Para o Mauricio Severo Domingues
Não consigo contactar-te por EMAIL.
Espero que me respondas. Eu recebo as tuas mensagens. Diz-me se recebeste o livro 69 Poemas de Amor do Casimiro de Brito, que te enviei e não acusas a recepção.
Falei com o PAULO EMILIO PINHEIRO, que gostava de contactar contigo. Escreve para:
pauloemiliopinheiro@hotmail.com
Vou dar-lhe o teu MAIL.
Aguardo resposta.
Rogério Coelho
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
PONTO DE ENCONTRO
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Associação Antigos Alunos Escola Tomás Cabreira
em 10:35 AM
12/02/2008 05:58:00 da tarde
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IGREJA DA SÉ; MONUMENTO NACIONAL
NO FIM DA RUA DO MUNICÍPIO..
Chegados ao fim da rua do Município deparamo-nos com o largo da Sé, uma área enorme que conta com a presença da Sé Catedral, do Paço Episcopal, da Câmara e da antiga Escola do Magistério Primário.
A SÉ CATEDRAL
Este monumento histórico de grande interesse para a cidade de Faro, foi construído no século XIV, incendiado e saqueado em 1596, sendo necessário fazer nele grandes obras.
Reza a história que a cidade, o monumento da Sé, nomeadamente, sofreu um incêndio, na sequência da invasão inglesa de 1596, sendo necessário fazer nele grande sobras.
Com a invasão inglesa e depois o incêndio, a cidade ficou desprovida de inúmeras infra-estruturas e os seus habitantes padeciam de fome e peste.
Dessa necessidade surgiu a feira de Santa Maria que veio de algum modo prestar auxílio à população carenciada, incrementando-se ao mesmo tempo as transacções comerciais
As origens da Feira de Santa Iria remontam assim ao ano de 1596 e consta na história, que esta Feira começou no reinado de D. Filipe I.
Inicialmente tratava-se de uma feira “forra e franca”, ou seja, os feirantes estavam isentos de pagar impostos do que vendiam, não se sabendo ao certo quando terminou esta isenção.
A ligação da Feira ao nome de Santa Iria, prende-se com o simples facto da sua primeira realização ter sido marcada para o dia de Santa Iria (20 de Outubro).
Do incêndio em 1596 seguido de saque, apenas ficaram da construção primitiva (sécs. XIII/XIV) o portal principal, a torre que domina a fachada principal e duas capelas do cruzeiro.
0 saque e incêndio, em 1596, tornou necessárias grandes obras, continuadas mais tarde devido aos abalos de terra em 1722 e 1755, no interior de três naves, com colunas de ordem toscana. Capela-mor com valioso retábulo, cadeiral e duas telas italianas. Capelas colaterais do Santíssimo Sacramento, com paredes e retábulo central revestidos a talha e quatro telas do séc. XVIII, e do Santo Lenho, com magnífica talha, um importante conjunto de relicários e o túmulo do bispo fundador (séc. XVIII), que constituem duas das melhores manifestações da talha barroca no Algarve
Chegados ao fim da rua do Município deparamo-nos com o largo da Sé, uma área enorme que conta com a presença da Sé Catedral, do Paço Episcopal, da Câmara e da antiga Escola do Magistério Primário.
A SÉ CATEDRAL
Este monumento histórico de grande interesse para a cidade de Faro, foi construído no século XIV, incendiado e saqueado em 1596, sendo necessário fazer nele grandes obras.
Reza a história que a cidade, o monumento da Sé, nomeadamente, sofreu um incêndio, na sequência da invasão inglesa de 1596, sendo necessário fazer nele grande sobras.
Com a invasão inglesa e depois o incêndio, a cidade ficou desprovida de inúmeras infra-estruturas e os seus habitantes padeciam de fome e peste.
Dessa necessidade surgiu a feira de Santa Maria que veio de algum modo prestar auxílio à população carenciada, incrementando-se ao mesmo tempo as transacções comerciais
As origens da Feira de Santa Iria remontam assim ao ano de 1596 e consta na história, que esta Feira começou no reinado de D. Filipe I.
Inicialmente tratava-se de uma feira “forra e franca”, ou seja, os feirantes estavam isentos de pagar impostos do que vendiam, não se sabendo ao certo quando terminou esta isenção.
A ligação da Feira ao nome de Santa Iria, prende-se com o simples facto da sua primeira realização ter sido marcada para o dia de Santa Iria (20 de Outubro).
Do incêndio em 1596 seguido de saque, apenas ficaram da construção primitiva (sécs. XIII/XIV) o portal principal, a torre que domina a fachada principal e duas capelas do cruzeiro.
0 saque e incêndio, em 1596, tornou necessárias grandes obras, continuadas mais tarde devido aos abalos de terra em 1722 e 1755, no interior de três naves, com colunas de ordem toscana. Capela-mor com valioso retábulo, cadeiral e duas telas italianas. Capelas colaterais do Santíssimo Sacramento, com paredes e retábulo central revestidos a talha e quatro telas do séc. XVIII, e do Santo Lenho, com magnífica talha, um importante conjunto de relicários e o túmulo do bispo fundador (séc. XVIII), que constituem duas das melhores manifestações da talha barroca no Algarve
Entre as capelas laterais, merecem destaque as dedicadas a Nossa Senhora da Conceição e São Domingos, revestidas com azulejos e que mantiveram a estrutura gótica; a capela de Nossa Senhora dos Prazeres, pequena jóia da arte barroca na sua talha, mármores com embutidos, azulejos e pintura; e a capela de Nossa Senhora do Rosário, associada à Confraria que, desde o séc. XVI, agrupava os nativos africanos, com retábulo de talha dourada, painéis de azulejos figurativos do final do séc. XVII e dois curiosos e muito raros lampadários figurando negros (séc. XVIII).
Capela-mor e paredes laterais do templo revestidas com azulejos polícromos de tapete do séc. XVII.. Aparatoso órgão barroco, com pinturas "chinoiserie".
A imaginária e a talha da Sé Catedral constituem um dos mais valiosos conjuntos da arte dos sécs. XVII e X, que esta Feira começou no reinado de D. Filipe I após VIII no Algarve.
João Brito Sousa
A imaginária e a talha da Sé Catedral constituem um dos mais valiosos conjuntos da arte dos sécs. XVII e X, que esta Feira começou no reinado de D. Filipe I após VIII no Algarve.
João Brito Sousa
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em 10:35 AM
12/02/2008 06:43:00 da manhã
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
DIA DA RESTAURAÇÃO


