terça-feira, 9 de dezembro de 2008

VERDADEIRO ESPÍRITO COSTELETA































PEQUENAS /GRANDES NOTAS

1 - Depois do MAURÍCIO e da MARIA ROMANA, terem surgido em pleno destaque no blogue, numa jornada de franca amizade que muito me sensibilizou e a quem já enderecei os meus parabéns, pela excepcional postura desses grandes elementos genuinamente costeletas,

2 - trago agora à vossa presença, dois documentos provenientes de dois costeletas ilustres da cidade de Olhão, carregados dos valores que fazem do homem e da mulher costeleta um ser humano único no mundo, mesmo com alguns defeitos, que também têm..

2.1 - Soube não sei como, que, alguns costeletas da velha guarda se reuniam na FUZETA, num almoço de confraternização, às quintas feiras no chamado “almoço dos nove” . Eram eles , o Manel Poeira, João Parra, António Paulo, Nuno Agostinho, Fonte Santa, o Victor Caronho (ausente desta vez mas é parte do grupo), o João Malaia,, o Reina, o Madeira, o Matias, todos velhas glórias do S,C.OlHANENSE sendo os primeiro sete costeletas..

2.2. – Face a isso, falei com o Júlio Piloto, o Zé Félix, o Zeca Bastos e o António Barão e decidimos ir na última quinta feira almoçar à Fuzeta.com os nossos colegas e amigos. Alguns de nós, particularmente, eu e o Zeca Bastos, não tínhamos contactos com o dito grupo dos nove há mais de cinquenta anos .

2.3 - Nesse almoço compareceram ainda os costeletas António Viegas e Bartolomeu Caetano de Pechão, Zé Reis da Luz de Tavira e o Mário Leonardo Proença, Director fo jornal do clube S.C.OLHANENSE e o Zé da Horta de Olhão.

Foi uma jornada onde os presentes souberam estar ao nível dos grandes valores costeletas, que professores da craveira de um Dr. Uva, Dr Ferreira Matias, Dr. Fernando Moreira, Dr. José Correia, Drª Florinda, Mestre Olívio, Mestre Mendonça, Mestre Carolino, Prof. Américo, Dr. Zeca Afonso e algumas dezenas de outros, nos transmitiram e ensinaram.

Porque soubemos honrar as cores da ESCOLA, gritemos bem alto a nossa hino de combate ALA BI... ALA BÁ... BUM... BÁ.. ESCOLA.. ESCOLA... ESCOLA...

3 – Segue-se testemunho documental

3.1. - Mail do MANEL POEIRA,


Caro Brito:

Creio estar a ser o porta-voz de tudo o que nos vai na alma ,após o almoço dos * nove à quinta* na semana passada.

Para nós foi um momento alto que quebrou toda a monotonia dos úlultimos tempos.Com o Júlio Piloto, o José Félix e o Barão nós de vez em quando vemo-nos.

A tua presença e a do Bastos emocionou-nos um pouco. Foi fácil recordar a tua fisionomia tal como a do zeca Bastos. o que não foi fácil foi esconder a emoção que nos is na alma. Pela 1ª vez (somos amigos há 62 anos) vi o Parra emocionado. Como sabe foi sempre um indivíduo muito sereno, ao ponto de quando marcava golos ao Sorting, Benfica e Porto, não os festejava.

Ficámos com uma divida grande para convosco..

Mais uma vez obrigada pelos momentos altos de quinta feira Bem hajam.PS: O Fonte Santa esse grande senhor do basquetebol e futebol tambeé costeleta..

Um abraço do amigo M. Poeira.

3.2 – Mail do Mário Proença, Costeleta e Director do Jornal S.C.OLHANENSE


Caro Brito,

Estamos todos de parabéns, particularmente tu, pelo impacto que tens tido junto de todos. As pessoas perguntam-me quem tu és e eu digo-lhes que és uma conquista minha.

Respondem-me então não o perda pois está a dar um elevado contributo ao jornal.

De facto assim é e eu estou muito satisfeito por ter ganho mais uma aposta.

O Malaia, o Reina, O Bartolo e o Zé da Horta dizem-me como é que eu consegui trazer-te pata o nosso grupo e digo-lhes que foi uma conquista via Internet, o que é verdade.

Estás a fazer um trabalho com grande mérito.

Um abraço

Mario


4 – AGRADECIMENTO PÚBLICO


O NOSSO OBRIGADO

Podia dar para o torto mas não deu
Houve prazer em estar presente
Toda a gente gostou do que comeu
No fim ficámos todos contente

Velha malta outros tempos
Juntaram-se e confraternizaram
Contra muitas marés e ventos
Todos os seus ideias juntaram

E recordámos com muita emoção
Os tempos passados da ilusão
Num sentido abraço apertado

E vendo tudo bem, no final
Foi uma jornada excepcional
A quem deixo nosso obrigado

Publicação de
João brito Sousa

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

APENAS... FANTASIA




Esta poesia é dedicada ao Maurício Domingues, grande amigo da Maria Romana


Apenas ... Fantasia


Foi, em momento calmo, que sonhei
Com a mais bela força criadora
E envolta p'la magia, eu exaltei
A sublimada musa inspiradora !


Durante este, meu sonho, não parei
De ouvir, a cada instante, a voz mentora;
Sensível ao lirismo, me elevei
Na luz esplendorosa, inovadora!


Eu sentia fluir, na minha essência;
Metáforas divinas, em cadência,
Que inspiravam poema, tão risonho !


Mas, logo despertava e percebia
Que tinha sido, apenas, fantasia
A mensagem "perfeita" do meu sonho!
Maria Romana


Colocado por Rogério Coelho

POR FALTA DE TEMPO NÃO FOMOS VER O MUSEU DA ZÉ




DEVERÍAMOS LÁ TER IDO...


Fiquei um pouco decepcionado comigo próprio por ter sido conivente na deselegância que praticámos com A COSTELETA E COLEGA Maria José Fraqueza.
Não tenho receio de o dizer, mas não fui correcto perante o convite da Zé, quando nos disse, "venham vero meu Museu."
Os autores gostam de ser lidos, vistos, criticados, avaliados etc ... etc....Esquecemo-nos que a Zé, como qualquer um de nós, tem orgulho na sua obra. Boa ou má a obra é dela. E


FUI CONVIDADO E NÃO FUI ....

Errar a gente pode... acontece !...
Rejeitar visitar a cultura ?
Quem faz isso é que não merece
Convite a visita futura...

Mais ainda e pior do que isso
E estar à porta e não entrar
Não pode haver falha nisso
É uma costeleta a convidar

Sinto que ficaste triste
Porque se calhar nunca viste
Talvez fosse muita confusão

É disso que estou a falar
Da próxima não vou faltar
Vou de alma e coração.
JBS

E a Zé registou a sua mágoa nestes versos.



Eu não escolho o dia
Porque a porta está aberta
Sempre aberta à Poesia
Mas dêem o vosso alerta!

A vossa disponibilidade
Eu levarei em conta
Que a ausência, na verdade,
é que me desaponta!

Comuniquem a visita
À minha casa algarvia
Na agenda, fica escrita
Esse feliz e belo dia!

Mas já estou habituada,
A muitas decepções...
P'ra gente de nomeada
Não faltam as Multidões!

P'ra quem cultiva amizade
Olha os outros com certeza
Com mais ternura e bondade
Com alma mais portuguesa!

Mas como eu, sou Fraqueza
Que ganhei no casamento
No coração a pureza
Neste mar de sentimento!

