domingo, 23 de novembro de 2008

MÊS DA POESIA







2008. 11. 23

Boa Noite !

Aí vai mais um soneto do António Machado.
com Dedicatória ao Saudoso Franklin Marques
IMPLORAÇÃO

Camões, grande Camões, um mausoléu
Teu corpo em Belém tem por morada,
Mas tu e Dinamene estais no Céu,
E eu cá na Terra aturando esta cambada

De néscios a quem se lhes tira o chapéu,
E jumentos de orelha arrebitada
Que conspurcam este Portugal que é meu,
E foi ditosa Pátria tua amada !

Se lá desse "Olimpo" imaginário
Onde estás, entre guerreiros e poetas.
Deste nobre e Luso Povo temerário,

Te é dado enviar a tais patetas
Um pouco de pudor e escrúpulo vário,
Imploro-te Luís Vaz... que lho remetas !

.Mais um trabalho do António Machado

À memória do Dr. José de Campos Coroa O Homem, o Professor, o Amigo.

Nascido no Alentejo,
Em Coimbra se formou,
O Algarve foi desejo
De amar o que tanto amou.

De Faro a Vila Real
Vão vinte anos de amor,
Vão espinhos do roseiral
Da vida dum professor.

Vão léguas de pensamento,
Vai o tempo e o Destino,
Vai o Homem e o talento
Que dedicou ao ensino.

E eis que tudo é acabado
Num Novembro p?ra esquecer,
Triste sina, triste Fado,
Triste forma de morrer !

Mas, poder não teve a morte
Sobre o Homem que viveu,
Pois seu viver foi tão forte,
Que a própria morte venceu !

Deixou-nos amor, ternura,
Teatro, arte e saber;
Deu-nos tudo o que a Cultura
Faz dos Homens, Homens ser.

JOSÉ DE CAMPOS COROA
Foi talento, foi bondade;
Foi o exemplo, a pessoa
Por quem nos chora a Saudade.

Cumprimentos daLídia Machado V

publicação de
JBS

sábado, 22 de novembro de 2008

MÊS DA POESIA




2008.11.22


(its for you FRANK...)


HÁ POESIA NO CÉU

Dedicatória especial ao Saudoso Franklin Marques


Se nós quisermos... haverá... sim, haverá poesia !...
No céu, na terra ou noutro lugar ... até à janela!...
Eu tenho um amigo, que foi p'ro céu mas não iria
Se tivesse a certeza que aí não podia estar com ela ...

Porque nasceram juntos e nunca se separaram ...
Encontravam-se sempre às tardes perto do lago
E entregaram-se um ao outro .... e até se amaram
E, ambos... devagarinho para não fazer estrago,...

Passeavam –se nos corredores das rosas floridas
E o amor que um pelo outro sentiam, eram vidas
Que encarnavam ele de fato e ela de grinalda e véu..

E imaginaram-se sempre juntos e apaixonados
E surgiam rosas brancas por todos os lados
Ele eras tu Frank e ela .. a poesia que há no céu....
João Brito Sousa

FRANKLIN...

Estou farto de chamar por ti... tenho um recado
Moss .. tenho um recado para ti.. onde estás?.
JBS

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

ESTE É O MÊS DA POESIA


Maria José Fraqueza para Franklin Marques




HÁ POESIA NO CÉU

Dedicatória especial ao Saudoso Franklin Marques

O Céu abriu as portas par em par…
Os anjos receberam com Amor…
A Poesia cantada num altar…
Cada poema é bênção do Criador

O Franklin meu amigo vou louvar,
Que o meu poema seja como flor…
Meus olhos já cansados de chorar
Por andar a carpir a minha dor!

A dor, esta saudade tão sentida…
Com a mágoa dolorosa da partida,
Que se sofre, num elo de Amizade!

O Seu corpo desceu à terra fria,
Mas na Terra ficou a Poesia…
Por ele há-de falar eternamente!

F R A N K L I N

Franklin, o teu nome está presente,
Tu sempre foste Amigo de Verdade
Por isso, estarás eternamente…
No nosso coração cheio de saudade!

Franklin, eu bendigo sinceramente
Pelo percurso lindo de amizade…
Como Jesus amaste firmemente
Praticando na Terra a irmandade!

Por isso, a recordar o costeleta
A tua grande amiga da Fuseta
Na sua poesia mais sentida…

No grandioso espaço universal,
Tu foste companheiro sem igual
Porque és Imortal, Além da Vida!




Maria José Fraqueza




Colocado por Rogério Coelho

UM POUCO DE HISTÓRIA


O CASTELO DE PADERNE.
(este texto é para todos os costeletas mas em especial para a FELICIANA GRADE, que tem qualquer coisa a ver com PADERNE e também com o PATACÃO)

Vamos hoje falar de HISTÓRIA, porque a História de Paderne é rica e porque “A História é o homem” segundo a fórmula de Lucien Febvre.