COMEMORAÇÃO DO 1 º DE DEZEMBRO DE 1640
A morte de D. Sebastião, em Alcácer Quibir, sem deixar descendência e outras motivos de natureza vária que não cabem neste pequeno resumo, concorreram para a perda da Independência de Portugal. Sem um sucessor directo, a coroa passou para Filipe II de Espanha.
Este, aquando da tomada de posse, nas cortes de Leiria, em 1580, prometeu zelar pelos interesses do País, respeitando as leis, os usos e os costumes nacionais. Com o passar do tempo, essas promessas foram sendo desrespeitadas, os cidadãos nacionais foram perdendo privilégios e passaram a uma situação de subalternidade em relação a Espanha.
Esta situação leva a que se organize um movimento conspirador para a recuperação da independência, onde estão presentes elementos do clero e da nobreza. A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos introduz-se no Paço da Ribeira, onde reside a Duquesa de Mântua, representante da coroa espanhola, mata o seu secretário Miguel de Vasconcelos e vem à janela proclamar D. João, Duque de Bragança, rei de Portugal.
Termina, assim, 60 anos de domínio espanhol sobre Portugal. A revolução de Lisboa foi recebida com júbilo em todo o País. Restava, agora, defender as fronteiras de Portugal de uma provável retaliação espanhola. Para o efeito, foram mandados alistar todos os homens dos 16 aos 60 anos e fundidas novas peças de artilharia.
NACIONALIDADE
Desapareceu D. Sebastião em Álcácer Quibir
Numa batalha estúpida; sem pés nem cabeça
E sem saber o País o que fazer nem para onde ir
Foi assaltado por Filipe II e a desgraça começa
Nas cortes de Leiria em 1580 o desgraçado Rei..
Falou e disse: o País será por nós respeitado :
Foi tudo feito ao contrário tanto quanto eu sei
Deixando o País esgotado e o povo revoltado
E a 1 de Dezembro de 1640, 40 fidalgos vieram
E limpando o cebo ao Vasconcelos restauraram
A independência nacional e começámos de novo.
Dos 16 aos 60 foram todos chamados p´ra guerra
E com esta dedicação a Pátria assim se encerra
O período mais negro da nossa História diz o povo.
Publicação de
João Brito Sousa
Desapareceu D. Sebastião em Álcácer Quibir
Numa batalha estúpida; sem pés nem cabeça
E sem saber o País o que fazer nem para onde ir
Foi assaltado por Filipe II e a desgraça começa
Nas cortes de Leiria em 1580 o desgraçado Rei..
Falou e disse: o País será por nós respeitado :
Foi tudo feito ao contrário tanto quanto eu sei
Deixando o País esgotado e o povo revoltado
E a 1 de Dezembro de 1640, 40 fidalgos vieram
E limpando o cebo ao Vasconcelos restauraram
A independência nacional e começámos de novo.
Dos 16 aos 60 foram todos chamados p´ra guerra
E com esta dedicação a Pátria assim se encerra
O período mais negro da nossa História diz o povo.
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João Brito Sousa
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em 10:35 AM
12/01/2008 07:49:00 da manhã
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domingo, 30 de novembro de 2008
ANIVERSARIO DE ASSOCIADOS COSTELETAS
Fazem anos em Dezembro01 - Bertília Maria Rilhó Sousa Rodrigues Pereira. 02 - Esmeralda M.M. Carmo Bolas Soares. 03 - João Sabino Ladeira 04 - Alberto Afonso Cavaco; Olinda Maria Revés Celestino Lino Torres; Rosália da Conceição Correia Fernandes dos Santos; Maria Vitória Ramos Raposinho Rosa da Cunha; Ana Bela Soares de Mendonça da Silva. 05 – Maria do Carmo Santos Cabrita Oliveira 06 - Manuel Martins Felizardo. 08 - José Conceição Mendonça Contreiras; Eduardo Conceição Pires; Maria Amélia C. Sebarrinha D. Fernandes; Francisco Gago Assunção; Rosélia Conceição Correia Fernandes Tomás; Tomé da Conceição Apolo; Manuela Conceição Verissimo Bernardo Cavaco. 09 – Rosa Maria Machado Martins. 10 - Maria de Fátima Ferro da Costa; Olinda Maria Grade da Silva. 11 - Vítor Manuel Gomes Palma. 12 - Ângelo Leal Costa; Valdemiro Pinheiro Bispo. 15 - Maria Filipe Vieira Sousa Guerreiro; Manuel Justino da Conceição Pedro.
PARABÈNS A TODOS
Perquisa de Rogério Coelho
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em 10:35 AM
11/30/2008 11:26:00 da tarde
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PORQUE HOJE É DOMINGO

CORREIO COSTELETA
1 - FROM WASHINGTON,
Por Diogo Costa Sousa
Amigo joao
Por Diogo Costa Sousa
Amigo joao
Acabei de chegar ...
Já passei os olhos pelos blogs....o meu cordão umbilical até vocês....claro que fiquei surpreendido mas satisfeito com o que vi... mas e' pa' o Maurício ou e' muito mais velho que no's ou então esta enganado no preço das coisas!!!!!...eu nunca conheci preços tão baixos....os que eu conheci eram dez vezes os por ele citados....dez centavos o quilo nas batatas?....seriam quinze tostões a' arroba.....eu nunca conheci preço inferior a doze escudos.....e já' era tão barato que muitas vezes não compensava a apanha.
2 – DO ESTORIL
por Maurício Severo
Caro João.
2 – DO ESTORIL
por Maurício Severo
Caro João.
Outro abraço.Já calculava que não deixavas passar em branco essa minha lembrança , mal alinhavada, de pequenas passagens da vida dummôço, igual a tantos outros dessaminha geração. Tenho saudades desse tempo, embora a vida dos jó-veis não tivesse melhores oportunidades que a dos actuais.
Quantas imagens não perduram ainda na minha memória, factos, figuras e lembranças duma vida vivida na vélhinha cidade de FARO, com bons amigos, alguns dos quais já partiram para outras para-gens.,É bom recordar !. Quem me dera"ter engenho e arte" como pedia Camões às Musas, e que em ti não faltam, para gravar as minhas recordações como tu consegues natua lírica .
Que na tua "fonte", como na de Hipocrene, continue a brotar sempre um critalino lirismo.Mais um apertado abraço doMAURÍCIO S. DOMINGUES
MEU COMENTÁRIO
MEU COMENTÁRIO
HOJE É DOMINGO.
E é com especial satisfação que publico estes dois textos de dois costeletas, fiéis ao blogue desde que tiveram conhecimento da sua existência.
Sinto-me orgulhoso por ainda haver dois, porque estes eu tenho a certeza que são verdadeiros representantes de milhares de costeletas que andam por aí mas que não têm tempo de nos mandar uma peripécia apesar do mano ROGER os ter convidado tanta e tanta vez. .
Tenho muito orgulho em ter frequentado a ESCOLA COMERCIAL E INDUSTRIAL DE FARO.
Tenho muito orgulho em ser costeleta ....
MAURÍCIO E DIOGO
Excelentes pessoas e dois grandes cavalheiros....
Que não se conhecem porque a geração é diferente
Mas eles são indiscutivelmente dos primeiros
A mandar crónicas e comentários aqui para a gente
A dez centavos diz o Diogo nunca ter visto tal preço
Mas o Maurício viu e comprou-as até lá na feira
Onde ia com o Pai, no princípio, quase no começo
Mas já lá estava ao pé da igreja a grande alfarrobeira
DIOGO, o costeleta MAURÍCIO não está enganado
E mais velho ... eu diria talvez um pouco mais usado
Mas é um homem que joga forte e vai sempre a jogo...
E podes ter a certeza que quando o conheceres, vais ver
Que a sua personalidade te vai obrigar a reconhecer
Com ele podes constituir a firma MAURICIO E DIOGO.
publicação de
João Brito Sousa
Sinto-me orgulhoso por ainda haver dois, porque estes eu tenho a certeza que são verdadeiros representantes de milhares de costeletas que andam por aí mas que não têm tempo de nos mandar uma peripécia apesar do mano ROGER os ter convidado tanta e tanta vez. .
Tenho muito orgulho em ter frequentado a ESCOLA COMERCIAL E INDUSTRIAL DE FARO.
Tenho muito orgulho em ser costeleta ....
MAURÍCIO E DIOGO
Excelentes pessoas e dois grandes cavalheiros....
Que não se conhecem porque a geração é diferente
Mas eles são indiscutivelmente dos primeiros
A mandar crónicas e comentários aqui para a gente
A dez centavos diz o Diogo nunca ter visto tal preço
Mas o Maurício viu e comprou-as até lá na feira
Onde ia com o Pai, no princípio, quase no começo
Mas já lá estava ao pé da igreja a grande alfarrobeira
DIOGO, o costeleta MAURÍCIO não está enganado
E mais velho ... eu diria talvez um pouco mais usado
Mas é um homem que joga forte e vai sempre a jogo...
E podes ter a certeza que quando o conheceres, vais ver
Que a sua personalidade te vai obrigar a reconhecer
Com ele podes constituir a firma MAURICIO E DIOGO.
publicação de
João Brito Sousa
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11/30/2008 09:03:00 da manhã
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sábado, 29 de novembro de 2008
MÊS DA POESIA

