domingo, 13 de junho de 2010

ALMOÇO ANUAL COSTELETA

Mais algumas fotografias do almoço convívio anual
da reportagem fotográfica do
Rogério Coelho




















REUNIÃO ORDINÁRIA DA ASSEMBLEIA GERAL

A Mesa da Assembleia Geral
Presidida pelo seu Presidente Manuel Caetano
secundado pelo Vice Presidente Libertário Viegas,
Secretária Conceição Sério e pelos Presidentes da Direcão
Joaquim Teixeira, e do Conselho Fiscal Almeida Lima

O Relatório e Contas do ano de 2009
foi aprovado por unanimidade com aclamação






A reunião foi efectuada durante o almoço anual

ANIVERSÁRIO DE ASSOCIADOS COSTELETAS

FAZEM ANOS NA 2ª QUINZENA DE JUNHO

15 - Zélia Maria Dores Neves Gomes Costa. 18 – Manuel Henrique Passos; António de Jesus Brito. 19 - Alfredo Silva Teixeira; Armando Jesus Adanjo Sebarrinha. 20 - Afonso Lopes Santos; Joaquim Ponte Coelho. 21 - António Inácio Gago Viegas; Carla Maria Pires Neves Rio Coles. 23 - José Luís Iria Zacarias; Zinália Maria da Conceição Rosa. 24 - João Horácio Tomé Belchior; Maria João Mendonça Portela. 25 - Maria Irene Mendonça Lita Sousa. 26 - Vítor Manuel Rodrigues Caronho. 27 - João Jacinto Piteira. 28 - José António Rodrigues. 30 - Nívio Jorge Santos Celorico; Vítor José Jesus Silva.
Felicidades - OS NOSSOS PARABENS
ALMOÇO ANUAL COSTELETA
PÉ DE DANÇA
Reportagem fotográfica de
Rogério Coelho

Maria Adelina e marido



Paixão dançando com a Mestre






Fernanda Maia e Fernando Palminha
Machado

Adelaide, Ramalho e Isabel
Máximo e Lourdes Dentinho

Engº Bernardo e a mulher

Orlando Silva e a mulher

Fernando Palminha e a irmã da Fernanda Maia
Mimi e João Ramos

Manuel Inocêncio e Aurora Belchiorinho

Graciete e Daniel Faria

Cunha

Matias

Sustelo

DAQUELE TEMPO

klic sobre as imagens para aumentar


sábado, 12 de junho de 2010

EM CIMA DO ACONTECIMENTO

ALGUMAS FOTOS DO ALMOÇO ANUAL
COSTELETA
Reportagem fotográfica de Rogério Coelho
Klica sobre a foto para aumentar

















DO CORREIO ELECTRÓNICO


Grandes Figuras

José de Brito Junior

Hoje no Portal Sapo na Secção Local li :
· Crise financeira - Euro 'fraco' ajuda fábrica de bombas de água algarvia a crescer 15% este ano
A Britefil, uma empresa algarvia fundada nos anos 70, é a segunda a nível mundial a produzir … (Correio do Minho)
.


Um noticia interessante em que se destaca a partecipação de um Costeleta na denominação de Britefil (Brito e Filho = Brit + e + Fil) como fundadores o José de brito Junior e o Filho António José brito este, Costeleta.

Saber que a nivel Mundial é a segunda maior Fábrica atrás da Grundfos é motivo para sentirmos orgulho e acima de tudo admiração pelo conterrâneo de Estoi, amigo de muitos Costeletas como o Bartolomeu de Pechão e, foi quem me recomendou o Dr. Inocêncio da Costa .

Minha admiração pelo pela sua Capacidade em que não precisou de ter freqüentado qualquer Curso Técnico nem ter formação acadêmica, mas uma inteligência brilhante direcionada para a área da captação de águas, o que o levou a conceber uma Bomba Nacional , sem qualquer apoio Publico.
Como amigo de quem me orgulho (alem de um grau afastado de parentesco por minha Bisavó ser irmã da Avó dele) o acompanhei algum tempo em situações más e boas, antes de ter constituido a Britefil ! a febre Tifóide que contraiu considero a má época devido á saúde, iniciando o tratamento com o Dr. Porto de São Brás um médico com fama quase idêntica ao Dr. Silva Nobre.
No entanto não diagnosticou a doença que se prolongou até que chamei o Dr. Barros Madeira que em poucos dias o curou.
Como boas exemplo no dia 13 de Julho de 1975 por convite dele no dia anterior fomos com mais 2 companheiros a Lio, não vou descrever a viagem efectuada na ida em 28 horas e na volta cerca de 6 dias .
Ao Passamos por Andorra e Madrid visitamos distribuidores de Bombas em que as analisou por largo tempo as características das mesma.
Há cerca de 30 anos que nos afastamos e as noticias recebidas permitem-me homenagear uma pessoa de quem tenho orgulho de ter conhecido e ser amigo .