A história interessa-se pela realidade humana no seu conjunto; torna-se o estudo racional do desenvolvimento da cultura. A história manifesta portanto uma dupla vocação da espécie humana, capaz ao mesmo tempo de loucura e de ordem. Entre estes dois antagonismos prossegue um debate em que se joga o próprio destino da humanidade. O sentido da história corresponde ao movimento da civilização. Relata, mas não trata os acontecimentos de caducos ou antiguidades mortas.

O histórico não é o antigo, o ultrapassado, o inactual, mas o próprio núcleo da actualidade, a garantia do futuro. Não se procura a história por amor ao facto exacto e preciso; busca-se a história porque esta autoriza uma filosofia. Daí o sucesso da literatura histórica e a frequente referência ao testemunho da história. A história ao serviço da razão, ensina o direito divino da humanidade. A história conduz ao Progresso e este constitui uma sucessão de etapas da consciência.

A História sofre também a agressão das ciências sociais como a demografia ou a economia. A História demográfica apresenta os seus modelos, substituindo-os nos conjuntos das mentalidades e de sistemas culturais enquanto a História económica gira em torno de noções como a das crises, que permitem reencontrar, através da conjuntura, a actuação e o mecanismo de um conjunto
A ciência histórica é uma forma da consciência que uma comunidade toma de si mesma, ou seja, é o conhecimento da vida colectiva baseada no homem..

Paderne é uma terra com História, muita História, expressa nos seus Castelo, Igreja Matriz, Ermida da Nossa Senhora da Cruz, Ermida da Nossa Senhora da Assunção, Azenha, Fonte e Ponte do Castelo. O Castelo de Paderne é um dos que figuram no Escudo Maior da Bandeira de Portugal, que é vermelho e tem à sua volta representados, os sete castelos que estão relacionados com as cidades fortificadas que D. Afonso III tomou aos mouros. Este castelo foi conquistado aos mouros por D. Paio Peres Correia em 1248 e desactivado em 1858.

O castelo foi erguido em taipa pelos Almoádas entre o século XI e o século XII, durante a última fase da ocupação muçulmana da península, controlando a antiga estrada romana que cruzava a ribeira de Quarteira por uma ponte a Sudeste. Neste período, o progresso da Reconquista cristã levava à edificação de uma linha defensiva integrada por fortificações de porte médio e de carácter rural na região, das quais esta é um dos melhores exemplos.

A referência mais antiga sobre o castelo remonta a 1189, quando foi conquistado em um violento assalto nocturno pelas forças de D. Sancho I (1185-1211), com o auxílio de uma esquadra de cruzados ingleses. Esse domínio, entretanto, foi efémero, uma vez que, mais tarde, foi recuperada pelas forças almóadas sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur.

Sabe-se que o Castelo está degradado e compete aos padernenses uma palavra acerca da sua recuperação, porque é um imóvel considerado de interesse público desde 1971. De momento, apenas se vislumbram alguns panos de muralha, o torreão de entrada e as paredes mestras da sua Ermida.

Têm a palavra os padernenses.

João Brito Sousa

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

LANÇAMENTO DO NOVO LIVRO DE CASIMIRO DE BRITO

CASIMIRO DE BRITO

O Livo: "69 Poemas de Amor"
Comemorando os 50 anos de Poeta e Escritor

















O nosso associado “Costeleta”, Poeta e Escritor Casimiro de Brito, fez o lançamento do seu último livro “69 Poemas de Amor”
Foi no dia 19 de Novembro de 2008 no Auditório da Biblioteca Municipal de Faro “António Ramos Rosa”, celebrando os 50 anos de Poeta e Escritor.
Falando com João Leal antes do lançamento do livro, este garantiu-me que não se alongaria e que falaria pouco.
O auditório encontrava-se quase repleto de assistentes. O Presidente da Associação não esteve presente por motivo de saúde, estando a nossa Associação representada pelo associado João Leal, a Vice-Presidente Isabel Coelho e o Secretário Rogério Coelho, que captou as fotografias que encabeçamos esta notícia. Notámos a presença dos associados Costeletas, o poeta Dr. Manuel Inocêncio, a poetisa Maria José Fraqueza, o Victor Venâncio e o irmão do saudoso Luís Cunha.Que nos desculpem outros que não pudemos referenciar.
João Leal, de improviso, falou de facto pouco mas disse muito, enaltecendo a figura do Poeta/Escritor Casimiro de Brito, e convidou a Vice-presidente Isabel Coelho para entregar um estojo contendo a medalha da nossa Associação e a inscrição gravada que reproduzimos:

Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomaz Cabreira
Felicitações a
CASIMIRO DE BRITO

50 Anos de Poeta e Escritor
19 Novembro 2008



Nas fotos, que destacamos, podemos ver no salão de entrada da Biblioteca alguns expositores com os livros editados pelo Poeta, os assistentes, a mesa de honra constituída pelo Vereador da Cultura de V.Real Santo Antº, Casimiro de Brito e o Editor das 4 águas de Tavira, e a leitura de poemas pelos actores, o João Leal no uso da palavra e a Vice-Presidente que, junto da mesa de honra, entregara a Casimiro de Brito as felicitações da nossa Associação e Casimiro de Brito assinando os autógrafos nos livros para a Isabel Coelho, Maurício Domingues e João Brito de Sousa.