Vou esperar que um dia
Para alegria e conforto
Possa ter a regalia,
Como a gente do Desporto!


Com um beijo!

Maria José Fraqueza
publicação de
João Brito Sousa

domingo, 7 de dezembro de 2008

CORREIO ELECTRÓNICO


RECEBIDO DO CASIMIRO DE BRITO


PRÉMIOS LITERÁRIOS DO P.E.N. CLUBE

Temos o prazer de comunicar a atribuição dos prémios literários do
P.E.N. CLUBE PORTUGUÊS (29ª. edição),
referentes às obras editadas em 2007, nas modalidades de
Poesia, Ensaio, Novelística e Primeira Obra.

Poesia
Helder Moura Pereira, Segredos do Reino Animal (Assírio & Alvim) e
Daniel Jonas, Sonótono (Cotovia).
Júri: Fernando Guimarães, Fernando J. B. Martinho e Francisco Belard.

Ensaio
José Vitorino de Pina Martins, História de Livros para a História do Livro (Fundação Calouste Gulbenkian) e
António M. Machado Pires, Luz e Sombras no Século XIX em Portugal (IN-CM).
Júri: António Cândido Franco, Eugénio Lisboa e Maria João Reynaud.

Ficção
Jaime Rocha, Anotação do Mal (Sextante)
Júri: Fernando Dacosta, Isabel da Nóbrega e Teresa Salema.

Primeira Obra
Francisco Camacho, Niassa (Babilónia) e
Maria Helena Santana, Literatura e Ciência na Ficção do Século XIX (IN-CM).
Júri: A Direcção do PEN.

***
Os Prémios em questão são patrocinados, desde a sua criação, pela
DIRECÇÃO-GERAL DO LIVRO E DAS BIBLIOTECAS

A Cerimónia da entrega ocorrerá em 15/12 pelas 18:30 horas na
SPA-Sociedade Portuguesa de Autores (Rua Gonçalves Crespo,62-Lisboa)
e será presidida pelo Senhor Presidente da República.

Colocação de
João Brito Sousa

FIGURAS DE FARO


MANUEL PENTEADO

Manuel Penteado (1874/ 1911) é natural de Faro. Foi escritor, militar e médico, tendo ocupado o lugar de tenente médico do quadro de Saúde do Ultramar e foi também cirurgião no Hospital de S. José em Lisboa.

Os seus biógrafos reconhecem nele um escritor talentoso e poeta de grande sensibilidade que, só pela sua natural modéstia e reserva não logrou maior aceitação junto do público.

Escreveu “Operações Cesarianas” e “Os Outros”. As obras “Doentes”, “Livro Proibido” e ”Póstumas” escreveu em colaboração com Fialho de Almeida, Henrique de Vasconcelos, Júlio Dantas, Júlio Bastos e José Abreu,

Em 1874 governava em Portugal D. Luís “o POPULAR” (1861/1889) mas pensamos que o Dr. Manuel Penteado terá vivido mais no reinado de D. Carlos (1889/ 1908).

O problema político que dominava o País nessa altura era a questão do “Ultimato” do governo britânico - entregue a 11 de Janeiro de 1890 por um "Memorando" – a Portugal, para a retirada das forças militares existentes no território compreendido entre as colónias de Moçambique e Angola, no actual Zimbabwe , a pretexto de um incidente ocorrido entre portugueses e Macololos.

A zona era reclamada por Portugal, que a havia incluído no famoso Mapa cor-de rosa, reclamando a partir da Conferência de Berlim uma faixa de território que ia de Angola à contra-costa, ou seja a Moçambique

A impossibilidade de resistência leva à imediata queda do governo, sendo nomeado a 14 de Janeiro um novo ministério presidido por António de Serpa Pimentel. Inicia-se um profundo movimento de descontentamento social, implicando directamente a família reinante, vista como demasiado próxima dos interesses britânicos, na decadência nacional patente no ultimato.

Os republicanos capitalizam este descontentamento, iniciando um crescimento e alargamento da sua base social de apoio que levará à implantação da república em 5 de Outubro de 1910.

Alimentando esse ambiente de quase insurreição, a 23 de Março, António José de Almeida, estudante universitário em Coimbra e futuro presidente da república, publica um artigo com o título Bragança, o último, que será considerado calunioso para o rei e o levará à prisão, e a 11 de Abril é posto à venda o Finis Patriae de Guerra Junqueiro ridicularizando a figura do rei. Formalizando a cedência portuguesa, a 20 de Agosto é assinado o Tratado de Londres entre Portugal e a Grã-Bretanha, definindo os limites territoriais de Angola e Moçambique. O tratado foi publicado no Diário do Governo de 30 de Agosto e apresentado ao parlamento na sessão de 30 de Agosto, o que desencadeia novos protestos e nova queda do governo.

Foi neste ambiente conturbado que viveu o Dr. Manuel Penteado.

Bibliografia consultada: História de Portugal de Tomás de Barros
Histórias à Solta nas Ruas de Faro de Dr. Libertário Viegas

Recolha de
João Brito Sousa

DO CORREIO ELECTRÓNICO

Da Maria José Fraqueza recebemos, pelo correio electrónico, a carta e a história que transcrevemos na íntegra:

Querido Costeleta Rogério
É Claro que podes publicar os meus poemas, quando tos enviei a autorização estava dada.

Mas agora vou contar uma história que me apetece, e sabes porquê? É que eu gostava de saber se algum costeleta se lembra duma menina que cantou numa Festa de Finalistas realizada talvez em em 1948/49/50? na velha Escola Industrial onde as oficinas era a um canto do Largo da Sé. A Festa foi no quintal da escola porque o Curso Comercial, embora com algumas aulas naquele local, funcionava na Rua do Arco da Vila. Nessa rua morava uma velhota por alcunha "A Aguardente" e quantas vezes os miúdos traquinas, faziam ouvir-se (enquanto estávamos nas aulas) a gritar ...aguardente, aguardente ...à triste velhota...Coisas das juventude!
A História é esta... A menina que cantava era eu. Os alunos mais velhos descobriram esta pequena artista e então, resolveram convidá-la a actuar na sua Festa de Finalistas. Eu andava no primeiro ano do velho curso comercial e depois no ano a seguir, mudei para o novo curso no velho liceu na Alameda, que começou a funcionar como escola preparatória que tinha o nome de Escola Técnica e Elementar Serpa Pinto - o que após os dois anos, passariam para os cursos comercial ou industrial.Assim, voltando ao assunto da minha primeira actuação artistica com 12/13 anos que foi nessa noite de festa, na velha escola no Largo da Sé, eu nunca tinha cantado a um microfone, mas não me assustei... porque o que eu tinha realmente medo era de cantar o "fado" porque o meu avô me dizia que quem cantava o fado eram "as mulheres da vida" e eu por isso, neguei- me a cantar o fado nessa noite, mas cantei duas canções que a Amália Rodrigues havia levado no seu reportório, pela sua primeira viagem ao Brasil e as canções eram: "A Falsa Baiana" e o "Grão de Arroz" e foram essas duas canções que eu cantei nessa noite linda.
- Quem se lembra?
- Será que ainda existe algum costeleta finalista desse tempo?
O mais engraçado é que eu quis saber o que eram as mulheres da vida e quando na manhã seguinte no combóio apanhei a minha amiga Clarisse Cabrita, fiz-lhe a pergunta: - Clarisse tu sabes o que são as mulheres da vida? E ela que também era ingénua, e por ter ouvido talvez falar que em Olhão existiam algumas casas dessas mulheres, respondeu-me: "Não vás por essas ruas que é a Macaca, a Rosa Valtéria e outra também que eu já esqueci... e eu fiquei na mesma sem saber. Perguntei a uma prima casada o que eram essas mulheres da vida e ela explicou-me... Felizmente, depois cantou-se o fado nos salões e hoje canta-se por todo o lado porque o fado é a nossa canção nacional. Até gostariam que ouvissem uma canção que compus a letra que ganhou o Festival da Canção do Sul - na voz da Sara Gonçalves e tem por título: "O Fado é Portugal" . Peçam ao Vitor Silva - esse artista farense, também costeleta porque ele é detentor desse êxito.
Ai se o meu avô fosse vivo... o que me diria agora?
Por hoje já chega! Saudações costeletas!
Maria José Fraqueza
PS - Quem desejar visitar a minha casa-museu, telefone-me para 289-793286 e lá... eu posso até cantar o fado.
Colocado por Rogério Coelho

sábado, 6 de dezembro de 2008

PARECE - ME QUE JÁ FALEI DISTO?....