PARA O AMIGO DIOGO COSTA E SOUSA, EM WASHINGTON
QUE É UM DOS FIÉIS DO BLOGUE.
ERAM A DEZ CENTAVOS ...
MAURÍCIO... mas que bela prosa, que bela memória
Que belos tempos esses da feira do Carmo e procissões!.
Mas que encanto essa descrição que vai ficar na História
Tenho a certeza que esse naco ainda vai abanar corações.
O teu texto, meu velho, é a história da nossa cidade....
Que tu e o velho e grande amigo Diogo Tarreta calcorrearam
Foram vocês dois ainda jovens que inventaram a amizade
E são os dois que como homens mais me impressionaram
No vossso imaginário a feira e as procissões ainda existem
E as saudades que têm dentro de cada um ainda persistem
E pensam que as ruas estão cheias de flores rosa e cravos
E pensam que as ruas estão cheias de flores rosa e cravos
Da cidade onde tantas, tantas tardes e noites se passearam
E imaginem que as coisas estão todas aí e não se alteraram
É tudo barato ... cenouras, couves e cebolas a dez centavos
É tudo barato ... cenouras, couves e cebolas a dez centavos
Publicação de
João BRITO SOUSA
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em 10:35 AM
11/29/2008 12:12:00 da manhã
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UM COMENTÁRIO TRANSFORMADO EM POST
A FEIRA DO CARMO
por MAURÍCIO SEVERO
por MAURÍCIO SEVERO
Recordo-me perfeitamente dessafeira onde ia com o meu pai comprar alguns produtos hortícolas.
Era conhecida do povo como a "Feiradas Cebolas," tal a quantidade de cebolas que eram postas à venda.
A batata também aparecia em grande quantidade. Ainda me lembro dos preços (cebolas a 15 e 20 centavos e a batata a 10 centavos o quilo. Durante muitos anos houve uma renhida disputa entre a Igreja do Carmo e a Câmara Municipal , o que deu motivo ao não calcetamento do Terreiro da Feira. O Largo do Carmo e todo o espaço que envolvia a igreja era de terra batida,onde os feirantes vendiam os seus produtos, e creio que era a Confraria que explorava e recebia as rendas.
Julgo que todo o terreiro era propriedade da Igreja, desde há séculos, mas actualmente desconheço como foi resolvida a questão.
O que é certo é que o terreno não era tratado pela Câmara por se considerar propriedade da Igreja. Já grande parte da cidade estava calcetada a alcatroada e o Largo do Carmo e zonas adjacentes continuavam de terra batida.Se a memória não me atraiçoa lembro-me de existir dentro da igreja uma "capela de ossos", que penso ainda existir. Participei quando tinha de 10 a 15 anos nas pro-cissões do Carmo, vestindo uma opa branca e na mão uma vara redonda de madeira. Não sei se a procissão ainda se realiza. Na Semana Santa toda a cidade ia ver as procissões.
A rapaziada não faltava à que se realizava à noite , a do "Senhor Morto", porque era muito concorrida por môças namoradeiras.
É tudo por hoje.
Um abraço do Maurício
Um abraço do Maurício
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em 10:35 AM
11/29/2008 12:00:00 da manhã
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sexta-feira, 28 de novembro de 2008
MÊS DA POESIA
O ZEZINHO BEIRÃO DO FRANKLIN
Que belo trabalho ó grande Mestre... ó Virtuoso!...
Que grande jeito tinhas para os poemas ó rapaz ...
Do teu lápis, saía poema se algum assunto jeitoso ...
Te despertasse a alma; surgia poema belo e capaz .
Merecedor de declamação em casa ou na rua
Porque a tua poesia tem a harmonia dos amantes
E os poetas escrevem e declamam toda a obra sua
Onde for preciso e depois já nada é como dantes....
Que belo trabalho ó grande Mestre... ó Virtuoso!...
Que grande jeito tinhas para os poemas ó rapaz ...
Do teu lápis, saía poema se algum assunto jeitoso ...
Te despertasse a alma; surgia poema belo e capaz .
Merecedor de declamação em casa ou na rua
Porque a tua poesia tem a harmonia dos amantes
E os poetas escrevem e declamam toda a obra sua
Onde for preciso e depois já nada é como dantes....
O poema ao Zezinho Beirão ... só tu o podias fazer
Porque foste professor mas aluno também podias ser
Das aulas da vida que o ZEZINHO conhecia bem
Das aulas da vida que o ZEZINHO conhecia bem
E depois da aula do Professor Zezinho terminada
Estava tudo dito; para aprender não havia mais nada
E essa vida do ZEZINHO que bela poesia contem
E essa vida do ZEZINHO que bela poesia contem
publicação de
João Brito Sousa
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11/28/2008 06:51:00 da manhã
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
MÊS DE POESIA

Neste mês de poesia, tomo a liberdade de colocar no nosso blogue este trabalho do saudoso Franklin Marques. Tenho a certeza que todos os Farenses, e não só, se lembrarão do Zezinho Beirão mas, poucos conhecerão esta obra do nosso Franklin.
Colocado por Rogério Coelho
(Esta obra foi-me oferecida pelo autor)

