terça-feira, 1 de junho de 2021

CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL

 

     O FARENSE ISAAC NADER, CAMPEÃO EUROPEU DOS 3  MIL METROS


        Seu tio, Hassan Nader, foi um dos nomes maiores do Sporting Clube Farense, o sempre presente avançado marroquino, que conquistou a «Bola de Ouro» (melhor marcador da I Divisão na época de 1998/99), que vestiu de preto e branco 10 temporadas e que, com a sua transferência para o Sport Lisboa e Benfica proporcionou a mais avultada quantia. Seu pai, Youssef Nader, jogou em vários clubes portugueses, dos quais 4 épocas no Farense e que foi uma das causas do jovem Isaac Nader haver nascido no Hospital da capital algarvia (17 de Agosto de 1999) e, com muito agrado nosso, «um dos nossos».

           Ora, na cidade polaca de Chorzow, envergando a camisola de Portugal, Isaac Nader conquistou o título de Campeão da Europa dos três mil metros com o tempo de 8m31,2s.

             Mais um glorioso título e o mais expressivo nesta carreira do atleta de 23 anos, que havendo se iniciado no Faro XXI (2012/14), correu depois pelo Areias de São João (Albufeira), donde se transferiu para o Sport Lisboa e Benfica em 2017.

              Tendo como treinador o campeão olímpico Rui Silva, Isaac conquistou vários e assinalados títulos, entre os quais: campeão de Portugal dos 1 500 metros (ar livre) em 2020 e de igual distância e pista coberta este ano; recordista nacional sub - 23 anos também neste escalão e, desde 2016 (júnior) várias vezes internacional português.

                Isaac Nader, uma glória do atletismo nacional e campeão europeu, um orgulho de Faro.


«LIVROS QUE AO ALGARVE IMPORTAM»

 


   «50 QUESTÕES QUE QUERO FAZER A UM CARDIOLOGISTA»


                                               DR. HUGO CAFÉ


                   Responder a questões colocadas pelos doentes, em linguagem corrente, de modo a permitir que todos compreendam a sua situação é o grande objectivo deste livro.

                  «50 Questões que quero fazer a um Cardiologista» é uma obra da autoria do especialista Dr. Hugo Café, docente da Faculdade de Medicina e Ciências Médicas da Universidade do Algarve, respondendo a perguntas várias na área das doenças cardíacas.

                   Esta útil publicação já se encontra à venda nas livrarias e uma edição, com o apoio de um Laboratório Farmacêutico, vai ser distribuída gratuitamente através das Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia e Unidades de Saúde.

                                                                       JOÃO LEAL


domingo, 30 de maio de 2021

CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL



            DR. DIOGO BELO,

«20 VALORES» EM NEUROCIRURGIA


             Classificaram-no com «20 valores» (nota máxima), porque mais não era possível atribuir-lhe. Aconteceu ao Dr. Diogo de Assis Pacheco Martins Belo, no prestigiado Hospital de Santa Maria (Lisboa) na formação específica em Neurocirurgia e este «primus inter pares» distinguiu aquele ilustre médico nascido em Faro (Hospital Distrital, a 6 de Julho de 1987). Após o ensino básico feito na P3 (Escola Básica do Alto Rodes), frequentou o Colégio de Nossa Senhora do Alto e a Escola Secundária João de Deus, sempre na capital algarvia. Prosseguiu a sua formação académica com o Mestrado Integrado de Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, a que seguiu agora e ao cabo de uma longa e vitoriosa maratona a especialização nesta difícil e aliciante área da neurocirurgia. Honra, mérito e valor para este clínico e alegria partilhada por todos nós farenses em virtude do feito e conquista de um valor que a todos nos orgulha. O Dr. Diogo Belo é descendente de conhecidas e estimadas famílias mediáticas de Faro. Seus pais são D. Virgínia de Assis Pacheco e o fisioterapeuta Fernando Martins Belo que, para além da sua actividade profissional tem o seu nome ligado ao futebol algarvio, de modo próprio ao Farense e ao Olhanense. Seus avós maternos são o saudoso Eng. João Assis Pacheco, que foi um prestigiado técnico superior da Direcção de Estradas do Distrito de Faro e dirigente voluntário e dedicado que o foi de várias instituições (Montepio dos Artistas, Bombeiros Voluntários, etc.) e de sua Esposa, a sra. D. Celeste Assis Pacheco. Pelo lado paterno as raízes avoengas, vindas do Alto Alentejo foram a D. Clara Martins Belo e essa saudade de sempre dos farenses, Mário Martins Belo que, no desempenho da sua função profissional de fisioterapeuta do Sporting Clube Farense prestou os mais assinalados serviços falecendo num acidente em que igualmente pereceram dois atletas - Tó Zé Alves e Tó Zé Bica (Guerreiro).