A MALTA DA SERRA
DO MEU TEMPO LÁ NA ESCOLA EM FARO.

Ao Romualdo Cavaco.

Viva.

Penso que a malta da serra que vinha estudar para a Escola Comercial e Industrial de Faro no meu tempo, tinha como arma principal uma boa capacidade intelectual e uma grande dose de vontade de chegar ao top.

O Romualdo Cavaco da Cortelha, foi um desses bons alunos que ingressaram na Escola em Faro e foi um grande amigo e companheiro de todos nós.. Não conheço ninguém do meu tempo (entrei em 52 na Escola), que não tenha uma enorme simpatia pelo Romualdo. Porque este “serrenho” era uma simpatia mesmo.

Entrou na Escola em Faro em 51, na altura do meu primo Carlinhos Louro, do Firmino Cabrita das Fontainhas, do Zé Gago de Moncarapacho, do Manel Zé de Paderne, do Zé Barra de Bordeira e de mais uns vinte ou trinta montanheiros que atacaram a Escola nesse ano. Mas o Romualdo é da serra do Caldeirão, e, o seu a seu dono. Montanheiro é montanheiro e homem da serra é homem da serra.
Eram ainda grandes amigos do Romualdo nesse primeiro ano, mas da cidade, o Rabeca, o Gil Vieira, o Amarante. Quem jogava bem à bola nessa turma, 1º ano 1ª Turma, era o Zé da Casa dos Rapazes. Para desenho o melhor era o Alexandre e o melhor aluno era o Manel Zé Guerreiro de Paderne. E já faleceram dessa turma o Zé Santinho, o Lourinho e o Zé Macário, grande jogador de andebol que também foi guarda redes da equipa da turma. Todavia, o melhor guarda redes era o Canseira de Olhão.

No 1º ano 1ª Turma do Curso Geral do Comércio, estava naquela aula do Dr. Uva, quando o Quinta Nova disse ao Prof. que tinha uma dúvida ...
E aquela cena igualmente com o Dr. Uva, quando o Edménio deixou cair a caneta e o Mestre disse:- ó sua besta, apanhe a caneta, e frente marche, esquerda volver, abra a janela, estique a mão... e agora abra a mão....

E esteve naquela turma das cenas do Macedo e do Edménio com o Fonética e a pistola, foi colega dos Fialhos, do Óscar, do Eusébio de Salir (falecido) do Alex, do Zé Contreiras, do Mota Pereira, do Xico Machado (falecido), do “Pato” Donaldo (ficaram célebres aquelas chamadas do Donaldo nas aulas do Dr. Uva, venha cá o Pato e o Pato que não sabia corno lá ia) ....

No BNU em Lisboa trabalhou com o Remendinho, com o Honorato Viegas, com o Zeca Bastos, com o Zé Clérigo e o Alfredo Pedro e mais cem alunos da Escola. Mas o seu grande amigo foi o Jorge Valente dos Santos, o Jorge Barata também colega na Escola.

ROMUALDO CAVACO um grande amigo e um grande homem. Aqui ficam uma s pequenas notas sobre ele... que diz ser serrenho.. do Caldeirão e da Cortelha.

Um grande abraço do
João Brito Sousa

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

NOTÍCIAS DO COSTELETA JOÃO LEAL

João Leal


Eng. António Cavaco Silva, um «costeleta» e pintor de mérito
Foi em 2002, que o Eng. Electrotécnico António Cavaco Silva, realizou a primeira exposição dos trabalhos de pintura, fazendo-o em Lisboa, na sede da Ordem dos Engenheiros.
De então para cá tem vindo a conhecer assinalados êxitos em todas as mostras em que participou ( cinco individuais e duas colectivas), das quais três tiveram como objectivo o apoio a instituições humanitárias. Ainda recentemente o nosso Colega - Artista ofereceu um trabalho da sua autoria, uma aguarela sobre papel intitulada «Declive no terreno», para ser leiloada, com uma base de licitação de 900 euros, a favor da Delegação do Algarve da SPEM (Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla), presidida por outra distinguida costeleta, Maria de Jesus Bispo, no decurso da Gala que se efectuou no Casino de Vilamoura.
Curioso referir que ainda aluno da então Escola Industrial e Comercial de Faro, a actual Tomás Cabreira, este auto-didacta, ganhou em 1960, o prémio pelo trabalho «D. Nuno Álvares Pereira e o Alentejo», no certame organizado pela Escola Industrial e Comercial de Évora e foi, em 1961, premiado no concurso «O Natal visto pelas crianças», organizado pelo «Diário de Notícias».
Conforme foi assinalado sobre a obra artística de António Cavaco Silva «são as memórias dum olhar que estão reflectidas nos seus trabalhos».
Natural de Boliqueime é licenciado em Engenharia Electrotécnica pelo Instituto Superior Técnico e irmão dessa outra referência da nossa escola que é o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.




Mário Zambujal em conferências no Algarve
o costeleta insigne e consagrado escritor e jornalista Mário Zambujal depois da sua intervenção na sessão inaugural das comemorações dos 120 anos da Escola Tomás Cabreira tem realizado diversas conferências em localidade algarvias.
Este nosso estimado Colega, no âmbito do Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares da Biblioteca Municipal de Loulé, esteve recentemente «conversando», à sua singular e cativante maneira, com professores e alunos das Escolas: Secundária de Loulé e EB 2,3 Padre Cabanita, bem como no Clube de Leitura do primeiro destes estabelecimentos da cidade louletana, tal como na Escola Secundária Dra. Laura Ayres, em Quarteira.


João Leal



Colocado por Rogério Coelho

OS 120 ANOS DA ESCOLA TOMÁS CABREIRA


A Brochura "TOMÁS CABREIRA", uma edição da Escola
Autor: Professor Henrique Freitas Vieira

A Mesa de Honra

Henrique Freitas Vieira, Licenciado em História, Professor da Escola Secundária Tomás Cabreira fez, o lançamento da sua "Brochura", "TOMÁS CABREIRA", sobre a vida e obra do insigne algarvio.


O evento foi efectuado no auditório da Escola no dia 4 de Dezembro pelas 21 horas. Este lançamento insere-se nas comemorações dos 120 anos da Escola.


A Mesa de Honra era composta pelo autor Henrique Vieira, pelo Presidente do Conselho Executivo Dr. Domingos Grilo e pelo Costeleta e Jornalista João Leal, representando a Associação dos Antigos Alunos.


