quinta-feira, 18 de setembro de 2008

ANIVERSÁRIO DE ASSOCIADOS COSTELETAS

Fazem anos em Setembro:

21 - Maria do Carmo Negreiros. 22 - Eugénio Estêvão Filipa Dionísio. 23 - Aníbal Aleixo Filipe; Lucília Maria Campos Carneiro Telo Pereira. 24 – Maria Valentina Aleixo Martins. 25 – Lídia Rosa Nunes. 27 - José Egídio do Rosário Gouveia. 28 - Wenceslau Pinto Nunes; Manuel Pires Vitória; Maria Celeste Gonçalves Pereira; Diogo Costa de Sousa. 29 - Manuel Palma Pires. 30 - Aunção Vargas Brito Dores. 31 - Virgílio Nicolau Pires.

OS NOSSOS PARABÉNS

Pesquisa de Rogério Coelho

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO


RETIRO AS MINHAS PALAVRAS

O meu comentário ao texto de Raul Brandão mereceu os seguintes comentários laterais, de pessoas que considero e que gostam do blog (sou levado a concluir isso).

Ei-los:

1 - Ainda sobre este assunto, quero lembrar que o tema religião foi colocado no blogue pela administração, quando se permite afirmar que Deus não existe. Os comentários a este tema são em numero de oito (até agora) e novamente a administração que devia pôr agua na fervura, actua ao contrário.
Obviamente que dai resulta algum mal estar, que pode ser grave especialmente para os "calados".
Volto a afirmar que a existência da possibilidade de comentários anónimos, obrigará a administração a ter uma capacidade de tolerância que lhe permita, não o confronto, mas o dialogo e esclarecimento, a não ser que lhe agrade esta tipo de bate-papo escrito. Confesso-lhe que não faz o meu genero.

Nota final- Porque o tema é algo complicado, prefiro dialogar a dois, embora não tenha qualquer inconveniente em tornar publicas as minhas ideias.

2 - Meu caro Senhor, João Brito Sousa,
Com todo o respeito que o Senhor merece, quero dizer o seguinte:
O 1º e o 4º comentário são meus: - Não me identifiquei porque não sou costeleta. Sou casada com um costeleta. Como não sou cobarde, nem tenho por hábito enconder-me sob o anonimato porque graças a Deus não tenho "arcas encoiradas"...
Quero dizer o seguinte:
Costumo assiduamente visitar o blogue dos costeletas porque é um blogue com alguma cultura em suma é um blogue rico. Já aprendi alguma coisa nesse blogue.
Quanto ao comentário nº 4, não me referi a alguém em particular mas sim ao mundo em que vievemos que cada dia trás mais ódio, violência, guerra, etc
Como atrás referi não sou costeleta mas tive bons professores e ainda tenho alguns bons amigos costeletas, eles sim podem dizer do que é que a minha alma está impregnada. O Grande MESTRE OLÍVIO, Maria José Fraqueza, Eduardo PEdro Soares, Ercília e Aurélio Madeira, António Pires Guerreiro Nicolau, Custódio Justino, bancário aposentado ex-colega do meu marido, etc. etc. etc.
Por favor antes de tecer qualquer comentário maléfico pense 2 vezes para não magoar alguém e muito menos deixar passar uma mensagem negativa...
Com os meus respeitosos cumprimentos


3 - Exmo. Senhor João Brito Sousa,
Apesar de não o conhecer pessoalmente, tomo a liberdade de lhe enviar uma receita de BOLO DE NATAL que podemos utilizar todos os dias.
Bolo de Natal

Ingredientes:1 chávena de amizade
2 chávenas de compreensão
1 chávena de paciência
1 chávena de humildade
1 copo transbordando de alegria
1 pitada de bom humor
1 colher de fermento de vida cristã
Preparo:Meça as palavras cuidadosamente; acrescente a compreensão, a humildade e a paciência, misture tudo com muito jeito.
Use fogo brando. Nunca ferverá !
Tempere com a alegria, o bom humor e a vida cristã.
Sirva porções generosas, sempre com muito amor.
Não deixe esfriar, a temperatura é a do coração.
A receita nunca falha
Aceite os meus respeitosos cumprimentos

O MEU COMENTARIO

Agradeço a todos que se pronunciaram sobre os meus comentários ao texto de RAUL BRANDÃO e agradeço desde já que me autorizem a publicar os textos que me chegaram.

