quinta-feira, 12 de maio de 2016

METEORITOS


Mais “bolas de fogo” 

podem cruzar os céus do Algarve


Quatro meteoritos cruzaram os céus da região algarvia nas últimas semanas. O primeiro passou em meados de fevereiro e foi testemunhado por mais pessoas, já que o fenómeno aconteceu pouco depois das 19h30. O último, na passada semana e durante a madrugada, atingiu a superfície terrestre na província espanhola de Córdoba. Mas podem vir aí mais
Desde meados de fevereiro, os céus da região algarvia, especialmente a sotavento, e do sul da Península Ibérica foram iluminados quatro vezes por aquilo que testemunhas oculares relataram como sendo “grandes bolas de fogo”. Os especialistas explicam que, nas quatro situações, eram meteoritos que se precipitaram sobre a Terra e que o efeito luminoso aconteceu quando estes se desintegraram ao penetrar na atmosfera.
Porém, o último destes, visível no final na passada semana, chegou mesmo a atingir a superfície terrestre. Deverá ter caído, repartido em pedaços que totalizaram “cerca de um quilo de peso”, na zona de Córdoba, no sul de Espanha, por volta das 02h30 da madrugada.
Mas porquê tantos meteoritos em tão pouco tempo?…
IN JA

quarta-feira, 11 de maio de 2016

INFORMANCO


JORNAL  "o Costeleta" nº 127

Em reunião de Direcção hoje, de tarde, realizada na sede, foi o "Jornal" dobrado e metido nos respectivos envelopes. Amanhã será expedido nos CTT para todos os Associados..

segunda-feira, 9 de maio de 2016

CRÓNICA DE FARO:



Vivência literária Algarve/Açores


Opinião de João Leal


Durante dois dias consecutivos a capital sulina viveu uma verdadeira ponte de referência de escritores e poetas das duas regiões atlânticas, o Algarve (aguardando-se, só Deus sabe até quando a concretização deste ensejo milenar) e os Açores (na plena vivência deste modelo que a democratização de Portugal criada pelo Movimento dos Cravos tornou realidade, tal como a Madeira).
Primeiro aconteceu no Auditório da Biblioteca Municipal António Ramos Rosa, em Faro, com a instituída reunião mensal do Clube de Leitura desta instituição cultural, que há dez anos tem vindo a manter, com uma dinâmica admirável e ao desconhecimento da grande maioria dos farenses, uma atividade digna de todo o apreço. De destacar, porque de toda a justiça o é, a presença da drª Sandra Martins (diretora da referida biblioteca) e de Ruben Santos, o devotado presidente da casa dos Açores no Algarve, parceira nesta ação e cujo envolvimento na aproximação, em múltiplas áreas, entre as duas regiões, merece todo o respeito e admiração. E foi no “Dia Mundial da Poesia” que se ouviram a leitura e valiosos depoimentos sobre obreiros na poética e na prosa nascidos nesse rosário encravado em pleno Atlântico.

Antero de Quental, Vitorino Nemésio, Natália Correia, José da Silva Peixoto, Vitorino Nemésio, Rui Peixoto, Eduíno de Jesus, João de Melo, Margarida Bruno, Emanuel Félix, Armando Couto Rodrigues e muitos outros ali estiveram na beleza dos seus poemas e escritos, revelando não só a valia das suas obras como o peso da literatura açoriana no contexto da criatividade aquém e além Portugal. Sentiram-se, de maneira expressiva, na voz dos membros do Clube de Leitura da Biblioteca Municipal António Ramos Rosa, um colectivo que, como muitos outros existentes em Faro, passa à margem dos cerca de 50 mil aqui residentes.
Mas esta ponte Algarve/Açores, erguida em dois dias consecutivos, teve continuidade com uma sessão na sede da instituição açoriana (uma verdadeira universidade aberta, sénior e livre), que procura de forma empenhada, como o frisou o presidente Ruben Santos, “atingir e ter a participação dos amigos algarvios como comunidade envolvente…”). Foi a mesma dedicada ao veterano (85 magníficos anos com a força jovem dos vinte…) escritor, jornalista, escultor, pintor e tanto mais para referir que seria exaustivo o fazer, Henrique Dentinho. No centro a apresentação do seu primeiro livro (fazê-lo nesta fase da vida é obra!) “Misturas Intemporais”, dissecado por esse artista pleno e a dizer como poucos o sabem fazer, que é o Joaquim Eduardo Gonçalves Teixeira.
Joaquim Teixeira, que teve também a colaboração da filha do autor, Patrícia Dentinho, no dizer de vários poemas, destacou que “o título da obra coincide com o autor, fruto do inconformismo e frontalidade que são peculiares deste “homem do mundo” que, nascido e vivendo em Faro, tem fortes raízes em Olhão, havendo feito o curso superior da Escola Superior de Agricultura de Santarém e vivido em Angola, Moçambique, Brasil, França e no Alentejo.
Certo, plenamente certo é que Henrique Dentinho ficou constituindo também um dos fortes pilares desta vivência literária entre os Açores e o Algarve.
João Leal