Rogério Coelho

ANA GASTÃO E CASIMIRO DE BRITO


ESCREVER OU A ARTE DE BEM CAIR
entrevistado por
Ana Marques Gastão

Toda a experiência num poema, espécie de canto final em vida. Livro das Quedas, de Casimiro de Brito (nascido em Loulé 1938), entrelaça quotidiano e erudição, leveza e densidade no tempo ininterrupto da linguagem. Não um requiem, mas uma celebração. Mais de 140 títulos publicados, o autor, que esteve ligado à Poesia 61, está representado em 140 antologias e traduzido em 20 línguas. Tradutor, ensaísta, é presidente do Pen Clube Português. Entre outros, recebeu o primeiro prémio de poesia Leopold Senghor (2002) atribuído pela Académie Mondiale de Poésie, Fundação Luther King. "O estilo de um poeta é a sua impressão digital"

A ideia de queda que preside ao seu livro pode ser entendida como inclinação para algo ou alguém, o que nos coloca perante a questão do desejo. Somos uma civilização do desejo? que temos próximo do caos é o desejo.
Somos escravos da ordem vigente, o desejo escapa-lhe, não é disciplinado e liga-nos ao mais profundo de nós mesmos. Se Platão, um enorme poeta, além de filósofo, não tivesse dito que os poetas deveriam ser expulsos da cidade, mas o contrário, o mundo seria completamente diferente. Não haveria vendilhões do templo, mas política feita por sábios ou loucos.

Não há escolha perante o desejo?
Não, como no amor, aliás. O poeta libanês Kahil Gibran escreveu "Se o amor te acenar, segue-o." Felizmente somos contraditórios, não excluímos na nossa fuga à ordem. O poeta move-se entre o desejo e a forma. O estilo é a sua impressão digital. Valéry escreveu sobre a oscilação entre a música e o sentido, mas não chega, deve falar-se também da paixão, da dor do mundo. Invenção de Orfeu, de Jorge de Lima, é uma cosmogonia dotada de voo e queda, um épico subjectivo. Há pontos em comum com o seu livro no sentido de serem obras de uma vida? Talvez por serem ambos estruturas abertas onde cabe tudo. O meu livro é um labirinto. Penso que cada poema é o último e, como no amor, tenho a sensação de que o vivo pela primeira vez. O corpo que amamos e conhecemos, por mais que se dispa, está sempre vestido porque possui o enigma.

Há muito de uso da tradição, de intertexto, de deslocamento, de polifonia nesta obra. Um livro de poetas?

Claro, é uma polifonia dramática, onde estão presentes os poetas marcantes da minha vida.Pound, outro autor de uma épica sem enredo, escreveu que chegou demasiado tarde à suprema incerteza. Poderia dizer o mesmo? A incerteza invadiu-me muito cedo.O meu caminho é o de perder- -me no labirinto.
Livro das Quedas é poesia em convulsão, mas filtrada pelo despojamento?

Esse despojamento tem causas idade, conhecimento poético e ser capaz de levar 19 anos a trabalhar um poema, como aconteceu com o número 55 do livro. Em fonética, queda quer dizer leitura final de uma frase, baixando a voz. Escreve baixo nesta obra, que exalta, de alguma forma, o mínimo?

Penso que sim, por isso digo "A música/já não dói, o corpo já não o sinto fugir de mim..."

(continua)

recolha de
JBS

É BIFE !...

(de pé da esq. para a dreita, ROGÉRIO, JBS E JAIME REIS, o bife)
COOPERAÇÃO.

Pós moces de
Fare
Um abraçe

Jaime Cabrita Reis

Pergunta o miúdo à mãe:- Ó mãe, o qué um insete ?- Ê cá nã sê, preguntá mana ...!- Ó mana, o qué um insete ?- Pôs nã sê... preguntó pai .!-Ó pai, o qué um insete ?-Ó mê ganda burre... Um insete.... sã Oite ...!

colocação de
JOÃO BRITO SOUSA

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

POETA E COSTELETA







POETA E COSTELETA

CONVIDADO PARA ESTAR PRESENTE NO LANÇAMENTO DA OBRA POÉTICA DE CASIMIRO DE BRITO, às 21 .30 na Biblioteca Municipal António Ramos Rosa.

ACÁCIO JOSÉ MADEIRA MARTINS


é um costeleta dos anos 90, ano em que entrou para a Escola Tomás Cabreira. Natural de S. Brás de Alportel, viveu com os pais em S. Romão, frequentou a escola primária dos Vilarinhos/S: Romão tendo ingressado de seguida no Externato de São Brás em 1985.

Foi nesta altura que diz ter começado a gostar da leitura e também da escrita.