Traz peixe fresco da praça.
E uns copos de cachaça...)
Rua fora, molengão.
Muito senhor dos seus actos,
Rua fora, molengão.
Muito senhor dos seus actos,
Atrás de si... vinte gatos:
- Eis o Zezinho Beirão!
- Eis o Zezinho Beirão!
Pára aqui, pára acolá,
E a freguesia lá está
Sempre com grande atenção ..
E a freguesia lá está
Sempre com grande atenção ..
Pois, se interrompe a viagem
E faz 'ma curta paragem,
Vai haver distribuição.
E faz 'ma curta paragem,
Vai haver distribuição.
"Toma lá tu, desgraçado,
E também tu, ó malhado,
Que eu sei que não és mau ...
E também tu, ó malhado,
Que eu sei que não és mau ...
Olha, o Zezinho não come,
Mas não quere que passes fome.
Mas não quere que passes fome.
Aí vai um carapau... "
E era assim, dia após dia.
Seguido da gataria,
Nunca ninguém entendeu
Como é que o bom do Zezinho
Nunca ninguém entendeu
Como é que o bom do Zezinho
Tinha dinheiro p'ró vinho
Se peixe nunca vendeu...
Se peixe nunca vendeu...
À tarde, tudo mudava.
Pelas ruas passeava
Seus quatro cães protegidos,
Seus quatro cães protegidos,
Já que os havia adoptado,
E, até mesmo, baptizado
E, até mesmo, baptizado
Com nomes por si escolhidos.
O mais velho e habilidoso
Era o Pepe. E era curioso
Ver como ele obedecia
Com rara fidelidade
A qualquer habilidade
Que o Zezinho lhe exigia.
A qualquer habilidade
Que o Zezinho lhe exigia.
Era sempre apetecida
A Costumada partida
Que o Zezinho, esse "demónio",
A Costumada partida
Que o Zezinho, esse "demónio",
Fazia a quem se apinhava
Na roda que se formava
Na Rua de Santo António,
Na roda que se formava
Na Rua de Santo António,
Apoiado nas traseiras,
Erguidas as dianteiras,
O Pepito ia indicar,
A uma ordem do Zé
A uma ordem do Zé
Quem estava ali ao pé
E era "peixinho do mar"...
E era "peixinho do mar"...
Havia troças, ruído.
Corava o pobre escolhido.
P'las ruas se escapulia...
Soavam as gargalhadas,
A bandeiras despregadas
A bandeiras despregadas
A malta da roda ria.
Depois, tudo dispersava
Porque um polícia chegava
E o Zezinho, num momento,
E o Zezinho, num momento,
Ali mesmo era intimado
A "andar" p 'ra outro lado
A "andar" p 'ra outro lado
P'rá acabar o ajuntamento.
Rom-Rom, Neru e Mirita
(Dois cães e uma cadelita)
Era o resto da matilha
Com que o Zezinho Beirão,
Com que o Zezinho Beirão,
Em tardes quentes de Verão,
Tomava banhos na Ilha.
******
Zezinho quanta saudade
******
Zezinho quanta saudade
Deixaste nesta cidade,
Neste recanto do Mundo!..
Quem não riu com tuas "partes",
Neste recanto do Mundo!..
Quem não riu com tuas "partes",
Não conheceu tuas "artes"
Meu filósofo vagabundo?!
Meu filósofo vagabundo?!
Lembrar tuas peripécias,
Recordar tuas facécias,
Teus ditos cheios de graça,
É trabalho que merecia
Que alguém fizesse algum dia
Teus ditos cheios de graça,
É trabalho que merecia
Que alguém fizesse algum dia
Para a geração que passa!
Quem nesse tempo viveu,
Por certo inda não esqueceu
Seus óculos, modelo raro,
Modelo simplificado
Em que havia dispensado
Em que havia dispensado
As lentes. Só tinha aro...
Foi falada aquela vez
Em que ao ver um inglês
De calções a passear,
O Zezinho o imitou
E em cuecas ficou
No Jadim Manuel Bivar.
O Zezinho o imitou
E em cuecas ficou
No Jadim Manuel Bivar.
Depois, quando interpelado
E a vestir-se obrigado
P'lo polícia que surgiu
Na sua lógica fria
Ao agente respondia:
- "Ele também se despiu..."
Era, de resto, a Policia
Em quem a sua malícia
Mais se assestava, brejeira,
Pois, quando vinha com a "torta"
Pois, quando vinha com a "torta"
Ia cantar-lhes à porta
Esta canção brasileira:
Esta canção brasileira:
"Daqui nâo saio
Daqui ninguém me tira... "
Daqui ninguém me tira... "
Só dois versos respeitados.
Os outros... Improvisados,
Quase sempre, a rematar,
Cantava num tom baixinho:
"Não levem p'rá i o Zezinho
Que o Zezinho não quere entrar"
"Não levem p'rá i o Zezinho
Que o Zezinho não quere entrar"
Mas, eis que chegou o dia
Em que na sua alegria
Foi posto um ponto final.
Foi posto um ponto final.
Qual pardal engaiolado,
Zezinho viu-se internado
No Albergue Distrital.
Bem protestou. Mas, em vão...
À sua própria razão
Se impôs a da sociedade.
Se impôs a da sociedade.
Pensou: "Um filho da rua,
Dono do Sol e da Lua,
Privado de liberdade?"
*****
E um comboio que então passou
O Zezinho libertou ...
Franklin Marques
E um comboio que então passou
O Zezinho libertou ...
Franklin Marques
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11/27/2008 09:40:00 da tarde
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FARO A CIDADE DOS COSTELETAS
O LARGO DO CARMO.
por João Brito Sousa
Quem vem do Posto da Polícia de Trânsito para o Mercado, passa pelo Refúgio Aboim Ascensão que fica à esquerda e logo a seguir vem o Largo do Carmo à direita, ficando situado em frente à Recauchutagem Leopoldo.
O Largo do Carmo tem coisas que são de sua exclusiva propriedade, coisas únicas, que são só dele, como por exemplo, a alfarrobeira toda viçosa que está ao pé da Igreja. O Largo teve há alguns anos um clube de futebol, chamado FAMILIA TRAPP, que atingiu alguma notoriedade em jogos não federados onde a figura principal era o Capitolino, um razoável jogador de futebol que alinhava no meio campo.
por João Brito Sousa
Quem vem do Posto da Polícia de Trânsito para o Mercado, passa pelo Refúgio Aboim Ascensão que fica à esquerda e logo a seguir vem o Largo do Carmo à direita, ficando situado em frente à Recauchutagem Leopoldo.
O Largo do Carmo tem coisas que são de sua exclusiva propriedade, coisas únicas, que são só dele, como por exemplo, a alfarrobeira toda viçosa que está ao pé da Igreja. O Largo teve há alguns anos um clube de futebol, chamado FAMILIA TRAPP, que atingiu alguma notoriedade em jogos não federados onde a figura principal era o Capitolino, um razoável jogador de futebol que alinhava no meio campo.
O Largo tem a estação dos Correios, tem a Igreja do Carmo carregada de História, um monumento de visita obrigatória e tem a Escola Primária onde eu fiz o meu estágio com o Professor Amável.
Este Professor, nesse tempo já estava um pouco velhote mas, foi, sem tirar nem por, uma grande figura cultural da cidade. E a cidade não pode perder de vista aqueles que foram grandes. Além destes situações naturais havia a feira anual em Junho onde o pessoal do campo iam vender as primeiras melancias da colheita do ano. O forte da feira era à noite, onde se vendiam produtos hortícolas e havia toda a espécie de diversão que normalmente existe nas feiras.
Há muitas ruas que vêm desembocar no Largo do Carmo. São as ruas que vem da Cadeia, do Largo de São Sebastião, do Largo de S. Pedro e da rua que nos leva até `a estrada que vai para São Brás de Alportel, cujo percurso se fazia através da frota da camionagem Santos.
Hoje o Largo sofreu algumas melhorias e, se houver feira ainda, ela já foi, pois realizava-se no mês de JUNHO que já passou.
Amanhã é dia de ir à Fuzeta, ao Pierrot, estão lá o Manuel Poeira, o João Malaia, o Victor Caronho, Matias, Madeirinha, Reina, João Parra, António Paulo, Fonte Santa e falta um...
Há muitas ruas que vêm desembocar no Largo do Carmo. São as ruas que vem da Cadeia, do Largo de São Sebastião, do Largo de S. Pedro e da rua que nos leva até `a estrada que vai para São Brás de Alportel, cujo percurso se fazia através da frota da camionagem Santos.
Hoje o Largo sofreu algumas melhorias e, se houver feira ainda, ela já foi, pois realizava-se no mês de JUNHO que já passou.
Amanhã é dia de ir à Fuzeta, ao Pierrot, estão lá o Manuel Poeira, o João Malaia, o Victor Caronho, Matias, Madeirinha, Reina, João Parra, António Paulo, Fonte Santa e falta um...
Qualquer dia vou também, com o Júlio Piloto, Zé Felix, Zeca Basto e Honorato Viegas.
Texto de
João Brito Sousa
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11/27/2008 12:02:00 da manhã
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quarta-feira, 26 de novembro de 2008
MÊS DA POESIA/ RECONHECIMENTO

A TODOS OS ALUNOS
Que elevaram bem alto
o nome da Escola
Aos que emigraram a salto
Aos que jogaram à bola
e se safaram
a todos eu quero
mandar um abraço de amigo
E um especial
para o MAURÍCIO SEVERO.
Publicação de
João Brito Sousa
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Associação Antigos Alunos Escola Tomás Cabreira
em 10:35 AM
11/26/2008 12:13:00 da tarde
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MÊS DA POESIA