Saudações Costeletas
António Encarnação

sexta-feira, 11 de junho de 2010

DO CORREIO ELECTRÓNICO DO BRASIL


CHURRASCO


Assar carnes na brasa ou fogo tem sido um dos métodos mais utilizados pelo homem e as mais diversas culturas se utilizam deste método de cozimento.

Não podemos atribuir sua invenção a nenhum povo em especial.
Se perguntar a um brasileiro quem é o criador do churrasco, ele certamente responderá que é um gaúcho.
Se perguntar a um argentino ele dirá que foi um conterrâneo e, assim por diante


É claro que algumas culturas são mais criativas do que outras, bem como algumas regiões mais ricas em ingredientes.
Isso sim faz a diferença e demonstra a criatividade de cada cultura.

Escrever um tratado sobre tudo no Churrasco , ocuparia centenas de Páginas de texto e, mesmo assim, não seria possível, pois cada um tem um ponto de vista e uma verdade sobre o tema

No Algarve o termo se divulgou com o Frango assado na Brasa que posteriormente passou a ser Churrasco .
Destaco há 50 anos no Restaurante Fim do Mundo depois denominado Primavera localizados na Rua Vasco da Gama em Faro ,
Praticamente na mesma época surgiu a Fama na qualidade do Frango no Livramento .


Na digressão gastronômica que tenho feito na América do Sul , não podia deixar de falar sobre o Churrasco , como tenho feito com outras especialidades gastronômicas , exemplo o Camarão na Chapa que nos anos 70 se encontrava no Café central em Quarteira , secundado pela Perdiz com ameijoas .

O melhor Churrrasco que me foi servido, foi em 1985 na Cidade do Rio de Janeiro me convidaram para ir ao restaurante na Ilha do Governador apreciei o vai-vem das diversas carnes , algumas com nomes diferentes dos utilizados em Portugal como o Lagarto = Ganso .entre outras .
A denominação Gaucho não faltava na denominação do Restaurante .
(Prometo em breve escrever sobre “ Gaúchos e as Pampas “ , que deu origem ao complementos das churrasqueiras que se tem espalhado pelo Planeta ).
Na Argentina e no Uruguai o churrasco típico chamado asado, é o prato nacional de ambos países. Tradicionalmente é feito na grelha com uso de lenha, mas também se usa carvão pela praticidade.

Os gauchos alimentavam-se sobretudo de churrasco no pão, que está na origem do asado rioplatense.
Na Argentina o asado tradicional dos Pampas estendeu-se a toda a população, e hoje, devido a qualidade e ao preço baixo, é consumido por todas as classes sociais. É até comum ver operários a preparar o prato na rua na hora do almoço.
No Uruguai também denominado de Parrilada em que destaca a utilização de Espetos .
No Brasil, o Churrasco Rivaliza com a Feijoada como Prato nacional , e se refere a toda carne assada na churrasqueira ou no estilo fogo de chão, quase sempre em grandes espetos na região sul, e grelha nas outras regiões.

O tempero varia conforme o gosto e o costume local, podendo ser simplesmente sal grosso ou refinado, até as mais elaboradas fórmulas. De longe, a carne preferida é a bovina, mas também são muito apreciadas as carnes de origem suína, e frango em Portugal .
O correto é afirmar que não existe fórmula exata, uma vez que cada região desenvolveu um tipo diferente de carne assada, mas, sem dúvidas, a imagem mais famosa no Brasil é o churrasco preparado pelos gaúchos, expressão que virou nome do cidadão nascido no estado do Rio Grande do Sul.
A execução se coloca a carne de forma rápida e diretamente a uma fonte de calor. A proteína da carne, a mioglobina, como auto-proteção, coagula-se rapidamente formando uma camada impermeável que bloqueia a saída do sumo .
A carne se contrai e fica levemente crestada. As gorduras são destiladas e pingam sobre as brasas. Após o assado é virado repetindo-se o processo.
O tempo de exposição depende do calor da churrasqueira, do tipo da carne e da espessura do corte, da qualidade do carvão ou lenha e do ponto desejado .