Tinha 17 anos quando ingressou na Universidade do Algarve, para o Curso de Engenharia Civil. Durante o segundo ano do curso, estagiou quatro meses na Alemanha, na Universidade Técnica Hochschle Bremen e aos vinte anos, concluiu o curso de Engenheiro Técnico Civil

Inicia o estágio laboral na empresa Eduardo Pinto Contreiras Filhos Lda, onde ainda hoje se encontra desempenhando funções no Departamento de Infraestruturas de Construção Civil.

Tem escrito milhares de poemas e pensamentos que pensa publicar em breve

Reside actualmente em S.B rás de Alportel onde reparte o tempo pela engenharia cicvl e a poesia.


Texto de
João Brito Sousa

EDIÇÃO DE LIVRO


Na reunião da Direcção da Associaçaõ dos Antigos Alunos da Escola Tomaz Cabreira, efectuada no dia 18 do corrente, foi discutida a sugestão do nosso associado Costeleta João Manjua Leal, cuja notícia inserida no nosso Jornal nº 99, publicamos em destaque. A sugestão deste nosso associado e colaborador do nosso Jornal, veio ao encontro do que estava no pensamento da Direcção

Foi decidido criar uma comissão para pesquisa e recolha de todo o trabalho literário do saudoso Franklin Marques.

A comissão será liderada pelo Presidente da Associação e Director do Jornal "o Costeleta" Libertário Viegas, que nomeará os seus elementos.

Foi, também, decidido aceitar a oferta do nosso associado Costeleta Dr. A. Norberto Cunha para colaborar e prefaciar a edição.

Entretanto, se algum "Costeleta" guardar ou tiver conhecimento de alguma obra literária de Franklin Marques, que a faça chegar ao seguinte endereço:


Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomaz Cabreira

Rua Manuel Arriaga, 2

Edificio da Escola Secundária Tomaz Cabreira

8000-334 FARO


Rogério Coelho

terça-feira, 18 de novembro de 2008

LANÇAMENTO DE LIVRO


«CONTOS DO MEU ENCANTO»
NOVO LIVRO DA «COSTELETA» MARIA JOSÉ FRAQUEZA


A nossa mediática colega Maria José Fraqueza, que para além de dedicada aluna da Tomás Cabreira, aqui exerceu também a docência, acaba de apresentar mais um livro, a juntar à sua vasta obra como escritora, poetisa, dramaturga, etc.
Chama-se «Contos do meu encanto» e a apresentação decorreu, com todo o brilhantismo e solenidade, no Salão Nobre do Governo Civil de Faro, presidindo a Dra. Isilda Gomes (Governadora Civil deste Distrito).
Uma obra de elevado índice literário e que confirma toda a valia da fusetense, nossa categoria e estacada valor da vida cultural algarvia!

João Leal


Colocado por Rogério Coelho

LANÇAMENTO DE LIVRO


«CIDADES SUBTERRÂNEAS»
LIVRO PRIMEIRO DO COSTELETA DR. MANUEL INOCÊNCIO COSTA

Advogado, poeta, investigador, dedicado associado «costeleta», o nosso estimado colega Dr. Manuel Inocêncio Costa, um algarvio natural de São Marcos da Serra, que estudou na Tomás Cabreira e se licenciou em Direito pela Universidade de Coimbra, apresentou o seu primeiro livro, intitulado «Cidades Subterrâneas» e que oferece uma colectânea poética de grande qualidade intelectual, cívica e moral.
A obra foi apresentada nas instalações da UATI (Universidade do Algarve da Terceira Idade), perante uma assistência que extravasa o salão, encontrando-se presentes muitos «costeletas» e em que se verificaram várias intervenções, nas quais se inclui a do nosso dedicado Presidente da Assembleia Geral e da Junta de Freguesia da Sé, Joaquim Teixeira.
Ao «Manel» as nossas felicitações por esta obra e que a mesma seja prenúncio de novos livros.
João Leal
Colocado por Rogério Coelho

NOTÍCIA DE COSTELETA

O ASSOCIADO COSTELETA ELIDÉRICO VIEGAS
ELEITO PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA GERAL DA ERTA


O veterano «costeleta» Elidérico Viegas, Presidente da Direcção da AEHT A (Associação das Empresas Turísticas e Hoteleiras do Algarve) e uma das mais destacadas figuras, com projecção nacional e além - fronteiras, do sector turístico, foi eleito Presidente da Assembleia Geral da ERTA (Entidade Regional de Turismo do Algarve), designação que, na nova organização do turismo oficial, substituiu a ex - RTA (Região de Turismo do Algarve).
As nossas felicitações em nome dos ex-colegas da Tomás Cabreira. Mais um dos nossos eleito para elevadas funções.