E quero dizer o seguinte:

Entendo que não devia ser tratado como fui, sobretudo, por pessoas anónimas que utilizaram um processo pouco idóneo, tentando atingir-me.

Como se diz no comentário nº 1 deste texto, o assunto é polémico, mas sendo actual, gerou este pequeno burburinho favorável.

Fernando Pessoa também disse que nunca O tinha visto e nada lhe aconteceu.

De qualquer maneira, quero dizer que não quis ofender os crentes e aproveito para vos lembrar que o Dr. Lucas Pires disse que o não também é democrático.

Mas,

O que eu esperava que dissessem é que tal comentário, ao falar de religião, ofende os estatutos da Associação. Mas não disseram... E é aí que eu errei. É por isso que vos peço desculpa... de cabeça levantada, sempre....

João Brito Sousa

DEBATE COSTELETA


TEMA PARA DEBATE
por JOÃO BRITO SOUSA

O QUE É SER ESCRITOR?...

Onde é que termina a função daquele que se diz escritor ou que gosta apenas de escrever e começa o trabalho daquele que se pode considerar escritor.

Diniz Machado que escreveu apenas “O que diz Molero” poderá considerar-se um escritor?.

Baptista-Bastos que começou como jornalista e escreveu dez romances e ainda escreve para os jornais, pode ser considerado escritor?

Hemingway foi jornalista de guerra e Prémio Nobel da literatura. O que é que fez para isso?.

Escrever é um aprendizagem perpétua onde raramente se chega lá diz Baptista-Bastos..

COMENTÁRIO ... perguntando.

Dizem os entendidos na matéria que, para se conseguir ser escritor, é preciso ler muito. Obviamente que isso será uma realidade. Mas será que, lendo muito e gostarmos de escrever, estamos condenados a ser grandes escritores? Há grandes escritores? E pequenos e médios também? Porque é que não há uma escola de ensinar a escrever em Portugal? Porque é que o Dr. Mário Soares, que produz cinco livros de reconhecido mérito por ano, se recusa a ser considerado como escritor?

Será o número de exemplares vendidos que define o escritor? Ou será por o Dr. Mário Soares escrever sobretudo biografias e não ficção? Residindo aqui o cerne da questão?

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

PARA DISCUSSÃO FILOSÓFICA ENTRE COSTELETAS


Um Mundo de Vidas
de Vergílio Ferreira

Nós vivemos da nossa vida um fragmento tão breve. Não é da vida geral - é da nossa. É em primeiro lugar a restrita porção do que em cada elemento haveria para viver. Porque em cada um desses elementos há a intensidade com o que poderíamos viver, a profundeza, as ramificações.

Nós vivemos à superfície de tudo na parte deslizante, a que é facilidade e fuga. O resto prende-se irremediavelmente ao escuro do esquecimento e distracção. Mas há sobretudo a zona incomensurável dos possíveis que não poderemos viver. Porque em cada instante, a cada opção que fazemos, a cada opção que faz o destino por nós, correspondem as inumeráveis opções que nada para nós poderá fazer.

Um golpe de sorte ou de azar, o acaso de um encontro, de um lance, de uma falência ou benefício fazem-nos eliminar toda uma rede de caminhos para se percorrer um só. Em cada momento há inúmeros possíveis, favoráveis ou desfavoráveis, diante de nós. Mas é um só o que se escolheu ou nos calhou.

Assim durante a vida vão-nos ficando para trás mil soluções que se abandonaram e não poderão jamais fazer parte da nossa vida. Regresso à minha infância e entonteço com as milhentas possibilidades que se me puseram de parte. Regresso à juventude, à idade adulta, ao simples dia de ontem e a infinidade de soluções que não adoptei dava para um mundo de vidas. Foi uma só.

Nela realizei, num único percurso, aquilo que constituiu o todo de uma vida humana. E todavia, nessa estreiteza de ser está o infinito de mim. Deus é a simplicidade absoluta e tem o máximo de ser. Nós conhecemos em nós esse máximo e é por isso que ao Deus o soubemos inventar.

