sábado, 31 de agosto de 2019
sexta-feira, 30 de agosto de 2019
COSTELETAS
CUJA LEMBRANÇA É UMA SAUDADE
PARTIU
O PROFESSOR AMÉRICO, COSTELETA Nº 1 E GRANDE AMIGO E EDUCADOR DE
TODOS NÓS
Quando
nos alvores daquela manhã soalheira de gosto o dedicado costeleta
José Félix nos telefonou de Lisboa e onde é
um
dos esteiros da nossa Associação e dileto amigo do saudoso extinto,
dando conta da sua partida para a Eternidade, um simples de saudade;
de mágoa e de infelicidade nos inundou. O Professor Américo José
Nunes da Costa, para todos nós o Professor Américo que surgiu um
jovem pleutórico, pleno de energia, de vontade pedagógica e de
sonhos, naquele Outubro de 1947
que
desde aquele ano surgira como um mestre e um amigo, porque o era de
toda a malta da Serpa Pinto e depois da Tomás Cabreira.
Simples
como um companheiro que sempre o foi, solidário como sempre na vida
se soube haver, cheio daquela vitalidade que nos empurrava
voluntariamente para o novo «hóquei palmadinhas» e quejandos e com
uma fraternidade natural e congénita que era um abraço permanente
em momento difícil o Professor Américo era bem querido e estimado,
também, pela sociedade farense destes anos 50 que o acolhia de
braços abertos, de modo próprio,
quando
ao fim da tarde,
se
extasiava
ali por
esse recordado centro
cívico farense
que
era
a Barbearia
do
João
Veríssimo
(um dos maiores amadores teatrais
que Faro houve).
Subiu,
por mérito próprio, na hierarquia profissional, onde se guindaria
em Lisboa a elevadas funções, se nunca se envaidecer das mesmas,
mas apenas como mais uma missão a cumprir.
Era
vê-lo, a transbordar
de felicidade. Quando reencontrava os «seus meninos» ou dê-los
tinha informes, vibrando ao rubro com os seus êxitos e dando-nos o
ombro amigo
para
a ressaca quando
o infortúnio
acontecia.
De
tal tivemos um inequívoco testemunho por parte de seus saudosos e
dedicados filhos ao colocarem ao dispor da sua e nossa Associação
dos Costeletas (antigos alunos das Escola Pedro Nunes, Tomás
Cabreira, Serpa Pinto e Industrial e Comercial de Faro) o espólio
referente aos anos e ligações que com esta cidade de Santa maria de
Faro tivera. Um monumento autêntico na recordação e na lembrança
para quem nunca se deve nem esquecer do sempre lembrado PROFESSOR
AMÉR1CO!
JOÁO
LEAL
COSTELETAS CUJA LEMBRANÇA É UMA SAUDADE - O SENHOR VICTOR E A MENINA LIBÂNIA
COSTELETAS CUJA LEMBRANÇA É
UMA SAUDADE
O SENHOR VICTOR E A MENINA
LIBÂNIA
Foram alguns, de entre os muitos
«senhores contínuos» que, felizmente tivemos, que nos distinguiram com a sua
amizade e os seus cuidados. Este casal, o Sr. Victor e a Menina Libânia
(naqueles tempos estes senhores hoje classificadas profissionalmente como
auxiliares de educação) aturaram-nos quer na extinta Escola Serpa Pinto, como
na Escola Tomás Cabreira, nas atuais dependências e, também, na Rua do
Município / Largo da Sé.
Moravam no Largo
de São Pedro, paredes meias com a Igreja Paroquial, numa casa cuja entrada era
um estabelecimento de barbearia, Não tiveram filhos mas foram os assumidos pais
de uma sobrinha que, anos volvidos, viria a ocupar idênticas funções na nossa
Escola. Enquanto a Menina Libânia era mais solícita e afetuosa seu esposo
assumia-se com um ar mais reverente, mas ambos conquistaram gerais e a amizade
de professores, alunos e colegas.
Importa referir e quantos não «passaram
pelas suas mãos» que o sr. Victor (surgia sempre nos programas das récitas
escolares ou das sociedades recreativas como Caracterização - Victor Tavares)
era um dos poucos, senão o único, que exercia este mister em Faro. Com a sua
malinha onde abundavam os cremes, tintas, pó de arroz e outros artefactos,
transformava, num ápice um jovem num idoso ou uma das nossas colegas numa
respeitável senhora.
Recordar hoje este casal é homenagear as memórias de quantos nos aturaram.
