segunda-feira, 19 de maio de 2014

EFEMÉRIDES



CONCERTO NA PRISÃO DE FARO

A Orquestra Clássica do Sul

Irá dar um concerto no Estabelecimento Prisional de Faro, a realizar no próximo dia 22 a partir das 15H00 horas. O espectáculo, com obras de vários compusitores, é reservado à população prisional.

 CONCERTO DE BANDA                                                

                                      "A bunch of meninos"

A dupla de Tó Trip e Pedro Gonçalves, que forma a banda Dead Combo, está de volta para um concerto que pretende dar a conhecer o novo trabalho do grupo "A bunch of meninos".
No próximo dia 23 de Maio pelas 21h30 horas no Teatro Municipal das Figuras em Faro.



EXPOSIÇÃO
"Mundo Mágico"

A exposição "Isabel e o seu Mundo Mágico" está integrada num conjunto de actividades, promovidas para comemorar o Dia Internacional da Criança, que se assinala no dia 1 de Junho.
Na Muralha da Escadaria da Tertúlia Algarve, em Faro, até ao dia 30 de Junho.



Festival internacional leva blues ao Lethes


               

                                      A banda farense Wax                                         'Flamingos vai actuar no evento

O Teatro Lethes, em Faro; vai receber a 1ª edição do 'Faro Blues ­Festival Internacional de Blues: que decorre nos dias 23 e 24 de maio.
Na abertura; o festival apresenta um workshóp so­bre este estilo musical, orientado por Tércio Freire (também conhecido como Nanook). No dia seguinte, 24, a partir das 21h30, actuam os farenses Wax Flamingos, o norte-americano Terry 'Harmonica' Beane os espa­nhóis Slappin Combo.
O festival pretende colo­car a capital algarvia na rota' dos festivais musicais caracterizados por um cariz eminentemente urbano, contemporâneo e cosmopolita, assim como promover o es­tilo blues, que muitos dizem
. ter dado origem ao rock. Os bilhetes que incluem o workshop e as actuações custam 16 euros. A entrada ape­nas para os concertos custa 10 euros. As reservas podem ser feitas através do número 289897250 ou do e-mail: ambifaro@mail.telepac.pt. O evento é organizado pela ArnbiFaro - Agência para o Desenvolvimento Económico de Faro, com o programa 'Bluesmente Falando' da RUA FM, em parceria com a Câmara de Faro e o Hotél Dom Bernardo. _ 

Colocado por
Rogério Coelho


domingo, 18 de maio de 2014

CANTINHO DOS MARAFADOS



ONTEM 17 DE MAIO DE 2014 PARTIU A TROIKA.

HOJE


Colocado com o consentimento do criador do Cantinho.
Reporter Roger


AS BUNDAS

"BUNDAS" ou "TRAZEIROS"


E, se aparecerem assim em campanha eleitoral para caçarem mais votos,
tenham cuidado com os belfies, também conhecidos por
"paparasis":

CLIK

Roger


CANTINHO DOS MARAFADOS



A  BUNDA

Os responsáveis pela bunda (como é conhecida na actualidade, referindo-me
ao  conceito  contemporâneo de  bunda, ou seja, a  bunda  como ela é)  são os africanos. Mais especificamente, os angolanos e os cabo-verdianos.   Para ser ainda mais preciso, as angolanas e as cabo-verdianas.
Foram elas, angolanas e cabo-verdianas, que, ao chegarem ao Brasil durante as trevas  da  escravatura,  revolucionaram  tudo o que se sabia sobre bunda, até então.
Foi assim:
Naquela   época,   a  palavra  bunda   não  existia.  Os  portugueses,   quando queriam falar  a  respeito das nádegas de uma cachopa, diziam exactamente:
- Nádegas ou região glútea (tanto fazia).
Aí, os escravos angolanos e cabo-verdianos chegam ao Brasil. Só que eles não eram conhecidos por essa designação.
Eram os “bantos”, chamados de bundos  e falavam o idioma  “ambundo”, ou “quimbundo”, a língua bunda,
Os  bundos,  em  especial  as  mulheres  bundas,  possuíam a tal região glútea muito mais sólida, avantajada, globosa.
Os portugueses,  que não são nada parvos,  logo  deitaram os olhares para as nádegas das bundas  (as mulheres bundas).   Quando  alguma  delas passava diante  de um grupo de portugueses, logo vinha o comentário:  “Que bunda”
(referindo-se,  claro,  à  africana,  não à bunda  propriamente,  da  africana).
Em pouco tempo a palavra bunda, (antes designação de uma língua e de um povo), passou a ser sinónimo de nádegas.