sábado, 7 de maio de 2016

CRÓNICA DA MARIA


ESCREVENDO E CONVIVENDO

Esta “Maria Costeleta” anda afastada destas lides da escrita vai para algum tempo, mais tempo do que provavelmente devia… Não porque ache que tenha especial jeito para isto, mas porque lhe faz falta. Faz tanta ou mais falta que o desporto, faz tanta ou mais falta que o deitar de consciência tranquila, faz tanta ou mais falta que o sentido de dever cumprido. Mas como é óbvio não está aqui para escrever sobre a falta ou não que a escrita lhe faz, porque se assim fosse o título do texto seria “Sou uma Parva por não fazer algo que me faz bem”. (já agora dizer ou colocar no texto promessas de ano novo vou incluir a promessa que todos os títulos dos meus textos não irão incluir a palavra “parva”… parece-me que faz sentido)
Indo ao que interessa…. Pronto era só isto que queria dizer…Estou a brincar, só não queria mesmo perder a oportunidade de referir isto antes que a maré boa acabe. E “isto” foi o almoço de aniversário na nossa Escola. Tudo bem, tudo bom. Os meus cumprimentos à Isabel se foi ela que escolheu o Patrono. Gostei de lhe ver a lágrima de comoção quando falou. És o maior José de Brito.
Mas meus caríssimos e ilustres inúmeros seguidores Costeletas essa lista não acabou… vá, não comecem já com os típicos ohhhh, era pior se a única mulher que aqui vai escrevendo de vez em quando ou o walking dead tivessem fim à vista!
A lista não acabou porquê? perguntam-se os ainda seguidores que continuam a ler isto... ora não acabou porque já não faz sentido, porque a única coisa que eu realmente queria este ano, ninguém pudesse faltar. Eu queria era mais oportunidade, em maior número na lista para abraçar e conviver, esquecer os momentos de mau feitio, para tirar aquela fotografia que devia ter tirado e nunca tirei para, nem que fosse olhar em silêncio e não dizer nada… E ter o prazer de dançar com alguém ou algum…, neste Grande almoço Convívio Dançante.
Portanto tudo isto me fez repensar e escrever.

Para terminar queria sugerir que um momento de convívio juntos vale mais que qualquer prenda! Se me quiserem pagar o almoço eu aceito, portanto apareçam no Golf Hotel de Vilamoura que o menu costuma ser bom e o “pé de dança” uma maravilha!
COSTELETAS! Inscrevam-se, a Presidente Isabel Coelho espera o vosso telefonema.
E eu espero vê-los a todos.

Maria Costeleta

CONVÍVIO ANUAL COSTELETA


COSTELETAS

O GRANDE ALMOÇO ESTÁ MARCADO
PARA O PRÓXIMO DIA

11 DE JUNHO

NO HOTEL D. PEDRO GOLF
EM VILAMOURA

FAZ A TUA INSCRIÇÃO PELO TELEMÓVEL

Isabel Coelho: 919029068
ou pelo mail
aaaetcabreira@gmail.com


O NOVO LINCE IBÉRICO

É o primeiro nascimento de lince-ibérico, na natureza, registado nas últimas décadas. O filhote foi fotografado no Parque Natural do Vale do Guadiana, ao lado da sua progenitora, Jacarandá, a primeira fêmea a ser solta em Portugal no dia 16 de Dezembro de 2014.

O Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas considera este acontecimento como "um marco na conservação do lince-ibérico uma vez que é a primeira reprodução em ambiente natural com êxito comprovado em território nacional desde há décadas". ~

IN NOTÍCIAS DO ALGARVE.

terça-feira, 3 de maio de 2016

HISTORIANDO


O CONTO DO VIGÁRIO

Vivia há já não poucos anos, algures, num concelho do Ribatejo, um pequeno lavrador, e negociante de gado, chamado Manuel Peres Vigário. Da sua qualidade, como diriam os psicólogos práticos, falará o bastante a circunstância que dá princípio a esta narrativa. Chegou uma vez ao pé dele certo fabricante ilegal de notas falsas, e disse-lhe: «Sr. Vigário, tenho aqui umas notazinhas de cem mil réis que me falta passar. O senhor quer? Largo-lhas por vinte mil réis cada uma.» «Deixa ver», disse o Vigário; e depois, reparando logo que eram imperfeitíssimas, rejeitou-as: «Para que quero eu isso?», disse; «isso nem a cegos se passa.» O outro, porém, insistiu; Vigário cedeu um pouco regateando; por fim fez-se negócio de vinte notas, a dez mil réis cada uma. Sucedeu que dali a dias tinha o Vigário que pagar a uns irmãos negociantes de gado como ele a diferença de uma conta, no valor certo de um conto de réis. No primeiro dia da feira, em a qual se deveria efectuar o pagamento, estavam os dois irmãos jantando numa taberna escura da localidade, quando surgiu pela porta, cambaleando de bêbado, o Manuel Peres Vigário. Sentou-se à mesa deles, e pediu vinho. Daí a um tempo, depois de vária conversa, pouco inteligível da sua parte, lembrou que tinha que pagar-lhes. E, puxando da carteira, perguntou se, se importavam de receber tudo em notas de cinquenta mil réis. Eles disseram que não, e, como a carteira nesse momento se entreabrisse, o mais vigilante dos dois chamou, com um olhar rápido, a atenção do irmão para as notas, que se via que eram de cem. Houve então a troca de outro olhar. O Manuel Peres, com lentidão, contou tremulamente vinte notas, que entregou. Um dos irmãos guardou-as logo, tendo-as visto contar, nem se perdeu em olhar mais para elas. O vigário continuou a conversa, e, várias vezes, pediu e bebeu mais vinho. Depois, por natural efeito da bebedeira progressiva, disse que queria ter um recibo. Não era uso, mas nenhum dos irmãos fez questão. Ditava ele o recibo, disse, pois queria as coisas todas certas. E ditou o recibo – um recibo de bêbedo, redundante e absurdo: de como em tal dia, a tais horas, na taberna de fulano, e «estando nós a jantar (e por ali fora com toda a prolixidade frouxa do bêbedo...), tinham eles recebido de Manuel Peres Vigário, do lugar de qualquer coisa, em pagamento de não sei quê, a quantia de um conto de réis em notas de cinquenta mil réis. O recibo foi datado, foi selado, foi assinado. O Vigário meteu-o na carteira, demorou-se mais um pouco, bebeu ainda mais vinho, e daí a um tempo foi-se embora. Quando, no próprio dia ou no outro, houve ocasião de se trocar a primeira nota, o que ia a recebê- la devolveu-a logo, por escarradamente falsa, e o mesmo fez à segunda e à terceira... E os irmãos, olhando então verdadeiramente para as notas, viram que nem a cegos se poderiam passar. Queixaram-se à polícia, e foi chamado o Manuel Peres, que, ouvindo atónito o caso, ergueu as mãos ao céu em graças da bebedeira providencial que o havia colhido no dia do pagamento. Sem isso, disse, talvez, embora inocente, estivesse perdido. Se não fosse ela, explicou, nem pediria recibo, nem com certeza o pediria como aquele que tinha, e apresentou, assinado pelos dois irmãos, e que provava bem que tinha feito o pagamento em notas de cinquenta mil réis. «E se eu tivesse pago em notas de cem», rematou o Vigário «nem eu estava tão bêbedo que pagasse vinte, como estes senhores dizem que têm, nem muito menos eles, que são homens honrados, mas receberiam.» E, como era de justiça foi mandado em paz. O caso, porém, não pôde ficar secreto; pouco a pouco se espalhou. E a história do «conto de réis do Manuel Vigário» passou, abreviada, para a imortalidade quotidiana, esquecida já da sua origem. Os imperfeitíssimos imitadores, pessoais como políticos, do mestre ribatejano nunca chegaram, que eu saiba, a qualquer simulacro digno do estratagema exemplar. Por isso é com ternura que relembro o feito deste grande português, e me figuro, em devaneio, que, se há um céu para os hábeis, como constou que o havia para os bons, ali lhe não deve ter faltado o acolhimento dos próprios grandes mestres da Realidade – nem um leve brilho de olhos de Macchiavelli ou Guicciardini, nem um sorriso momentâneo de George Savile, Marquês de Halifax. . Contado por Fernando Pessoa. . (publicado pela primeira vez no diário Sol, Lisboa, ano I, nº 1, de 30/10/1926, com o título de «Um Grande Português». Foi publicado depois no Notícias Ilustrado, 2ª série, Lisboa, 18/08/1929, com o título de «A Origem do Conto do Vigário».

