quarta-feira, 19 de novembro de 2008

EDIÇÃO DE LIVRO


Na reunião da Direcção da Associaçaõ dos Antigos Alunos da Escola Tomaz Cabreira, efectuada no dia 18 do corrente, foi discutida a sugestão do nosso associado Costeleta João Manjua Leal, cuja notícia inserida no nosso Jornal nº 99, publicamos em destaque. A sugestão deste nosso associado e colaborador do nosso Jornal, veio ao encontro do que estava no pensamento da Direcção

Foi decidido criar uma comissão para pesquisa e recolha de todo o trabalho literário do saudoso Franklin Marques.

A comissão será liderada pelo Presidente da Associação e Director do Jornal "o Costeleta" Libertário Viegas, que nomeará os seus elementos.

Foi, também, decidido aceitar a oferta do nosso associado Costeleta Dr. A. Norberto Cunha para colaborar e prefaciar a edição.

Entretanto, se algum "Costeleta" guardar ou tiver conhecimento de alguma obra literária de Franklin Marques, que a faça chegar ao seguinte endereço:


Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomaz Cabreira

Rua Manuel Arriaga, 2

Edificio da Escola Secundária Tomaz Cabreira

8000-334 FARO


Rogério Coelho

terça-feira, 18 de novembro de 2008

LANÇAMENTO DE LIVRO


«CONTOS DO MEU ENCANTO»
NOVO LIVRO DA «COSTELETA» MARIA JOSÉ FRAQUEZA


A nossa mediática colega Maria José Fraqueza, que para além de dedicada aluna da Tomás Cabreira, aqui exerceu também a docência, acaba de apresentar mais um livro, a juntar à sua vasta obra como escritora, poetisa, dramaturga, etc.
Chama-se «Contos do meu encanto» e a apresentação decorreu, com todo o brilhantismo e solenidade, no Salão Nobre do Governo Civil de Faro, presidindo a Dra. Isilda Gomes (Governadora Civil deste Distrito).
Uma obra de elevado índice literário e que confirma toda a valia da fusetense, nossa categoria e estacada valor da vida cultural algarvia!

João Leal


Colocado por Rogério Coelho

LANÇAMENTO DE LIVRO


«CIDADES SUBTERRÂNEAS»
LIVRO PRIMEIRO DO COSTELETA DR. MANUEL INOCÊNCIO COSTA

Advogado, poeta, investigador, dedicado associado «costeleta», o nosso estimado colega Dr. Manuel Inocêncio Costa, um algarvio natural de São Marcos da Serra, que estudou na Tomás Cabreira e se licenciou em Direito pela Universidade de Coimbra, apresentou o seu primeiro livro, intitulado «Cidades Subterrâneas» e que oferece uma colectânea poética de grande qualidade intelectual, cívica e moral.
A obra foi apresentada nas instalações da UATI (Universidade do Algarve da Terceira Idade), perante uma assistência que extravasa o salão, encontrando-se presentes muitos «costeletas» e em que se verificaram várias intervenções, nas quais se inclui a do nosso dedicado Presidente da Assembleia Geral e da Junta de Freguesia da Sé, Joaquim Teixeira.
Ao «Manel» as nossas felicitações por esta obra e que a mesma seja prenúncio de novos livros.
João Leal
Colocado por Rogério Coelho

NOTÍCIA DE COSTELETA

O ASSOCIADO COSTELETA ELIDÉRICO VIEGAS
ELEITO PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA GERAL DA ERTA


O veterano «costeleta» Elidérico Viegas, Presidente da Direcção da AEHT A (Associação das Empresas Turísticas e Hoteleiras do Algarve) e uma das mais destacadas figuras, com projecção nacional e além - fronteiras, do sector turístico, foi eleito Presidente da Assembleia Geral da ERTA (Entidade Regional de Turismo do Algarve), designação que, na nova organização do turismo oficial, substituiu a ex - RTA (Região de Turismo do Algarve).
As nossas felicitações em nome dos ex-colegas da Tomás Cabreira. Mais um dos nossos eleito para elevadas funções.