E assim nasceu a bunda moderna.


COMO SE VÊ… BUNDA TAMBÉM É CULTURA!...

NOTA: - Enviado por António Palmeiro
que põe à disposição de todos o 
"Cantinho dos Marafados" de sua criação.

Colocado por
Rogério Coelho


INFORMANDO - NOTÍCIAS



RESPINGANDO

SENTIDOS E TRADIÇÕES
Dias 30 e 31 de Maio, a Escola de Hotelaria e Turismo de Faro recebe o festival gastronómico "Sentidos e Tradições". A iniciativa decorre entre as 19h00 e a 01H00, com entradas a ter o custo simbólico de 1 euro.

ANIVERSÁRIO
O 433º aniversário da Fundação da Irmandade da Santa Casa da Mesericordia de Faro vai ser celebrado com um conjunto de iniciativas culturais entre os dias 26 e 31 de Maio.

CAL PARA RECUPERAR FACHADAS
A Ambifaro, Agência para o Desenvolvimento Económico de Faro, arrancou na última semana com o "Projecto Cal", que pretende melhorar a imagem de zonas mais antigas da cidade e promover o uso da cal

Roger


sábado, 17 de maio de 2014

UM COSTELETA DA CANÇÃO


VITOR SILVA



Natural de Faro, prestamos aqui uma justa homenagem ao Costeleta VITOR SILVA, uma marca histórica ao alcance de poucos: fazer 55 anos de carreira.
Conhecido como "a voz de oiro do Algarve". É um dos artistas mais internacionais da região, tendo já actuado um pouco por todo o mundo. A "Medalha de Prata Cidade de Faro" é um dos muitos prémios com que foi distinguido.


Um grande abraço Costeleta Vitor.

Roger



TELECOMUNICAÇÕES



DIA MUNDIAL DAS TELECOMUNICAÇÕES

Todos os anos, a celebração do Dia Mundial das Telecomunicações, que assinala a criação da União Internacional das Telecomunicações (UIT), a 17 de Maio de 1865, é uma ocasião para salientar as atividades da UIT e os grandes reptos das comunicações a nível mundial. Desde os dias do telégrafo, passando pelas comunicações na era espacial, até à nova era do ciberespaço em que hoje estamos, a UIT sempre ajudou a ligar a humanidade no mundo inteiro.

Vivemos numa época em que a comunicação entre as pessoas é essencial para a realização dos objetivos comuns de desenvolvimento e a coexistência pacífica. Os últimos avanços no domínio das tecnologias da informação e comunicação reforçaram de maneira exponencial a nossa capacidade de nos ligarmos uns aos outros. Devemos explorar as potencialidades dessas tecnologias para conseguir que todos os habitantes do planeta se beneficiem das vantagens da educação, dos cuidados de saúde, do comércio e da proteção do ambiente.

Colocado por

Roger

sexta-feira, 16 de maio de 2014

LITERATURA D'OUTROS TEMPOS



CAFÉ E JORNAL


N
a minha rua não há café da esquina mas, na rua de baixo paralela à minha, existe um pequeno café/pastelaria, que nunca frequentei.

Resolvi seguir o exemplo do meu amigo Mauricio, que não me leve a mal…, que frequenta o café da sua rua e aproveita para ler o jornal da casa.

Acompanhado de minha mulher, que gosta de tomar a “bica” todos os dias de manhã, entrámos e sentámo-nos.

- Um café, se faz favor – disse a minha mulher.

- E para o senhor? Perguntou-me a empregada.

- Deixe-me ver – respondi olhando para a empregada, que sorriu docemente, de um modo quase infantil, “Não se importa que eu peça uma coisa diferente?”

- Claro que não, diga à vontade.

- Não estou a pensar em nenhuma iguaria especial.

- Ouve cá – disse a minha mulher, em voz baixa, inclinando-se para mim. “Se não te consegues comportar vou-me embora”.

- Olha querida, respondi no mesmo tom, “pediste um café. Deixa que eu também mande vir o que me apetece”. E para a empregada:

- Queria, para já, o jornal da casa.

- Não temos, não costumamos comprar.


- Bem, então o meu problema é que não me lembro, de repente, do nome daquilo que queria pedir. É assim um líquido escuro…

- É uma bebida alcoólica?

