domingo, 20 de junho de 2010

ALMOÇO ANUAL DO DIA 12 DE JUNHO

ALMOÇO ANUAL COSTELETA
E, com este grupo de 38 fotos,
captadas pela Filomena Sousa (Meninha),
Damos por concluida a reportagem fotográfica
do evento
Esperamos que tenham ficado satisfeitos
com o nosso trabalho
Para o próximo ano, noutro local,
faremos mais ATÉ LÁ!



..Alice e Maurício





Paixão, ao centro




Rogério e Isabel Coelho
Diogo Sousa e Maria Romana


Sobrinhos do Maurício

Alice e Maurício e Isabel Coelho


Maurício, Diogo, Romana e Raminhos
Mauricio, Romana, Fraqueza, Isabel e Rogério

Isabel. Meninha e Diogo

Fernando Palma, em frente â esquerda






Libertário Viegas, Almeida Lima e Lucilia


















Director da Escola (Domingos Grilo) ....... Fernando Oliveira





Joaquim Teixeira, Manuel Caetano e Libertário Viegas


Conceição Sério e Almeida Lima



Fernando Oliveira e Joaquim Teixeira


Lourdes Dentinho, Mestre Olivio e Manuel Inocêncio (frente à direita)
Lourdes Dentinho e Mestre Olíviom em primeiro plano







Paixão Pudim


Almeida Lima

Lourdes Dentinho


Fernando Palminha (discursando)

sábado, 19 de junho de 2010

DO CORREIO ELECTRÓNICO

Parabens pela excelente reportagem fotográfica e pela impecável execução do almoço, convívio e festa costeleta.
Junto duas poesias do meu livro "Ventos do Sul".
Um abraço, do,
Manuel inocêncio da Costa


Aniversário

Eu sei – fazes 18 anos,
Ai que bonita idade,
Quero oferecer-te uma prenda,
Vou levar-te à cidade.
Mas que prenda te darei?
Que oferecer-te poderei?
Que seja do teu agrado?
Ah já sei,
Ofereço-te uma flor;
Uma dália, uma violeta,
Calha contigo, que és simples,
E modesta também,
Que és bela como ninguém;
Mas, não! Não o farei!
Ofereço-te antes uma safira,
Azul, tão azul como o céu,
Nela poderás apreciar,
A beleza e o azul do mar.
Mas não, não é preciso,
Ofereço-te só um sorriso,
Querida irmã!
E mais te faço:
Recebe um abraço!
Sê feliz!



Naquele dia

Naquele dia violento,
Rebentaram tempestades,
E destravou-se o vento;

E o céu escureceu,
Ribombavam os trovões,
Estava escuro como breu;

Os raios caíam na terra,
Num fragor diabólico,
Parecia começada a guerra;

Incendiaram-se as montanhas,
E os vulcões enfurecidos,
Reviravam suas entranhas;

Os cães andavam perdidos,
Pelas ruas desorientados,
Dando lúgubres latidos;

As casas estavam fechadas,
As janelas trancadas,
Dentro pessoas apavoradas,

Com fervor e fé rezavam,
Para esconder o medo,
Única saída que encontravam;

As mães os filhos apertavam,
E palavras lhes diziam,
E assim os confortavam ;

Muitas pessoas pereceram,
Pelo menos é o que se diz.
Ou nunca mais apareceram;

Os transportes pararam,
Parecia suspensa a existência,
Até que todos notaram,

Surgiu uma claridade no céu,
E num estrondo colossal,
O astro sol reapareceu.

Os abismos sossegaram ,
Restabeleceu-se a vida,
A Paz e o Amor voltaram!
oooOooo
Este nosso associado Costeleta fez o lançamento do seu livro "Ventos do Sul", em Faro, S. Brás de Alportel, Vila Real de Santo António e agora em Tavira.
As nossas felicitações caro Manuel Inocêncio.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Fotos do Almoço de 12 de Junho
Filomena de Sousa (Meninha)
Que se deslocou de Washington (USA) para estar presente
no nosso Almoço Anual e fazer esta excelente
reportagem fotográfica
nota: ainda temos 40 fotos para publicar

Foto no jardim do restaurante Quinta Senhora-Menina

Filomena Sousa (Meninha)

local do almoço Costeleta anual

Norberto Cunha

Diogo Sousa (à direita)


















João Ramos



Lili e Sustelo

Cunha







Rogério e Ramalho (Tesoureiro)

Orlando Silva - Daniel Faria e Graciete em primeiro plano

Lourdes Dentinho e Máximo Oliveira


Laura e Joaquim Teixeira






Isabel e Rogério

Raminhos (à direita com Lourdes Dentinho)