Pela Direcção da Associação estava presente na assistência a Vice-Presidente Isabel Coelho,


Depois das palavras de conveniência proferidas pelos 3 membros da Mesa de Honra, o Professor Henrique Vieira assinou autógrafos.


Tomás António da Guarda Cabreira é o "Patrono" da nossa Escola.




(Fotos da mesa de Honra e do livro)




Rogério Coelho

UMA «PEQUENA HISTÓRIA»,


ALAMADA, 2008.12.04


Estive ontem na Fuzeta, no restaurante lado do Pierrot, no largo. Estivemos lá com a malta do Olhanense do meu tempo e outro colegas da Escola


O MATIAS cantou o fado e a malta aplaudiu

ESTAVAM EM OLHÃO, PARRA, MALAIA, ANTÓNIO PAULO
mais os amigos, REINA, MADEIRA E MATIAS

Nós, JÚLIO PILOTO, ZÉ FELIX, ZECA BASTO, BRITO SOUSA
ANTÓNIO BARÃO. MARIO PROENÇA, BARTOLO ,
JOSÉ REIS E ANTÓNIO VIEGAS.


da cultura a escola apesentou


MARIA JOSÉ FRAQUEZA

A QUEM DEDICO ESTA QUADRA


PEDIS-TE


MARIA JOSÉ, pediste-nos tanto... tanto...
Para que fôssemos visitar o teu museu
Desculpa lá ARRANJA LÁ OUTRA ALTURA
que desta vez a oportunidade se perdeu


COM UM ABRAÇO AMIGO do
JOÃO BRITO SOUA

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

APONTAMENTOS











NOTAS SOLTAS.

1- Parabéns e um grande abraço ao JOÃO LEAL que aparece em grande e trouxe simplesmente uma grande dinâmica ao blogue. João, és o maior.. indiscutivelmente...
2- Parabéns ao Raminhos Bispo que não tenho o prazer de conhecer mas quero felicitá-lo pela obra produzida e que disponha deste espaço se achar
que lhe pode ser útil.

3 – Os meus sinceros parabéns aos "COSTELETAS ESCRITORES" , em particular ao
«UM CONTO DE SONHAR A REALIDADE»DE MARIA DE JESUS GUERREIRO BISPO

4 – Mais uma vez parabéns à MARIA JOSÉ FRAQUEZA, poetisa e escritora.

5 – AMANHÃ, vamos À FUZETA almoçar com eles, os costeletas JOÃO MALAIA, MANUEL JOÃO POEIRA, o JOÃO PARRA , o NUNO AGOSTINHO, o VICTOR CARONHO, o ANTÓNIO PAULO mais grandes figuras do desporto de OLHÃO, os amigos MATIAS, REINA, MADEIRA e FONTE SANTA.

NÓS: Os costeletas JÚLIO PILOTO, ZÉ FELIZ, ZECA BASTO, BRITO SOUSA, HUMBERTO GOMES, ANTÓNIO VIEGAS, JOSÉ REIS e MÁRIO PROENÇA.

6 – SONETO

PARA O JOÃO LEAL

Velho João, colega, companheiro e amigo....
Não nos abandones e de vez em quando aparece
Vem-nos visitar e constata o caminho que sigo
E se este espaço que também é teu me merece

Quando tu chegas isto mexe mesmo ... a sério
Essa ideia dos costeletas escritores é bem feliz
Coisas lindas que podias trazer e são mistério
Ainda ....que escrevesses para nós eu sempre quis

E que ajudes estes já velhos mas jovens escritores..
Que acreditam que não serão mais sonhadores....
A tua ajuda João, seria uma boa prenda de NATAL...

E para ti amigo, nestes versos vai a minha amizade
Os valores dos costeletas; a honradez e a saudade
Porque tu mereces tudo isso ó companheiro João Leal.

Texto de
JBS

UMA "COSTELETA" ESCRITORA E POETISA

O ALGARVE HOMENAGEOU A «COSTELETA» MARIA JOSÉ FRAQUEZA



Constituiu expressiva manifestação do muito, merecido e elevado apreço que desfruta nos mais diversos meios algarvios, designadamente os que se prendem com a Cultura e a Comunicação Social, a homenagem que, por iniciativa da ASORGAL (Associação dos Órgãos de Comunicação Social do Algarve, foi prestada na Fuzeta, sua terra natal, à nossa colega, a escritora Maria José Fraqueza.
Foi a mesma presidida pela Dra. Isilda Gomes (Governadora Civil do Distrito de Faro), numa expressão institucio-nalizada do âmbito de todo o Algarve nesta homenagem.
Entre as largas dezenas de participantes viam-se muitos «costeletas», entre os quais o nosso Presidente da Assembleia-geral, Joaquim Teixeira.
No Cinema Topázio decorreu uma sessão solene, onde vários oradores destacaram as, internacionalmente, conhecidas qualidades da homenageada, já que a sua obra literária, constituída por mais de uma dúzia de livros em texto e prosa, se estende a outros países, casos do Brasil e da Itália, onde tem conquistado inúmeros galardões. Seguiu-se pelo Padre Alberto Teixeira (Pároco da Fuzeta) a bênção da «Casa Museu Maria José Fraqueza», que depois foi inaugurada e de que sugerimos seja visitada por todos os colegas, inclusive a organização pela Direcção da Associação de uma visita com um convívio na Fuzeta, alfobre de tantos costeletas.
A homenagem encerrou com um animado almoço de convívio, a que se seguiu um sarau musical com artistas fuzetenses, dirigidos pelo conhecido artista Domingos Caetano, representando a Associação Cultural Fuzetense.
Para a nossa sempre estimada «Zézinha», orgulho da malta da Tomás Cabreira, os nossos parabéns e os votos das maiores felicidades!
João Leal
Colocado por Rogério Coelho

"COSTELETAS ESCRITORES"

«UM CONTO DE SONHAR A REALIDADE»
DE MARIA DE JESUS GUERREIRO BISPO


Com uma regularidade impressionante, como se transcrevesse para o papel as histórias e contos que narra aos netos a nossa prezada colega, a «costeleta» Maria de Jesus Bispo Guerreiro, prossegue a edição periódica dos seus livros infantis. Mais uma ex­colega que no mundo das letras e, neste caso, no específico universo da literatura infantil, marca destacada presença, no panorama nacional. Desta vez trata-se do livro ilustrado «Um conto de sonhar a realidade», que foi apresentado na Loja FNAC, no Algarve Shopping, na Guia (Albufeira).
As nossas felicitações!
João Leal
Colocado por Rogério Coelho

UMA IDEIA DO COSTELETA JOÃO LEAL

João Leal


NA BIBLIOTECA De TOMÁS CABREIRA
UMA ESTANTE DE «AUTORES COSTELETAS»

É, felizmente, de grande índice de produtividade, a permanente edição de livros cujos autores são antigos alunos da Escola Tomás Cabreira, quer tenham uma consonância nacional, como acontece no caso dos consagrados Casimiro de Brito, Mário Zambujal e outros, como numa abrangência de âmbito regional.
Neste Boletim da nossa Associação, um forte elo a concretizar os propósitos de «Vitalidade, Fraternidade, Solidariedade», raro é o número em que não temos o grato ensejo de ler novas obras de autores que partilham connosco este honroso e honrado título de haverem sido «costeletas».
Seja em poesia ou prosa, nas diversas variantes que os géneros comportam, eles identificam a par do valor intelectual e criativo dos seus autores, o facto dos mesmos haverem recebido uma formação académica nesta Escola e a dedicação profissional e competência didáctico - pedagógica dos seus sempre lembrados Professores.
Esta profícua actividade editorial fez-nos ocorrer a ideia de ser criada na Biblioteca da Tomás Cabreira uma secção exclusivamente dedicada a obra de antigos alunos, mediante a oferta dos livros da autoria dos costeletas ou, no caso de omissão, adquiridos pela Direcção da Associação. Depois para não serem apenas peças da Biblioteca a Escola podia promover, no âmbito das aulas da Língua Materna / Português uma semana dedicada a esses mesmos autores.
A ideia aqui fica ....