              Homem de ciência, de saber e de pesquisa, o Neurocirurgião Dr. Diogo de Assis Pacheco Martins Belo é o também do desporto, pois foi campeão regional de ténis e jogou voleibol pela equipa da Universidade de Lisboa, onde estudou.

                Mas aqui neste espaço, desde há mais de sessenta anos, dedicado à coisas de Faro e dos farenses, muito nos apraz felicitar este «génio» da cirurgia e desejar-lhe as maiores felicidades pessoais e profissionais.      


LIVROS QUE AO ALGARVE IMPORTAM



           «OCEANO - O REINO DAS ÁGUAS»

                                           NERO


               Roberto Simões, que assina com o pseudónimo de Nero, poeta algarvio que estudou na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, apresenta no dia 25 de Junho, o livro de fantasia e poema épico «Oceano - o Reino das Águas».

                 Trata-se de uma viagem do Homem pelo Oceano.

                 A edição é da Manufactura Editora.


                                                                              JOÃO LEAL


NOTICIANDO

 TURISMO ALGARVIO EM NOTÍCIA


  Na limitação da capacidade e acolhimento das praias a mais e a menos pertence ao Algarve. Assim a de Monte Gordo (Vila Real de Santo António) pode receber até 14 800 banhistas, enquanto a da Marinha (Lagoa) apenas 15 utentes.

 No âmbito do Programa Estrutural de Reabilitação de Paderne (Albufeira), a executar no espaço de 10 anos e com uma envolvência orçamental de 25,6 milhões de euros, está prevista a construção de um hotel rural.

   «Novo Conselheiro» é como se chama o restaurante de cozinha tradicional portuguesa que abriu na Rua Filipe Alistão, nº 43, em Faro. É uma iniciativa do algarvio Francisco Miranda, de 2 4 anos, possuidor do nível 5 da Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve. O local dispõe também de bar (900 garrafas escolhidas) e espaço para exposições.

     A Universidade do Algarve volta a destacar-se no «Shangai Ranking» integrando a lista das 100 melhores universidades do Mundo, por via da classificação atribuída ao curso «Hospitality & Tourism Management».

       A AGIGARVE (Associação de Guias Intérpretes do Algarve) e a Câmara Municipal de Lagos estabeleceram um programa de formação, iniciadas com workshop online sobre a geodiversidade do Algarve, que regista mais de 50 inscritos.


                                                                                   JOÃO LEAL 


 FERNANDO FRIAS VENCEU O

«PRÉMIO DE POESIA TITO OLÍVIO»