COM OS MEUS SINCEROS VOTOS DE PARABENS À
MARIA JOSÉ FRAQUEZA
PELO LANÇAMENTO DO SEU NOVO LIVRO
"Vogando no Espaço"
DEDICO-LHE ESTE SONETO E PEÇO-LHE LICENÇA PARA
MARIA JOSÉ FRAQUEZA
PELO LANÇAMENTO DO SEU NOVO LIVRO
"Vogando no Espaço"
DEDICO-LHE ESTE SONETO E PEÇO-LHE LICENÇA PARA
USAR O TÍTULO, SOLICITANDO-LHE QUE VOGUE
COMIGO EM DIRECÇÃO À MEMÓRIA DO FRANKLIN ...
“VOGANDO NO ESPAÇO”
Se pudesse vogar... ia, até aí onde estás ...
Fazer-te companhia, estar contigo... ver-te!...
Ia e vinha tantas as vezes que fosse capaz
Porque a minha vontade era convencer-te ...
A voltares até nós e contar-nos uma história
Que me alegrasse a mim e aos outros irmãos ...
Isso seria, se acontecesse, uma grande vitória
Mas amigo, isso não está nas minhas mãos...
Mas por agora é assim....veremos outra altura
Se não puder ir agora a dor na minha alma perdura
Não queria... mas tu foste... que desembaraço!...
Por isso amigo e meu velho poeta consagrado ...
Foste embora e deixaste-me bem “charengado”...
Mas um dia vou buscar-te vogando no espaço...
JBS
“VOGANDO NO ESPAÇO”
Se pudesse vogar... ia, até aí onde estás ...
Fazer-te companhia, estar contigo... ver-te!...
Ia e vinha tantas as vezes que fosse capaz
Porque a minha vontade era convencer-te ...
A voltares até nós e contar-nos uma história
Que me alegrasse a mim e aos outros irmãos ...
Isso seria, se acontecesse, uma grande vitória
Mas amigo, isso não está nas minhas mãos...
Mas por agora é assim....veremos outra altura
Se não puder ir agora a dor na minha alma perdura
Não queria... mas tu foste... que desembaraço!...
Por isso amigo e meu velho poeta consagrado ...
Foste embora e deixaste-me bem “charengado”...
Mas um dia vou buscar-te vogando no espaço...
JBS
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Associação Antigos Alunos Escola Tomás Cabreira
em 10:35 AM
11/26/2008 12:01:00 da manhã
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terça-feira, 25 de novembro de 2008
MÊS DE POESIA...
Maria José FraquezaA Costeleta Maria José Fraqueza fará a apresentação do seu novo livro
"Vogando no Espaço"
no dia 13 de Dezembro próximo
O evento será efectuado no salão do Sport Lisboa e Fuseta pelas 15 horas
No decorrer doConcurso Internacional de Quadras Natalícias
Os interessados no livro, que não possam estar presentes, poderão ecomendar pela importância de 10 € para
apresentamos um poema deste novo livro
VOGANDO NO ESPAÇO
Percorri o pátio das crianças
Flutuei sobre astros de luz
Como pássaro de asas aladas…
Como cavalo à rédea solta
Vagueei!...
Vagueei sem me encontrar
Olhei o Lago da Memória
As nuvens aclararam…
Dissipou-se o nevoeiro…
Vagueei ao vento….
Voguei nas marés…
Envelheci!...
As ondas me levaram
Adornei-me sobre véus de espuma
Dissipou-se a bruma…
Já não vejo castelos edificados
Ao Luar de Prata
Renasci nas muralhas do silêncio
Voltei à Vida!
Ouvi a serenata
Vogando no espaço…
Percorri o pátio das crianças
Flutuei sobre astros de luz
Como pássaro de asas aladas…
Como cavalo à rédea solta
Vagueei!...
Vagueei sem me encontrar
Olhei o Lago da Memória
As nuvens aclararam…
Dissipou-se o nevoeiro…
Vagueei ao vento….
Voguei nas marés…
Envelheci!...
As ondas me levaram
Adornei-me sobre véus de espuma
Dissipou-se a bruma…
Já não vejo castelos edificados
Ao Luar de Prata
Renasci nas muralhas do silêncio
Voltei à Vida!
Ouvi a serenata
Vogando no espaço…
Colocado por Rogério Coelho
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em 10:35 AM
11/25/2008 08:03:00 da tarde
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BIFES E COSTELETAS

NOS ANOS 50 ERA ASSIM...
(texto retirado do blogue o cão Merdock de Vieira Calado)
A rivalidade que naquele tempo havia,
entre os alunos Liceu João de Deus
e os alunos da Escola Técnica Tomás Cabreira centrava-se,
como seria de esperar, nas competições desportivas.Era sabido que os alunos da Escola chamavam bifes, aos do Liceu.E, parece que foi o José Nascimento, farto de ouvir chamar-lhe
esse quase ultraje
(pois passava todos os dias junto da Tomás Cabreira,
no seu caminho para as aulas),quem inventou um outro semelhante quase ultraje, para os rivais da Escola.A partir daí, as coisas ficaram assim.
Os bifes, dum lado e os costoletas, do outro.Mas não deixa de ser curioso que,
na grande marcha em favor da libertação do Merdock,vários alunos da Escola tivessem aderido à manifestação.Porquê?
Teriam eles, também, percebido, que estavam no mesmo barco,
ciosos de liberdade?
publicação
João Brito Sousa
(texto retirado do blogue o cão Merdock de Vieira Calado)
A rivalidade que naquele tempo havia,
entre os alunos Liceu João de Deus
e os alunos da Escola Técnica Tomás Cabreira centrava-se,
como seria de esperar, nas competições desportivas.Era sabido que os alunos da Escola chamavam bifes, aos do Liceu.E, parece que foi o José Nascimento, farto de ouvir chamar-lhe
esse quase ultraje
(pois passava todos os dias junto da Tomás Cabreira,
no seu caminho para as aulas),quem inventou um outro semelhante quase ultraje, para os rivais da Escola.A partir daí, as coisas ficaram assim.
Os bifes, dum lado e os costoletas, do outro.Mas não deixa de ser curioso que,
na grande marcha em favor da libertação do Merdock,vários alunos da Escola tivessem aderido à manifestação.Porquê?
Teriam eles, também, percebido, que estavam no mesmo barco,
ciosos de liberdade?
publicação
João Brito Sousa
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em 10:35 AM
11/25/2008 12:03:00 da manhã
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
RECORDANDO

Professora D. Maria e Mestre Guerreiro
Quem se lembra deste casal? Que Deus os tenha à sua guarda.
Recordando este poema do Almeida Lima:
São quatro e meia
Ouvem-se as palmas soar,
E uma voz forte dizer
Já são horas de lanchar!
E logo então,
Se vê uma Janela abrir
E uma voz meiga dizer
Zequinha, podes subir
Quadras cantadas, entre outras, na récita de finalistas, salvo erro em 1947.
O Roger também fez parte desta festa de finalistas. Que saudade...
Colocado por Rogério Coelho
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em 10:35 AM
11/24/2008 09:54:00 da tarde
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POSTAL ILUSTRADO
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em 10:35 AM
11/24/2008 04:47:00 da tarde
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POSTAL ILUSTRADO
Esta foto do ano lectivo 1957/58, é um belo POSTAL ILUSTRADO para recordaremColocado por Rogério Coelho
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em 10:35 AM
11/24/2008 04:25:00 da tarde
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POSTAL ILUSTRADO

Curso de Serralheiros - Aula de Mestre Olívio - 17-04-1953
Na fila de cima o 5º a contar da esquerda é o "João Fome". Não é esse o seu nome. Quem ???
Os outros, vejam quem são, recordem.
Colocado por Rogério Coelho
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em 10:35 AM
11/24/2008 03:57:00 da tarde
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MÊS DA POESIA


MÊS DA POESIA
(para o FRANK... também)RIQUEZA… É AMOR AO PROXIMO
Não faças da riqueza um Deus;
Não compres a sabedoria;
Aprende a amar e fazer adeus,
Como o voar de uma cotovia.
Não jures promessas de riqueza;
Não uses a sorte como desejo;
Olha o verde que semeia beleza,
No campo selvagem que aqui vejo.
Luta como homem que és!
Ajuda na extinção da pobreza,
E salva o mundo de negras marés.
Defendei a suave e terna natureza!
Junta as mãos e junta os pés,
E salta por amor, esse sim… riqueza!
Acácio Martins
Não faças da riqueza um Deus;
Não compres a sabedoria;
Aprende a amar e fazer adeus,
Como o voar de uma cotovia.
Não jures promessas de riqueza;
Não uses a sorte como desejo;
Olha o verde que semeia beleza,
No campo selvagem que aqui vejo.
Luta como homem que és!
Ajuda na extinção da pobreza,
E salva o mundo de negras marés.
Defendei a suave e terna natureza!
Junta as mãos e junta os pés,
E salta por amor, esse sim… riqueza!
Acácio Martins
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em 10:35 AM
11/24/2008 12:37:00 da manhã
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MÊS DA POESIA