João Leal


Colocado por Rogério Coelho

NOTÍCIAS DO COSTELETA JOÃO LEAL

«CINQUENTA ANOS DE HISTÓRIA DO FUTEBOL EM FARO»,
UMA OBRA DO COSTELETA RAMINHOS BISPO
Tal como muitos outros seus companheiros do Instituto D. Francisco Gomes (Casa dos Rapazes), Raminhos dos Santos Bispo, frequentou a nossa escola Tomás Cabreira e hoje é, com quase toda a segurança, o mais profícuo investigador algarvio de matéria desportiva e obras publicadas. Há dias apresentou em Faro (Auditório da Casa dos Rapazes), com a presença dos Presidentes dos Municípios de Faro e de Tavira e da Instituição e de vários costeletas, o seu último trabalho «50 anos de história do Iutebol eM Faro - 190o/1950».
Trata-se de um 'profundo trabalho de investigação, com quase duzentas páginas e dezenas de fotografias.
Anteriormente Raminhos Bispo, que é empresário gráfico em Tavira, publicara os livros: «Sporting Clube Olhanense - 90 anos de História» (2 volumes - 2002), «25 anos do Clube de Ciclismo de Tavira - 2004» e «Tavira Desportiva (1880-2006), em 2007 e, em co­autoria com António Coelho de Matos, em 2000, «Foto biografia do Instituto D. Francisco Gomes (Casa dos Rapazes).
João Manjua Leal
Colocado por Rogério Coelho

CONVIDAM-SE TODOS OS COSTELETAS





























CONVITE

Convido V. Exa. para apresentação do meu livro “VOGANDO NO ESPAÇO” – Poemas que se realiza no Salão de Festas no Sport Lisboa e Fuseta , no dia 13 de Dezembro de 2008, sábado, pelas 15h00.
A Autora

CONVITE

APRESENTAÇÃO DO LIVRO

Vogando no Espaço

Poemas de Maria José Fraqueza

Maria José Fraqueza


VAMOS TODOS À FESTA...

Nem só os poetas têm direito à vida, não senhor!...
Todos nós gostamos de sorrir e de sonhar também
Por isso, vamos levar todos à Zezinha uma flor...
E dizer-lhe: obrigado ó poetisa ... pela mensagem

Que nos deixas nesses versos que saem dentro de ti
Tão lindos e tão belos, tão meigos e tão... tão ternos
Que nos trazem a felicidade da vida musicada em si
Nesse som que faz dos teus versos poemas eternos

Que a tua alma receba de nós, estando ou não presentes
O calor humano dos costeletas que nunca estão ausentes
Deixando entrar em si toda a tua poesia; e ainda nos resta...

O perfume duma campanulácea que trazemos escondida
Dentro do nosso coração .para ti, ó grande poetisa da vida
Estaremos todos juntos na luta e vamos todos à tua festa!..

JBS

O IMPORTANTE É VIVER... VIVER...










LA VIE EST BELLE! ....
Este texto é dedicado ao meu primeiro professor de francês, o Dr. Proença, esposo da imensa Professora que foi a Drª Celeste.

Há uma canção francesa que fala da rosa e da sua importância, cujo título é, l´important cést la rose....cantada por Gilbert Bécaud. Esta canção correu o mundo inteiro, certamente por causa da voz poderosa do cantor mas também, penso eu, porque havia uma coisa importante na vida desse homem, a rosa.
Têm que haver coisas importantes na vida das pessoas, para as levar até ao fim com vontade de viver, para as incentivar e lhes dizer que a vida vale a pena, para que surja um sorriso nos corações, para que haja esperança num olhar, para que haja alegria, porque o importante é viver.. viver...
Há cinquenta anos a vida não era assim..
Eu tenho sessenta e cinco anos e nasci naquela zona das hortas um pouco antes da chegada a Faro e, apesar de os meus pais, mãe e padrasto, neste caso, viverem com algum desafogo, havia dificuldades na higiene pessoal de cada um de nós. Havia uma celha onde tomávamos banho aos bocados e sabe-se lá quando. Não havia água canalizada, tínhamos que ir buscar água num carinho de mão à nora da horta do meu avô, os cântaros ás vezes partiam-se, aquilo era o diabo.
Água quente.. nem pensar.
Casas de banho muito poucas e sair de casa para fazer có-có ou urinar era uma chatice, porque coabitavam connosco os bovinos, os muares, cabras e ovelhas, porcos, galinhas, coelhos e mais não sei quê e os detritos dos animais, que eram utilizados como adubo na terra, ficavam por ali á mão e dificultavam-nos a vida
Mas aquilo era malta forte.Não morreu ninguém por causa disso e os que nasceram na década de quarenta, a maior parte deles, ainda foi trabalhar para o estrangeiro, viveram no biddon ville, levantaram a França e a Alemanha dos escombros da Guerra, já voltaram e fizeram a sua vivenda com algum luxo na aldeia.
Foram tempos difíceis, esses, de tal maneira, que, no meu sítio, quando eu tinha dez anos, havia trezentas bicicletas e o automóvel do senhor Joaquim Madeira. Hoje já ninguém anda de bicicleta mas de automóvel.
Estou feliz ó caros amigos porque os tempos mudaram , para melhor, claro e o importante é viver.. viver..
JOÃO BRITO SOUSA

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

PONTO DE ENCONTRO

Para o Mauricio Severo Domingues

Não consigo contactar-te por EMAIL.
Espero que me respondas. Eu recebo as tuas mensagens. Diz-me se recebeste o livro 69 Poemas de Amor do Casimiro de Brito, que te enviei e não acusas a recepção.
Falei com o PAULO EMILIO PINHEIRO, que gostava de contactar contigo. Escreve para:

pauloemiliopinheiro@hotmail.com

Vou dar-lhe o teu MAIL.
Aguardo resposta.
Rogério Coelho

IGREJA DA SÉ; MONUMENTO NACIONAL







NO FIM DA RUA DO MUNICÍPIO..

Chegados ao fim da rua do Município deparamo-nos com o largo da Sé, uma área enorme que conta com a presença da Sé Catedral, do Paço Episcopal, da Câmara e da antiga Escola do Magistério Primário.

A SÉ CATEDRAL

Este monumento histórico de grande interesse para a cidade de Faro, foi construído no século XIV, incendiado e saqueado em 1596, sendo necessário fazer nele grandes obras.

Reza a história que a cidade, o monumento da Sé, nomeadamente, sofreu um incêndio, na sequência da invasão inglesa de 1596, sendo necessário fazer nele grande sobras.

Com a invasão inglesa e depois o incêndio, a cidade ficou desprovida de inúmeras infra-estruturas e os seus habitantes padeciam de fome e peste.

Dessa necessidade surgiu a feira de Santa Maria que veio de algum modo prestar auxílio à população carenciada, incrementando-se ao mesmo tempo as transacções comerciais

As origens da Feira de Santa Iria remontam assim ao ano de 1596 e consta na história, que esta Feira começou no reinado de D. Filipe I.