João Leal

Colocado por Rogério Coelho

QUANDO ALGUÉM PARTE


MAIS UM COSTELETA NOS DEIXOU

ANTÓNIO DINIS SANTOS SOUSA JÚDICE

Quis Deus chamar a Si mais um «veterano» costeleta, que foi nosso companheiro, nos anos 40 e 50, quer nos edifícios da «Vila - a - Dentro», como no actual junto à Alameda.
Foi a 10 de Julho que faleceu em Faro, cidade onde há décadas residia o António Dinis Santos Sousa Júdice, aposentado dos Serviços Hidraúlicos, que contava 73 anos de idade e era natural de Benafim (Loulé).
Este saudoso «costeleta» deixa viúva a sra. D. Joselina Costa Dias Júdice e era pai da sra. D. Lígia Júdice Martins e do sr. Pedro Dinis Júdice, a quem apresentamos sentida condolências.
João Leal
Colocado por Rogério Coelho

DO CORREIO

Do António Joaquim Martin s Molarinho, recebemos esta carta que transcrevemos na íntegra:

Caros amigos

Caso queiram publicar, junto envio algumas despretensiosas linhas.

O meu tipo inesquecível

No ultimo exemplar de "O Costeleta”, entre o que se escreveu sobre o falecimento do nosso
querido amigo Franklin, referiu-se também o desaparecimento do colega Júdice, de Olhão e isso trouxe à minha memória um mundo de recordações, algumas das quais gostaria de partilhar. Nunca fui de cultivar amizades profundas, podendo contar-se por meia dúzia as que assim poderia classificar. O António Dinis Santos Sousa Júdice, para mim desde sempre o Dinis, foi um desses amigos. Passei curtos períodos de férias em casa de seus pais, em Benafim-Grande, onde possuíam algumas propriedades e donde, julgo, fosse natural. Aprendi a nadar com um colete por ele emprestado: de lona, com compartimentos rectangulares preenchidos a cortiça, com alças e atilhos atrás; certo dia, fora de pé, uma onda atrevida soltou os atilhos, o "sutiã “ saiu pela cabeça e eu, a esbracejar "à cão" que nem um louco, lá consegui ganhar pé ... e aprender a nadar de vez. O Dinis era um atleta natural: pontapé na bola, bola na mão no andebol, lançamento do peso ou disco, era com ele; tinha força, mas nestas duas ultimas modalidades não tinha "estilo"; eu tinha um estilo do "caneco" mas, sem físico que se visse, tanto o peso como o disco teimavam em não se afastar muito de mim, o que levou o prof.Américo a dizer que se pudesse juntar os dois num só, talvez pudesse fazer alguma coisa de jeito. Numa ida à boleia de Benafim para Loulé, cheios de péssimas intenções, um Ford tartarugante parou: quando quisemos fugir era tarde demais; era o c6nego Falé que foi ou era ria altura nosso professor de religião e moral; pôs nos "a confesso", torturou-nos, mas não nos conseguiu arrancar uma palavra; não nos livrámos, entretanto, de quilómetros de conselhos e recomendações. Casou com uma senhora de Olhão e tendo uma casa na ilha da Armona e eu também, lá nos encontrámos algumas vezes; ainda nos rimos da história do peso e do disco e estando ele com bastante peso a mais e eu o mesmo trinca-espinhas, concordámos que continuávamos a fazer uma boa média. Ainda falei com ele uma vez depois do A VC que o atingiu e estava visivelmente afectado. Por um seu neto que ia a minha casa brincar com um meu, fui sabendo sempre notícias dele e não eram boas; um estranho pudor levou-me a não o procurar encontrar pessoalmente de novo; temos tendência para julgar os outros por nós e em igualdade de circunstâncias eu gostaria de acalmar sozinho e dispensaria o "coitadinho". Raramente penso no passado e não sou muito dado a fazer projectos para o futuro, antes valorizo o presente na medida em que é o que realmente temos, mas esta mal alinhavada retrospectiva fez-me sentir bem. Até sempre Dinis.
Com um abraço para todos do sempre amigo.
Molarinho
Colocado por Rogério Coelho
(irei verificar se temos no arquivo uma foto do Molarinho; então colocaremos)

POETA COSTELETA

Equipa de futebol da Escola. De pé, da esqerda, João Malaia,Gralho, Pinto Faria, Julião, Prof. Américo, Jacinto Ferreira, Júlio Piloto e Zeca Basto (PEPE). Em baixo, Soeiro, Nuno, Parra, ORLANDO BICA e Eugénio.

BICA, ORLANDO JOÃO DA CRUZ

Natural de Estoi. Estudou na Escola em Faro e depois em Lisboa, onde frequentou o Curso Geral do Comércio.

Funcionário da Federação de Municípios do Distrito de Faro, tinha também outros interesses, dedicando-se, desde cedo, às letras.

Colaborador de diversos jornais, escreveu também em prosa e verso. Das suas obras publicadas fazem parte «Germina para a vida», «A outra Primavera», «Canto de Quinas» e «Essência».
De “A REALIDADE”, uma das suas obras, diz o autor,

É mais um livro, é mais um reforço mensageiro que vos transmite para a vida

Falo muito em Deus, até parece que sou dono,, patrão, de alguma religião e negócios de exploração.


Assustadoramente, descrentemente, acelera a proliferação do salve-se quem puder.
Lendo “A REALIDADE”.....

Da página 7, retirámos.