COMENTÁRIO

UM MUNDO DE VIDAS...

“Ao que parece a vida, a nossa vida, a vida de todos nós, isso que eu defino como o espaço temporal que nos coube desfrutar desde que chegámos, não se sabe de onde, até que nos vamos embora , não se sabe para onde, tem sido vivida por nós, muito à superfície, muito ao de leve e é um assunto nada aprofundado.

O mundo em que vivemos ou que nós, indirectamente ajudámos a construir é o mundo dos poderosos, esses que estabelecem os modelos de vivência em comum e nos castigam com palavras ou actos, só porque houve um desvio de rota em determinada altura das nossas vidas. A vida, é um conjunto de comportamentos praticados por cada um de nós , cujo somatório final vem desembocar naquilo a que chamamos de Sociedade.

A sociedade manda nas nossas vidas... , não nos deixa viver e impõe-nos a conduta que defende os interesses superiores. Se isto é assim, por um lado, por outro, não tivemos possibilidades de experimentar tudo, ficámos sempre na dúvida, tantas oportunidades para uma vida só, como diz Virgílio Ferreira.

Tantas hipóteses, tantos caminhos, tantas possibilidades... no fundo, tantas vidas para uma só vida em cada em de nós.”

João Brito Sousa

PS - o estado de direito em que vivemos confere-nos o direito de cidadania e este exerce-se discutindo ideias e não pessoas.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

DO CORREIO

Maria Romana Rosa




Da nossa associada nº 75 - Maria Romana C.L Rosa, recebemos uma carta datada de 12 do corrente, da qual transcrevemos:
"........................................................


Com os meus melhores cumprimentos, venho, por este meio, delegar no senhor Professor a minha humilde mensagem, fazendo votos para que a noite de 12 de Setembro, em que se comemora algo importante seja culminada de muita alegria, no jantar de convívio, exaltando a nossa Escola Tomaz Cabreira e, simultâneamente, lembrar os que já partiram..., prestando-lhes as justas homenagens...


É, com muita mágoa que não posso estar presente, por motivos alheios à minha vontade. Mas, estarei, em pensamento junto de vós.


Envio um grande abraço a toda a comunidade escolar e aos Amigos.


...........................................................


PS - Junto envio lguns textos da minha autoria, espero que sejam do vosso inteiro agrado."


Dos poemas recebidos destacamos este poema que deu origem ao texto "Uma Aventura no Desconhecido", que tencionamos inserir na íntegra.




- "Anda agora a pedir de porta em porta"
- "A lígua que aprendi em pequenino!"




LÍNGUA... MATERNA




Minha língua materna é portuguesa
E é por excelência soberana;
CAMÕES a enalteceu... lhe deu beleza
Ao escrever "Heroica... Lusitana" !
E por ser valiosa e com rigor,
Sublimou a nobreza do seu povo
Que no mundo alcançou real valor...
Mas foi adulterada... e eu reprovo
A forma como está a ser tratada
Sofrendo de "pobreza" ... e quem se importa!?
A língua que era rica, bem falada,
"ANDA AGORA A PEDIR DE PORTA EM PORTA"!




O idioma firme, em meu país,
Referenciava, estilo e argumento
E o gosto p'la leitura era a motriz,
Em Obra de Escritores... com talento:
- Guerra Junqueiro, Eça de Queiroz;
Garret e Herculano... e na memória
João de Deus, que dera a meus avós
A luz da "aprendizagem obrigatória" ...
Araujo Correia e o Pessoa
Fizeram da palavra algo divino!...
Por isso, em meu ouvido, ainda soa
"A LÍNGUA QUE APRENDI EM PEQUENINO"!

Régua 1999
Maria Romana C. L. Rosa


Recebido por Rogério Coelho

AOS FILÓSOFOS COSTELETAS


REFLEXÃO FILOSÓFICA
O texto é de
Raul Brandão, in "Húmus"

A ALMA É EXTERIOR.

