segunda-feira, 9 de junho de 2014

GRANDE ALMOÇO DANÇANTE ANUAL COSTELETA


ALMOÇO


E NÃO SÓ...

DANÇANTE

DIA 14 DE JUNHO
NO HOTEL D. PEDRO GOLF
VILAMOURA

Restam apenas 5 dias para te inscreveres

Podes fazer a tua inscrição por 25€ no e-mail da Associação:

aaaetcabreira@gmail.com

ou através do telemóv. da Isabel 919029068

Não faltes a este convívio anual
para reveres, recordares e abraçares os teus
colegas e amigos "COSTELETAS"

NOTA: Será marcada falta injustificada.

domingo, 8 de junho de 2014

EVENTOS ALGARVIOS





ESPECTÁCULOS
Faro
Romeu e Julieta
Espectáculo de ballet conta a história de amor trágico entre dois jovens que cresceram em duas famílias rivais da mesma cidade de Itália.
No Teatro das Figuras em Faro, dia 9 de Junho pelas 21h00 horas

Olhão
Chás Dançantes
Tardes de Domingo animadas, com chás dançantes, na Casa do Povo do Concelho de Olhão, em Moncarapacho. Hoje a animação está a cargo do grupo artístico “Duo Miragem”.
Na casa do Povo de Olhão em Moncarapacho a partir das 15H00 horas.

Portimão
Concerto de Reflect
Reflect actua em concerto, numa fusão entre os estilos hip hop e rock, acompanhado pela Orquestra de Câmara da Academia de Lagos.
Bilhetes custam 2,00 euros por pessoa.
Teatro Municipal de Portimão, dia 21 de Junho pelas 21H30 horas.

EXPOSIÇÕES
OlhãoJoão Lucio
A exposição intitulada “João Lúcio” O homem por detrás do poeta pretende dar a conhecer o homem, o advogado e o cidadão Olhanense que morreu aos 38 anos.
Museu João Lúcio, na Ecoteca de Olhão, patente até 28 de Junho

Estói
Vestidos de Noiva
As noivas através dos tempos” é uma exposição de vários vestidos de noiva e trajes de noivo, bem como fotografias que retratam casamentos de diversas épocas passadas.
Centro Paroquial,, patente até sexta-feira, dia 13, das 10h00 às 18H00 horas

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Rogério Coelho


sábado, 7 de junho de 2014

FILMES EM ESTREIA NO "FORUM ALGARVE"


Cinema: Estreia de «Maléfica»
M12 anos 
Angelina Jolie interpreta uma bruxa inconfundível.
É uma Angelina Jolie quase irreconhecível, de olhos assustadores, envergando o chapéu que se tornou célebre no clássico animado da Disney «A Bela Adormecida» que surge em Maléfica.
A história da vilã mais icónica do clássico de 1959 da Disney "A Bela Adormecida" e os elementos da sua traição acabam por lhe transformar o coração puro em pedra. Determinada em conseguir vingança e em proteger o reino da floresta que governa, Maléfica lança uma cruel maldição sobre Aurora, a filha recém-nascida do rei. À medida que a criança cresce, Aurora é apanhada no meio do conflito fervilhante entre o reino da floresta que aprendeu a amar e o reino humano ao qual pertence o seu legado. Maléfica percebe que Aurora pode deter a chave para a paz no reino e vê-se forçada a tomar acções drásticas que irão mudar para sempre os dois mundos.
FICHA TÉCNICA
Realização
Ator / Atriz



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Rogério Coelho

INFORMAÇÃO

GENÉRICO

Resolvi recolocar o Genérico 
que criei com o Blogue em Maio de 2007

Rogério Coelho

POESIA




O Atol dos Amores

Poema: Vasco Graça Moura 

in "Os Rostos Comunicantes"


O atol dos amores
é uma porção de terra rodeada
de amor por todos os lados?
uma porção de amor rodeada
de terra por todos os lados?
rodeada de água? 
rodeada?
ah, todo o amor é árduo a humano trato
e se interroga e ninguém
é uma ilha
onde se caça. Apenas
se conhece asperamente
seu rodeado mapa de coral. Apenas
contra a morte
a ilha, a redondilha.

