domingo, 12 de abril de 2026


Crónica de Faro
João Leal

      Na luta contra o cancro

  Toda a comunidade científica mundial, designadamente do foro clínico, se encontra empenhada na luta para encontrar a cura dessa temível doença que é o cancro.
    Assim é que reputamos da maior importância ao 3º Congresso Internacional Portugal / Estados Unidos da América que, sob este instantâneo tema vai decorrer em Faro, no Campus Universitário das Gambelas, com a presença de algumas das mais cotadas entidades que são nomes maiores neste empenhamento.
   Entre os cientistas contam-se dois galardoados com os Prémios Nobel da Medicina - os Professores James P. Alisson (2018) e William Koreling Jr. (2019), a par de outros grandes mestres. 
  Isto diz bem da importância deste encontro mundial de «experts» da medicina oncológica e do prestígio que o mesmo acarreta para Faro, como notável labor da Universidade do Algarve, que conjuntamente com a sua homónima de Yale (E.U.A.) promovem o Congresso, de que foram encarregados os Profs. Drs. Pedro Castel - Branco (vice - reitor da Universidade do Algarve e Prof. Dra. Katerina Colibis (docente para a pesquisa da famoso universidade estadunidense).
  No dia 15 de Maio, pelas 14h30m, realiza-se no anfiteatro das Gambelas, uma sessão aberta, excelente ensejo para o público interessado participar neste 3º Congresso Internacional Portugal / Estados Unidos da América sobre as doenças do foro oncológico, a qual comporta uma mesa redonda moderada pelos citados organizadores.

CRÓNICAS DO MEU VIVER OLHANENSE

   AZEITE DE MONCARAPACHO ENTRE OS MELHORES DO MUNDO 

        Mais uma vez decorreu na «Big Apple», a grande metrópole de Nova Iorque, capital do mundo, a «New York Oil Competition», como que o campeonato mundial dos azeites. Olhão voltou, em mais uma edição anual, a marcar relevante presença, conquistando entre mil produtores de todo o mundo olivícola, duas medalhas: uma de ouro e outra de prata, figurando no «Guia Oficial dos melhores azeites do Mundo». Fê-lo devido à presença, uma vez mais, do precioso óleo vegetal produzido nos modelares Viveiros Monterosa, situados numa exploração agrícola nos arredores da «mui nobre e honrada Vila de Moncarapacho», neste concelho olhanense. 
     Com o «Azeite Monterosa Maçanilha» aqueles produtores moncarapachenses chamaram a si a atenção para a excelência deste comestível obtido, desde o tratamento das oliveiras à apanha da azeitona maçanilha por meios artesanais.
     De referir para além do valor económico, desde sempre uma tradição algarvia (quem não provou a «tiborna?»), estes êxitos têm feito aumentar o crescente do turismo olivícola aumentando mais e mais a visita de turistas aos 32 hectares em que se desenvolvem, nos arredores de Moncarapacho, os Viveiros Monterosa.

                                                        João Leal


Crónica de Faro
João Leal

E a «Sereia»?

     Durante as últimas grandes obras realizadas na Doca de Faro, esse maravilhoso pequeno lago que a construção da via férrea tornou viável «aprisionando» uma diminuta porção da extensa Ria Formosa, que lhe retiraram a antiga vedação e a dotaram das actuais «argoladas» que agora nos protegem de quedas indesejáveis, foi instalada nas escadarias junto ao edifício da Alfândega, a escultura de uma sereia. Era um cativante estímulo ao retracto recordação de «quando eu estiva em Faro...».
   Em Domingo de Páscoa tivemos a desgostosa sensação de autenticar que a sereia não se encontrava no seu local de poiso nem nas imediações. A búzia sim, erra magnificente escultura metálica reproduzindo um dos mais apetecidos mariscos na Ria produzidos esse sim ao lado do fotografado lettering» «FARO».
  Fez-nos passar este desaparecimento por aquele desapontamento que sentimos na primeira visita feita a Copenhague (Dinamarca) e vimos as reduzidas proporções de a estátua similar e famosa em todo o Mundo, colocada sobre uma rocha no Mar Báltico, à entrada daquela cidade nórdica. Obra do escultor Edward Eacobsen, surgiu por doação de um magnata ligado a conhecida cerveja da Dinamarca.
 Desapareceu a nossa já icónica sereia da doca de Faro. Para onde foi? Ninguém o sabe informar. Espera-se e bem que a peça escultórica não haja sido destruída pois nada o justificava e existem muitos locais onde a colocar. Onde para a sereia que dava mais beleza (excepto o elevado número de embarcações de recreio) á bela doca de Faro? Quem souber que o diga.....