João Leal

Colocado por Rogério Coelho

QUANDO ALGUÉM PARTE


MAIS UM COSTELETA NOS DEIXOU

ANTÓNIO DINIS SANTOS SOUSA JÚDICE

Quis Deus chamar a Si mais um «veterano» costeleta, que foi nosso companheiro, nos anos 40 e 50, quer nos edifícios da «Vila - a - Dentro», como no actual junto à Alameda.
Foi a 10 de Julho que faleceu em Faro, cidade onde há décadas residia o António Dinis Santos Sousa Júdice, aposentado dos Serviços Hidraúlicos, que contava 73 anos de idade e era natural de Benafim (Loulé).
Este saudoso «costeleta» deixa viúva a sra. D. Joselina Costa Dias Júdice e era pai da sra. D. Lígia Júdice Martins e do sr. Pedro Dinis Júdice, a quem apresentamos sentida condolências.
João Leal
Colocado por Rogério Coelho

DO CORREIO

Do António Joaquim Martin s Molarinho, recebemos esta carta que transcrevemos na íntegra:

Caros amigos

Caso queiram publicar, junto envio algumas despretensiosas linhas.

O meu tipo inesquecível

No ultimo exemplar de "O Costeleta”, entre o que se escreveu sobre o falecimento do nosso
querido amigo Franklin, referiu-se também o desaparecimento do colega Júdice, de Olhão e isso trouxe à minha memória um mundo de recordações, algumas das quais gostaria de partilhar. Nunca fui de cultivar amizades profundas, podendo contar-se por meia dúzia as que assim poderia classificar. O António Dinis Santos Sousa Júdice, para mim desde sempre o Dinis, foi um desses amigos. Passei curtos períodos de férias em casa de seus pais, em Benafim-Grande, onde possuíam algumas propriedades e donde, julgo, fosse natural. Aprendi a nadar com um colete por ele emprestado: de lona, com compartimentos rectangulares preenchidos a cortiça, com alças e atilhos atrás; certo dia, fora de pé, uma onda atrevida soltou os atilhos, o "sutiã “ saiu pela cabeça e eu, a esbracejar "à cão" que nem um louco, lá consegui ganhar pé ... e aprender a nadar de vez. O Dinis era um atleta natural: pontapé na bola, bola na mão no andebol, lançamento do peso ou disco, era com ele; tinha força, mas nestas duas ultimas modalidades não tinha "estilo"; eu tinha um estilo do "caneco" mas, sem físico que se visse, tanto o peso como o disco teimavam em não se afastar muito de mim, o que levou o prof.Américo a dizer que se pudesse juntar os dois num só, talvez pudesse fazer alguma coisa de jeito. Numa ida à boleia de Benafim para Loulé, cheios de péssimas intenções, um Ford tartarugante parou: quando quisemos fugir era tarde demais; era o c6nego Falé que foi ou era ria altura nosso professor de religião e moral; pôs nos "a confesso", torturou-nos, mas não nos conseguiu arrancar uma palavra; não nos livrámos, entretanto, de quilómetros de conselhos e recomendações. Casou com uma senhora de Olhão e tendo uma casa na ilha da Armona e eu também, lá nos encontrámos algumas vezes; ainda nos rimos da história do peso e do disco e estando ele com bastante peso a mais e eu o mesmo trinca-espinhas, concordámos que continuávamos a fazer uma boa média. Ainda falei com ele uma vez depois do A VC que o atingiu e estava visivelmente afectado. Por um seu neto que ia a minha casa brincar com um meu, fui sabendo sempre notícias dele e não eram boas; um estranho pudor levou-me a não o procurar encontrar pessoalmente de novo; temos tendência para julgar os outros por nós e em igualdade de circunstâncias eu gostaria de acalmar sozinho e dispensaria o "coitadinho". Raramente penso no passado e não sou muito dado a fazer projectos para o futuro, antes valorizo o presente na medida em que é o que realmente temos, mas esta mal alinhavada retrospectiva fez-me sentir bem. Até sempre Dinis.
Com um abraço para todos do sempre amigo.
Molarinho
Colocado por Rogério Coelho
(irei verificar se temos no arquivo uma foto do Molarinho; então colocaremos)

POETA COSTELETA

Equipa de futebol da Escola. De pé, da esqerda, João Malaia,Gralho, Pinto Faria, Julião, Prof. Américo, Jacinto Ferreira, Júlio Piloto e Zeca Basto (PEPE). Em baixo, Soeiro, Nuno, Parra, ORLANDO BICA e Eugénio.