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Rogério Coelho

sexta-feira, 6 de junho de 2014

DIREITO DE PUBLICAÇÃO DE ASSOCIADO COSTELETA



Recebemos hoje, com pedido de publicação, o e-mail abaixo transcrito na íntegra e enviado pelo Associado Costeleta Jorge do Carmo Tavares, não nos assistindo qualquer responsabilidade na sua elaboração.


Estimado Rogério,

Agradecia fosse publicado no blog este email, que remeti ao Presidente da nossa Associação em 16 de Maio findo, conjuntamente com este que te dirijo.
Embora se tratasse duma sugestão que já causaria alguma dificuldade de execução, julgo interessante dar conhecimento aos costeletas “bloguistas”...talvez para um futuro próximo.
Porque não recebi qualquer resposta ao email,  tão pouco à sua recepção, estou esperançado que tenha lido.
Um abraço a todos
jorge tavares
costeleta 1950/56

“”Boa tarde Teixeira,

*Não consegui escrever para a Associação antes de sair este costeleta marcando o almoço anual...infelizmente, porque:
*Pretendia sugerir que a fossem homenageados os costeletas que se “ausentaram definitivamente”, convidando um familiar ( esposa, marido ou um filho/a) para o almoço
*Falar com o padre da igreja de Vilamoura, para uma missa ( obviamente para os católicos (a) ) dizer uma missa, talvez ao meia dia, evocando os referidos costeletas
*Dialogar com a Direcção do Hotel Dom Pedro ( têm três ) em Vilamoura, para proporcionar uma tarifa especial – tipo simbólica – para alguns costeleta de Lisboa que pretendessem vir um dia antes,  pernoitar no Hotel, e dessa forma evitar gastos, cansaço e quiçá aumentar o numero dos vindos.
Não sei se é aceitável...fica a sugestão
Um abraço

Jorge Tavares””
jctavares@jcarmotavares.pt

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Rogério Coelho

INFORMANDO



“Estamos a viver uma guerra sem bombas”
Afirma o Costeleta Jornalista João Leal
Que é homenageado hoje, dia 6 de Junho em Boliqueime (Vale Covo), 
no restaurante "Museu", pelo Algarve


Aos 76 anos, João Leal continua a lutar para que o Algarve não seja apenas um paraíso para alguns e um inferno para muitos. “Temos sido subalternizados durante toda a vida”, frisa o professor e jornalista com 58 anos de carreira. Em entrevista ao JA, João Leal lembra que ainda há um destino a cumprir com o Algarve – a regionalização – “porque a região merece mais”. Por outro lado, refere-se à atual crise como uma “guerra sem bombas”, que está a provocar “muitas baixas” entre os algarvios, especialmente os mais carenciados. É este o homem que será homenageado pelo Algarve esta sexta-feira, dia 6, em Boliqueime…


UMA LEMBRANÇA AO MUNICÍPIO DE FARO

Transcrevemos do Jornal Algarve o que o Costeleta e Jornalista João Francisco Manjua Leal escreveu