Deus enviou o seu Filho à Terra,
E em todo o Universo só há um mundo,
Que verdadeiros profetas profetizando
Tudo o que encerra,
Das Palavras do Omnipotente
Tudo o que é profundo


Publicação de
João Brito Sousa

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

DO CORREIO ELECTRÓNICO

Maria José Viegas da Conceição Fraqueza




Recebemos este mail da
que transcrevemos na íntegra:



Rogerinho, meu amigo

Obrigada pela publicação das minhas noticias. Ao tomar conhecimento de que o nosso escritor e poeta Casimiro de Brito estará recentemente a publicar um livro de Poemas de Amor, vou tentar estar presente.É um poeta que admiro e dele que foi finalista no mesmo ano que eu fui, guardo num livro de recordações e na memória um poema que ele me dedicou e dizia assim:



Vou deixar esta escola

Pode ser verdade

Fui um grande mariola

Mas foi sem maldade



Mas digo, também seguro

que ao deixar a mocidade

Trabalharei para o futuro

É essa a minha vontade!



A ti, Maria José

Que cantas tão bem

Quero que tenhas fé

Na vida também



Em mim terás um amigo

Para todas as ocasiões

Podes sempre contar comigo

Não apodreço como os melões!



Deixo a Escola

Cheio de tristeza...

Ai que Fraqueza!



Esta parte final porque ele sabia que eu namorava o meu Rui Fraqueza. Como ele vai publicar poemas de amor eu tenho também alguns Sonetos de Amor que te mando alguns. Qualquer dia serão publicados...mas isto não é como quem tem as editoras por sua conta...e o professor reformado ganha pouco, não é?

Beijos para o casal mais querido



Maria José Fraqueza

(PS - Os sonetos recebidos irão ser publicados, com a tua autorização, no nosso blogue)
Um abraço - Rogério Coelho

AO VISITANTE


JORGE FERRO ROSA,

Muito obrigado pelas palavras que proferiru no seu comentário. A Maria José FRAQUEZA, que fala, a quem aproveito para enviar um cumprimento especial, é um dos nomes que levou longe o nome da Escola, porque há mais de cincoenta anos que pugna para que a cultura chegue ao seu povo, o povo algarvio que ela tanto estima.

Este espaço é de todos os costeletas e todos têm assento aqui. E esta Escola que todos frequentámos e que começa no MAURÍCIO SEVERO e no ROGÉRIO COELHO e vai até aos nossos dias, diremos que formou personalidades ilustres, como foram o CASIMIRO de BRITO, brlhante poeta, o FRANCISCO ZAMBUJAL professor e artista plástico, o MÁRIO ZAMBUJAL escritor e jornalista o JOÃO MANJUA LEALprofessor e jornalista e o FRANKLIN MARQES, professor, poeta e jornalista.


RECORDAR FARO


Recordar esta cidade
tal como eu a conheci
Quando a modernidade
Andava longe daqui,
É contar uma longa história
De lugares e de gente
De que se guarda memória;
E trazer para o presente
O que a terra foi outrora


FM


PUBLICAÇÃO DE
JBS

domingo, 16 de novembro de 2008

DO CORREIO ELECTRÓNICO








A nossa Vice Presidente Isabel Coelho recebeu da Maria José Fraqueza o mail que a seguir transcrevemos




Minha Querida Amiga Costeleta Isabel


Venho a agradecer a tua presença querida a representar os meus costeletas queridos e que me acompanharam em muitos bons e saudosos momentos da nossa vida escolar e profissional. Quando te vi ao longe... eu recordei aquela linda menina que tu eras e fiquei com saudades das louras tranças, até me apetecia cantar para ti aquela canção bonita que eu também cantava na Tomás Cabreira e dava os meus "shows infantis" para todas as colegas. O Sr. Reinaldo - o continuo mais novo, até me metia às escondidas, numa sala da "Velha Escola Tomás Cabreira" para eu cantar os fados da Amália. E a canção que me refiro começava assim......
"louras tranças, idade de ilusões.../ em que os nossos corações..../ são corações de verdade..../ louras tranças nessa tua cabecita .../ são coisa mais bonita que trazes da mocidade.
E quando eu chegava à Escola com os meus laços sintéticos da cabeça, o Sr. Castro, o Sr. Viegas, o Sr. Victor (que caracterizava a "moçanhada" nos teatros), o Sr. Bonifácio.... todos me chamavam a "Sintética" por causa dos laçarotes que a minha mãe me punha na cabeça. Ai!. Minha amiga ...tu representaste todos os que eu gostaria de ver, mas diz a eles, que venham até à minha "casa museu" que abro a porta ao amor. Mas diz à querida Jacinta que não venha, sem que eu vá primeiro à casa dela, porque isso é um divida que eu tenho para com ela há muitos anos. Sabem é que eu não dou pelos anos a correr... são tantas as actividades em que me envolvo que tenho de falhar algumas... Já a minha avó dizia com muita graça: "quem a muitos amores ama, a uns é falso e a outros engana" e eu pobre de mim...falsa não sou... mas se calhar ando a enganá-la. que me perdõem as falhas porque afinal, ninguém é perfeito! Como quem diz a verdade não merece castigo.... estou mais aliviada. Vou também dizer-te que o nosso grande e fiel amigo Teixeira que ficou na mesa de honra, teve para mim o maior significado, porque este grande amigo e grande homem, tem acompanhado mais de perto a minha actividade em outros momentos significativos da minha vida. Por isso a praga da Fuseta que vai para ele é esta: "Deus permita que sejas costeleta toda a vida e que não haja nenhum bife melhor do que tu!" Por ele também os nossos costeletas ficaram bem representados. E agora para o meu grande amigo Jorge Tavares, meu bom companheiro, quero dizer obrigado pelas suas palavras e pela carta que me escreveu, é mesmo assim, quando não se pode comparecer... os bons amigos tem uma palavra de afecto. E para ele quero dizer ainda: "quem os meus filhos beija, minha boca adoça"
Agora um beijinho meigo para o Rogério (que tu não desconfias ) e desejos de melhoras desta amiga do coração
Saudações costeletas a todos em especial ao Brito Sousa.
Para Ti ... Isabelinha linda, renovo os meus agradecimentos com um grande beijinho


