universalista, que a República, proclamada numa breve manhã de glória na varanda da Câmara Municipal por Alves da Veiga, emblematicamente simbolizava, na bandeira verde-rubra içada ao som da Portuguesa.
Se tivesse sido vitoriosa, o que a fatalidade e uma certa ingenuidade táctica não permitiram, a República do Porto seria, sem dúvida, uma das primeiras da Europa, desencadeando uma vaga idêntica noutros países, sobretudo do sul, que poderia ter modificado a geografia política do continente, como os emigrados republicanos, pela pena do Bruno, no seu Manifesto publicado em Paris, disso se afirmavam convictos. Vencidos no campo da honra, nem por esse facto eles deixaram de justificar assim o seu dever revolucionário, que como um imperativo categórico os impelira a saírem para a rua até serem afogados em sangue na ladeira fatídica de Santo António, apesar da coragem dos oficiais, dos sargentos e dos soldados, ladeados pelo povo anónimo e conduzidos por chefes como o alferes Malheiro, o capitão Leitão ou tenente Coelho, às ordens dos chefes civis empolgados mas pouco preparados para o combate das armas.
Em todo o caso, como escreveu João Chagas, o 31 de Janeiro foi "o mais luminoso e viril movimento de emancipação que ainda sacudiu Portugal no último século". E por isso mesmo Basílio Teles aduziu, em defesa dos republicanos do Porto, que "os erros que cometeram, prejudicando, tal vez, a obra concebida por inteligências mais lúcidas e ânimos mais decididos, a posterioridade lhos perdoaria em atenção ao que sofreram, enquanto a monarquia roubava". É que, com o seu sacrifício, os heróis do 31 de Janeiro fecundaram o húmus de onde iriam brotar as sementes vivas que no 5 de Outubro de 1910 haveriam de germinar na República democrática enfim vitoriosa.
Dar a conhecer essa jornada histórica é , pois, muito mais do que celebrar uma efeméride. Sem uma reflexão acerca do significado cívico do que foi a última grande oportunidade que o Porto teve de estar à frente do país, não ressurgirá nas gerações actuais uma consciência clara do peso que a nossa cidade sempre deve assumir na vida nacional e internacional. Teria sido, pois, de desejar que esse acontecimento fosse seleccionado como um dos que melhor representa a cultura europeia do burgo. E existem razões de sobejo para fazer do 31 de Janeiro não apenas um evento político mas intelectual, pois, as grandes figuras já citadas que o encararam foram paradigmas do que de melhor a cultura portuense produziu: desde a filosofia e a teodiceia do pendor esotérico de Sampaio Bruno à visão histórica e humanista de Basílio Teles. Sem esquecer o eco poético que com a Pátria de Junqueiro o 31 de Janeiro também teve, num dos poemas que Fernando Pessoa considerava uma "obra capital" da literatura portuguesa, ombreando com Os Lusíadas. E mesmo António Nobre, expatriado na sua "Lusitânia no Bairro Latino", vibrou com a revolta do Porto, ao dela lhe chegar a nova.
Nessa geração revolucionária entroncaram muitas das aflorações posteriores não só do republicanismo, nas suas várias tendências, mas do espírito ao mesmo tempo patriótico e europeu dos movimentos culturais portuenses. Ainda na sua estreia, a "Renascença Portuguesa" iria, já em plena República, fazer do Porto o centro de reencontro das grandes tradições nacionais com a modernidade pela conjunção da traditio e da revolutio que a caracterizou. Alérgica tanto ao centralismo jacobino como ao positivismo que enformou a República oficial, ela herdou do pensamento de um Bruno uma outra energia criadora, que se patenteia nas personalidades de um Jaime Cortesão e de um Leonardo Coimbra, republicanos heterodoxos, e assume um tom mitográfico na figura carismática de Teixeira de Pascoaes, republicano à sua maneira saudosista.
A evocação do 31 de Janeiro há-de ser para nós, hoje, não uma simples nostalgia, que continua a levar às campas dos Vencidos a fidelidade reconhecida dos correligionários irmanados dos ideais da liberdade, da igualdade e da fraternidade, mas também uma afirmação viva desta nossa Segunda República, continuadora das lutas que, ao longo de mais de um século e neste limiar de milénio, deram ao povo português a sua dignidade e autonomia cívica, sem as quais, quer no plano político quer no plano ético, não há democracia digna desse nome. Neste ano em que o Porto é uma das capitais europeia da cultura, façamos desta data um "sinal do ressurgir" de uma outra cidade que seja, acima de tudo, uma autêntica polis.
Texto retirado da net
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DO JORGE TAVARES
(a vida é dura)RECEBEMOS O INCENTIVO, que muito agradecemos.
Diz o Jorge,
1 - Olá,
Acompanho diáriamente o teu esforço e do Rogério Coelho, para manterem o blogue vivo e actual. Para alem da "carolice", é necessário muita dedicação e disponibilidade mental.
Bem Hajam
Um abraço JORGE TAVARES
2 - Já disse ao Rogério Coelho que tenho fotos e lembranças, para participar. Todavia e porque ainda tenho vida empresarial activa, só nos pequenos intervalos posso fazê-lo. Fica a promessa, que é um aperto de mão de "negócio fechado".
Um forte abraço
JORGE TAVARES
É com muito agrado que recebemos estas notas positivas do Jorge Tavares.
MUITO OBRIGADO JORGE; ESTE ESPAÇO TAMBÉM É TEU.
João Brito Sousa e
Rogério Coelho
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60 ou 65?..