Inicialmente tratava-se de uma feira “forra e franca”, ou seja, os feirantes estavam isentos de pagar impostos do que vendiam, não se sabendo ao certo quando terminou esta isenção.

A ligação da Feira ao nome de Santa Iria, prende-se com o simples facto da sua primeira realização ter sido marcada para o dia de Santa Iria (20 de Outubro).

Do incêndio em 1596 seguido de saque, apenas ficaram da construção primitiva (sécs. XIII/XIV) o portal principal, a torre que domina a fachada principal e duas capelas do cruzeiro.

0 saque e incêndio, em 1596, tornou necessárias grandes obras, continuadas mais tarde devido aos abalos de terra em 1722 e 1755, no interior de três naves, com colunas de ordem toscana. Capela-mor com valioso retábulo, cadeiral e duas telas italianas. Capelas colaterais do Santíssimo Sacramento, com paredes e retábulo central revestidos a talha e quatro telas do séc. XVIII, e do Santo Lenho, com magnífica talha, um importante conjunto de relicários e o túmulo do bispo fundador (séc. XVIII), que constituem duas das melhores manifestações da talha barroca no Algarve
Entre as capelas laterais, merecem destaque as dedicadas a Nossa Senhora da Conceição e São Domingos, revestidas com azulejos e que mantiveram a estrutura gótica; a capela de Nossa Senhora dos Prazeres, pequena jóia da arte barroca na sua talha, mármores com embutidos, azulejos e pintura; e a capela de Nossa Senhora do Rosário, associada à Confraria que, desde o séc. XVI, agrupava os nativos africanos, com retábulo de talha dourada, painéis de azulejos figurativos do final do séc. XVII e dois curiosos e muito raros lampadários figurando negros (séc. XVIII).

Capela-mor e paredes laterais do templo revestidas com azulejos polícromos de tapete do séc. XVII.. Aparatoso órgão barroco, com pinturas "chinoiserie".
A imaginária e a talha da Sé Catedral constituem um dos mais valiosos conjuntos da arte dos sécs. XVII e X, que esta Feira começou no reinado de D. Filipe I após VIII no Algarve.

João Brito Sousa

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

DIA DA RESTAURAÇÃO




COMEMORAÇÃO DO 1 º DE DEZEMBRO DE 1640


A morte de D. Sebastião, em Alcácer Quibir, sem deixar descendência e outras motivos de natureza vária que não cabem neste pequeno resumo, concorreram para a perda da Independência de Portugal. Sem um sucessor directo, a coroa passou para Filipe II de Espanha.

Este, aquando da tomada de posse, nas cortes de Leiria, em 1580, prometeu zelar pelos interesses do País, respeitando as leis, os usos e os costumes nacionais. Com o passar do tempo, essas promessas foram sendo desrespeitadas, os cidadãos nacionais foram perdendo privilégios e passaram a uma situação de subalternidade em relação a Espanha.

Esta situação leva a que se organize um movimento conspirador para a recuperação da independência, onde estão presentes elementos do clero e da nobreza. A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos introduz-se no Paço da Ribeira, onde reside a Duquesa de Mântua, representante da coroa espanhola, mata o seu secretário Miguel de Vasconcelos e vem à janela proclamar D. João, Duque de Bragança, rei de Portugal.

Termina, assim, 60 anos de domínio espanhol sobre Portugal. A revolução de Lisboa foi recebida com júbilo em todo o País. Restava, agora, defender as fronteiras de Portugal de uma provável retaliação espanhola. Para o efeito, foram mandados alistar todos os homens dos 16 aos 60 anos e fundidas novas peças de artilharia.

NACIONALIDADE

Desapareceu D. Sebastião em Álcácer Quibir
Numa batalha estúpida; sem pés nem cabeça
E sem saber o País o que fazer nem para onde ir
Foi assaltado por Filipe II e a desgraça começa

Nas cortes de Leiria em 1580 o desgraçado Rei..
Falou e disse: o País será por nós respeitado :
Foi tudo feito ao contrário tanto quanto eu sei
Deixando o País esgotado e o povo revoltado

E a 1 de Dezembro de 1640, 40 fidalgos vieram
E limpando o cebo ao Vasconcelos restauraram
A independência nacional e começámos de novo.

Dos 16 aos 60 foram todos chamados p´ra guerra
E com esta dedicação a Pátria assim se encerra
O período mais negro da nossa História diz o povo.

Publicação de
João Brito Sousa

domingo, 30 de novembro de 2008

ANIVERSARIO DE ASSOCIADOS COSTELETAS

Fazem anos em Dezembro


01 - Bertília Maria Rilhó Sousa Rodrigues Pereira. 02 - Esmeralda M.M. Carmo Bolas Soares. 03 - João Sabino Ladeira 04 - Alberto Afonso Cavaco; Olinda Maria Revés Celestino Lino Torres; Rosália da Conceição Correia Fernandes dos Santos; Maria Vitória Ramos Raposinho Rosa da Cunha; Ana Bela Soares de Mendonça da Silva. 05 – Maria do Carmo Santos Cabrita Oliveira 06 - Manuel Martins Felizardo. 08 - José Conceição Mendonça Contreiras; Eduardo Conceição Pires; Maria Amélia C. Sebarrinha D. Fernandes; Francisco Gago Assunção; Rosélia Conceição Correia Fernandes Tomás; Tomé da Conceição Apolo; Manuela Conceição Verissimo Bernardo Cavaco. 09 – Rosa Maria Machado Martins. 10 - Maria de Fátima Ferro da Costa; Olinda Maria Grade da Silva. 11 - Vítor Manuel Gomes Palma. 12 - Ângelo Leal Costa; Valdemiro Pinheiro Bispo. 15 - Maria Filipe Vieira Sousa Guerreiro; Manuel Justino da Conceição Pedro.


PARABÈNS A TODOS



Perquisa de Rogério Coelho

PORQUE HOJE É DOMINGO













CORREIO COSTELETA


1 - FROM WASHINGTON,
Por Diogo Costa Sousa

Amigo joao

Acabei de chegar ...

Já passei os olhos pelos blogs....o meu cordão umbilical até vocês....claro que fiquei surpreendido mas satisfeito com o que vi... mas e' pa' o Maurício ou e' muito mais velho que no's ou então esta enganado no preço das coisas!!!!!...eu nunca conheci preços tão baixos....os que eu conheci eram dez vezes os por ele citados....dez centavos o quilo nas batatas?....seriam quinze tostões a' arroba.....eu nunca conheci preço inferior a doze escudos.....e já' era tão barato que muitas vezes não compensava a apanha.

2 – DO ESTORIL
por Maurício Severo

Caro João.

Outro abraço.Já calculava que não deixavas passar em branco essa minha lembrança , mal alinhavada, de pequenas passagens da vida dummôço, igual a tantos outros dessaminha geração. Tenho saudades desse tempo, embora a vida dos jó-veis não tivesse melhores oportunidades que a dos actuais.

Quantas imagens não perduram ainda na minha memória, factos, figuras e lembranças duma vida vivida na vélhinha cidade de FARO, com bons amigos, alguns dos quais já partiram para outras para-gens.,É bom recordar !. Quem me dera"ter engenho e arte" como pedia Camões às Musas, e que em ti não faltam, para gravar as minhas recordações como tu consegues natua lírica .