                  Organizado pelo Rotary Clube de Faro (RCF) decorreu a 2ª edição do «Concurso Poético Tito Olívio», em homenagem ao decano dos rotários algarvios, poeta e escritor e conhecido interventor na vida pública algarvia, eng. Tito Olívio Henriques. Ora teve lugar, nos claustros do Museu Municipal de Faro, a entrega do prémio ao vencedor, o poeta e jornalista Fernando Fitas, pelo seu livro «Olhar o assombro no êxtase da luz». Foi o eng. Bruno de Azevedo Lage, presidente da União de Freguesias de Faro (Sé / São Pedro) e do RCF, que presidiu à sessão no decurso da qual se distribuiu o livro premiado editado pela editora algarvia ARANDIS, parceira nesta iniciativa. O Júri foi constituído pelas dras. Maria da Graça Lobo e Dulce Baião, em representação respectivamente das Direcções Regionais de Cultura e da Educação e Sérgio Brito (rotário a fundador daquela editora que já publicou obras de mais de 20 algarvios e que tão relevante acção tem desenvolvido em prol da cultura regional. O vencedor, Joaquim FERNANDO Rana FRIAS, nasceu em Campo Maior (Novembro de 1957) e no início da década de 70 radicou-se em Almada, havendo exercido o jornalismo («O Século», «24 Horas», «Tal e Qual», «Notícias de Almada», etc. e na Rádio), a par de uma efectiva intervenção cultural, de modo próprio com a ERA NOVA (cooperativa cultural em que teve como companheiros, entre outros Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Mário Viegas, Francisco Fanhais e Vitorino). Tem dezenas de obras publicadas, a primeira das quais «Canto Amargo» (1978) e é detentor de numerosos prémios nacionais e internacionais de poesia e prosa.  

        O Presidente dos rotários farenses saudou os poetas eng. Tito Olívio e Fernando Fitas. A apresentação da obra distinguida coube ao jornalista João Leal que acentuou o sentido filosófico do livro, sua similitude com o «viver Algarve» (o mar, o sol, a luz, as ilhas, o porto, as redes, os homens...). Nela os ideais naturais fundamentais estão sempre em acentuada presença na visão onírica da vida («sou pois o ancião que da infância trouxe uma flor ainda em cada mão...»).

           Fernando Fitas referiu-se ao sentido da existência poética e das semelhanças entre «Olhar o assombro no êxtase da luz» e o Algarve («...e deixar um poema na espuma das marés»).

           Usaram ainda palavra o Patrono que historiou os «Jogos Florais», apontou a poesia e a música «companheiros dos homens há 900 anos» e afirmou «este prémio é uma luta contra o esquecimento da cultura», Joaquim Teixeira e Glória Marreiros que disseram, com a arte que lhes é peculiar poemas do eng. Tito Olívio.

           Um magnífico final da tarde a vivida nos claustros monásticos de Faro com esta reunião presencial do Rotary Clube de Faro.


                                                                JOÃO LEAL 


CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL



                        A «CIDADE JARDIM»


               Acho-a sempre bela, não obstante mazelas e feridas, várias vezes referidas nestas colunas. Corolário, talvez, do muito amor até à exaustão que, filialmente lhe dedico. Mas é de sobremodo neste tempo - Maio, Junho e Julho, que mais formosa o idolatro e me reencontro no nosso namoro. Parece um jardim distribuído por espaços vários. Estes acontecem em quase o seu território urbano, desde a Atalaia, no extremo nascente à Ribeira, na parte poente. É como uma «cidade jardim» coberta por estas nuvens violáceas que os jacarandás a enfeitam. Imagino como uma noiva a recorrer a mil adereços para ficar mais linda aos olhos do seu amor. Poesia? Sim, porque em poesia nos oxigenamos com o fluido essencial ao viver.

                   Não se trata de uma árvore indígena, mas de «torna viagem», tal como acontece com os «néctares dos deuses» que iam e voltavam nas naus e embarcações para no contacto com o Mar Atlântico ganharem as excelências de qualidade.  Jacarandá é o nome de várias plantas da família das lignoniáceas e das leguminosas. Originária da América do Sul, de porte médio e de flores violáceas, segundo me elucida o Dicionário «priberana», chegou até nós, cogito e suponho, nesta Saga dos Descobrimentos, tal como tantos outros vegetais, entre os quais a popularizada «batata redonda» que ainda hoje, com um belíssimo azeite de Santa Catarina da Fonte do Bispo, acompanhou umas apetitosas sardinhas assadas, em estreia da nova safra.