quinta-feira, 9 de abril de 2026



Crónica de Faro
João Leal

    O «Zé Clemente»

   Era um amigo dedicado, activo participante naquelas inesquecíveis manhãs nas tertúlias da Praça de Alhandra, hoje reduzidas a um zero corporal e onde a Dora, a Neuza e o «patrão» Emanuel nos proporcionavam todas as condições para um convívio saudável e fraterno.
 Deixou-nos há algumas semanas (o nosso perdão por só hoje expressarmos nestas colunas o facto e o nosso mais profundo pesar), mas a saudade do José Clemente continua sempre presente na nossa lembrança.
Foi um daqueles cidadãos farenses que passam como uma suave brisa pela sua longa vida de muito mais que os 90 anos e que prestou relevantes serviços à urbe a todos nós, nas diversas funções que exerceu, desde o Município onde trabalhou nas oficinas de carpintaria, à Escola Afonso III ou na Delegação da Protecção Civil, chefiada pelo Eng. Primo Pires.
Mas foi sobretudo na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Faro, que o Zé Clemente durante mais de 40 anos se houve verdadeiramente no seu labor solidário e fraterno. Desde cadete, bem jovem, quando se alistou na Cruz Lusa, onde passou à reserva como Chefe do Quadro Honorário ele foi na concretização do ser um autêntico «soldado da paz» um servidor da sociedade.
Relatava-nos os incêndios em que trabalhou com o maior empenho, bem como os transportes de doentes para os hospitais da capital, entre os quais o do «judeu» José Ruah, o último de ascendência judaica a viver entre nós e tantos outros precisando de assistência.
Deixou-nos o Chefe José Clemente. Que descanse em paz, quem viveu para servir!

Crónica de Faro
João Leal

  Lembrando o Maestro Álvaro Cassuto, fundador da Orquestra do Algarve

    Já o conhecíamos antes da fundação da Orquestra Sinfónica do Algarve em 2002, a quando das memoráveis exibições da Orquestra Gulbenkian no âmbito do famoso Festival de Música do Algarve, que chegou a ser considerado, no seu âmbito como «dos melhores festivais de música da Europa» e que infelizmente foi extinto. 
   Sempre admirámos a soberba categoria direccional desta importante figura da música portuguesa, detentor de famosos prémios internacionais e da direcção de grandes orquestras de prestígio mundial. 
  No «Festival de Música do Algarve», repetimos negativamente extinto dado o seu enorme êxito em todos os qualificados meios internacionais, a presença da Orquestra Gulbenkian era imprescindível e momento maior do mesmo.
   Em 2002 é chamado à criação do que é uma das mais válidas referências do Algarve Cultural, a sua Orquestra Sinfónica, a  cuja dinâmica actividade prestamos a mais justa e merecida das homenagens. 
   O Maestro Álvaro Cassuto morreu aos 89 anos na sua residência em Cascais e nascera na cidade do Porto. Fez uma brilhantíssima carreira na formação musical. ganhando merecidos e notáveis prémios, tendo famosos maestros como seus professores, entre os quais Pedro de Freitas Branco e fica para sempre ligado à nossa Região pelo seu entusiasta e decisivo contributo para a fundação da prestigiada Orquestra do Algarve.
     A nossa saudosa lembrança em memória do saudoso Maestro Álvaro Cassuto!

terça-feira, 7 de abril de 2026

N0 MEU CAIS 

Há um mar dentro de mim
Em ondas de ternura....
A maresia sem fim....
Vestes de algas me emoldura!