“A alma, ao contrário do que tu supões, a alma é exterior: envolve e impregna o corpo como um fluido envolve a matéria. Em certos homens a alma chega a ser visível, a atmosfera que os rodeia tomar cor. Há seres cuja alma é uma contínua exalação: arrastam-na como um cometa ao oiro esparralhado da cauda - imensa, dorida, frenética. Há-os cuja alma é de uma sensibilidade extrema: sentem em si todo o universo. Daí também simpatias e antipatias súbitas quando duas almas se tocam, mesmo antes da matéria comunicar. O amor não é senão a impregnação desses fluidos, formando uma só alma, como o ódio é a repulsão dessa névoa sensível. Assim é que o homem faz parte da estrela e a estrela de Deus.

COMENTÁRIO,

Eu penso que isto não serão mais do que especulações. A alma é o quê? O texto não diz. Alma não é mais nada do que o entusiasmo e a força que teremos de pôr em prática para sobreviver. A alma não é nada exterior; quando muito vem do exterior. É o exterior que nos provoca e arrebata-nos a alma e é aí que envolve e impregna o corpo. O que é visível em certos homens é a raiva que se pode confundir com a atmosfera que os rodeia e toma cor.

O amor é impregnação de fluídos? Quando muito poderá ser o resultado da impregnação dos fluidos. Meu caro Raul Brandão, não existe estrela nenhuma para o homem nem a estrela faz parte de Deus porque Deus não existe. .

A alma vem do exterior.

João Brito Sousa

domingo, 14 de setembro de 2008

PORQUE HOJE É DOMINGO

UM ABRAÇO AMIGO PARA O SENHOR MESTRE MENDONÇA.
por João Brito Sousa

Este texto é dedicado ao costeleta "PUTO AMÉRICA" porque foi ele que disse "O QUE SEI APRENDI COM O MESTRE MENDONÇA"


A Escola esteve em festa e o Mestre Mendonça também...

Começo esta croniqueta deixando-lhe desde já um abraço.

E quero que entenda este abraço como a extensão da grande amizade que nutro por si, porque ele contem o enorme respeito que tenho pelo "velho" Mestre e ainda quero que este abraço contenha nele o reconhecimento de toda a Escola, às suas grandes qualidades de Homem e de Professor.

Mestre, foi o senhor que abriu o baile e ... dança tão bem. Nossa ...

Um bom domingo para todos e em especial para si.

http://oscostoletas.blogspot.com/

sábado, 13 de setembro de 2008

A EXPOSIÇÃO E O JANTAR CONVÍVIO DA ESCOLA

A reportagem fotográfica da exposição na Escola:






Em baixo, as fotos do jantar conívio.



O Professor Joaquim Almeida Lima faz entrega duma salva oferecida pelo Governo Cívil ao Presidente do Conselho Executivo da Escola Dr. Domingos Grilo

O Presidente Dr. Domingos Grilo escutando as palavras proferidas por José Apolinário, Presidente da Câmara Municipal de Faro

A nossa amiga Conceição Sério

O pé de dança, com o João Ramos, de costas, em 1º plano

O nosso reporter fotográfico esteve na sessão solene no Conservatório, na exposição de material utilizado ao longo destes anos e no jantar convívio no AlgarCatering-Senhora Menina.
A pouca luz não permitiu que os vídeos ficassem com a clareza como desejaríamos.
Fica a ideia e o nosso desejo de informar todos os que, por circunstãcias várias, não puderam estar presentes.
Vamos tentar arranjar fotos da sessão solene no Conservatório para que esta reportagem fique completa.


Vídeo do jantar convívio.


Colocado por Rogério Coelho

OS 120 ANOS DA NOSSA ESCOLA

Apresentamos 3 vídeos da exposição.

Colocado por Rogério Coelho

AS FÉRIAS DO BRITO DE SOUSA

O descanso do guerreiro
Como informamos no dia 7 de Setembro, o nosso Administrador João Brito de Sousa tem estado de férias no Algarve. Umas férias merecidas. Um regresso às origens...
O reporter do nosso Blogue, em missão de "paparazi", foi descobrir o João Manuel Brito de Sousa, num repouso descontraído, como mostra a foto.
Rogério Coelho

120 ANOS COSTELETAS

120 ANOS DE HISTÓRIA COSTELETA
por João Brito Sousa

A comemoração foi ontem, de tarde e à noite. e eu estive presente. Organização perfeita, à “costeleta”. Parabéns à rapaziada..