Saudações Costeletas
António Encarnação

quarta-feira, 9 de junho de 2010

DO CORREIO ELECTRÓNICO

A Direcção da Associação dos Antigos Alunos da Escola Industrial e Comercial de Braga faz sinceros votos de um bom e alegre convivio a realizar no dia 12.

Henrique Pereira,

Os nossos agradecimentos
A Direcção

ALMOÇO ANUAL COSTELETA

10 de junho
Dia de Portugal
Aproveita para apreciares as festas em Faro
e aparece no almoço dos Costeletas que se realiza no dia 12 (Sábado)
Na Quinta Senhora Menina
VEM CONVIVER E RECORDAR

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Do correio electrónico

RECORDANDO
O Café da Brasileira

por Alfredo Mingau

Era café, geladaria e pastelaria.
Já não existe!
Ficava onde está hoje a sapataria Bruna. Era um cruzamento da Rua João Lúcio com a Rua de Santo António. Ali perto da Pontinha.
As casas do quarteirão algumas térreas outras de 1º andar. Cerca de duas casas depois, no sentido da Estrada de Olhão, funcionava a PIDE e, logo à esquina, a mercearia do senhor Libório.
Na frente da Brasileira costumavam juntar-se grupos de “Moces” Costeletas e Bifes, junto da papelaria Artys para verem passar as moças.
Para cima, no sentido da avenida umas pequenas casas e, para o lado da pontinha, a retrosaria da D. Adozinda e a relojoaria Oliveira.
O quarteirão onde se encontrava a Brasileira foi todo demolido.
Os donos da Brasileira formavam uma sociedade composta pelos senhor Inácio e o senhor Baleizão. Os melhores gelados de Faro eram os da Brasileira, confeccionados pelo senhor Baleizão que tinha um segredo de confecção. Os principais eram de baunilha e de chocolate. A Brasileira tinha uma pequena frota de carrinhos a pedal a imitar a metade da frente de um barco, que distribuíam os gelados por toda a cidade. Eram do tipo sandes, entre duas bolachas rectangulares, e confeccionados num pequeno aparelho manual com mola e custavam 5 ou 10 tostões, meia dose ou mola abaixo.
No interior da Brasileira mesas com cadeiras e duas cabinas telefónicas; os WC ficavam no quintal.
No Verão a esplanada ocupava toda a frente do café e parte da rua Dr. João Lúcio.
A sociedade desfez-se passando a pertencer apenas ao senhor Inácio.
Quando o quarteirão foi demolido, a Brasileira funcionou num pavilhão da Praça da Liberdade.
Naquele tempo, anos 30 e 40 as mulheres e as crianças não frequentavam os cafés. Apenas a partir dos anos 50 é que começaram a aparecer acompanhadas dos maridos. E já com uma inovação das mentalidades começaram a conviver nos cafés; na Brasileira já se viam professoras e funcionárias públicas, comerciantes e outras em amena conversa. Principalmente à noite.
Os assíduos do café e que mais sobressaiam em cavaqueira aberta eram o Chico Zambujal, o Palaré, o Franklin, o Bexiga, o Matias e outras ilustres personagens em convívio e negócios.
Aqui aparecia a vender gravatas o Victor, com o mostruário a tiracolo, que dizia-se ser um “bufo” que arrecadava 50 escudos por cada informação à PIDE.
À noite, depois das aulas, o Zeca Afonso aparecia para digerir um bolo de arroz e meter dois dedos de conversa.
O Sidónio Almeida, pintor e escultor, fazia da Brasileira o local para vender os seus trabalhos de inspiração que lhe encomendavam.
A Brasileira era também local de “intervalo” depois da saída do cinema.
E também ali se brincava. Conta-se a célebre brincadeira do Sidónio, bastante surdo, se lembrou de escrever um letreiro, em grandes letras, e que foi colocar na parede da alfaiataria Coelho, da Rua de Santo António, frente à tipografia Serafim: “MORREU O TOQUIM, ENCONTRA-SE DEPOSITADO NA ADEGA NORTENHA.
O conhecido Toquim (senhor Manjua), que era analfabeto, foi avisado e que o autor da escrita se encontrava na Brasileira. Zangado e irado o Toquim aparece na Brasileira em procura do autor da sua morte. O Sidónio que o viu antes de entrar, esconde-se na casa de banho. O Toquim, não o encontrando, senta-se a uma mesa junto da saída e pediu um copo de leite enquanto esperava. O Sidónio lá conseguiu escapar-se pela porta de serviço.
Muitas brincadeiras ali aconteceram.
Era o único café onde o balcão estava sempre com bastantes copos cheios de água prontos a serem servidos. Uma maneira de saber receber.
O Café da Brasileira era frequentado pela classe média de Faro.
Inté
Apontamentos IN FARO -"RETRATOS À LA MINUTA"