Neste berço de embalar 
O meu mar enbalador
Neste cais á  beiramar 
Embala canções de amor

Fico olhando o areal
Ao som das ondas marinas
Com carinho maternal
A brancura das salinas 

Lembrando a moura algarvia
Na sua eterna saudade
Eu sinto em mim a poesia
Em voos de liberdade! 

O meu mar dos vendavais
Em perfeita sinfonia
Ao ouvi-llo junto ao cais
Eu sou a moura algarvia!

Maria José Fraqueza 

segunda-feira, 6 de abril de 2026

CRÓNICAS DO MEU VIVER OLHANENSE

POR UMA MAIOR JUSTIÇA SOCIAL

Uma maior justiça entre os vários extractos da sociedade ohanense, no que é uma aspiração cristã e humana de cada cidadão e um princípio expresso na própria Constituição da República Portuguesa, lei fundamental do País democrático em que vivemos é o objectivo do Plano Social do Município.
 Para votação e aprovação do mesmo reuniu o CLASOL (Conselho Local de Acção Social), sob a presidência do Vereador Prof. Custódio Moreno, que após a brilhante acção à frente da Delegação Regional do FAOJ  retornou ao Município olhanense.
Participaram nos trabalhos 62 membros, o que define bem do interesse deste encontro e dá uma imagem da vocação das  entidades sediadas na Cidade da Restauração em torno de um problema de acentuada magnitude.
Este número foi ampliado com a aprovação da admissão de duas novas associações interessadas:  a Associação dos Moradores da Quinta das Âncoras e a sua homóloga da Quinta das Gaivotas. Aprovada também e a merecer todo o apoio a candidatura da Santa Casa da Misericórdia de Moncarapacho ao «Prémio Rainha Dona Leonor», que visa distinguir o importante património cultural construído por esta icónica associação de bem fazer daquela Vila.
Que o Organismo, de âmbito concelhio seja um verdadeiro motor em prol da justiça social no concelho de Olhão.

                                                        João Leal
Crónicas do meu viver olhanense

As rotundas concelhias

    A Câmara Municipal de Olhão e as Infraestruturas de Portugal firmaram um acordo visando as rotundas das estradas existentes no concelho.
  Segundo o mesmo aquelas zonas públicas passam, no que respeita à sua conservação, manutenção e embelezamento para a responsabilidade da Autarquia.
   No cumprimento deste acordo entre um organismo do poder central e um município a Câmara de Olhão já iniciou a sua acção no terreno começando por tratar da rotunda principal na «mui nobre vila de Moncarapacho».
  Outras acções vão prosseguir em vários locais do concelho olhanense para uma melhor visão paisagística do mesmo, com notória influência na qualidade de vida dos transeuntes e dos residentes.
  Chamamos em especial atenção com que acontece com as rotundas em Alfândanga, no movimentado cruzamento da via de ligação entre Fuseta e Moncarapacho, cujo aspecto bravio é, de há muitos anos um «insulto» ao local.
                                                          João Leal 

sexta-feira, 3 de abril de 2026

CRÓNICAS DO MEU VIVER OLHANENSE RECUPERAÇÃO E MUSEALIZAÇÃO DO «SALVA VIDAS» NA FUSETA Trata-se de um dos mais icónicos edifícios da Fuseta e. mesmo, de toda a Ria Formosa, o imóvel onde durante décadas e até 1999 funcionou o Instituto dos Socorros a Náufragos- Construído sobre estacaria no século passado situava-se então frente à «corredoura» e temível «Barra da Fuseta» para facilitar o socorro às embarcações em situação difícil. Só que a referida barra andou para nascente, um fenómeno comum às barras algarvias, conforme um valioso estudo do eng. Manuel Bivar, publicado nos anos 60 e ainda hoje plenamente válido. 0 «Diário da República» inseriu o aviso da Câmara Municipal de Olhão e do Instituto de Socorros a Náufragos visando a classificação como «património de interesse nacional» do referido imóvel, o qual é objecto de um projecto visando a realização das obras de recuperação e de futura musealização, aliando assim património e cultura. Muitas são as peças a inserir futuramente neste espaço, desde os vários «Prémios Nobel da captura do bacalhau no Atlântico Norte», memorável feito alcançado por vários pescadores fusetenses, assim como as artes tradicionais e outras em desaparecimento e a referência a conhecidos «homens do mar que no mar escreveram a história da «noiva branca do mar». Será no futuro mais um forte atractivo turístico a juntar aos valiosos níveis que, em turismo, já hoje oferece. João Leal


