quinta-feira, 7 de maio de 2009

MENSAGEM 999


Na mensagem 1000, a seguir, pintei a manta
Quero enviar um abraço
para todos e um especial ao Jorge Tavares, a quem fiz uma entrevista que eu imaginei.

RECORDAÇÕES

Da malta costeleta que foi valente
Grandes cenas de porrada no recreio
O Rodrigues, o Reinaldo Neto, o João Cuco
O Alfredo Teixeira, o Nogueira e o irmão
O Zé Maganão ...
O Fuzeta e o Santa Luzia, o Campina

E tantos outros ...
JBS

quarta-feira, 6 de maio de 2009

ATRASEI-ME


MAS CÁ ESTOU.

NOTAS:
1 - Para o Norberto Cunha que me enviou um poema inédito mas que não consegui publicar.

2 - Para a Maria José Fraqueza que tem um excelente programa de rádio mas que não consegui sintonizar. Vejam se vocês o conseguem em radiogilao.sdv.pt Ali fala-se de poesia. No próximo programa vê se te lembras daqueles que já partiram e lê para eles um poema teu.

3 - Para o grupo ds nove(Manuel Poeira, João Parra, Nuno Agostinho, António Paulo, João Malaia, Fonte Santa, Zé da Horta, todos costeletas e ainda os amigos Reina e Madeirinha) que almoça às quintas feiras na FUZETA. As minhas desculpas por os não ter convidado para o lançamento do meu romance, que aconteceu em Faro no passsado dia 28. Foi por lapso mas vamos lançá-lo de novo em Olhão em local a desigmar. Estão desde já convidados, o Dr. Varela Pires, distinto médico de OlHÃO a exercer em Silves, está a estudar o assunto.
4 - Um grande abraço para o Zé Pires de Estoi a trabalhar na Califórnia. A propósito, quem sabe do Zé Ventura do Curso de Electricistas, que morou em Almada e morava perto da igreja de S.Pedro em Faro. Quero saber dele.

5 - Ao Honorato Viegas quero saber do artigo que me prometeste, contando as hisstórias do comboio correio das seis da manhã desde Tunes até Faro, onde vinha o saudoso GOUBEIA.

6 - Um obrigado ao Vinebaldo Charneca pelas quaras do Aleixo que me mandou e que não posso publicar.

7- Um obrigado também para o Zé Elias do Carmo Moreno, que na quarta classe desenhava o TAUNUS e o OPEL REKORD com grande maestria. Mandou também um poema....

8 - Lembrei-me agora do Júlio, costeleta e grande jogador de futebol do Farense. Grande amigo do Zé Carlos que mora em Vila Real de Santo António.

9 - Lembro-me de tanta gente...

10 - Já mandei o artigo paar o jornal de Boliqueime numa pequena homenagem ao Leonel Cristina Miguel do Curso de Serralheiros.

11 - Boliqueime do Aníbal, Carapeto, Zé Vitorino, Leonel, Fernando Palma e irmão tera grande.

12 - Onde é que pára a colega EDVIGES? Quero saber ....

Deixo-vos um abraço.
JBS

terça-feira, 5 de maio de 2009

UM POUCO DE HISTÓRIA


A COLONIZAÇÃO DO BRASIL

De 1500 a 1530, quando o território ainda era chamado Terra de Santa Cruz, a colonização
limitou-se a expedições rápidas para coleta e transporte de pau-brasil. É a partir de 1530, pela expedição de Martim Afonso de Sousa, que a nova colónia passará a ser povoada. Em 1532 é fundada a vila de São Vicente (São Paulo).

Prevendo a possível invasão do território por potências rivais, a Coroa Portuguesa lança mão de um instituto já utilizado na ilha da Madeira: a capitania.

As capitanias foram, erroneamente, comparadas por alguns historiadores aos feudos medievais. Nada mais equivocado. As relações políticas e econômicas entre donatários de capitanias e a coroa portuguesa em nada se equivaliam às relações de suserania e vassalagem feudais.

A instalação das primeiras capitanias no litoral nordeste brasileiro traz consigo uma conseqüência trágica: os conflitos com os índios do litoral que - se até então foram aliados de trabalho, neste momento passam a ser um entrave, uma vez que disputavam com os recém chegados o acesso às melhores terras. Destes conflitos entre portugueses e índios o saldo é a mortandade indígena causada por conflitos armados ou por epidemias diversas. A expressão "descobrimento" do Brasil está carregada de eurocentrismo, além de desconsiderar a existência dos índios na terra antes da chegada dos portugueses. Portanto, será mais correcto o termo "chegada" dos portugueses ao Brasil. Outros autores preferem dizer "achamento" do Brasil. A data em que ocorreu, 22 de abril de 1500, inaugura a fase pré-colonial. Neste período não houve colonização, pois os portugueses não se fixaram na terra.