Manuel Diogo Costa e Maurício

Graciete e Daniel Farias


Diogo Sousa à direita










Clarisse Cabrita


Maria José Fraqueza

Morreu José Saramago.
Figura maior da nossa literatura, e um dos portugueses que para sempre ficará na História, para honrar o nome de Portugal.
Nunca partilhei os seus ideais políticos, mas sou um admirador da sua escrita, e senti uma grande emoção e imenso orgulho, quando o vi flectir a sua coluna vertebral, ao receber o Prémio Nobel da Literatura, num gesto, que talvez,nem antes nem em toda a sua vida tenha repetido.
Saramago foi o "produto do meio em que foi criado", como diria o nosso poeta popular António Aleixo. A sua vida e a sua Obra refletem isso mesmo.
Tenho muita pena que Saramago não tenha podido ser feliz, na plenitude e no final da sua vida.
Quem, em pleno uso das suas faculdades mentais escolhe, ou é obrigado a exilar-se de sua Pátria, em plena Liberdade, não deve sentir-se feliz.
Mas o Homem deve poder usar da sua liberdade, até mesmo para exilar-se

Modesto de nascimento, estudante trabalhador (serralheiro) , cedo começando a suportar os cheiros das tipografias e o silêncio das bibliotecas, se foi construindo e, de etapa em etapa trilhou o seu caminho, nem sempre isento de escolhos.
Saramago podia ter sido um Costeleta.

Descanse em Paz.

J.Elias Moreno

18.Junho.2010

DO CORREIO ELECTRÓNICO

NOTAS COSTELETAS

Recebi mail do Brito Afonso a desejar-me as melhoras. Obrigado amigo.

Idem do Norberto Cunha sobre questões editorais.

O ALMOÇO ANUAL

Infelizmente não pude estar presente. Mas já sei que foi uma boa jornada de confraternização.

Sei que do meu primeiro ano 52/53 estiveram o João Bica e o João dos Santos.

Reparei que o A. Rocha e o Zé Emiliano nunca faltam. A amizade é isto.

O Mestre Olívio e o Professor Daniel Farias também não. E a Clarisse Cabrita que recitou um poema meu, também esteve presente.

O poeta Orlando Augusto, que eu gostava tanto de trocar ideias com ele sobre poesia, também esteve presente. Augusto não tenho teu contacto
mas gostava de ter.

Acho bem esse encontro de poesia de que fala o Moreno.

OUTRAS COISAS

A selecção nacional de futebol falhou. É o que me parece.

Fui convidado para uma caracolada pelo Rogério e Diogo Tarreta. Não pude ir.

Atenção Zé Pinto, Zeca Bastos, Hernâni, João Ramos vamos lá.

Ab.

João Brito Sousa

quarta-feira, 16 de junho de 2010

DO CORREIO ELECTRÓNICO



Os Velhos e os Novos Costeletas


Gostei muito do (almoço) Convívio Anual dos Costeletas.

Do franco e aberto convívio,ao matar saudades; do pé de dança ,às sessões de Autógrafos concedidas pelos Escritores e Poetas da casa; dos momentos de poesia ( e porque não organizar um Grande Sarau Costeleta de poesia?), aos discursos de circunstância; das poses fotográficas para a posteridade, aos abraços e beijinhos repenicados; da recordação dos que não puderam vir, à surpresa dos que suportaram o “jet leg” duma noite inteira de voo dos EUA para estar presentes, tudo foi emoção, alegria e o estravasar do profundo sentimento de grande amizade que une a Família Costeleta.

O número de presenças, atesta bem a Vitalidade da nossa Associação.

A presença de alguns dos nossos professores, conforta-nos e faz-nos sentir ainda mais jovens.

Mas,palavras para quê?, se a excelência das reportagens fotográficas dos nossos exímios colegas fotógrafos, regista à saciedade e com brilhantismo e rigor, o que mil palavras jamais possam traduzir ou ilustrar.

A aparente falta de adesão das camadas de novos Costeletas ao nosso projecto, preocupa-nos.

Mas como já alguém prenunciou; eles vão aderir.

Quando sentirem o apelo da saudade.

Os jovens de hoje não são melhores nem piores do que nós.

Vivem um tempo diferente do nosso, e sulcam os caminhos que nós lhes preparamos.

Nós vivíamos o dia, e os espaços abertos ,jogávamos na praia ou nos estádios improvisados dos Blocos ou do Largo de S.Francisco, namorávamos na Alameda e dançávamos nos bailes que acabavam à meia-noite.De dia estudámos, trabalhámos e muitos estudámos e trabalhámos, para cumprir objectivos... à noite dormíamos.