Uma história contada por
Fernando Pessoa

Um arranjo de
Roger

segunda-feira, 2 de maio de 2016

CRÓNICA DE FARO



"O MUNDO É O NOSSO CAMPUS"

Opinião de João Leal

A fase direta, elucidativa e de uma evidência real e autêntica é do professor Dr. António Branco, magnífico reitor da UAlg (Universidade do Algarve), inserta na capa da revista UAlgZine, órgão mensal daquela prestigiada instituição académica que tantos esforços para a sua concretização, durante décadas, arrancou das gentes algarvias. Reafirma aquele mestre que o estabelecimento de ensino superior é “um porto seguro e desafiante para todos os cidadãos do Mundo” isto a propósito do crescente número de estudantes estrangeiros que aqui vêm para alcançarem as suas licenciaturas, mestrados e doutoramentos, havendo ultrapassado desde o ano letivo de 2009/10 as suas congéneres portuguesas (exceto com uma diferença mínima em 2012/13). Nos últimos dez anos mais de 5 mil alunos (mais de 10% dos estudantes) são estrangeiros, vindos de uma centena de países, alguns tão distantes, geográfica e institucionalmente, como por exemplo Sri Lanka, Trinidad e Tobago, Nepal, Bangladesh, Mongólia ou Taiwan.
Honra o Algarve, também, a circunstância de a sua Universidade, ter sido, desde 2004, “líder e pioneira em Portugal na coordenação de Programas Erasmus Mundus (Comissão Europeia) e o seu reitor estabelece o espírito deste século XXI ali existente com o que rodeou a criação, no século XV, da Escola de Sagres, “como um espaço de desenvolvimento da tolerância e do são convívio multicultural e multireligioso que tanta falta fazem à Europa hoje”.
Das muitas entrevistas que a UAlgZine, com uma tiragem de trinta mil exemplares, todas revelam a excelência da terra algarvia (hospitalidade, ambiente, gastronomia, etc), a capital sulina merece as mais entusiásticas referências. Ao acaso transcrevemos o que aponta Marina do Carmo Alves, que veio de Brasília, para obter a sua licenciatura em arquitetura paisagística e que adora viver em Faro “…é uma cidade pequena, mas que tem tudo o que é preciso, além disso as pessoas estão sempre dispostas a ajudar. Sempre que passeio pela cidade, lembro-me das cidades pequenas e históricas de Minas Gerais”.
Encerro esta crónica com os votos de verdadeiro e assumido futuro expressas pelo prof. Dr. António Branco: “É este o espírito que nos anima a abrir as nossas portas a todos os cidadãos estrangeiros que, em percursos de curta ou longa duração, queiram estudar ou investigar connosco: prosseguimos convicta e persistentemente o combate por uma cidadania comprometida com as mudanças sociais, económicas e culturais que se exigem à Europa do século XXI… fazendo da própria Universidade do Algarve, um porto de abrigo seguro e desafiante para todos, nacionais e estrangeiros, finalmente despidos do que artificialmente os separa para melhor proveito do que os une”.
João Leal

INFORMANDO


O próximo Jornal "o Costeleta", nº 127, está pronto.
Já foi entregue para impressão.
Estamos a imprimir os respectivos envelopes para enviar o Jornal a todos os Associados Costeletas.

Aguardem.

Data: Faro, 02-05-2016

De: Elos Clube de Faro - Associação Cultural
    "Em defesa da Língua e Cultura Portuguesas"


ACTIVIDADES DO ELOS CLUBE DE FARO PARA O MÊS DE MAIO
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O Elos Clube de Faro tem o prazer de convidar os companheiros e
amigos para as suas actividades agendadas para o mês de Maio:


- De 02 a 14 de Maio - "Os Maios" - Exposição de Maria José Fraqueza, na
Biblioteca Municipal de Faro.
Mais uma parceria do Elos Clube de Faro com a Biblioteca Municipal.

Sinopse da exposição:

Vêm de longe, de muito longe. Dos tempos mágicos e fantásticos em que o
homem, pouco senhor dos infortúnios da vida, dominado pela natureza e
com a pureza de quem desconhece, celebra a chegada da Primavera, num misto de
festa pagã e religiosa.