O DIOGO TARRETA coloca esta questão. (Sobre ela quero muitos participantes e comentários)
Aí vai,
Estava ouvindo o nosso noticiário e ocorreu-me um pensamento relacionado com outro noticiário de há dias em que se falava de uma luta sindical entre a TAP e os pilotos, mais ou menos e se bem me recordo, o assunto era sobre a idade da reforma, uma vez que esta tinha aumentado para 65 anos em vez de 60 como, anteriormente era.
Comenta e convence-me.
Como passageiro, eu prefiro um piloto com 60 anos a um de 65.
Porquê?
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AGENDA COSTELETA- ANIVERSÁRIOS

- Maria Manuela Dias Jesus Simão;
- José Luís Vieira Fernandes Soares;
- João Manuel Jacinto Mateus.
PARABÉNS
Recolha de
Rogério Coelho
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
O QUE EU DESEJARIA SER
SERRALHEIRO MECÂNICO
Título publicado no Jornal "A Açoteia" nº 3 ANO I - 1962
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BALADA DA DESPEDIDA

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AGENDA COSTELETA - ANIVERSÁRIOS

- Aníbal Guerreiro Correia;
- Drª Sílvia Alves Ribeiro da Costa;
- Armando Martinho Romão.
PARABÉNS
Recolha de Rogério Coelho
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UMA FRASE DE MESTRE
"DEITO-ME À NOITE MAIS SÁBIO DO QUE QUANDO ACORDEI DE MANHÃ...
Mestre Olívio.
Nota: Foi o DIOGO COSTA SOUSA, que era da Indústria que me contou esta cena.
Recolha de
João Brito Sousa
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ALA BI ALA BÁ BUM BÁ ESCOLA...ESCOLA..ESCOLA
COISAS DA ESCOLA
1 - OS QUE ANDAVAM DOIS A DOIS
3..1 -BONS TEMPOS
O Dr. Uva, era uma espécie de nosso Pai e dava-nos umas porradas para a gente não se esquecer que a vida é difícil e tínhamos que estudar.
Numa aula de Direito Comercial com ele, na Escola Industrial e Comercial de Tomás Cabreira, situada na Rua do Municipio, Vila-a-dentro, logo acima do Arco da Vila e onde hoje está instalada a Polícia Judiciária, a aula era dada numa sala pequena, no 1º andar, com as carteiras em fila encostadas umas às outras, em que ficávamos apertados e encostados uns aos outros, como sardinha em lata.
O Dr Uva dava a aula segurando um longo ponteiro que, da sua secretária onde se encontrava sentado, chegava à parede em frente. Quando fazia perguntas da matéria dada, colocava o ponteiro em cima da cabeça do aluno. Se o aluno respondia bem, colocava o ponteiro em cima de outro. Quando a resposta estava errada apanhávamos uma ponteirada na cabeça. E doía...
Estuda! Dizia ele.
BONS TEMPOS. Eu também apanhei, disse-me quem me contou a história.
3.2- O Dr. UVA DO MEU TEMPO
Eu tive o Dr. UVA p´rá í em 55/ 56, em Noções de Comércio, depois em Direito Comercial e depois em não sei quê.
Quem por lá andou sabe que o Dr. José de Sousa Uva não ensinava nada, o estudo que gerava o conhecimento era baseado na preparação dos cadernos para as chamadas orais. O velho entendia que, enquanto passávamos as matérias para o caderno o pessoal ia aprendendo.
Havia alunos que pediam para ser chamados no primeira aula do período escolar e depois era só sorna.
O desgraçado no meu tempo era o Donaldo do BESC.L . O velho chegava, sentava-se, fazia o sumário e, na sua voz pachorrenta perguntava: há algum voluntário. Não havia nunca ninguém.
Não há!.. então o velho jogava a caderneta ao ar e na queda abria numa ficha de aluno e aquilo era sagrado: venha cá o Pato..
Quem se apressava no primeiro dia de aulas do período para ser chamado era o Alex, ..
Sabem esta: - num exame de Direito Comercial, apareceu lá um tropa para fazer uma oral. O velho tinha mandado colocar uma cadeira em cima do estrado e disse ao candidato para se sentar. O tropa assim fez e assentou as botas nas traves da cadeira. ..
O velho viu e disse: Ouça lá, o senhor é de cavalaria ou de infantaria?