Não tivemos liberdades...e dizem agora que tivemos sorte.

Muitos deles vivem a noite, os espaços fechados, jogam nos modernos ginásios, namoram às escuras e aos berros nas discotecas ou nos bares, das duas às sete horas da manhã...de dia dormem.

Têm Liberdade...e acusam-nos de lhes deixar-mos um mundo: de merda, sem futuro, sem empregos, sem uma porta aberta.

Aparentemente não têm objectivos e estão desiludidos.

Mas a Juventude é generosa e tem a seiva da vida .

Há a Juventude que acredita, trabalha, e sabe aproveitar o que há de bom no lado bom da vida.

É a juventude que reconhece que a geração dos “velhos Costeletas “, lhes deixa as ferramentas das novas tecnologias, e todo o espaço que a globalização lhes concede para trabalhar e competir em todo o lado, e não um mundo fechado no cantinho à beira mar plantado.

O mundo dos velhos Costeletas era esse cantinho, ou quanto muito os confins do Império.

O mundo que legamos à nossa juventude é Todo o Mundo.

Depois é só saber viver de bem com a Vida:

Saber colher uma laranja fresca e suculenta,

Extrair-lhe e beber o sumo salutar,

da casca fazer um aromático chá,

e dos caroços

um alfobre de novas e verdejantes laranjeiras.

Estes são os Novos Costeletas.

Os que elegemos para nos substituirem.

E honrar.


Almada ,16/6/2010


J.Elias Moreno

terça-feira, 15 de junho de 2010

REPORTAGEM FOTOGRÁFICA COSTELETA

ALMOÇO COSTELETA ANUAL

Mais este conjunto de fotos enviadas pelo

Maurício Sevro Domingues
Norberto Cunha (ao centro)
Maria Pinto, Libertário Viegas, Almeida Lima, Lucilia Teixeira





Maria José Fraqueza

Alice e Maria Romana
Meninha e Diogo Sousa

Raminhos, Mauricio e Rogério
Feliciana Grade (ao centro)


Adelaide e Ramalho

VERDADE

POBRES DOS NOSSOS RICOS

A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos.


Mas ricos sem riqueza.


Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de endinheirados.


Rico é quem possui meios de produção.


Rico é quem gera dinheiro e dá emprego.


Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro. ou que pensa que tem.


Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.
A verdade é esta: são demasiados pobres os nossos "ricos".


Aquilo que têm, não detêm.


Pior: aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros.


É produto de roubo e de negociatas.


Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em tranquilidade de tudo quanto roubaram.


Vivem na obsessão de poderem ser roubados.


Necessitavam de forças policiais à altura.


Mas forças policiais à altura acabariam por lança-los a eles próprios na cadeia.



Necessitavam de uma ordem social em que houvesse poucas razões para a criminalidade.



Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem (...)




MIA COUTO (Poeta Moçambicano)
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Para "alguém" pensar e pôr a mão na consciência
RC.

QUANDO ALGUÉM PARTE

Foto digitalizada de jornal

O nosso associado Costeleta nº 112 - José António Cabrita Neves,

partiu.

À familia enlutada e a todos os amigos, a Associação dos Antigos alunos apresenta as mais sentidas condolências.


QUE DESCANSE EM PAZ

segunda-feira, 14 de junho de 2010

GRANDE ALMOÇO ANUAL COSTELETA

MAIS FOTOS DO ALMOÇO
Fotos enviadas pelo Maurício Severo Domingues
que agradecemos
Enviem "Moces" para








PAZ COM A NATUREZA


Numa pequena ruela, vêem-se socalcos guarnecidos de musgo, ainda fresco.
Sobre o muro do velho quintal debruçam-se trepadeiras floridas, que brilham ao Sol e, quando se aproxima a noite, todas as flores se inclinam para dormir.
Mais adiante enxerga-se uma rampa humanizada, que dá acesso a um caminho, ainda mais íngreme, que atinge o cume de uma montanha; dali se avista o maravilhoso panorama, de paisagem exuberante; mais além o mar, que parece tocar o tecto celestial.
Lugar calmo e suave para a saúde do espírito e aí meditar.
Embora silencioso o ambiente, a Natureza transmite-nos algo de irreal.
De vez em quando, as aves planam suavemente, cortando a monotonia, para dar lugar àquela paz harmoniosa, que imobiliza e fascina.
Aí, o espírito dá asas à sensibilidade, voa pelo espaço e confunde-se com o vento, sem impedimento anda em liberdade e inspira-se, com agrado nessa real beleza, que nos oferece a Natureza.

Maria Romana