Rua da Madalena, “Faro em Ruínas”
Inúmeros laços afectivos (a lembrança de companheiros de então, entre os quais o Jorge Cachaço ou essa figura sempre presente, que era o “moço montanheiro” que “das brenhas de lá do Alportel viera”, o saudoso Marcelino Viegas ou a vizinhança que ali habitava ou tinha oficinas (mestres José de Gordinha, serralheiro e dirigente associativo; mestre Artur, emérito e veterano futebolista do Farense; “tio Pio”, do “Correio do Sul”, os “Clãs Larguito e Galvão”, etc), bem como familiares, de que residiram vários membros, prendem-nos, de uma forma especial, a esta Rua da Madalena, que outrora, conforme a tradição e a placa toponímica o assinala também era conhecida pela “Rua do Papa Lebres”.
Quando nas nossas voltas citadinas voltamos, o que, por razões sentimentais, com frequência acontece a este bairro onde nascemos, crescemos e vivemos dos anos mais descuidados e felizes da nossa vida jovem, dói-nos ver como ele se encontra em progressiva decadência e desmoronamento, rumo acelerado a uma ruína total, imagem que se aplica de maneira especial com o trânsito em grande parte proibido à Rua Madalena ou do “Papa Lebres”.
Este nome Madalena, um topónimo usado em várias designações por esse mundo em fora, ocorrendo-nos a famosa parisiense “Place de la Madeleine”, é aqui em Faro aplicado também ao singelo Largo e à Travessa que vem desembocar na Avenida da República. No primeira existiu a secularizada Igreja da Madalena que no último quartel do século passado foi transformado em bar, conservando parte dos traços arquitectónicos originais. Fazia parte do imóvel onde está instalado um dos mais antigos estabelecimentos hoteleiros algarvios, a Pensão Madalena e era propriedade de “um rico comerciante”, João de Carvalho Ferreira, constituindo o vocábulo Madalena, no dizer do investigador, sociólogo e historiador Dr. Libertário dos Santos Viegas “um dos topónimos mais antigos da cidade”.

A Rua da Madalena necessita de uma urgente e rápida intervenção global e com pleno respeito pelo que foi e pelo que representa para a urbe farense. Esta acção deve ser uma corolário da cooperação – realização entre proprietários, inquilinos e o município, tendente a evitar a derrocada que se adivinha a olho nú e às mazelas que ali se descortinam.
João Leal

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Rogério Coelho

quinta-feira, 5 de junho de 2014

NOTÍCIAS

INFORMANDO

Vela: Volta ao Algarve realiza-se de 3 a 6 de julho

A 22.ª edição da Volta ao Algarve em Vela começa no dia 3 de julho, no porto desportivo espanhol de Isla Canela (Ayamonte) e termina três dias depois em Lagos.
A primeira etapa decorrerá entre Isla Canela e Tavira. A segunda realiza-se no dia 4, entre a cidade do Gilão e Albufeira. A prova termina no dia 6, com uma regata técnica em Portimão e uma regata costeira que unirá Portimão, Ponta da Piedade e Lagos.
Esta prova é organizada pelo Ginásio Clube Naval de Faro, em parceria com a Federação Portuguesa de Vela, Associação Regional de Vela do Sul e Clube Náutico de Isla Canela.
Estudantes da Universidade do Algarve desenvolvem snooker tecnológico
Dá pelo nome de “PoolLiveAid” e é um método inovador que permite identificar, em tempo real, todos os ângulos e diferentes formas de realizar jogadas através do uso de uma tecnologia inovadora. Apresentado por dois alunos da UAlg, que se encontravam a tirar o mestrado em Engenharia Elétrica e Eletrónica do Instituto Superior de Engenharia da universidade algarvia, este projeto tornou-se imediatamente viral na Internet, atingindo só na primeira semana do mês de março do ano passado no YouTube cerca de 900 mil visualizações, contando agora com mais de um milhão e meio.

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Rogério Coelho

quarta-feira, 4 de junho de 2014

CASAMENTO NA GUINÉ BISSAU


Certidão de casamento

Clik para aumentar
Para aqueles  Costeletas que desconhecem  como eram oficializados os casamentos dos nossos militares nativos  que, para além de outros benefícios  poderem receber  mais  um saco de  arroz, Abono de Família  e outros  subsídios,  aqui deixo uma  Certidão de Registo de Casamento do Soldado Artilheiro BRAIMA  JALÓ, com  MARIAME AUGUÊ.
Chefiava nesta data a Secretaria  da BAT.ARTª  nº1 (Bissau), com cerca de 30  Secções de Artilharia espalhadas  por toda a Guiné,  e, como tal, registei   em  03  de Julho de 1968  o recebimento  do documento que envio em   anexo.       
Um documento que faz história na política  ultramarina  que  praticamos no  antigo Ultramar Português  e que muita gente desconhece.
Um documento que  conservo , assim como outros, que a minha  passagem  por todo o Ultramar me deixou.

Enviado por
Mauricio Severo Domingues
Costeleta e Capitão aposentado.

terça-feira, 3 de junho de 2014

GENÉRICO DO BLOGUE



Por achar que é relevante transcrevo na íntegra a informação enviada pelo Costeleta António Viegas Palmeiro.