com Dedicatória ao Saudoso Franklin Marques
HÁ POESIA NO CERRO MALHÃO ! ...
Ainda lá está o velho cerro Malhão, onde tu, Mano...
Brincavas de manhã à noite durante quase todo o dia
Olhando para ti ninguém dirá que “fueras” um serrano
E que tiveste esta ideia brilhante do mês da poesia ...
E interrogo-me, como é que um “Malhanense !...”
Se lembrou de nos apelar a toda a nossa sabedoria
Para que se fizesse chegar à população ”Costeletense”
Uma palavra de amigo, sim, mas pelo comboio da poesia
O fundamental, amigos, é que nós nunca nos neguemos
A fomentar essa velha amizade e dizer que podemos
Se quisermos, claro está, estender uns aos outros a mão...
E cantando o Hino da Escola com a mesma energia
Com que eu juntei estas frases convencido que é poesia
Brindemos à unidade porque há poesia no cerrro Malhão.
Brincavas de manhã à noite durante quase todo o dia
Olhando para ti ninguém dirá que “fueras” um serrano
E que tiveste esta ideia brilhante do mês da poesia ...
E interrogo-me, como é que um “Malhanense !...”
Se lembrou de nos apelar a toda a nossa sabedoria
Para que se fizesse chegar à população ”Costeletense”
Uma palavra de amigo, sim, mas pelo comboio da poesia
O fundamental, amigos, é que nós nunca nos neguemos
A fomentar essa velha amizade e dizer que podemos
Se quisermos, claro está, estender uns aos outros a mão...
E cantando o Hino da Escola com a mesma energia
Com que eu juntei estas frases convencido que é poesia
Brindemos à unidade porque há poesia no cerrro Malhão.
publicação de
João Brito Sousa
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em 10:35 AM
11/24/2008 12:08:00 da manhã
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domingo, 23 de novembro de 2008
MÊS DE POESIA
Casimiro de BritoNo dia 19 do corrente, o Costeleta, Poeta e Escritor Casimiro de Brito, fez o lançamento, em Faro, do seu último livro, "69 Poemas de Amor".
Ao acaso, trancrevemos do seu livro este poema:
INTENSIDADES
1
Cuidado. O amor
é um pequeno animal
Cuidado. O amor
é um pequeno animal
desprevenido, uma teia
que se desfia
pouco a pouco. Guardo
silêncio
para que possam ouvi-lo
para que possam ouvi-lo
desfazer-se.
19
Já que não posso mudar o mundo
deixa-me sacudir a areia
das tuas sandálias.
das tuas sandálias.
26
Entraste na casa do meu corpo,
desarrumaste as salas todas
e já não sei quem sou, onde estou.
O amor sabe. O amor é um pássaro cego
e já não sei quem sou, onde estou.
O amor sabe. O amor é um pássaro cego
que nunca se perde no seu voo.
Colocado por Rogério Coelho
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em 10:35 AM
11/23/2008 08:26:00 da tarde
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MÊS DA POESIA
"Costeleta" Maria Romana Rosa" Mutação"
Pulsava no meu peito, em harmonia,
Um porvir radioso de criança
E toda a alacridade se envolvia
Na minha mente alada de esperança!
E toda a alacridade se envolvia
Na minha mente alada de esperança!
Os meus sonhos, repletos de magia,
Eram hinos de amor e de bonança,
Em cenários de luz e fantasia,
Como estrelas cadentes numa dança!
Como estrelas cadentes numa dança!
Mas o tempo passou... e a realidade
Fez de mim ·0 retrato da saudade,
A nostalgia plena... e a emoção!
A nostalgia plena... e a emoção!
Agora, o meu "Outono" ... tão dolente,
Vê e sente o real noutra vertente,
A trilha que norteia a mutação!.,.
Maria Romana Rosa
A trilha que norteia a mutação!.,.
Maria Romana Rosa
1º Prémio - Faro - Coobital
Colocado por Rogério Coelho
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em 10:35 AM
11/23/2008 11:52:00 da manhã
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HISTÓRIA DE LISBOA, IMPRENSA/ JN
POR DEBAIXO DA EXPO
JN
Admirável mundo desconhecido no subsolo do Parque das Nações abriu-se ao público e
São 6,5 quilómetros de uma outra cidade desconhecida no subsolo do Parque das Nações, em Lisboa, sem a qual a que existe à superfície não poderia funcionar. Trata-se de um verdadeiro complexo logístico, único em todo o país.
São 6,5 quilómetros de uma outra cidade desconhecida no subsolo do Parque das Nações, em Lisboa, sem a qual a que existe à superfície não poderia funcionar. Trata-se de um verdadeiro complexo logístico, único em todo o país.
Desde o abastecimento de água quente até à recolha de lixo, que tanto pode ser o orgânico como o reciclável, vários são os serviços de manutenção urbana que existem na, que se pode denominar, 'cidade sombra' da zona oriental de Lisboa. Ao longo da Avenida D.João II e Alameda dos Oceanos, a Galeria Técnica do Parque das Nações conta já com uma década de existência - nasceu com a Exposição Mundial dos Oceanos (Expo'98) -, sendo um dos ex-libris da área e dos equipamentos mais visitados por técnicos internacionais nas áreas da engenharia e arquitectura de espaços urbanos.
Concebida quando ainda o Parque das Nações não passava de uma zona industrial, especializada no sector dos combustíveis, a cidade subterrânea permite gerir de uma forma muito mais eficaz qualquer problema que surja relativamente ao fornecimento de um dos serviços que ali estão concentrados. Ou seja, em casos de ruptura nas condutas de água ou de problemas no abastecimento de electricidade não há necessidade de destruir o pavimento para os resolver e facilmente um técnico os pode detectar.
"O projecto foi desenvolvido com um objectivo de servir uma população de 25 mil habitantes e estamos longe de atingir esse limite", explicou, ontem, ao JN, Carlos Barbosa, administrador da Parque Expo - Gestão Urbana do Parque das Nações. "A maioria das famílias não é composta por uma média de três pessoas mas por menos. Depois, muita da habitação que estava prevista deu lugar a serviços. Não há por isso necessidade de readaptação", frisou, durante uma visita técnica às galerias subterrâneas.
Segundo o dirigente, esta foi a primeira vez que o complexo, com 3,05 metros de altura por 4,25 de largura, se abriu ao público em geral. A organização da iniciativa coube à secção regional da Ordem dos Arquitectos, no âmbito das comemorações dos 10 anos sobre a Expo'98.
Para uma família residente no Parque das Nações, viver sobre esta galeria significa contar com alguns privilégios - que para outros poderiam significar uma dor de cabeça - como, por exemplo, não ter um simples caixote do lixo ou um esquentador.
No primeiro caso, todos os resíduos são simplesmente aspirados por um sistema centralizado. A matéria orgânica é colocada num alçapão, existente em cada fogo. Dali só sairá após accionado o sistema central de sucção, que ocorre duas vezes ao dia. Já os restantes resíduos reclicáveis são colocados em idênticos alçapões na entrada de cada edifício, sofrendo o mesmo processo de sucção.
Monitorizado ao longo de 24 horas, o complexo fornece ainda água quente (não há perigo de ninguém ficar com o banho a meio), água fria para refrigeração e água para consumo e para rega. Contam-se ainda entre as várias condutas redes eléctricas e de telecomunicações em fibra óptica.
De fora desta cidade ficaram os esgotos, tendo em conta que uma ruptura poderia colocar em risco o funcionamento. "Com a simples subida das marés poderia ocorrer um congestionamento das condutas e provocar um extravase para dentro do túnel", sustentou Carlos Barbosa.
De fora desta cidade ficaram os esgotos, tendo em conta que uma ruptura poderia colocar em risco o funcionamento. "Com a simples subida das marés poderia ocorrer um congestionamento das condutas e provocar um extravase para dentro do túnel", sustentou Carlos Barbosa.
Neste universo um único senão. A força de sucção do lixo é tão grande que destrói o vidro colocado nas condutas pelos habitantes. Depois de percorrer os vários quilómetros de condutas, aquele material está reduzido a pó e pouco interessa às empresas de transformação de vidro.
publicação de
JBS
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11/23/2008 07:10:00 da manhã
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MÊS DA POESIA