O s momentos altos das comemorações, foram quando,

1 – Se procedeu à entrega dos prémios aos melhores, revelando o grandioso trabalho realizado quer pelo corpo docente quer pelos alunos, tal foram as brilhantes notas obtidas e o enorme número de alunos que as obtiveram. .

2 – O enorme João Leal empunhou a batuta e foi por ali fora recordando.. recordando... recordando... os feitos da brilhante Geração de Oiro da Escola, num discurso a tempo controlado, onde, por falta dele, não se trouxeram à estampa os nomes de Rafael Correia, Marcelino Viegas e Maria José Fraqueza

3 – O Comandante Mário Zambujal arrasou numa palestra esteticamente correcta e de momentos muito belos.

Parabéns ao João e ao Mário a quem proponho a comenda de costeletas de mérito

4 – O meu encontro com o Filipe Viera a quem deixei um abraço.

5 – Momentos altos foram as palavras das entidades oficiais presentes


6 – O PIOR MOMENTO FOI O CONHECIMENTO DA PERDA DO GRANDE COSTELETA MANUEL FAUSTINO MADEIRA


7 – Momento alto foi a noite enquanto se jantou e confraternizou

8 – O óptimo jantar servido

9 – A boa música do Luciano e esposa e do rapaz que tocou a solo

10 –A presença das inconfundíveis manas MAIAS, da incansável ISABEL COELHO, da amiga e pintora MIMI, as presenças da IVETE, da MARIA JOSÉ ROCHETA e de muitas mais colegas.

11 – Momento alto foi a presença do sempre inconfundível ALBERO TRINDADE

12 - Do novo discurso do JOÃO LEAL e das entidades oficias presentes.

13 – Momento alto foi quando eu dancei com a Rosário

14 – MOMENTOS ALTOS FORAM TODOS, AFINAL

15 – Momento alto foi a abertura do baile com o Mestre Mendonça e a Ivete. Espectacular. Parabéns a ambos.
COMEMORAÇÕES


Estivemos todos lá, professores e estudantes
E de uma forma fraterna, amiga e honrada
Provámos a todos que nada será como dantes
E onde estiver um costeleta está uma mão suada.

Porque é aqui nesta Escola que se trabalha e vive
E aqui que o conhecimento se adquire intensamente
É aqui que os professores ensinam e o aluno convive
É aqui nesta Escola que qualquer aluno se faz gente.

Somos todos irmãs os que nesta Escola a frequentámos
E daqui direi que todos uns dos outros nos lembrámos
Acreditando que nós temos boas e grandes condições

Para elevar bem alto o nome da cidade e da cidadania
Caros amigos.. vida é curta e já se passou mais um dia
Que é um dia diferente; e dia delas, das comemorações

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

UM ABRAÇO COSTELETA

DO FILIPE VIEIRA, para a rapaziada.

Bom dia,

È verdade que ando por aqui mas ainda não totalmente em forma. Essa creio virá daqui mais uma semana ou duas.

Voltei às origens e concluo que este é o meu terreno.

Procuro uns amigos; outros surgem-me pela frente. Como foi ontem com o FILIPE VIEIRA. Estava num Restaurante em Pechão e olhando em frente, vejo dois vultos da cultura Farense; o costeleta Filipe Vieira e o declamador de poesia o amigo João Pires.

Não podia ficar indiferente; fui ter com eles e deixei-lhes um abraço. O Filipe Vieira, deixa outro para nós "COSTELETAS".

E eu deixo estes versos para o João Pires declamar

FILIPE VIEIRA

Velho amigo. príncipe e camarada
Vestido de camisa negra és o maior
E na expressão da barba mal aparada
Aí está o Filipe Vieira o conversador

Na arte de bem viver o Filipe sabe
Perguntei o que fazia e ele... nada
Mas denro do seu velho coração cabe
Uma grande amizade pela rapaziada

Quer sejam do seu tempo ou não
O Filipe a todos deixa um abração
E eu retribuo em nome de todos vós

Porque o Filipe Vieira que encontrei
É um costeleta dos bons que eu sei
E é um grande amigo de todos nós.

João Brito Sousa