Maria José Fraqueza
Colocado por Rogério Coelho

O "COSTELETA" CASIMIRO DE BRITO EM FARO

Colocado por Rogério Coelho

ENTREVISTA


ENTREVISTA, com o costeleta

CASIMIRO DE BRITO,

Nasceu em 1938 em Loulé e é poeta, ensaista e ficcionista Viveu a sua infância na região algarvia e frequentou a Escola Comercial e Industrial de Faro.
Em 1956 criou no jornal A Voz de Loulé uma página literária designada Prisma de Cristal, que se publicou até 1959, durante 26 números. Nela colaboraram, entre outros, Ramos Rosa, Gastão Cruz e Maria Rosa Colaço.

De 1958 a 1964 dirigiu, em Faro, a colecção de poesia A Palavra na qual publicaram, entre outros, Fiama Hasse Pais Brandão, Luíza Neto Jorge e Candeias Nunes. Depois de uma passagem por Londres, em 1958, fundou e dirigiu com António Ramos Rosa os Cadernos do Meio-Dia (1958-60), onde se revelaram os poetas do movimento literário Poesia 61 .

Fixou-se em Lisboa em 1971, desempenhando funções no sector bancário, depois de ter vivido três anos na Alemanha. Poeta, romancista e ensaísta, tem cerca de 40 livros publicados. Foi Vice-Presidente da Associação Portuguesa de Escritores. e é actualmente Presidente do PEN Club.

Dedica-se hoje exclusivamente à escrita e continua a desenvolver uma intensa actividade como divulgador da poesia nacional e internacional. É co-director da revista luso-brasileira Columba e responsável pela colaboração portuguesa na revista internacional Serta.

Entre outros prémios, Casimiro de Brito recebeu o Grande Prémio de Poesia Associação Portuguesa de Escritores pelo livro Labyrinthus (1981), o Prémio Versília, de Viareggio, para a "Melhor Obra Completa Estrangeira", pela obra Ode & Ceia (1985), o Prémio de Poesia do P.E.N. Club, pelo livro Opus Affettuoso seguido de Última Núpcia (1997), o Prémio Internacional de Poesia Léopold Senghor (2002) e o Prémio de Poesia Aleramo-Luzi, para o Melhor Livro de Poesia Estrangeiro, com o Livro das Quedas (2004).

Encontrei-me com o CASIMIRO DE BRITO na baixa lisboeta e trocámos umas palavras.

João Brito Sousa – (JBS) – E o Volksvagem velho que tu tinhas e que a gente ia aos bailes a Albufeira no Verão.

CASIMIRO DE BRITO (CB) – Ainda tenho esse malandro na garagem. Como tu te lembras disso. Isso foi à cinquenta anos. Belos tempo. Nos éramos jovens e a vida sorria-nos. Quando a coisa corria mal fazia uns versos, Chegaram as andorinhas e esvoaçam à minha volta.... Amanhã vou á praia .... coisas assim.

JBS – E da Escola?

CB – A Escola é saudade. Hoje, à distância, tenho saudades das aulas do Dr. Uva, o Mestre dos Mestres. Então há algum voluntário para hoje... e a malta nada... caderneta ao ar e na volta abria num qualquer.. venha cá .. o Mário Zambujal.

JBS – Foi uma geração de oiro a nossa, diz o Jorge Tavares .

CB – Foi uma boa fornada de alunos. O Xico Zambujal muito bom aluno, o Franklin esse grande amigo de toda a gente, o melhor homem do mundo como eu lhe chamava e ele dizia logo, já me estás a charengar...um homem da poesia, do folclore

JBS – O João Manjua sugeriu agora que a Associação lhe editasse a poesia.

CB – Concordo.

JBS - E da malta, recordas-te?