Após os primeiros contatos com os indígenas, muito bem relatados na carta de Caminha, os portugueses começaram a explorar o pau-brasil da mata Atlântica. O pau-brasil tinha grande valor no mercado europeu, pois sua seiva avermelhada era muito utilizada para tingir tecidos e fabricação de móveis e embarcações.

Inicialmente os próprios portugueses cortavam as árvores, mas devido ao fato destas não estarem concentradas em uma região, mas espalhadas pela mata, aqueles passaram a utilizar mão-de-obra indígena para o corte. Os índios não eram escravizados, eram pagos em forma de escambo, ou seja, simples troca. Apitos, chocalhos, espelhos e outros objetos utilitários foram oferecidos aos nativos em troca de seu trabalho (cortar o pau-brasil e carregá-lo até às caravelas). Os portugueses continuaram a exploração da madeira, erguendo toscas feitorias no litoral, apenas armazéns e postos de trocas com os indígenas.

Apesar do pau-brasil ter o seu valor, o comércio de especiarias com as Índias ainda era muito mais lucrativo. Neste período Portugal sofria de escassez de mão-de-obra e recursos, de forma que investir na extração de pau-brasil significava deixar de ganhar dinheiro nas Índias. Assim a Coroa reservou aos principais nobres os privilégios de explorarem as Índias, e à nobreza do "segundo escalão" as concessões para a exploração de pau-brasil sob sistema de estanco (o pau-brasil, considerado monopólio da Coroa portuguesa, era concedido para exploração a particulares mediante o pagamento de impostos).

Durante 30 anos, a costa foi também explorada por holandeses, ingleses e principalmente franceses. Embora estas nações não figurassem no Tratado de Tordesilhas (acordo entre Portugal e Espanha que dividiu em 1494 terras recém descobertas) enviavam ao Brasil navios empenhados em explorar o Atlântico e recolher a preciosa madeira, pois consideravam que tinha direito à posse das terras o país que as ocupasse.

A costa brasileira era terra aberta para os navios do corso (os «corsários»), pois inexistiam povoações ou "guarda costeira" que a defendesse. Para tentar evitar estes ataques, Portugal organizou e enviou ao Brasil as chamadas expedições guarda-costas, com poucos resultados.

De qualquer forma, os franceses se incomodaram com as expedições de Cristóvão Jacques, achando-se prejudicados; e sem que suas reclamações fossem atendidas, Francisco I (1515-1547) deu a Jean Ango uma carta de marca que o autorizava a atacar navios portugueses para se indenizar dos prejuízos sofridos. Isso fez com que D. João III enviasse a Paris Antônio de Ataíde, para obter a revogação da carta, o que foi feito, segundo muitos autores, à custa de presentes e subornos.

Logo recomeçaram as expedições francesas. O rei francês, em guerra contra Carlos V, não podia moderar os súditos, pois sua burguesia tinha interesses no comércio clandestino e porque o governo dele se beneficiava indiretamente, já que os bens apreendidos pelos corsários eram vendidos por conta da Coroa. As boas relações continuariam entre França e Portugal, e da missão de Rui Fernandes em 1535 resultou a criação de um tribunal de presas franco-português na cidade de Baiona, embora de curta duração, suspenso pelas divergências nele verificadas.

Henrique II, o filho de Francisco I, iria proibir em 1543 expedições a domínios de Portugal. Até que se deixassem outra vez tentar e tenham pensado numa França Antártica em 1555 ou numa França Equinocial.

A falta de segurança da terra é a origem direta da expedição de Martim Afonso de Sousa e a posterior cessão dos direitos régios a doze donatários. Em 1530, D. João III mandou organizar a primeira expedição com objetivos de colonização. Esta tinha como objetivos: povoar o território brasileiro, expulsar os invasores e iniciar o cultivo de cana-de-açúcar no Brasil.

Texto retirado da net por
João Brito Sousa

segunda-feira, 4 de maio de 2009

ESTAMOS EM MAIO


RECORDAÇÕES DE MAIO
Talvez que em termos académicos o MAIO DE 68 seja um acontecimento a não esquecer.