2008. 11. 23
Boa Noite !
Aí vai mais um soneto do António Machado.
Boa Noite !
Aí vai mais um soneto do António Machado.
com Dedicatória ao Saudoso Franklin Marques
IMPLORAÇÃO
Camões, grande Camões, um mausoléu
Teu corpo em Belém tem por morada,
Mas tu e Dinamene estais no Céu,
E eu cá na Terra aturando esta cambada
De néscios a quem se lhes tira o chapéu,
E jumentos de orelha arrebitada
Que conspurcam este Portugal que é meu,
E foi ditosa Pátria tua amada !
Se lá desse "Olimpo" imaginário
Onde estás, entre guerreiros e poetas.
Deste nobre e Luso Povo temerário,
Te é dado enviar a tais patetas
Um pouco de pudor e escrúpulo vário,
Imploro-te Luís Vaz... que lho remetas !
.Mais um trabalho do António Machado
À memória do Dr. José de Campos Coroa O Homem, o Professor, o Amigo.
Nascido no Alentejo,
Em Coimbra se formou,
O Algarve foi desejo
De amar o que tanto amou.
De Faro a Vila Real
Vão vinte anos de amor,
Vão espinhos do roseiral
Da vida dum professor.
Vão léguas de pensamento,
Vai o tempo e o Destino,
Vai o Homem e o talento
Que dedicou ao ensino.
E eis que tudo é acabado
Num Novembro p?ra esquecer,
Triste sina, triste Fado,
Triste forma de morrer !
Mas, poder não teve a morte
Sobre o Homem que viveu,
Pois seu viver foi tão forte,
Que a própria morte venceu !
Deixou-nos amor, ternura,
Teatro, arte e saber;
Deu-nos tudo o que a Cultura
Faz dos Homens, Homens ser.
JOSÉ DE CAMPOS COROA
Foi talento, foi bondade;
Foi o exemplo, a pessoa
Por quem nos chora a Saudade.
Cumprimentos daLídia Machado V
publicação de
JBS
Camões, grande Camões, um mausoléu
Teu corpo em Belém tem por morada,
Mas tu e Dinamene estais no Céu,
E eu cá na Terra aturando esta cambada
De néscios a quem se lhes tira o chapéu,
E jumentos de orelha arrebitada
Que conspurcam este Portugal que é meu,
E foi ditosa Pátria tua amada !
Se lá desse "Olimpo" imaginário
Onde estás, entre guerreiros e poetas.
Deste nobre e Luso Povo temerário,
Te é dado enviar a tais patetas
Um pouco de pudor e escrúpulo vário,
Imploro-te Luís Vaz... que lho remetas !
.Mais um trabalho do António Machado
À memória do Dr. José de Campos Coroa O Homem, o Professor, o Amigo.
Nascido no Alentejo,
Em Coimbra se formou,
O Algarve foi desejo
De amar o que tanto amou.
De Faro a Vila Real
Vão vinte anos de amor,
Vão espinhos do roseiral
Da vida dum professor.
Vão léguas de pensamento,
Vai o tempo e o Destino,
Vai o Homem e o talento
Que dedicou ao ensino.
E eis que tudo é acabado
Num Novembro p?ra esquecer,
Triste sina, triste Fado,
Triste forma de morrer !
Mas, poder não teve a morte
Sobre o Homem que viveu,
Pois seu viver foi tão forte,
Que a própria morte venceu !
Deixou-nos amor, ternura,
Teatro, arte e saber;
Deu-nos tudo o que a Cultura
Faz dos Homens, Homens ser.
JOSÉ DE CAMPOS COROA
Foi talento, foi bondade;
Foi o exemplo, a pessoa
Por quem nos chora a Saudade.
Cumprimentos daLídia Machado V
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JBS
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11/23/2008 06:16:00 da manhã
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sábado, 22 de novembro de 2008
MÊS DA POESIA

2008.11.22
(its for you FRANK...)
HÁ POESIA NO CÉU
Dedicatória especial ao Saudoso Franklin Marques
Se nós quisermos... haverá... sim, haverá poesia !...
No céu, na terra ou noutro lugar ... até à janela!...
Eu tenho um amigo, que foi p'ro céu mas não iria
Se tivesse a certeza que aí não podia estar com ela ...
Porque nasceram juntos e nunca se separaram ...
Encontravam-se sempre às tardes perto do lago
E entregaram-se um ao outro .... e até se amaram
E, ambos... devagarinho para não fazer estrago,...
Passeavam –se nos corredores das rosas floridas
E o amor que um pelo outro sentiam, eram vidas
Que encarnavam ele de fato e ela de grinalda e véu..
E imaginaram-se sempre juntos e apaixonados
E surgiam rosas brancas por todos os lados
Ele eras tu Frank e ela .. a poesia que há no céu....
Dedicatória especial ao Saudoso Franklin Marques
Se nós quisermos... haverá... sim, haverá poesia !...
No céu, na terra ou noutro lugar ... até à janela!...
Eu tenho um amigo, que foi p'ro céu mas não iria
Se tivesse a certeza que aí não podia estar com ela ...
Porque nasceram juntos e nunca se separaram ...
Encontravam-se sempre às tardes perto do lago
E entregaram-se um ao outro .... e até se amaram
E, ambos... devagarinho para não fazer estrago,...
Passeavam –se nos corredores das rosas floridas
E o amor que um pelo outro sentiam, eram vidas
Que encarnavam ele de fato e ela de grinalda e véu..
E imaginaram-se sempre juntos e apaixonados
E surgiam rosas brancas por todos os lados
Ele eras tu Frank e ela .. a poesia que há no céu....
João Brito Sousa
FRANKLIN...
Estou farto de chamar por ti... tenho um recado
Moss .. tenho um recado para ti.. onde estás?.
Estou farto de chamar por ti... tenho um recado
Moss .. tenho um recado para ti.. onde estás?.
JBS
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sexta-feira, 21 de novembro de 2008
ESTE É O MÊS DA POESIA

Maria José Fraqueza para Franklin MarquesHÁ POESIA NO CÉU
Dedicatória especial ao Saudoso Franklin Marques
O Céu abriu as portas par em par…
Os anjos receberam com Amor…
A Poesia cantada num altar…
Cada poema é bênção do Criador
O Franklin meu amigo vou louvar,
Que o meu poema seja como flor…
Meus olhos já cansados de chorar
Por andar a carpir a minha dor!
A dor, esta saudade tão sentida…
Com a mágoa dolorosa da partida,
Que se sofre, num elo de Amizade!
O Seu corpo desceu à terra fria,
Mas na Terra ficou a Poesia…
Por ele há-de falar eternamente!
F R A N K L I N
Franklin, o teu nome está presente,
Tu sempre foste Amigo de Verdade
Por isso, estarás eternamente…
No nosso coração cheio de saudade!
Franklin, eu bendigo sinceramente
Pelo percurso lindo de amizade…
Como Jesus amaste firmemente
Praticando na Terra a irmandade!
Por isso, a recordar o costeleta
A tua grande amiga da Fuseta
Na sua poesia mais sentida…
No grandioso espaço universal,
Tu foste companheiro sem igual
Porque és Imortal, Além da Vida!
Dedicatória especial ao Saudoso Franklin Marques
O Céu abriu as portas par em par…
Os anjos receberam com Amor…
A Poesia cantada num altar…
Cada poema é bênção do Criador
O Franklin meu amigo vou louvar,
Que o meu poema seja como flor…
Meus olhos já cansados de chorar
Por andar a carpir a minha dor!
A dor, esta saudade tão sentida…
Com a mágoa dolorosa da partida,
Que se sofre, num elo de Amizade!
O Seu corpo desceu à terra fria,
Mas na Terra ficou a Poesia…
Por ele há-de falar eternamente!
F R A N K L I N
Franklin, o teu nome está presente,
Tu sempre foste Amigo de Verdade
Por isso, estarás eternamente…
No nosso coração cheio de saudade!
Franklin, eu bendigo sinceramente
Pelo percurso lindo de amizade…
Como Jesus amaste firmemente
Praticando na Terra a irmandade!
Por isso, a recordar o costeleta
A tua grande amiga da Fuseta
Na sua poesia mais sentida…
No grandioso espaço universal,
Tu foste companheiro sem igual
Porque és Imortal, Além da Vida!
Maria José Fraqueza
Colocado por Rogério Coelho
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11/21/2008 09:16:00 da tarde
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UM POUCO DE HISTÓRIA