- Não! Não. Se bem me lembro trouxeram-me numa chávena de vidro. E também me lembro que estava bastante quente.

- Receio que não tenhamos.

- Nem posso acreditar, respondi. “Não será possível perguntar aquela sua camarada que está no balcão?”

- Sim, com certeza, disse a menina, e foi ao balcão à pressa.
- Estou a ficar farta do teu comportamento, disse a minha mulher irritada, ela não gosta de dar nas vistas. “Se não acabas com isso vou para casa”.

A empregada aproximou-se sorrindo:

- A dona do café pergunta se a bebida era castanho-clara?

- Não, menina. Era quase preta.

- E onde costuma tomar essa bebida?

- Em qualquer café, na baixa da cidade.

- Já receava – riu-se – São cafés de luxo e nós somos um café de segunda classe.

- Espere aí!, disse eu. “Agora me lembro que com a chávena vinha uma colher pequena. E mais uma coisa. No pires, uns pequenos cubos brancos”.

- Cubos? Olhou a empregada para mim, e desatou a rir. “Há cinco anos que estou cá, nunca houve um pedido assim, cubos! Riu-se novamente.

- Não podia perguntar à dona do café?, perguntei.

A empregada foi, mas à entrada do balcão olhou para trás, pôs a mão na boca e sorriu.

- Só ficas contente quando as pessoas se ocupam de ti?, perguntou-me a minha mulher furiosa.

- Nem pensar, querida. Nem assim fico contente.

- Era melhor dares conta do que estás a fazer, retorquiu.

A empregada voltou com a “bica” para a minha mulher. Atrás dela vinha a dona do café. Caveirosa, de óculos, com um livro de um autor desconhecido na mão. Não consegui ver o título.

- Estou a ver o problema. Disse ela com delicadeza.

- Mas, por favor, não faça caso do assunto respondi.

- Nós gostamos de satisfazer os nossos clientes. De que tipo eram os cubos?

- Se bem me lembro, eram brancos e de tamanho pequeno, respondi.

As duas entreolharam-se. A jovem empregada, que agora não se atreveu a rir, só casquinou baixinho. A dona do café, por seu lado, continuava séria. E respondeu

- É muito aborrecido, mas o que posso fazer? – Não temos cubos de nenhum tipo.

- Não é assim tão importante, respondi.

- E também não conheço o líquido de que fala, acrescentou a dona do café.

- Deixe lá. E fiz um gesto de desistir com a mão. E acrescentei:

- E traga-me também um café em chávena de vidro.

E foi assim a primeira vez que entrei, para tomar a bica e ler o jornal à borla, no café da rua de baixo, sem jornal. E sai, para comprar o jornal na tabacaria da esquina.
Tenho que ir morar para o Estoril para frequentar o Café/Pastelaria do Mauricio…

Rogério
Uma história de ficção. Qualquer semelhança com locais e pessoas é mera coincidência





ADIVINHEM


Do Costeleta Mauricio Severo Domingues recebemos e publicamos:

O USO DE GRAVATA  E LENÇO  IMPUNHA-SE  !!

Será que algum Costeleta consiga descobrir quem são estas três engravatados que em 1950 andaram pela Avenida cinco de Outubro, frente ao liceu, a "farejar" o ambiente?
                           
Mauricio

Quem adivinhar pode responder em "comentário"

Recebido e colocado por
Rogério Coelho

quinta-feira, 15 de maio de 2014

VERDADES


Voltei com
A FRASE DO DIA


Há muito para o dedicar...
Roger

I N T E R L Ú D I O


AGUENTA  -  Já volto!


Roger

POESIA


Da Poetiza Costeleta Maria Romana recebemos:

António Aleixo

A Voz do Povo

Poeta Popular tem o condão
“Jogar” com as palavras, facilmente
E algo, que o suaviza, calmamente,
Permite o seu querer, motivação…

Poeta Popular sente paixão
P´las musas que o envolve, plenamente,
Como água que transborda da nascente,
Motiva esse caudal da inspiração;

Sublinho, como exemplo, António Aleixo,
Que rimou… Este Livro Que Vos Deixo,
Cantando a Vida, a dor, um mundo novo…

E foi a força viva, o maior lírico;
Soube filosofar e ser o crítico,

- Aleixo, o saber nato, A Voz do Povo…

Colocado por
Rogério Coelho