Alguns filósofos e historiadores afirmaram que essa rebelião foi o acontecimento revolucionário mais importante do século XX, porque não se deveu a uma camada restrita da população, como trabalhadores ou minorias, mas a uma insurreição popular que superou barreiras étnicas, culturais, de idade e de classe.
Começou como uma série de greves estudantis que irromperam em algumas universidades e escolas de ensino secundário em Paris, após confrontos com a administração e a polícia. À tentativa do governo de de Gaulle de esmagar essas greves com mais ações policiais no Quartier Latin levou a uma escalada do conflito que culminou numa greve geral de estudantes e em greves com ocupações de fábricas em toda a França, às quais aderiram dez milhões de trabalhadores, aproximadamente dois terços dos trabalhadores franceses. Os protestos chegaram ao ponto de levar de Gaulle a criar um quartel general de operações militares para lidar com a insurreição, dissolver a Assembléia Nacional e marcar eleições parlamentares para 23 de Junho de 1968

retirado da net
João Bbrito Sousa

sexta-feira, 1 de maio de 2009

A IMPORTÂNCIA DA VÍRGULA


Jorge Tavares

A importância de um sinal ortográfico, tão simples " A VÍRGULA "


A seguinte frase:

Se o homem soubesse o valor que tem a mulher andaria de rastos à sua procura.

Estatística:
99% das mulheres, colocam a vírgula a seguir à palavra MULHER
99% dos homens, colocam a vírgula a seguir à palavra TEM


É tramado....!


Nota: O dia de hoje ( dia do trabalhador) não é o nosso. Temos de agir para criarmos o dia do Reformado. O pessoal a atingir a quarta idade ( + de 85 anos ) neste ritmo, este movimento rápidamente vai ultrapassar o dia do trabalhador


Um abraço

Jorge Tavares

POEMAS DE JBS


Aí vai poesia,
João Brito Sousa

UMA BOA SEMANA

Hoje é o primeiro dia dela e como ele começar.
Vai determinar todo o andamento destes cinco dias.
Faz tudo o que tens a fazer em primeiro lugar
Agora, liberto disso, acalma-te e nada de correrias

Ou então faz como aquele amigo que faz assim:
Está complicado o assunto... o é que vou fazer?..
Vou mas é deitar-me um bocado porque no fim
Tudo, mas tudo.. mal ou bem se há-de resolver.

Ou como aquele que chamou gatuno ao bancário
Que lhe foi exigir pagamento.. ó seu ordinário
Então estou eu a dormir a pensar na melhor maneira

De lhe arranjar o dinheiro para lhe pagar
E o senhor não é de modas vem-me cá chatear
Pois...não leva agora e terá de esperar a vida inteira.

João Brito Sousa


LEMBRANÇA DOS AÇORES


São nove ilhas tão perto... e tão longe...daqui...
Que tanta vontade tenho em nas voltar a visitar.!..
Recordo tua cor e luz quando me cheguei a ti....
E tenho saudades de voltar a ver o teu luar.!.

Porque nos agarras tanto e tanto nos prendes?..
E me fazes pensar que além deste há outro mundo?..
Continuas com o ar senhorial com que te defendes.
De seres mais que umas ilhas nesse mar profundo..

Tu tens muito para nos dar Açores.. e para contar!..
Mas para mim... toda a interrogação está nesse mar
Que te envolve, te rodeia e te beija e te abraça...

Quero perceber a tua relação com o mar e as Lagoas
E depois como te chegaram essas coisas boas..
Para te dizer se sempre vou aí ou não assentar praça....

João Brito Sousa


AOS AMIGOS

Tenho alguns... bons...daqueles que nunca falham
Quando preciso deles dou um toque e eles estão lá..
Operacionais... e às vezes são eles que se antecipam
E perguntam - me se estou bem ou o que é que há?...

É o caso agora... um, é amigo de sempre, homem vertical....
Outro...que diz muito apreciar as minhas capacidades!...
Ambos surgiram no blogue e dele não disseram mal
Deixaram dito ambos que o blogue tem possibilidades

Se dos temas que lá coloco sabem dizer quem sou
O que quero, o que penso do mundo e para onde vou
E eu fico satisfeito com a leitura e tenho vaidade...

Porque um homem sem amigos é um homem pobre
Mesmo o homem mais rico do mundo que dele sobre
Tudo.. se não tem amigos... é porque não tem verdade...

