Bom dia a todos.
Sem excepção alguma.
Ora aqui está um caso em que um belo texto, é comentado incondicionalmente por gregos e por troianos.
Parabéns a Lina, que conheço de quando o Largo da Palmeira ainda o era, e a dita que lhe dava o nome ainda nao tinha sido comida pelo escaravelho.
Quanto a guerrinha de alecrim e magerona à volta do direito a identificação do comentador, parece me um desperdicio de energias que (por mim falo) nos vão faltando.
Então não estamos ja todos identificados?
JBS«João Brito de Sousa
LA»leitor anónimo
JEM»José Elias Moreno
Anónimo»anónimo
Roger » Rogéio Coelho c os meus respeitosos cumprimentos e votos de muita paciência para nos aturar.
Desculpem, mas estou a escrever num teclado para arabes, e não sei como consegui chegar aqui, nem se me fiz entender.
Com apreço
JEM
jose elias moreno
Dakar 14.Agosto.2011
Meu caro Zé Elias.
ResponderEliminarA escrita chegou bem, apenas corrigi os "Ç" e coloquei alguns acentos qua não trazia. Tudo bem.
Farei um comentário a este teu comentário, que mudei para texto, mas quero falar primeiro com dois "pseudónimos".
Roger
Aqui fica o meu prometido comentário:
ResponderEliminarSobre a "guerrinha do alecrim e magerona à volta do direito à identificação do comentador", o anónimo que não é porque assina com o pseudónimo de Mingau, respondeu-me: "Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor não se dizer nada...!".
O outro anónimo que se assina com o pseudónimo "Montinho" e que garante ser o apelido, respondeu sorrindo:
"Mudem o nome Blogue dos Costeletas para Blogue Cantinho dos Marafados", e acrescentou: "deixa-me gosar as minhas férias sem alecrim e magerona". Não consegui contacto com o LA.
E a partir de hoje acabei com estas guerrinhas. Se o comentário não aparecer é porque foi regeitado.
E fico-me porque só me saiem duques...
Um abraço Zé e gosa Dakar. Eu estive lá tão perto e não podia ir.
Roger
Meu caro Costeleta Elias
ResponderEliminarColoca mais esta:
CA - Costeleta assídua
Querida amiga,
ResponderEliminarCA - Costeleta assidua:
Não me deixo conduzir pelo formato, cor ou o brilho da embalagem.
Sou mais atraído pelo conteúdo.
Acontece muitas vezes preferir
produtos a granel.
Até uma simples e aparentemente inofensiva embalagem de celofane ou plástico, pode conferir ao feijão frade uma qualidade e brilho que na realidade não possui.
Com apreço
José Elias Moreno