Que na tua "fonte", como na de Hipocrene, continue a brotar sempre um critalino lirismo.Mais um apertado abraço doMAURÍCIO S. DOMINGUES

MEU COMENTÁRIO

HOJE É DOMINGO.

E é com especial satisfação que publico estes dois textos de dois costeletas, fiéis ao blogue desde que tiveram conhecimento da sua existência.

Sinto-me orgulhoso por ainda haver dois, porque estes eu tenho a certeza que são verdadeiros representantes de milhares de costeletas que andam por aí mas que não têm tempo de nos mandar uma peripécia apesar do mano ROGER os ter convidado tanta e tanta vez. .

Tenho muito orgulho em ter frequentado a ESCOLA COMERCIAL E INDUSTRIAL DE FARO.

Tenho muito orgulho em ser costeleta ....

MAURÍCIO E DIOGO


Excelentes pessoas e dois grandes cavalheiros....
Que não se conhecem porque a geração é diferente
Mas eles são indiscutivelmente dos primeiros
A mandar crónicas e comentários aqui para a gente

A dez centavos diz o Diogo nunca ter visto tal preço
Mas o Maurício viu e comprou-as até lá na feira
Onde ia com o Pai, no princípio, quase no começo
Mas já lá estava ao pé da igreja a grande alfarrobeira

DIOGO, o costeleta MAURÍCIO não está enganado
E mais velho ... eu diria talvez um pouco mais usado
Mas é um homem que joga forte e vai sempre a jogo...

E podes ter a certeza que quando o conheceres, vais ver
Que a sua personalidade te vai obrigar a reconhecer
Com ele podes constituir a firma MAURICIO E DIOGO.


publicação de
João Brito Sousa

sábado, 29 de novembro de 2008

MÊS DA POESIA



PARA O AMIGO DIOGO COSTA E SOUSA, EM WASHINGTON

QUE É UM DOS FIÉIS DO BLOGUE.









ERAM A DEZ CENTAVOS ...

MAURÍCIO... mas que bela prosa, que bela memória
Que belos tempos esses da feira do Carmo e procissões!.
Mas que encanto essa descrição que vai ficar na História
Tenho a certeza que esse naco ainda vai abanar corações.

O teu texto, meu velho, é a história da nossa cidade....
Que tu e o velho e grande amigo Diogo Tarreta calcorrearam
Foram vocês dois ainda jovens que inventaram a amizade
E são os dois que como homens mais me impressionaram

No vossso imaginário a feira e as procissões ainda existem
E as saudades que têm dentro de cada um ainda persistem
E pensam que as ruas estão cheias de flores rosa e cravos

Da cidade onde tantas, tantas tardes e noites se passearam
E imaginem que as coisas estão todas aí e não se alteraram
É tudo barato ... cenouras, couves e cebolas a dez centavos


Publicação de
João BRITO SOUSA

UM COMENTÁRIO TRANSFORMADO EM POST

(era daqui, destas hortas, que as cebolas iamm para a feira)


A FEIRA DO CARMO
por MAURÍCIO SEVERO

Recordo-me perfeitamente dessafeira onde ia com o meu pai comprar alguns produtos hortícolas.
Era conhecida do povo como a "Feiradas Cebolas," tal a quantidade de cebolas que eram postas à venda.
A batata também aparecia em grande quantidade. Ainda me lembro dos preços (cebolas a 15 e 20 centavos e a batata a 10 centavos o quilo. Durante muitos anos houve uma renhida disputa entre a Igreja do Carmo e a Câmara Municipal , o que deu motivo ao não calcetamento do Terreiro da Feira. O Largo do Carmo e todo o espaço que envolvia a igreja era de terra batida,onde os feirantes vendiam os seus produtos, e creio que era a Confraria que explorava e recebia as rendas.

Julgo que todo o terreiro era propriedade da Igreja, desde há séculos, mas actualmente desconheço como foi resolvida a questão.

O que é certo é que o terreno não era tratado pela Câmara por se considerar propriedade da Igreja. Já grande parte da cidade estava calcetada a alcatroada e o Largo do Carmo e zonas adjacentes continuavam de terra batida.Se a memória não me atraiçoa lembro-me de existir dentro da igreja uma "capela de ossos", que penso ainda existir. Participei quando tinha de 10 a 15 anos nas pro-cissões do Carmo, vestindo uma opa branca e na mão uma vara redonda de madeira. Não sei se a procissão ainda se realiza. Na Semana Santa toda a cidade ia ver as procissões.

A rapaziada não faltava à que se realizava à noite , a do "Senhor Morto", porque era muito concorrida por môças namoradeiras.

É tudo por hoje.
Um abraço do Maurício

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

MÊS DA POESIA




O ZEZINHO BEIRÃO DO FRANKLIN

Que belo trabalho ó grande Mestre... ó Virtuoso!...
Que grande jeito tinhas para os poemas ó rapaz ...
Do teu lápis, saía poema se algum assunto jeitoso ...
Te despertasse a alma; surgia poema belo e capaz .

Merecedor de declamação em casa ou na rua
Porque a tua poesia tem a harmonia dos amantes
E os poetas escrevem e declamam toda a obra sua
Onde for preciso e depois já nada é como dantes....

O poema ao Zezinho Beirão ... só tu o podias fazer
Porque foste professor mas aluno também podias ser
Das aulas da vida que o ZEZINHO conhecia bem

E depois da aula do Professor Zezinho terminada
Estava tudo dito; para aprender não havia mais nada
E essa vida do ZEZINHO que bela poesia contem


publicação de
João Brito Sousa

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

MÊS DE POESIA


Neste mês de poesia, tomo a liberdade de colocar no nosso blogue este trabalho do saudoso Franklin Marques. Tenho a certeza que todos os Farenses, e não só, se lembrarão do Zezinho Beirão mas, poucos conhecerão esta obra do nosso Franklin.
Colocado por Rogério Coelho
(Esta obra foi-me oferecida pelo autor)


Traz peixe fresco da praça.
E uns copos de cachaça...)
Rua fora, molengão.
Muito senhor dos seus actos,
Atrás de si... vinte gatos:
- Eis o Zezinho Beirão!
Pára aqui, pára acolá,
E a freguesia lá está
Sempre com grande atenção ..
Pois, se interrompe a viagem
E faz 'ma curta paragem,
Vai haver distribuição.
"Toma lá tu, desgraçado,
E também tu, ó malhado,
Que eu sei que não és mau ...
Olha, o Zezinho não come,
Mas não quere que passes fome.
Aí vai um carapau... "

E era assim, dia após dia.
Seguido da gataria,
Nunca ninguém entendeu
Como é que o bom do Zezinho
Tinha dinheiro p'ró vinho
Se peixe nunca vendeu...
À tarde, tudo mudava.
Pelas ruas passeava
Seus quatro cães protegidos,
Já que os havia adoptado,
E, até mesmo, baptizado
Com nomes por si escolhidos.
O mais velho e habilidoso
Era o Pepe. E era curioso
Ver como ele obedecia
Com rara fidelidade
A qualquer habilidade
Que o Zezinho lhe exigia.

Era sempre apetecida
A Costumada partida
Que o Zezinho, esse "demónio",
Fazia a quem se apinhava
Na roda que se formava
Na Rua de Santo António,
Apoiado nas traseiras,
Erguidas as dianteiras,
O Pepito ia indicar,
A uma ordem do Zé
Quem estava ali ao pé
E era "peixinho do mar"...
Havia troças, ruído.
Corava o pobre escolhido.
P'las ruas se escapulia...
Soavam as gargalhadas,
A bandeiras despregadas
A malta da roda ria.