BICA, ORLANDO JOÃO DA CRUZ

Natural de Estoi. Estudou na Escola em Faro e depois em Lisboa, onde frequentou o Curso Geral do Comércio.

Funcionário da Federação de Municípios do Distrito de Faro, tinha também outros interesses, dedicando-se, desde cedo, às letras.

Colaborador de diversos jornais, escreveu também em prosa e verso. Das suas obras publicadas fazem parte «Germina para a vida», «A outra Primavera», «Canto de Quinas» e «Essência».
De “A REALIDADE”, uma das suas obras, diz o autor,

É mais um livro, é mais um reforço mensageiro que vos transmite para a vida

Falo muito em Deus, até parece que sou dono,, patrão, de alguma religião e negócios de exploração.


Assustadoramente, descrentemente, acelera a proliferação do salve-se quem puder.
Lendo “A REALIDADE”.....

Da página 7, retirámos.


Deus enviou o seu Filho à Terra,
E em todo o Universo só há um mundo,
Que verdadeiros profetas profetizando
Tudo o que encerra,
Das Palavras do Omnipotente
Tudo o que é profundo


Publicação de
João Brito Sousa

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

DO CORREIO ELECTRÓNICO

Maria José Viegas da Conceição Fraqueza




Recebemos este mail da
que transcrevemos na íntegra:



Rogerinho, meu amigo

Obrigada pela publicação das minhas noticias. Ao tomar conhecimento de que o nosso escritor e poeta Casimiro de Brito estará recentemente a publicar um livro de Poemas de Amor, vou tentar estar presente.É um poeta que admiro e dele que foi finalista no mesmo ano que eu fui, guardo num livro de recordações e na memória um poema que ele me dedicou e dizia assim:



Vou deixar esta escola

Pode ser verdade

Fui um grande mariola

Mas foi sem maldade



Mas digo, também seguro

que ao deixar a mocidade

Trabalharei para o futuro

É essa a minha vontade!



A ti, Maria José

Que cantas tão bem

Quero que tenhas fé

Na vida também



Em mim terás um amigo

Para todas as ocasiões

Podes sempre contar comigo

Não apodreço como os melões!



Deixo a Escola

Cheio de tristeza...

Ai que Fraqueza!



Esta parte final porque ele sabia que eu namorava o meu Rui Fraqueza. Como ele vai publicar poemas de amor eu tenho também alguns Sonetos de Amor que te mando alguns. Qualquer dia serão publicados...mas isto não é como quem tem as editoras por sua conta...e o professor reformado ganha pouco, não é?

Beijos para o casal mais querido



Maria José Fraqueza

(PS - Os sonetos recebidos irão ser publicados, com a tua autorização, no nosso blogue)
Um abraço - Rogério Coelho

AO VISITANTE


JORGE FERRO ROSA,

Muito obrigado pelas palavras que proferiru no seu comentário. A Maria José FRAQUEZA, que fala, a quem aproveito para enviar um cumprimento especial, é um dos nomes que levou longe o nome da Escola, porque há mais de cincoenta anos que pugna para que a cultura chegue ao seu povo, o povo algarvio que ela tanto estima.

Este espaço é de todos os costeletas e todos têm assento aqui. E esta Escola que todos frequentámos e que começa no MAURÍCIO SEVERO e no ROGÉRIO COELHO e vai até aos nossos dias, diremos que formou personalidades ilustres, como foram o CASIMIRO de BRITO, brlhante poeta, o FRANCISCO ZAMBUJAL professor e artista plástico, o MÁRIO ZAMBUJAL escritor e jornalista o JOÃO MANJUA LEALprofessor e jornalista e o FRANKLIN MARQES, professor, poeta e jornalista.