- Sou de cavalaria senhor Doutor.
- Então desmonte.. disse o velho.
Duas notas:.
1 – Tratar aqui o Dr. Uva por velho, não tem nada de pejorativo. O velho é nosso património académico e nós é que fomos a razão de ser da sua existência.
2- Disse-me o João Mário de Moncarapacho que é licenciado em Direito, que fez a cadeira de Direito Comercial praticamente com aquilo que aprendeu na aula do velho.
4 - E do MESTRE GUERREIRO, quem se lembra?..
Uma vez ele disse-me, com um cacete de cartão nas mãos: - Toma lá dinheiro e vai comprar um maço de cigarros Português Suave, ouviste? E não me apareças cá sem o tabaco. Mas eu apareci porque não havia o tabaco que o Mestre queria, e disse, bem ia a dizer, porque o Mestre arreou-me logo uma ripada com o cacete de cartão ..
João Brito Sousa..
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terça-feira, 29 de janeiro de 2008
AULA DE DESENHO
Iniciado o distante ano-lectivo de 1952/53, uma nova comunidade nascia, num conjunto escolar amplo e moderno que, dignificando a cidade também haveria de proporcionar o ambiente para que desabrochassem muitos dos que vieram enaltecer o Algarve levando ao pódio as cores da Escola, fazendo jus à esperança que neles se depositava.
Quando no ano seguinte retomávamos as aulas e as anteriores amizades, um dos colegas não respondeu à chamada.
Já foi recordado o Vieira Alexandre.
Lembro agora o Filomeno Sebastião Boinho.
Reconhecendo ter dificuldade em descrever a arte inata nos dois colegas, lembro os seus nomes, na esperança de que algum dos costeletas ainda se lembre deles e os recorde em linhas mais pomposas.
Se a arte do Alexandre o inspirava para temas gerais de desenho, o Filomeno tinha especial apetência pela tauromaquia. Os seus dedos apontavam o lápis e os cavalos surgiam em qualquer posição e volteios no papel como só o J.B. Núncio saberia fazer na praça. Quanto aos touros, tudo era perfeito. Altamira seria uma rude cópia de touros alados vindos dos lados de Marim, Quelfes, Olhão!!!
Onde iria ele buscar tamanha inspiração???!!! Interroguei-me vezes sem conta. Se residisse na lezíria, aceitava. O Algarve dar-lhe-ia outra inspiração. Quando dominasse as cores teríamos artista a sério.
Senti a falta dos dois Olhanenses porque a minha mesa de desenho era próxima das deles e do João Canal.
Inúmeras vezes, em silêncio, me interrogava, porquê? – Porque partiram tão cedo levando consigo os seus segredos e tanta arte por revelar privando-nos de os admirar e aplaudir. – Serenava, pensando que, certamente, por serem bons, Deus os chamou.
Olhão e os Costeletas perderam dois artistas quais rosas em botão cuja forma e cor nunca chegaremos a ver.
Romualdo Cavaco
romualdo.cavaco@sapo.pt
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AGENDA COSTELETA - ANIVERSÁRIOS
- José Martins Palma;
- Constância Isabel P. Vieira;
- Francisco Arnaldo G. Gonçalves;
- Manuel Duarte Silva;
- Eugénia Maria Figueira Guerreiro
PARABÉNS
RC
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DEPOIS DA GUERRA UM POEMA

Não metas mais balas no cano e não dispares!...
Não faças ao teu irmão... o que não gostarias...
Que te fizessem a ti .. porque ao não gostares
Contribuirás para o aparecimento de novo dia..
Que terá de vir porque não é com esta atitude
Que se fomentam a fraternidade e solidariedade
Só queremos o homem que com sabedoria mude
Toda esta monstruosa e miserável mentalidade
Porque a guerra nada resolve, não... ó camarada
Pensa bem, se trocares a espingarda pela enxada.
Podes sentir-te mais realizado.. mais homem..
E à tua vós de comando para dar ao gatilho..
Muda-lhe a rota... trata os canhões com a um filho
Sentir-te-às muito mais feliz se amares alguém...
João Brito Sousa
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RETALHOS DE PENSAMENTO