Crónica de Faro
João Leal

      «Templo a necessitar de obras»

      Situa-se no centro cívico de Faro, a dois passos da Pontinha (Praça da Liberdade). No pórtico principal tem a data da fundação (1 640), desconhecendo-se quem foi o autor do projecto. Situa-se no Largo de ao Pé da Cruz (antigo Largo dos Cântaros, por aqui existir uma fonte onde os aguadeiros enchiam os cântaros, que depois distribuíam ao domicílio, situação que se manteve mesmo após a distribuição da água canalizada). 
      Foi um templo que durante vastas décadas serviu de capela funerária da freguesia da Sé, antes da construção da Igreja Nova de São Luís, com as suas duas capelas fúnebres e da junção da paroquialidade de Sé / São Luís. Ali velámos muitos familiares e amigos ao longo dos anos. 
     Classificado como «momento de interesse público» esta igreja situada no coração do largo que no anterior mandato autárquico foi alvo de grandes obras de reestruturação (para quando a fonte deitar água em permanência?) era alvo de muitas visitas por fiéis e turistas, que admiravam para além da magnificência do altar - mor apreciavam a série de grandes painéis laterais que narram a criação do mundo.
       Foi uma estimada ex - colega, hoje aposentada como eu, que em site informático, revelador do grande interesse que os farenses dedicam aos problemas da nossa cidade, chamou a atenção para o mau estado do imóvel religioso. Assistimos ao que creio ter sido a sua ultima edição, num dia 3 de Maio do final dos anos 40, do século passado, à procissão da Senhora de ao Pé da Cruz. Era capelão o saudoso Cónego Joaquim Jorge de Sousa (natural de Aljezur e provedor e grande impulsionador da Santa Casa da Misericórdia local). Servia como sacristão e residia nos anexos da igreja o «Tio Bartolomeu», pessoa de  proveta idade que, calculem, ainda ensinou a «doutrina» a meu saudoso pai. Tempos idos...
      O edifício religioso que, nas suas traseiras. tem o «humilladero» ou capela do Senhor dos Aflitos, onde em permanência, dia e noite, ardiam velas e lamparinas em cumprimento de promessas feitas ou preces declaradas. necessita de obras urgentes. Até o rés - do - chão do imóvel. onde no 1º andar funcionou a Junta Diocesana da Acção Católica se encontra tapado com plásticos para encobrir o que se passa no interior.
      Ás entidades públicas e religiosas, a quem cumpre a  manutenção do templo classificado como de «interesse público» chamamos a atenção para a urgente carência das obras a realizar na Igreja de Nossa Senhora de ao Pé da Cruz!