JOÃO LEAL
quarta-feira, 28 de agosto de 2019
QUANDO UM COSTELETA PARTE
ESMERALDA MARIA MANUELA BOLAS SOARES
Partiu
Aos familiares e amigos, a Direcção da Associação dos Antigos Alunos apresenta sentidos pêsames.
Faleceu no dia 27. Velório na Igreja Nova de S. Luís a partir das 11 horas de quinta feira. Funeral a partir das 15 horas para o cemitério da Conceição de Faro.
DESCANSA EM PAZ ESMERALDA
terça-feira, 27 de agosto de 2019
INFORMAÇÃO
A Direcção da Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira, teve conhecimento através do costela José Félix que o nosso colega costeleta Júlio Piloto teve um acidente na casa de sua filha, tendo sido sujeito a uma intervenção cirúrgica encontrando-se já em sua casa em plena recuperação e, fazendo fisioterapia.
A Direcção da Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira vem por este meio, desejar as rápidas melhoras ao nosso colega costeleta Júlio Piloto.
A Direcção
sábado, 24 de agosto de 2019
PARTIU O COSTELETA Nº 1
PROFESSOR AMÉRICO
Partiu
Aos familiares e amigos o nosso profundo desgosto
DESCANSA EM PAZ PROFESSOR
NOTA: O óbito deu-se esta madrugada e o funeral será 2ª feira em Lisboa.
A Direcção
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
Costeletas!
“Estamos aqui para o servir”
Aqui os dias passam devagar,
Talvez seja o balançar das ondas que impõe o ritmo…
Aqui a vida vale a pena ser vivida, vale a pena ser
partilhada.
Aqui podes encontrar o teu lugar, a tua casa.
Aqui encontras-te a ti próprio.
Algarve, partilha o segredo.
Algarve
O segredo
mais famoso
da Europa
E AQUI DE FÉRIAS!
“Blogue
Costeleta”
E tú?... Também!
Roger
domingo, 11 de agosto de 2019
LEMBRANÇAS DE TEMPOS IDOS
PST! OLHA O PASSARINHO!
Era neste tempo, por via de fazer a matrícula para um novo ano escolar ou a primeira inscrição que, juntamente com os documentos a apresentar na Secretaria da Escola, se tinha que juntar um elevado número de fotografias tipo posse. Eram as mesmas em grande número destinadas às cadernetas dos professores por cada discipline e mais duas ou três para o processo burocrático. Os tempos eram diferentes já que as inscrições pela via informática ou quejandos eram «uma mira à Júlio Verne» e as fotografias um lento processo, só possível nas casas da especialidade ou nos «fotógrafos à la minuta», como se dizia e não com a facilidade com que hoje se obtêm em qualquer telemóvel. Verdade se diga que os dinheiros não abundavam, para nós foi uma mézinha que nunca tivemos e não haviam os apoios escolares que, no presente, felizmente existem. Existia como que uma guerra comercial entre os fotógrafos profis- sionais na oferta de mais baixos preços à dúzia, bem como brindes especiais, entre eles uma ampliação tipo passe. Comum a todos era a frase sacramental com que tirar o retrato começava: «Pstl Olha o passarinho!». A gente olhava enquanto o dispare lumi- nosso luminoso acontecia e o «passarinho» referido pelo passarão do artista não surgia. Por vezes era bem curiosa este contracenar entre fotografado e fotógrafo, o visado apresentando feições e esgares que iam do melodramático ao cómico. Acontecia, inclusivé, o visado, ao ir levantar os retratos se interroga; «Moce, isto sou eu?». E era mesmo! Quem eram nesses anos 40 e 50 do século XX os mais procurados fotógrafos de Faro? Dos mais baratos aos mais caros, ao que a memória nos ocorre, recordamo-nos de: João Rodrigues (João «Torto», por uma deficiência visual que era portador, na Rua Baptista Lopes; o Arnaldo, na Rua Filipe Alistão; o Seita, irmão do nosso colega Orlando, que trabalhava ao ar livre, junto ao Coreto, no Jardim Manuel Bivar; o Salustiano (Foto Cinema), na Rua Baptista, no grande edifício onde hoje está a ACT ( Autoridade de Contratação de Trabalho); o Correia, na Rua de Santo António e o mais dispendioso, mas mais elítico o Matos Cartuxo, que foi Delegado no Algarve da RTP.
Tempos idos! Lembranças e saudades!
JOÃO LEAL
NOTA DA REDAÇÂO: Estas histórias "daqueles tempos" cabem bem nos "serviçod minimos" Roger.
NOTA DA REDAÇÂO: Estas histórias "daqueles tempos" cabem bem nos "serviçod minimos" Roger.
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