O CASTELO DE PADERNE.
(este texto é para todos os costeletas mas em especial para a FELICIANA GRADE, que tem qualquer coisa a ver com PADERNE e também com o PATACÃO)
Vamos hoje falar de HISTÓRIA, porque a História de Paderne é rica e porque “A História é o homem” segundo a fórmula de Lucien Febvre.
A história interessa-se pela realidade humana no seu conjunto; torna-se o estudo racional do desenvolvimento da cultura. A história manifesta portanto uma dupla vocação da espécie humana, capaz ao mesmo tempo de loucura e de ordem. Entre estes dois antagonismos prossegue um debate em que se joga o próprio destino da humanidade. O sentido da história corresponde ao movimento da civilização. Relata, mas não trata os acontecimentos de caducos ou antiguidades mortas.
O histórico não é o antigo, o ultrapassado, o inactual, mas o próprio núcleo da actualidade, a garantia do futuro. Não se procura a história por amor ao facto exacto e preciso; busca-se a história porque esta autoriza uma filosofia. Daí o sucesso da literatura histórica e a frequente referência ao testemunho da história. A história ao serviço da razão, ensina o direito divino da humanidade. A história conduz ao Progresso e este constitui uma sucessão de etapas da consciência.
A História sofre também a agressão das ciências sociais como a demografia ou a economia. A História demográfica apresenta os seus modelos, substituindo-os nos conjuntos das mentalidades e de sistemas culturais enquanto a História económica gira em torno de noções como a das crises, que permitem reencontrar, através da conjuntura, a actuação e o mecanismo de um conjunto
A ciência histórica é uma forma da consciência que uma comunidade toma de si mesma, ou seja, é o conhecimento da vida colectiva baseada no homem..
A ciência histórica é uma forma da consciência que uma comunidade toma de si mesma, ou seja, é o conhecimento da vida colectiva baseada no homem..
Paderne é uma terra com História, muita História, expressa nos seus Castelo, Igreja Matriz, Ermida da Nossa Senhora da Cruz, Ermida da Nossa Senhora da Assunção, Azenha, Fonte e Ponte do Castelo. O Castelo de Paderne é um dos que figuram no Escudo Maior da Bandeira de Portugal, que é vermelho e tem à sua volta representados, os sete castelos que estão relacionados com as cidades fortificadas que D. Afonso III tomou aos mouros. Este castelo foi conquistado aos mouros por D. Paio Peres Correia em 1248 e desactivado em 1858.
O castelo foi erguido em taipa pelos Almoádas entre o século XI e o século XII, durante a última fase da ocupação muçulmana da península, controlando a antiga estrada romana que cruzava a ribeira de Quarteira por uma ponte a Sudeste. Neste período, o progresso da Reconquista cristã levava à edificação de uma linha defensiva integrada por fortificações de porte médio e de carácter rural na região, das quais esta é um dos melhores exemplos.
A referência mais antiga sobre o castelo remonta a 1189, quando foi conquistado em um violento assalto nocturno pelas forças de D. Sancho I (1185-1211), com o auxílio de uma esquadra de cruzados ingleses. Esse domínio, entretanto, foi efémero, uma vez que, mais tarde, foi recuperada pelas forças almóadas sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur.
Sabe-se que o Castelo está degradado e compete aos padernenses uma palavra acerca da sua recuperação, porque é um imóvel considerado de interesse público desde 1971. De momento, apenas se vislumbram alguns panos de muralha, o torreão de entrada e as paredes mestras da sua Ermida.
Têm a palavra os padernenses.
João Brito Sousa
João Brito Sousa
Publicada por
Associação Antigos Alunos Escola Tomás Cabreira
em 10:35 AM
11/21/2008 02:52:00 da tarde
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quinta-feira, 20 de novembro de 2008
LANÇAMENTO DO NOVO LIVRO DE CASIMIRO DE BRITO
Comemorando os 50 anos de Poeta e Escritor








O nosso associado “Costeleta”, Poeta e Escritor Casimiro de Brito, fez o lançamento do seu último livro “69 Poemas de Amor”
Foi no dia 19 de Novembro de 2008 no Auditório da Biblioteca Municipal de Faro “António Ramos Rosa”, celebrando os 50 anos de Poeta e Escritor.
Falando com João Leal antes do lançamento do livro, este garantiu-me que não se alongaria e que falaria pouco.
O auditório encontrava-se quase repleto de assistentes. O Presidente da Associação não esteve presente por motivo de saúde, estando a nossa Associação representada pelo associado João Leal, a Vice-Presidente Isabel Coelho e o Secretário Rogério Coelho, que captou as fotografias que encabeçamos esta notícia. Notámos a presença dos associados Costeletas, o poeta Dr. Manuel Inocêncio, a poetisa Maria José Fraqueza, o Victor Venâncio e o irmão do saudoso Luís Cunha.Que nos desculpem outros que não pudemos referenciar.
João Leal, de improviso, falou de facto pouco mas disse muito, enaltecendo a figura do Poeta/Escritor Casimiro de Brito, e convidou a Vice-presidente Isabel Coelho para entregar um estojo contendo a medalha da nossa Associação e a inscrição gravada que reproduzimos:
Nas fotos, que destacamos, podemos ver no salão de entrada da Biblioteca alguns expositores com os livros editados pelo Poeta, os assistentes, a mesa de honra constituída pelo Vereador da Cultura de V.Real Santo Antº, Casimiro de Brito e o Editor das 4 águas de Tavira, e a leitura de poemas pelos actores, o João Leal no uso da palavra e a Vice-Presidente que, junto da mesa de honra, entregara a Casimiro de Brito as felicitações da nossa Associação e Casimiro de Brito assinando os autógrafos nos livros para a Isabel Coelho, Maurício Domingues e João Brito de Sousa.
Rogério Coelho
Foi no dia 19 de Novembro de 2008 no Auditório da Biblioteca Municipal de Faro “António Ramos Rosa”, celebrando os 50 anos de Poeta e Escritor.
Falando com João Leal antes do lançamento do livro, este garantiu-me que não se alongaria e que falaria pouco.
O auditório encontrava-se quase repleto de assistentes. O Presidente da Associação não esteve presente por motivo de saúde, estando a nossa Associação representada pelo associado João Leal, a Vice-Presidente Isabel Coelho e o Secretário Rogério Coelho, que captou as fotografias que encabeçamos esta notícia. Notámos a presença dos associados Costeletas, o poeta Dr. Manuel Inocêncio, a poetisa Maria José Fraqueza, o Victor Venâncio e o irmão do saudoso Luís Cunha.Que nos desculpem outros que não pudemos referenciar.
João Leal, de improviso, falou de facto pouco mas disse muito, enaltecendo a figura do Poeta/Escritor Casimiro de Brito, e convidou a Vice-presidente Isabel Coelho para entregar um estojo contendo a medalha da nossa Associação e a inscrição gravada que reproduzimos:
Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomaz Cabreira
Felicitações a
CASIMIRO DE BRITO
50 Anos de Poeta e Escritor
19 Novembro 2008
Felicitações a
CASIMIRO DE BRITO
50 Anos de Poeta e Escritor
19 Novembro 2008
Nas fotos, que destacamos, podemos ver no salão de entrada da Biblioteca alguns expositores com os livros editados pelo Poeta, os assistentes, a mesa de honra constituída pelo Vereador da Cultura de V.Real Santo Antº, Casimiro de Brito e o Editor das 4 águas de Tavira, e a leitura de poemas pelos actores, o João Leal no uso da palavra e a Vice-Presidente que, junto da mesa de honra, entregara a Casimiro de Brito as felicitações da nossa Associação e Casimiro de Brito assinando os autógrafos nos livros para a Isabel Coelho, Maurício Domingues e João Brito de Sousa.
Rogério Coelho
Publicada por
Associação Antigos Alunos Escola Tomás Cabreira
em 10:35 AM
11/20/2008 08:51:00 da tarde
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