COMO VAI O ENSINO?

PROFESSOR ALUNO

O Mingau está de volta com um tema que considero actual e pertinente.

Agora que o ano lectivo está a findar, entendi que seria importante “focar” alguns dos problemas que enfermam o “ensino aprendizagem”. O texto do amigo Diogo Sousa sobre o “buhyiling” foi, como que um convite para o fazer. Não sobre o Buhyiling, porque, entendo que este problema está associado a outros factores com diagnóstico e solução que me transcendem.

Assim, vejamos…

O verdadeiro professor é aquele que ajuda ao aluno a encontrar as respostas sem em nenhum momento mostrar onde essa resposta está. Deve ser criativo e capaz de ver no limão azedo a possibilidade de fazer uma limonada.

É importante saber que, dentro da sala e fora dela, o professor é alguém em quem o aluno se espelha, uma vez que este é (ou deveria ser) o seu mais concreto exemplo de sabedoria, de carácter e, por que não, de heroísmo. Exemplo disso é que toda criança um dia brinca de escolinha e todos eles sempre querem ser o professor. Quando a disputa acontece, sempre acaba nessa posição o mais velho, o maior da turma, alguém de destaque e desenvoltura. Isso não é uma forma de respeito? Por que será que eles nunca deixam esse posto para o mais bobo? Isso provoca uma série de indagações.

Será que Deveria ser assim?, mas…

A arte de ensinar é uma tarefa difícil demais para que alguém se envolva nela por comodismo, falta de facto melhor, ou porque é preciso auferir ganhos. Já ouvi alguém afirmar que o Ministério da Educação era (será que ainda é?) uma agência de emprego.

Os profissionais críticos e actuantes na área de ensino, observam que, actualmente, impera um total descaso pelo acto de leccionar e aprender. Já não há mais o respeito mútuo entre discentes e docentes; a indisciplina em sala de aula é uma constante; a dificuldade que os estudantes encontram em usar a linguagem escrita como elemento de reforço ou registo da fala, uma triste realidade; e actos de violência escolar já fazem parte do nosso dia-a-dia. Portanto, este artigo tem como objectivo mostrar alguns dos problemas que se constata no decorrer do processo ensino-aprendizagem

Se as relações humanas, embora complexas, são peças fundamentais na realização de mudanças em nível profissional e comportamental, como podemos ignorar a importância de tal interacção entre professores e alunos?

Os problemas poderão estar, ou estão, nos comportamentos, desempenhos, métodos e técnicas de vários tipos de docentes

O professor autoritário, o professor licencioso, o professor competente, sério, o professor incompetente, irresponsável, o professor amoroso da vida e das gentes, o professor mal-amado, sempre com raiva do mundo e das pessoas, frio, burocrático, racionalista, nenhum deles passa pelos alunos sem deixar sua marca

Toda a aula, em resumo, seja qual for o objectivo a que vise, e por mais claro, preciso, restrito, que este se apresente, tem sempre uma inelutável repercussão mais ou menos ampla, no comportamento e no pensamento dos alunos. Cada aula tem um tipo de professor diferente em que o “mais com mais e menos com menos” se repelem, peça fundamental no comportamento do docente e discente e, provoca neste, um “desinteresse” escolar.

A relação estabelecida entre professor e aluno, constitui o cerne do processo pedagógico.

Cremos que uma disciplina de “Relações Humanas” para os alunos e formação no mesmo sentido para professores, poderia ajudar o desempenho nas escolas e contribuir para um eficaz relacionamento e “interesse escolar”.

Composição com alguma recolha “daqui e dali”

O amigo João Brito de Sousa perguntava, num dos seus comentários recentes, onde está o Mingau?...
Alfredo Mingau