RECORDAR FARO


Recordar esta cidade
tal como eu a conheci
Quando a modernidade
Andava longe daqui,
É contar uma longa história
De lugares e de gente
De que se guarda memória;
E trazer para o presente
O que a terra foi outrora


FM


PUBLICAÇÃO DE
JBS

domingo, 16 de novembro de 2008

DO CORREIO ELECTRÓNICO








A nossa Vice Presidente Isabel Coelho recebeu da Maria José Fraqueza o mail que a seguir transcrevemos




Minha Querida Amiga Costeleta Isabel


Venho a agradecer a tua presença querida a representar os meus costeletas queridos e que me acompanharam em muitos bons e saudosos momentos da nossa vida escolar e profissional. Quando te vi ao longe... eu recordei aquela linda menina que tu eras e fiquei com saudades das louras tranças, até me apetecia cantar para ti aquela canção bonita que eu também cantava na Tomás Cabreira e dava os meus "shows infantis" para todas as colegas. O Sr. Reinaldo - o continuo mais novo, até me metia às escondidas, numa sala da "Velha Escola Tomás Cabreira" para eu cantar os fados da Amália. E a canção que me refiro começava assim......
"louras tranças, idade de ilusões.../ em que os nossos corações..../ são corações de verdade..../ louras tranças nessa tua cabecita .../ são coisa mais bonita que trazes da mocidade.
E quando eu chegava à Escola com os meus laços sintéticos da cabeça, o Sr. Castro, o Sr. Viegas, o Sr. Victor (que caracterizava a "moçanhada" nos teatros), o Sr. Bonifácio.... todos me chamavam a "Sintética" por causa dos laçarotes que a minha mãe me punha na cabeça. Ai!. Minha amiga ...tu representaste todos os que eu gostaria de ver, mas diz a eles, que venham até à minha "casa museu" que abro a porta ao amor. Mas diz à querida Jacinta que não venha, sem que eu vá primeiro à casa dela, porque isso é um divida que eu tenho para com ela há muitos anos. Sabem é que eu não dou pelos anos a correr... são tantas as actividades em que me envolvo que tenho de falhar algumas... Já a minha avó dizia com muita graça: "quem a muitos amores ama, a uns é falso e a outros engana" e eu pobre de mim...falsa não sou... mas se calhar ando a enganá-la. que me perdõem as falhas porque afinal, ninguém é perfeito! Como quem diz a verdade não merece castigo.... estou mais aliviada. Vou também dizer-te que o nosso grande e fiel amigo Teixeira que ficou na mesa de honra, teve para mim o maior significado, porque este grande amigo e grande homem, tem acompanhado mais de perto a minha actividade em outros momentos significativos da minha vida. Por isso a praga da Fuseta que vai para ele é esta: "Deus permita que sejas costeleta toda a vida e que não haja nenhum bife melhor do que tu!" Por ele também os nossos costeletas ficaram bem representados. E agora para o meu grande amigo Jorge Tavares, meu bom companheiro, quero dizer obrigado pelas suas palavras e pela carta que me escreveu, é mesmo assim, quando não se pode comparecer... os bons amigos tem uma palavra de afecto. E para ele quero dizer ainda: "quem os meus filhos beija, minha boca adoça"
Agora um beijinho meigo para o Rogério (que tu não desconfias ) e desejos de melhoras desta amiga do coração
Saudações costeletas a todos em especial ao Brito Sousa.
Para Ti ... Isabelinha linda, renovo os meus agradecimentos com um grande beijinho


Maria José Fraqueza
Colocado por Rogério Coelho

O "COSTELETA" CASIMIRO DE BRITO EM FARO

Colocado por Rogério Coelho

ENTREVISTA


ENTREVISTA, com o costeleta

CASIMIRO DE BRITO,

Nasceu em 1938 em Loulé e é poeta, ensaista e ficcionista Viveu a sua infância na região algarvia e frequentou a Escola Comercial e Industrial de Faro.
Em 1956 criou no jornal A Voz de Loulé uma página literária designada Prisma de Cristal, que se publicou até 1959, durante 26 números. Nela colaboraram, entre outros, Ramos Rosa, Gastão Cruz e Maria Rosa Colaço.