                      Jardins de São Pedro, de Manuel Bivar, do Campo de Flores (Alameda) e da Lagoa, Largos do Carmo, de São Sebastião, de ao Pé da Cruz ou da Palmeira, Escola de São Luís, do Alto de Santo Amaro...eu sei lá! quanto difícil é elaborar um inventário roteiro desta bebedeira de cor e vida que, em cada ano e todos os anos, se apresenta como o «festival jacarandá».

                            Entendo que alguns não a desejem pela exuberância das flores que caem sobre as artérias citadinas ou os automóveis lá estacionados, que os jacarandás já lé estavam quando estes vieram. Mas são males compensados pelo espectáculo vegetal, gratuita e generosamente acontecido.

                               Neste partilhar com a vivência inebriante recordo-me sempre do meu «compadre Silvinha», nome afectuoso do jornalista farense Artur José Serrão e Silva, décadas a fio director do desaparecido semanário «O Algarve» quando em fins de tarde ou início de noites ao contemplar o florir dos jacarandás, «no cantinho de São Pedro» me atirava: «Compadre, ele há lá sítio mais lindo que este...».

                                Lembranças, saudades, viagens mentais evocativas, de um património farense, o florir dos jacarandás!


«LIVROS QUE AO ALGARVE IMPORTAM»


                       «DO ALGARVE, A MARROCOS E Á ÍNDIA»


                                                        NUNO VILA-SANTA


                         No Largo dos Corte - Reais, extensão frente à antiga lota), em Quarteira, decorreu a apresentação do livro «Do Algarve, a Marrocos e à Índia: Francisco Barreto e a Casa de Quarteira (Séculos XV / XVI)» da autoria do investigador Nuno Vila-Santa, licenciado, mestre e doutor em História.

                          O acto, tal como a edição desta relevante obra, integram-se nos «6 mil anos de História de Quarteira», que ora se assinalam.

                           D. Francisco Barreto, cujo nome figura na toponímia farense (artéria entre o Largo da Estação e a Rua Infante D. Henrique) foi Governador da Índia e do Monomotipa.


                                                                            JOÃO LEAL 


«LIVROS QUE AO ALGARVE IMPORTAM»



                             «REGRESSO A UM CENÁRIO CAMPESTRE»

                                                                      NUNO JÚDICE


     Com o livro «Regresso a um cenário campestre», o poeta e escrito algarvio Nuno Júdice ganhou o «Prémio de Poesia Maria Amália Vaz de Carvalho», instituído pela Associação Portuguesa de Escritores, com o patrocínio da Câmara Municipal de Loures.

      Natural de Portimão, onde nasceu em 1949, este conhecido homem das letras nacionais, é o autor desta obra a qual «reflecte um momento pessoal e universal, momento de paragem, mas não de estagnação».

        Já anteriormente um outro poeta algarvio, o farense Gastão Cruz, havia sido distinguido com idêntico galardão.


        «GENTES DO MERCADO»

                      DIRECÇÃO REGIONAL DE CULTURA DO ALGARVE

                   Em pleno mercado municipal de Tavira foi apresentado o livro editado pela Direcção Regional de Cultura do Algarve «Gentes do Mercado: receitas, dicas, sabores, histórias e provérbios». Uma obra viva, autêntica e a saber plenamente a frescura e povo. Presentes nesta apresentação, a Presidente do Município Tavirense, Dra. Ana Paula Martins e a Delegada Regional de Cultura, Dra. Adriana Nogueira. Esta iniciativa contou com a parceria da «Resmalhar» (Associação para a Sustentabilidade Local) e da Associação Internacional de Paremiologia e na vivência do espírito da «Convenção de Faro» e no âmbito da Feira da Dieta Mediterrânica, acontecida em Tavira.


                                                                   JOÃO LEAL  


NOTICIANDO

 NOTÍCIAS DO TURISMO ALGARVIO


         Um grupo de investidores portugueses, liderado por João Brion Sanches, adquiriu à «Lone Star», por 10 milhões de euros a Marina de Vilamoura e outros bens deste resort turístico e vai prosseguir os projectos do empreendimento.

           Um grupo de alunos da EHTA (Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve), sob a direcção do formador Chef Abílio Guerreiro criou as «pescaliças», enchidos de peixes saudáveis.