João Brito Sousa


1500

É o número de visitantes que já tive,
O resultado... é como se lá não fossem
Porque um blog do género sobrevive
Se houver visitantes que comentem...

Dêem-me uma palpite ... uma orientação
Para que melhor o possa elaborar e fazer
Não tenham problema em dizer que não
Digam tudo.. tudo o que lhes apetecer


E eu cá estarei para aguentar e resolver
O que puder ser resolvido e depois dizer
Está tudo bem em termos de mares e ventos

1500 visitantes em 7 meses são 215 mês
Vamos tentar manter esse número outra vez
Fazer nos próximos 7 meses mais 1500

João Brito Sousa

quinta-feira, 30 de abril de 2009

RESPOSTAS AO EDMUNDO


ALÓ EDMUNDO.

Perguntas:

Que será feito do Farinha ?

Continua a ser um dos mais elegantes da Escola e mora em Almada na Rua D. JOÃO DE PORTUGAL. Creio que tem uma casa em Sagres e vai lá de vez em quando. Sempre bem penteado como de costume.

E do Helder, irmão do Donaldo (o ferrinho) ?

O Hélder creio que está reformado do BNU onde trabalhava na secção de pessoal. O seu melhor amigo era o Barradas de Silves.

Zé Mateus Ferrinho - Reformado do Banco a viver no Seixal.

Lembraste do Armando (o Pató) que, cada vez que lhe chamávamos, pela alcunha, corria atrás da malta. Sei que faleceu, e a ultima vez que o vi, foi em Faro, em 1987, e comprei-lhe um cantaro de latão, que tenho aqui em casa..

Era o camisa oito do Nexense, onde jogava a segundo ponta de lança.

E o tal tipo, que vendia "Bolas de Berlim" em frente à escola, num cesto de verga, e que apregoava: "Há coisas que são boas e esta é uma delas" ?

Desse não me lembro.

Velhos tempos amigão ! Velhos tempos !

Quando veres o Zé da Horta, Fernando Palma, Donaldo e todos os que me conhecem, dá-lhes um abraço.

Só sei onde pára o Zé da Horta a quem vou dar o teu abraço. O Donaldo não sei dele, bem como do Fernando Palma

Antes que me esqueça: Quando fui ao almoço, em Junho, no Hotel D. Pedro, encontrei lá, além do Cachaço ( que me inscreveu)

O Vitélio está reormado do Banco de Portugal.

O Bernardo Estanco dos Santos em Faro sempre,

O Armando no Montijo.

Aí vão as novidades e um abraço do
João Brito Sousa

quarta-feira, 29 de abril de 2009

ANIVERSÁRIO DE ASSOCIADOS COSTELETAS



Fazem anos em Maio:


01 - Maria Madalena Mendes Maia Ferreira; António Filipe Vairinhos da Silva; Maria Filipa de Brito Mariano Rodrigues Domingues. 02 - Júlio Bento Piloto; Eduardo José Pa­checo Mendonça; Maria dos Remédios Basílio Mendes; Maria Teresa Guerreiro Gomes Rodrigues. 03 - José Augusto Piloto. 04 - António Joaquim Martins Molarinho. 05 - Máximo Cabrita Oliveira; Jorge As­censão Mendonça Arrais. 07 – João Manuel Lisboa; Laura Correia Almeida Teixeira; Joaquim José Costa; José Coelho Jerónimo. 08 - Manuel Miguel Bordeira Casinha; Maria José Viegas Conceição Fraqueza; João Acácio Soares Correia. 9 - Maria do Carmo Vítor da Silva Gabadinho. 10 - Manuel Vital Fernandes Fer­reira; Maria João Sousa Quintas; Vitaline Maria Estêvão Ferreira. 11 - Fernanda Maria Mendes Maia Cruz; Luisa Maria Correia Martins; Maria do Carmo Soeiro Gerónimo. 12 - Walton Coelho Contreiras. 14 – Prof. Américo José Nu­nes Costa; Rogério Sebastião Correia Neto; Maria Gertrudes da Assunção Gaspar.
PARABÉNS A TODOS
Pesquisa e colocação de Rogério Coelho

terça-feira, 28 de abril de 2009

LANÇAMENTO DE OBRA COSTELETA


LUCIDEZ DE PENSAMENTO

Hoje, pelas 18 horas, na Biblioteca António Ramos Rosa, foi apresentado a uma plateia simpática o meu primeiro romance de ficção, LUCIDEZ DE PENSAMENTO

A todos os que lá estiveram e a todos os que queriam mas que não puderam ir, o meu muito obrigado.