As "Maias" eram meninas donzelas que protagonizavam um ritual de fecundidade.
Adornavam-se com as suas mais belas vestes (de branco) e com grinaldas de
flores na cabeça e sentavam-se na soleira das portas ou nas açoteias.
À sua frente os rapazes dançavam e elas não podiam falar.

Hoje, as donzelas cederam o lugar às bonecas - "Maios" e acrescentaram-lhes
a sátira. Perspicaz e inteligente, a crítica social deixa transparecer o
inconformismo face a desigualdades ou comportamentos que merecem a bem
humorada crítica inspirada nas vicissitudes do dia-a-dia, as disputas de
vizinhança, situações caricatas, servindo-se muitas vezes de figuras-tipo
que facilmente são identificadas.

Cumprir a tradição é um objectivo sempre presente na cultura portuguesa.
Com ela se faz cultura e dela se aprende a cultura. A verdadeira
riqueza de um povo mede-se por contributos como este. Pela forma como os
preserva e os divulga.

Somos aquilo que fomos e só seremos aquilo que formos.


- Dia 11 de Maio, pelas 17,30h , na Biblioteca Municipal - "Quando a
poesia acontece" sob o tema:

"Quem quer pouco, tem tudo; quem quer nada É livre;
quem não tem, e não deseja, Homem, é igual aos deuses"
- Ricardo Reis

*Poesia embalada pela música de Rosinda e Luciano Vargues

Espero por vòs.

Cordiais saudações elistas.

Dina Lapa de Campos
Presidente da Direcção do Elos Clube de Faro


sexta-feira, 29 de abril de 2016

ANIVERSÁRIO


PARABÉNS A VOCÊ...

MAIO                                            

01 -  Maria Madalena Mendes Maia Ferreira; António Filipe Vairinhos da Silva; Maria Filipa de Brito Mariano Rodrigues Domingues. 02 - Júlio Bento Piloto; Eduardo José Pa­checo Mendonça; Maria dos Remédios Basílio Mendes; Maria Teresa Guerreiro Gomes Rodrigues. 03 - José Augusto Piloto. 04 - António Joaquim Martins Molarinho. 05 - Máximo Cabrita Oliveira; Jorge As­censão Mendonça Arrais.06 - Miguel Damasceno Jesus de Brito 07 – Laura Correia Almeida Teixeira; Joaquim José Costa; José Coelho Jerónimo. 08 - Manuel Miguel Bordeira Casinha; Maria José Viegas Conceição Fraqueza. 9 - Maria do Carmo Vítor da Silva Gabadinho. 10 - Maria João Sousa Quintas; Vitaline Maria Estêvão Ferreira. 11 - Fernanda Maria Mendes Maia Cruz; Luisa Maria Correia Martins. 12 - Walton Coelho Contreiras. 14 – Prof. Américo José Nu­nes Costa; Rogério Sebastião Correia Neto; Maria Gertrudes da Assunção Gaspar. 16 - João Simão Jesus Sebastiana; João Nuno Correia Arroja Neves; Luís Filipe da Cruz Quinta Gomes. 17 - Olga Maria Albino Oliveira Caronho. 18 - Víctor Venâncio Conceição Jesus; Noémia Maria Jacinto Fragata; Casimiro Afonso. 19 -José Francisco de Jesus Gabadinho; Reinaldo Santana Viegas; Bertino Sequeira Nunes. 20 - Joaquim António Ramalho. 21 - António José Santos Pereira. 22 - Belmiro Afonso Soares. 23 - Maria Elsa Santos Palmeirinha. 25 - Maria Ana Marcos Ramos Cunha; Madalena Gregório Jorge Guerreiro; Romana Maria Dores Grelha Melo. 26 - Maria Marta Viegas Mendonça Saias; José Cândido. 27 – Manuel Assis Guerreiro Ferro 28 - Fernando Germano Faleiro Drago; José Paulo Inácio Quintino.  31 - José António Oliveira;  Romualdo Cavaco.




ESTÁ CONFIRMADO

O GRANDE ALMOÇO ANUAL COSTELETA

DIA 11 DE JUNHO
NO
FÓRUM DO HOTEL D. PEDRO
VILA-MOURA
Almoço Convívio Costeleta Dançante
Orquestra Vitor Alves ao Vivo


MENÚ BUFFET VARIADO
Grelhados no carvão
Peixe e carne diversos
Consomé de legumes, saladas, acompanhamentos
Doces, gelados, queijos, frutas diversas.
Vinhos, águas, refrigerantes, café e muito mais
28 €UROS