Depois, tudo dispersava
Porque um polícia chegava
E o Zezinho, num momento,
Ali mesmo era intimado
A "andar" p 'ra outro lado
P'rá acabar o ajuntamento.
Rom-Rom, Neru e Mirita
(Dois cães e uma cadelita)
Era o resto da matilha
Com que o Zezinho Beirão,
Em tardes quentes de Verão,
Tomava banhos na Ilha.

******
Zezinho quanta saudade
Deixaste nesta cidade,
Neste recanto do Mundo!..
Quem não riu com tuas "partes",
Não conheceu tuas "artes"
Meu filósofo vagabundo?!

Lembrar tuas peripécias,
Recordar tuas facécias,
Teus ditos cheios de graça,
É trabalho que merecia
Que alguém fizesse algum dia
Para a geração que passa!
Quem nesse tempo viveu,
Por certo inda não esqueceu
Seus óculos, modelo raro,
Modelo simplificado
Em que havia dispensado
As lentes. Só tinha aro...
Foi falada aquela vez
Em que ao ver um inglês
De calções a passear,
O Zezinho o imitou
E em cuecas ficou
No Jadim Manuel Bivar.



Depois, quando interpelado
E a vestir-se obrigado
P'lo polícia que surgiu
Na sua lógica fria
Ao agente respondia:
- "Ele também se despiu..."

Era, de resto, a Policia
Em quem a sua malícia
Mais se assestava, brejeira,
Pois, quando vinha com a "torta"
Ia cantar-lhes à porta
Esta canção brasileira:

"Daqui nâo saio
Daqui ninguém me tira... "

Só dois versos respeitados.
Os outros... Improvisados,
Quase sempre, a rematar,
Cantava num tom baixinho:
"Não levem p'rá i o Zezinho
Que o Zezinho não quere entrar"

Mas, eis que chegou o dia
Em que na sua alegria
Foi posto um ponto final.
Qual pardal engaiolado,
Zezinho viu-se internado
No Albergue Distrital.

Bem protestou. Mas, em vão...
À sua própria razão
Se impôs a da sociedade.
Pensou: "Um filho da rua,
Dono do Sol e da Lua,
Privado de liberdade?"

*****
E um comboio que então passou
O Zezinho libertou ...


Franklin Marques

FARO A CIDADE DOS COSTELETAS

(interior da Igreja do Carmo)


O LARGO DO CARMO.
por João Brito Sousa

Quem vem do Posto da Polícia de Trânsito para o Mercado, passa pelo Refúgio Aboim Ascensão que fica à esquerda e logo a seguir vem o Largo do Carmo à direita, ficando situado em frente à Recauchutagem Leopoldo.

O Largo do Carmo tem coisas que são de sua exclusiva propriedade, coisas únicas, que são só dele, como por exemplo, a alfarrobeira toda viçosa que está ao pé da Igreja. O Largo teve há alguns anos um clube de futebol, chamado FAMILIA TRAPP, que atingiu alguma notoriedade em jogos não federados onde a figura principal era o Capitolino, um razoável jogador de futebol que alinhava no meio campo.

O Largo tem a estação dos Correios, tem a Igreja do Carmo carregada de História, um monumento de visita obrigatória e tem a Escola Primária onde eu fiz o meu estágio com o Professor Amável.

Este Professor, nesse tempo já estava um pouco velhote mas, foi, sem tirar nem por, uma grande figura cultural da cidade. E a cidade não pode perder de vista aqueles que foram grandes. Além destes situações naturais havia a feira anual em Junho onde o pessoal do campo iam vender as primeiras melancias da colheita do ano. O forte da feira era à noite, onde se vendiam produtos hortícolas e havia toda a espécie de diversão que normalmente existe nas feiras.

Há muitas ruas que vêm desembocar no Largo do Carmo. São as ruas que vem da Cadeia, do Largo de São Sebastião, do Largo de S. Pedro e da rua que nos leva até `a estrada que vai para São Brás de Alportel, cujo percurso se fazia através da frota da camionagem Santos.

Hoje o Largo sofreu algumas melhorias e, se houver feira ainda, ela já foi, pois realizava-se no mês de JUNHO que já passou.

Amanhã é dia de ir à Fuzeta, ao Pierrot, estão lá o Manuel Poeira, o João Malaia, o Victor Caronho, Matias, Madeirinha, Reina, João Parra, António Paulo, Fonte Santa e falta um...

Qualquer dia vou também, com o Júlio Piloto, Zé Felix, Zeca Basto e Honorato Viegas.


Texto de
João Brito Sousa

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

MÊS DA POESIA/ RECONHECIMENTO


A TODOS OS ALUNOS


Que elevaram bem alto
o nome da Escola

Aos que emigraram a salto

Aos que jogaram à bola
e se safaram

a todos eu quero
mandar um abraço de amigo

E um especial

para o MAURÍCIO SEVERO.

Publicação de
João Brito Sousa

MÊS DA POESIA







COM OS MEUS SINCEROS VOTOS DE PARABENS À

MARIA JOSÉ FRAQUEZA

PELO LANÇAMENTO DO SEU NOVO LIVRO



"Vogando no Espaço"


DEDICO-LHE ESTE SONETO E PEÇO-LHE LICENÇA PARA


USAR O TÍTULO, SOLICITANDO-LHE QUE VOGUE


COMIGO EM DIRECÇÃO À MEMÓRIA DO FRANKLIN ...


“VOGANDO NO ESPAÇO”


Se pudesse vogar... ia, até aí onde estás ...
Fazer-te companhia, estar contigo... ver-te!...
Ia e vinha tantas as vezes que fosse capaz
Porque a minha vontade era convencer-te ...

A voltares até nós e contar-nos uma história
Que me alegrasse a mim e aos outros irmãos ...
Isso seria, se acontecesse, uma grande vitória
Mas amigo, isso não está nas minhas mãos...

Mas por agora é assim....veremos outra altura
Se não puder ir agora a dor na minha alma perdura
Não queria... mas tu foste... que desembaraço!...

Por isso amigo e meu velho poeta consagrado ...
Foste embora e deixaste-me bem “charengado”...
Mas um dia vou buscar-te vogando no espaço...

JBS

terça-feira, 25 de novembro de 2008

MÊS DE POESIA...

Maria José Fraqueza


A Costeleta Maria José Fraqueza fará a apresentação do seu novo livro

"Vogando no Espaço"

no dia 13 de Dezembro próximo

O evento será efectuado no salão do Sport Lisboa e Fuseta pelas 15 horas
No decorrer do
Concurso Internacional de Quadras Natalícias
Os interessados no livro, que não possam estar presentes, poderão ecomendar pela importância de 10 € para



apresentamos um poema deste novo livro


VOGANDO NO ESPAÇO

Percorri o pátio das crianças
Flutuei sobre astros de luz
Como pássaro de asas aladas…
Como cavalo à rédea solta
Vagueei!...
Vagueei sem me encontrar
Olhei o Lago da Memória
As nuvens aclararam…
Dissipou-se o nevoeiro…
Vagueei ao vento….
Voguei nas marés…
Envelheci!...
As ondas me levaram
Adornei-me sobre véus de espuma
Dissipou-se a bruma…
Já não vejo castelos edificados
Ao Luar de Prata
Renasci nas muralhas do silêncio
Voltei à Vida!
Ouvi a serenata
Vogando no espaço…



Colocado por Rogério Coelho