De 1958 a 1964 dirigiu, em Faro, a colecção de poesia A Palavra na qual publicaram, entre outros, Fiama Hasse Pais Brandão, Luíza Neto Jorge e Candeias Nunes. Depois de uma passagem por Londres, em 1958, fundou e dirigiu com António Ramos Rosa os Cadernos do Meio-Dia (1958-60), onde se revelaram os poetas do movimento literário Poesia 61 .

Fixou-se em Lisboa em 1971, desempenhando funções no sector bancário, depois de ter vivido três anos na Alemanha. Poeta, romancista e ensaísta, tem cerca de 40 livros publicados. Foi Vice-Presidente da Associação Portuguesa de Escritores. e é actualmente Presidente do PEN Club.

Dedica-se hoje exclusivamente à escrita e continua a desenvolver uma intensa actividade como divulgador da poesia nacional e internacional. É co-director da revista luso-brasileira Columba e responsável pela colaboração portuguesa na revista internacional Serta.

Entre outros prémios, Casimiro de Brito recebeu o Grande Prémio de Poesia Associação Portuguesa de Escritores pelo livro Labyrinthus (1981), o Prémio Versília, de Viareggio, para a "Melhor Obra Completa Estrangeira", pela obra Ode & Ceia (1985), o Prémio de Poesia do P.E.N. Club, pelo livro Opus Affettuoso seguido de Última Núpcia (1997), o Prémio Internacional de Poesia Léopold Senghor (2002) e o Prémio de Poesia Aleramo-Luzi, para o Melhor Livro de Poesia Estrangeiro, com o Livro das Quedas (2004).

Encontrei-me com o CASIMIRO DE BRITO na baixa lisboeta e trocámos umas palavras.

João Brito Sousa – (JBS) – E o Volksvagem velho que tu tinhas e que a gente ia aos bailes a Albufeira no Verão.

CASIMIRO DE BRITO (CB) – Ainda tenho esse malandro na garagem. Como tu te lembras disso. Isso foi à cinquenta anos. Belos tempo. Nos éramos jovens e a vida sorria-nos. Quando a coisa corria mal fazia uns versos, Chegaram as andorinhas e esvoaçam à minha volta.... Amanhã vou á praia .... coisas assim.

JBS – E da Escola?

CB – A Escola é saudade. Hoje, à distância, tenho saudades das aulas do Dr. Uva, o Mestre dos Mestres. Então há algum voluntário para hoje... e a malta nada... caderneta ao ar e na volta abria num qualquer.. venha cá .. o Mário Zambujal.

JBS – Foi uma geração de oiro a nossa, diz o Jorge Tavares .

CB – Foi uma boa fornada de alunos. O Xico Zambujal muito bom aluno, o Franklin esse grande amigo de toda a gente, o melhor homem do mundo como eu lhe chamava e ele dizia logo, já me estás a charengar...um homem da poesia, do folclore

JBS – O João Manjua sugeriu agora que a Associação lhe editasse a poesia.

CB – Concordo.

JBS - E da malta, recordas-te?

CB - Como eu me lembro da malta, do Zé Vitorino Neves do Arco que tinha a bicicleta onde o Aníbal dava umas voltinhas, do prof. Américo e daqueles tipos que foram internacionais juniores, o Manuel Poeira que casou com a Avelina Cavaco, o João Parra que uma vez num jogo de andebol com o Liceu secou o Bomba que era bife o Nuno Agostinho da Fuzeta, irmão do Teotónio e cunhado do Zeca Afonso, do Julião. Sabes que o Julião e o Poeira foram parceiros de carteira do Aníbal.

JBS – Mas nunca mais viste ninguém dessa gente?

CB - Não pá, nunca mais vi ninguém

JBS- vais faz r um poema cá para a gente.

CB – Se eu souber,

PS- Esta entrevista foi inventada por mim. Solicitei-a mas não consegui contactar o Casimiro. É uma pequena homenagem do bloge ao grande poeta que agora vai a FARO lançar um livro.

Saúde e sorte para todos.
João Brito Sousa