À Drª SALOMÉ HORTA e a todo o staff da BIBLIOTECA RAMOS ROSA, o meu muito obrigado pelo muito que me ajudaram.

Ao pelouro da cultura da Câmara Municipal de Faro igualmente o meu muito obrigado.

O MEU MUITO OBRIGADO

João Brito Sousa

LANÇAMENTO DO LIVRO "LUCIDEZ DE PENSAMENTO"














Assistimos ao lançamento do livro ”Lucidez de Pensamento” do escritor e Costeleta João Manuel Brito de Sousa, no auditório da Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa.
A nossa Associação esteve representada pelo Presidente da Direcção Libertário Viegas, pela Vice-Presidente Isabel Coelho e pelo Secretário Rogério Coelho. Entre muitos dos presentes notámos a presença dos Costeletas Romualdo Cavaco, Alberto Rocha, Jorge Tavares, Alice Mestre e outros.
A Drª Salomé Horta, Directora da Biblioteca, apresentou a Mesa de Honra dando a palavra ao Costeleta Contra-Almirante A. Brito Afonso que traçou o perfil do escritor. Seguiu-se o Professor Dr. Teodomiro Neto que fez a apresentação do livro. O Costeleta e Presidente da Assembleia Geral da Associação dos Antigos Alunos, Joaquim Eduardo Teixeira leu extratos do livro como só ele sabe fazer, e em que Brito de Sousa e a assistência ficaram absorvidos e emocionados pela sua leitura declamada.
A sessão terminou com os aplausos da assistência, a entrega de um ramo de flores ao escritor tendo este agradecido a presença de todos e assinado os respectivos autógrafos.
Reportagem fotográfica e colocação de Rogério Coelho

segunda-feira, 27 de abril de 2009

AMANHÃ....


CAROS AMIGOS E COLEGAS COSTELETAS


VIVA


Estou fora do meu habitat nomal pois encontro-me nas instalações INATEL ALBUFEIRA. A minha colaboração tem sido a possível mas e amanhã é o meu dia.

Na Biblioteca António Ramos Rosa às 18 horas vamos falar de Literatura e vão estar comigo os costeletas António Maria Pinto Brito Afonso, Joaqim Eduardo Gonçalves Teixeira e

TODOS OS OUTROS CONVIDADOS OU NÃO. VENHAM ....


E para o Edmundo Fialho, que está longe, aí vai um voto de sentidas melhoras.


AS MELHORAS DO EDMUNDO FIALHO

O Edmundo vai também estar presente
Amanhã pelas 18 horas ao fim da tarde
Na biblioteca que eu quero cheia de gente
Com amigos costeletas de qualquer parte

Venham todos estejam onde estiverem
E no fim de tarde de amanhã na cidade
Façamos uma jornada de camaradagem
Com muita alegria e mui grande amizade

E para ti Edmundo, que estás connosco
Vais sentir-te feliz isso eu até aposto
Ao saberes que a amizade costeleta existe

E daqui de tão longe, sim, podes acreditar
Que os costeletas sabem que vais melhorar
Porque um costeleta aguenta e nunca desiste

COM UM ABRAÇO DE TODOS OSCOSTELETA E VOTOS DE RÁPIDAS MELHORAS.

Em nome
João Brito Sousa

domingo, 26 de abril de 2009

O LIVRO QUE EU ESCREVI


O LIVRO É SEMPRE PARA TI

Mesmo que o livro esteja mal escrito
E que diga coisas que tu não gostes de ouvir
O livro que eu escrevi
È sempre para ti

Foi por gostar de escrever
E de pensar que tinha muitas coisas para dizer
Que escrevi
Este livro, que é sempre para ti.

Em muitas das suas passagens mora a saudade
Em algumas das suas páginas mora a liberdade
Neste livro que escrevi
Sempre para ti

Recordo pessoas, acontecimentos, situações
Coisas antigas, de outros tempos…. algumas ilusões
Nestas páginas onde emocionadamente revivi
A escola, o primeiro emprego, neste livro que escrevi
Que é sempre para ti.

Tanta coisa que eu escrevi sem saber se está certo
Algumas delas eu vi-as de perto
E confirmo que são assim porque eu vi
Por isso as escrevo aqui
Neste livro
Que escrevi
E que é sempre para ti.


Texto de
João Brito Sousa