           O «FUSOS» (Festival de Fusões Artísticas) retorna a Alte nos dias 5 e 6 de Julho, após a interrupção em 2020.

           Num fórum realizado em Vila Real de Santo António discutiu-se o potencial turístico da Eurocidade do Guadiana, que engloba além da cidade pombalina, Castro Marim e Ayamonte, visando o desenvolvimento do turismo transfronteiriço.

           A selecção de futebol do País de Gales estagiou, tendo em vista o próximo Campeonato da Europa, num complexo turístico algarvio. Entre os futebolistas contava-se o famoso Gareth Bale.

            Foram plantadas 200 árvores (pinheiros, medronheiros, sobreiros e azinheiras» no resort «Terras do Verde Lagos», em Altura (Castro Marim), acção que se insere num projecto de semear tantas plantas quantas as 2 200 camas que o empreendimento vai comportar.

             A Região de Turismo do Algarve promove, entre 1 e 4 de Junho, em colaboração com a central de reservas espanhola TOUR 10 uma visita de familiarização em que participam 50 agentes de viagens de Portugal e Espanha.

               O Turismo de Portugal (TP) e a Região de Turismo do Algarve (RTA) realizaram um webinar sobre o «Turismo Industrial» visando dar a conhecer a oferta deste sector turístico. Foi moderado pela Prof. Dra. Alexandra Gonçalves, directora da ESCHT (Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo) da Universidade do Algarve.

                                                                    JOÃO LEAL                 

 


sábado, 29 de maio de 2021

POEMA

 

NASCEU

Era o dia,

E aconteceu;

Ai! Tanto chovia,

Escuro como breu;

 

Mas, a Mariana,

De cesariana, 

Nasceu!

 

Quase careca,

Sem cabelo,

E com a breca,

Apenas um pêlo,

Perto da testa.

E, foi uma festa,

 

O paia a entrar,

Para a mãe beijar,

E a menina afagar;

 

Face tão morena,

Face pequena,

Os olhos vivos

Tão cintilantes,

E brilhantes,

Tão meigos assim;

 

Mas a menina,

Chorou,

E alto berrou,

E só acalmou,

 

Quando a mãe,

No polegar,

Lhe pegou,

Na boca lho colocou,

 

E, então,

A Mariana,

O chupou,

E sorrindo,

Logo serenou!


                       IN VENTOS DO SUL

                       Inocêncio da Costa

 

DIA 1 DE JUNHO TERÇA FEIRA



Dia Mundial da Criança

 

O Dia Mundial da Criança é celebrado em vários países, contudo a data de comemoração difere de país para país. Em Portugal é celebrado no dia 1 de Junho contemplando actividades como desfiles, visitas escolares, leitura de textos, declamação de poemas, desporto, desenho, entre outros.

Este dia teve a sua génese no pós-guerra da Segunda Guerra Mundial, em 1945, num mundo flagelado em termos sociais e humanitários. Muitos países da Europa, do Médio Oriente bem como a China entraram em graves crises económicas. Como as famílias eram muito pobres, as crianças não frequentavam a escola e eram colocadas a trabalhar em condições árduas durante muitas horas diárias.

 

Em 1946, a Organização das Nações Unidas (ONU) começou por tomar diligências para defender as crianças. Foi assim que nasceu a United Nations Children's Fund – (UNICEF) que tinha como objectivo promover a defesa dos direitos das crianças, ajudar a dar resposta às suas necessidades e contribuir para o seu desenvolvimento.

Contudo a tarefa continuava difícil uma vez que, nem todos os países tinham os recursos necessários para dar as condições necessárias às suas crianças.

Em 1950, por iniciativa da Federação Democrática Internacional das Mulheres, foi proposto às Nações Unidas que fosse criado um dia dedicado exclusivamente às crianças. Esse dia foi comemorado pela primeira vez no dia 1 de Junho desse mesmo ano nascendo assim a celebração do Dia Mundial da Criança!

Um arranjo e digitalização de Roger.