sexta-feira, 27 de março de 2026


NA MEMÓRIA DO MESTRE NICOLAU  
   E mais uma vez o computador nos trouxe uma triste notícia: a partida para o Além do sempre saudoso «Mestre» Nicolau. Era  um amigo de peito, daqueles cuja partida nos enche de tristeza e com cuja fraterna amizade sempre contámos. Com mais uns anitos do que eu fizemos parte do Grupo 157 «Nun, Álvares»» do CNE. Eu era lobito e o Nicolau sénior e, depois, chefe do Grupo. Por outro lado este respeitado cidadão era viúvo, há alguns anos, dessa que foi das melhores colegas do meu curso na Escola do  Magistério Primário, em Faro, a sempre lembrada Prof. D. Maria Luísa Queirós, a «Luisinha» como era tratada. Tal facto ainda mais nos aproximou e cada vez que me deslocava  a Vila Real  de Santo António lá vinha a conversa sobre Faro, onde o António estudou (fê-lo na «nossa» Tomaz Cabreira e era natural do concelho de Loulé) e viveu muitos anos.
 Fazia parte de um grupo de «mestres» como os veteranos Guerreiro (marceneiros / carpinteiros) e Olívio Adrião (serralharia) e daqueles que a abertura da Escola Serpa Pinto fez recrutar (Mário Pereira, Roseta, João Mateus, Brito, Nicolau, José Alfredo....) e há muitos e muitos anos que o António Nicolau se efectivara na Escola Secundária de Vila Real de Santo António, de que se encontrava aposentado.
 Torcemos as mãos e nada mais pudemos fazer do que «chorar» a morte do amigo e colega António Pires Guerreiro Nicolau. Que Deus o tenha no seu prometido paraíso!

                                                                    JOÃO LEAL
CRÓNICA DE FARO
JOÃO LEAL

ISAAC NADER, UM FARENSE, RECORDISTA DO ATLETISMO PORTUGUÊS

      QUIS OS ACASOS DA VIDA, NESTE CASO OS QUÊS E PORQUÊS DO FUTEBOL PROFISSSIONAL, QUE FARO FOSSE O BERÇO, EM 19 DE AGOSTO DE 1999, DE UM FARENSE QUE VEIO A SER UM DESTACADO NOME DO ATLETISMO EUROPEU.
      DE ORIGEM MAGREBINA É SOBRINHO PATERNO DESSE QUE FOI UM DOS AVANÇADOS MAIS CONCRETIZADORES DO SPORTING CLUBE FARENSE «BOTA DE OIRO» DA I LIGA, HASSAN NADER.
     HOJE HASSAN, QUE SERIA TRANSFERIDO PARA O SPORT LISBOA E BENFICA, FACE Á SUA VEIA GOLEADORA, ENTÃO PELA VERBA FABULOSA DE CINCO MILHÕES, CONTINUA A SER UMA SAUDOSA RECORDAÇÃO PARA AS GENTES DE FARO. POIS ISSAC NADER SEGUIU NOUTRA MODALIDADE, O ATLETISMO, OS CAMINHOS DE FAMA E DE GLÓRIA, TRAÇADOS PELO TIO HASSAN. UMA PRÁTICA DESPORTIVA EM QUE AOS 24 ANOS REÚNE VÁRIOS RECORDES NACIONAIS, ALGUNS DOS QUAIS COM DEZENAS DE ANOS DE VIVÊNCIA. O ATLETISMO É UMA MODALIDADE BEM POPULAR E QUERIDA DAS GENTES FARENSES. VÊM-NOS Á MEMÓRIA AS LEMBRANÇAS DOS FEITOS DO ATLETA CORTICEIRO CASIMIRO DIAS. APADRINHADO PELO ULTRA LEÃO DR. JOSÉ MEALHA, METIA-SE NO COMBOIO CORREIO NAS NOITES DE SÁBADO PARA CORRER NAS MANHÃS DE DOMINGO, VENCER E VOLTAR, NO PRIMEIIRO COMBOIO, À SUA RESIDÊNCIA NO ALTO RODES. OU MAIS RECENTEMENTE EZEQUIEL CANÁRIO, HONRA E ORGULHO DESTA TERRA SULINA.
    ISAAC NADER INICIOU A PRÁTICA DESPORTIVA NO CD FARO XXI, SEGUIU NO AREIAS DE SÃO JOÃO (ALBUFEIRA) E CORRE, NA ACTUALIDADE PELO SPOR LISBOA E BENFICA, ONDE COLECIONA TÍTULOS APÓS TÍTULOS.
    DIREMOS QUE ELE, FARENSE AQUI NADO E CRIADO, É UM DAS GRANDES ESPERANÇAS PORTUGUESAS, PARA AS PRÓXIMAS OLÍMPIADAS.