CB - Como eu me lembro da malta, do Zé Vitorino Neves do Arco que tinha a bicicleta onde o Aníbal dava umas voltinhas, do prof. Américo e daqueles tipos que foram internacionais juniores, o Manuel Poeira que casou com a Avelina Cavaco, o João Parra que uma vez num jogo de andebol com o Liceu secou o Bomba que era bife o Nuno Agostinho da Fuzeta, irmão do Teotónio e cunhado do Zeca Afonso, do Julião. Sabes que o Julião e o Poeira foram parceiros de carteira do Aníbal.

JBS – Mas nunca mais viste ninguém dessa gente?

CB - Não pá, nunca mais vi ninguém

JBS- vais faz r um poema cá para a gente.

CB – Se eu souber,

PS- Esta entrevista foi inventada por mim. Solicitei-a mas não consegui contactar o Casimiro. É uma pequena homenagem do bloge ao grande poeta que agora vai a FARO lançar um livro.

Saúde e sorte para todos.
João Brito Sousa

sábado, 15 de novembro de 2008

HOMENAGEM A MARIA JOSÉ FRAQUEZA






























No dia 15 do corrente, a Costeleta, associada e poetisa escritora Maria José Fraqueza, foi homenageada na sua terra natal, Fuzeta.
Seguiu-se a inauguração da "Casa Museu Maria José Fraqueza", tendo sido descerrada uma lápida.
A nossa Vice-Presidente Isabel Coelho, em representação da nossa Associação, esteve presente nas cerimónias tendo captado as fotos que encabeçam esta notícia.
Também esteve presente o Presidente da Assembleia Geral da nossa Associação, Joaquim Teixeira.

As nossas felicitações.

Colocado por Rogério Coelho

INFORMAÇÃO

C O N V O C A T Ó R I A

Convoco os Membros da Direcção da Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomaz Cabreira, para uma reunião ordinária no dia 18 do corrente pelas 14.30, na sua sede, edificio da Escola, Rua Manuel Arriaga, 2 e com a seguinte ordem de trabalhos:

PONTO UM - Informações;

PONTO DOIS - Discutir a sugestão, do Costeleta associado João Manjua Leal, inserida na página 2 do nosso Jornal "o Costeleta" nº 99, de Setembro, com o título "É PRECISO EDITAR A POESIA DO FRANKLIN..."

PONTO TRÊS - Tratamento e envio a todos os associados do nosso Jornal nº 100.


Faro, 13 de Novembro de 2008

O Presidente a) Libertário Viegas

JORNADA COSTELETA











































COM CASIMIRO DE BRITO,




INFORMAÇÃO:

No dia 19 de Novembro será apresentadas em Faro, pelas 21:30,
na Biblioteca António Ramos Rosa
a antologia
69 POEMAS DE AMOR
editada pela
4 Águas Editora, de Faro
e serão mostradas exposições bibliográficas
de António Ramos Rosa e minha, porquanto ambos completamos
50 ANOS DE VIDA LITERÁRIA.
Serão lidos poemas por actores,
falarei sobre o António Ramos Rosa e
José Carlos Barros
apresentará a referida Antologia.

A mesma Antologia será apresentada em Lisboa,
em 12 de Dezembro, pelas 18 horas, na Livraria Bullosa
(Campo Grande, 10-B – a Entrecampos)
e será apresentada por

12 de Dezembro, pelas 18 horas, na Livraria Bullosa
(Campo Grande, 10-B – a Entrecampos)
e será apresentada por
Maria João Cantinho
seguindo-se um beberete.

Saudações do
Casimiro de Brito.


Casimiro de Brito
Rua Emb. Martins Janeira, 15-6º.Esqº. 1750-097 Lisboa Portugal
Novo telefone fixo - 309928481 *** TM: + 351 93 626 8878
Email: casimirodebrito@netcabo.pt
Site: http://casimirodebrito.no.sapo.pt

O mundo não posso mudar —
deixa-me sacudir a areia
das tuas sandálias


JBS

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

ANIVERSÁRIO DE ASSOCIADOS COSTELETAS

Fazem anos em Novembro


16 – Maria Vitalina Carmo Martins; Fernando António Amaro dos Santos. 18 - José Glória Marrocos; Olandino Zacarias Caliço. 20 - José Félix Santos Jesus. 21 - José Eduardo Sousa Maurício; Maria de Jesus Guerreiro Bispo; José João dos Santos Bico. 22 - Aníbal Jesus Ruivo; Horácio Cavaco Guerreiro. 23 – Luís Manuel Pereira Martins. 24 - Dr. António Francisco Cruz; Vitélio Casimiro Cabrita; Maria de Lourdes Marvão Zambujal Chícharo. 25 - Joaquim Sousa Almeida Lima; Francisco Catarino da Luz. 27 - Ludgero Francisco Farinha; Maria Manuela Grade Oliveira Coruche. 28 - Joaquim Custódio. 29 - António Inácio Sousa Martins; Adelaide Luzia Oliveira Rocha. 30 - Francisco Lucio Jesus Gabadinho.
OS NOSSOS PARABÉNS
Pesquisa de Rogério Coelho