Por DIOGO COSTA SOUSA
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
PARABENS
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A GUERRA VISTA POR UM COSTELETA
(ida para o ultramar)A GUERRA NO ULTRAMAR
AGORA, O COSTELETA DIOGO COSTA SOUSA
Nada de novo até aqui……as atrocidades já por nós conhecidas….a confirmação de que Kenedy nos apunhalou pelas costas para aliviar a sua própria pressão interna relativa aos movimentos cívicos”
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domingo, 27 de janeiro de 2008
NÓS... OS MAIS NOVOS.
Título do Artigo publicado no Jornal "A Açoteia" nº 3 - Ano I-Maio de 1962
NÓS, OS MAIS NOVOS UM INTERVALO... 10 MINUTOS
O retinir da campainha anunciando o fim da aula é acompanhado por uma movimentação extraordinária. Alunos e alunas dão largas à sua mocidade e alegria enchendo os corredores de jovialidade.
Eu gosto dos intervalos... Às vezes gosto até de observar as fisionomias dos que me cercam. Uns discutem o exercício escrito, outros vivem as alegrias duma boa chamada e ainda há os que se preparam à última hora para a próxima aula. Mas faz-me confusão, sobretudo ver os mais reservados; parecem-me, a mim, mais tristes, mais melancólicos e sobretudo mais pensativos.
Porque será?! Ninguém o sabe... Eles não mostram o que lhes vai na alma... Eu penso muitas vezes coisas e acho que os seres humanos são dificeis de compreender.
Célia da Conceição Carvalho (2º Ano - 8ª Turma - nº 1.545)
Recolha de
RC
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AGENDA COSTELETA - ANIVERSÁRIOS

- Lutília Neto Gonçalves Rocha;
- Reinaldo da Encarnação Moreno
RC - Parabéns
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UM BOM DOMINGO
(hotel D. Pedro Golf)Um domingo com passeio `a beira mar ....
É o ideal depois de se ter bem almoçado,
Dar um passeio a pé para descongestionar.
Mas lembrem-se que temos reservado
Aqui na net para contarmos recordações
Um espaço que precisa ser alimentado
Com historietas recheadas de emoções
Da juventude já ausente mas inesquecível
E do antigamente recordemos o possível
Somos ainda moças e moços endiabrados!...
No 8 de Junho lá estaremos no almoço anual
Em Vilamoura, no Hotel D.Pedro Golf, o ideal
E vamos encontrar todos aqueles marafados...
João Brito Sousa
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sábado, 26 de janeiro de 2008
QUADROS ALGARVIOS - (continuação)
(Igreja da Sé de Faro)Capítulos publicados: 1. Os primeiros Povoadores.
Claro que aquela por que mais nos interessamos é Ossónoba, embrião da que hoje é Faro, cujas riquezas agrícolas e marítimas serão muito realçadas por Heródoto, Pompónio, Estrabão e outros. /
A localização de Ossónoba foi um tema controverso, a dividir os investigadores. De um lado os que a situavam no local onde estão implantadas as ruínas romanas de Milréu (Fr. Vicente Salgado, Batista Lopes, Estácio da Veiga, Monsenhor Pereira Boto, Ataíde Oliveira ... ) e do outro os que a identificam definitivamente com a chamada "Vila-a-Dentro" - Abel Viana, Leite de Vasconcelos, Lyster Franco, José Neves JQr., Garcia Domingues, José Cabrita. Pinheiro e Rosa ...
Como exemplo do que pensam os estudiosos do segundo grupo, citamos: José Neves Jr. e Pinheiro e Rosa.
Para o saudoso professor do Liceu de Faro, os elementos arqueológicos acumulados eram "incontestáveis como prova da localização de Ossónoba no morro terreniano ... da Sé de Faro e nas camadas sedimentares do post-wurmiano recente que o rodeiam de perto" .
Para Pinheiro e Rosa são igualmente concludentes os argumentos arqueológicos que permitem gararitir que Ossónoba se elevava no local onde hoje se situa Faro. Com base em quarenta e três provas - "as aduzidas por Abel Viana e todas as mais que de então até hoje, têm sido descobertas" - o académico e fundador dos "Anais do Município de Faro" proclamava, em 23 de Março de 1980, no IV Congresso Nacional de Arqueologia, reunido em Faro: "Para mim, acho que já se pode afirmar com segurança: Estamos em Ossónoba
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QUEM SE LEMBRA DELE ?...
(L.D:Afonso III)Tinha um bicicleta a pedal que levava para a Escola e que a malta às vezes dava umas curvas. Era um rapaz simpático mas muito calado.
Quem sabe mais coisas do Zé Vitorino?
Fico a aguardar por notícias...
João Brito Sousa
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
AQUI... HÁ SEMPRE LUGAR PARA MAIS UM.

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I N F O R M A Ç Ã O
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