Informando


Sobre o título em epígrafe e por me parecer que a informação  do colega que  originou  a  alteração do genérico não  seria  correcta, tentei esclarecer e esclarecer-me, investigando em diversas fontes.
O resultado foi o seguinte:
1947
A Escola,   então  oficialmente  designada  por Escola Industrial e Comercial Tomás Cabreira,  funcionava em instalações precárias na Rua do  Município  e no  Largo da Sé (no pátio do Seminário).
1948
No  edifício  deixado  pelo  Liceu  João  de Deus,  junto à Alameda,   começa a funcionar a Escola Técnica Elementar Serpa Pinto, onde passa a ser  ministrado  o  Ciclo Preparatório  do  Ensino  Técnico  (1º e 2º anos).
O edifício entrará, mais tarde, em obras que serão executadas por  fases.
À medida que  vão  concluindo  o Ciclo Preparatório os estudantes vão  transitando   para  a  Tomás  Cabreira,  onde  frequentam  os    Cursos Gerais  (Comercial ou Industrial) conforme a opção.
1952
Com as obras concluídas, o edifício abre completamente remodelado   e  com  a  traça actual.  O  novo  estabelecimento  agora  designado     Escola Industrial  e Comercial de Faro,  passa  a  ministrar o Ciclo Preparatório e os Cursos Gerais.

CURIOSIDADES
1888
- Designação inicial – Escola de Desenho Industrial de Pedro Nunes
- Primeiro aluno matriculado – Caetano Alberto Boaventura Frazão Alves, de Lisboa, regime nocturno
- Primeiro aluno de Faro –Acácio Agriculo Ferreira Chaves
- Primeiro aluno diurno – Carlos Sodis Mascarenhas, de 9 anos
- Primeira aluna – Júlia Sodis Mascarenhas, de 12 anos com o nº. 34
- Primeiro aluno de Olhão – José Henrique Pereira, com o nº. 104
1914
O primeiro aluno do Curso Comercial foi Mário Lyster Franco (filho de Carlos Augusto Lyster Franco que durante muitos anos foi director da Escola.


COMENTÀRIO
Pela pesquisa e pelo que atrás é  descrito  parece não haver dúvidas de que a Escola na rua do Município começa a ser desactivada em 1947, a partir  deste ano  inicia-se  a  mudança  que  pelo  descrito  foi  feita  de forma faseada.
De uma coisa eu tenho a certeza, eu entrei no primeiro ano do Ciclo em 52/53, na Escola que sempre frequentei,  no  local onde até hoje está.
Em face do que atrás foi dito,  parece-me  que  a alteração do genérico, pode acontecer por qualquer razão,  mas pela  que foi referida, não.
Convém esclarecer que nada tenho contra o actual, o brasão também é significativo. Mudar de vez em quando é bom.


António Viegas Palmeiro

NOTA DA REDAÇÂO: A razão do signatário ter mudado o genérico apenas se deveu ao facto do mesmo genérico se referir que a Escola da Rua do Município terminou em 1948 e não me ser possível apagar essa informação. Tudo o que aqui é descrito é do meu conhecimento. Agradeço ao amigo Palmeiro a informação enviada, que servirá para conhecimento de todos os que se interessam pela história da Tomás Cabreira, como Escola de todos os Costeletas  que ali ou lá fizeram os seus estudos. O genérico que coloquei poderá estar de passagem aguardando que qualquer de voz envie uma foto de substituição, mas que seja alusiva à nossa Escola.
Porque a informação do dia 29 de Maio se encontrava errada, repus a verdade. "O seu a seu dono". As minhas desculpas ao Inácio Fernandes.
Rogério Coelho


domingo, 1 de junho de 2014

CRIANÇA



DIA DA CRIANÇA PORTUGUESA
1 de Junho

Para os filhos, netos e bisnetos de todos(as) os(as) costeletas
enviamos, neste DIA, um grande abraço e beijinhos de felicidade.


Colocado por
Rogério Coelho