sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

EDITORIAL


Devido às profundas obras de remodelação que se estão operando na nossa Escola não vai ser possível encontrarmo-nos como habitualmente no "almocinho" na Cantina da Escola. Também a entrega do Prémio Melhor Aluno referente ao ano lectivo 2009/2010, terá que ser adiada, tendo lugar no próximo dia 11 de Junho de 2011, pelas 13 horas no Fórum do Hotel D. Pedro em Vilamoura, quando da nossa confraternização anual.
Contamos com a habitual forte presença dos Associados, de modo a manter bem viva a chama "Costeleta".
Decisão tomada na reunião de hoje, 4 de Fevereiro.

Patrono do Prémio: Manuel Silo da Graça Caetano.
Aluna premiada: Maria Grego Esteves.

O Presidente
a) Joaquim Teixeira
Para conhecimento dos Associados Costeletas, transcrevemos na íntegra o conteúdo da carta recebida do Governo Civil do Distrito Faro.                                                        



   Exmo. Senhor
   Joaquim Gonçalves Teixeira
   Presidente da Direcção da
   Associação dos Antigos Alunos da
   Escola Tomás  Cabreira
   Rua Dr. Manuel Arriaga, nº 2
   8000-334 FARO

ASSUNTO: - FELICITAÇÕES

            Ao assinalar-se o 90° aniversário da publicação no «Diário do Governo» (edição de 17 de Janeiro de 1912 - I Série Número li) da Portaria 2:576 do Ministério do Comércio e Comunicações (Direcção Geral do Ensino Industrial e Comercial) que deu o nome do ilustre algarvio destacado democrata que foi o Professor Tomás António da Gua'rda Cabreira à actual Escola Industrial e Comercial de Tomás Cabreira, a cuja Associação dos Antigos Alunos V.Exa. muito dedicadamente preside, apresento as mais cordiais felicitações e reafirmo a minha admiração por aquele Patrono, que figura na obra «Algarve - 100 anos de República - 100 Personalidades - 1910/2010», recentemente editada por este Governo Civil.
            Com os melhores cumprimentos.

a) A GOVERNADORA CIVIL
     Isilda Varges Gomes

DO CORREIO ELECTRÓNICO



SERVIÇO COMUNITÁRIO

Certo dia um florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo. Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro repondeu:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.

O florista ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.

Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.

O padeiro ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.

Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo. Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.

O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados em fila para cortar cabelo....


Essa história ilustra bem a grande diferença entre os cidadãos do nosso país e os políticos que o administram, e administrarão.


POLÍTICOS E FRALDAS DEVEM SER TROCADOS COM FREQUÊNCIA PELO MESMO MOTIVO!!!




Fonte Internet

Saudações Costeletas
António Encarnaçao

HOMENAGEM


2 de Fevereiro

Dia da Junta de Freguesia da Sé

O Presidente da Junta Joaquim Teixeira
homenageou com a Medalha de Mérito
Os seguintes Costeletas:



Henrique Luís de Brito Figueira
João Francisco Manjua Leal
Mário Octávio Correia José (a título póstumo)



A Associação dos Antigos Alunos
Congratula-se com esta distinção

Sobre a Vírgula


Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa.... ou não.
Não, espere.
Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso, só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.



Detalhes Adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.


* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...



retirado da Internet
Saudações Costeletas

António Encarnaçao

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Caíque

FALANDO DE… OLHÃO

O CAÍQUE BOM SUCESSO

De Alfredo Mingau

Os primeiros gestos de revolta dos olhanenses contra a ocupação francesa verificaram-se uma semana depois de sufocada a insurreição Portuense. A situação dos franceses no Algarve, na altura da revolta olhanense, não era muito brilhante. Depois de várias batalhas contra os franceses, estes foram escorraçados de Faro e tentaram atacar Olhão que foi prontamente repelido obrigando os franceses a fugirem em debandada pelos campos e pilhando por onde passavam na sua fuga desordenada..
Da Capela do Santo Cristo de Moncarapacho, os franceses levaram, pelo menos e pelo que se sabe, 2 riquíssimas lâmpadas de prata cinzelada, 1 cálice de, ouro lavrado. com patena cravejada de pedras finas, e 2 castiçais tríplices, em prata e de grandes proporções, que ladeavam o altar. Mas, a Igreja Paroquíal de Nossa Senhora do Rosário de 0lhão também eles roubaram: segundo consta do «Livro de alfaias e móveis da Igreja (1803)», da Junta da Freguesia. roubaram pelo menos 2 cruzes de prata e 1 lâmpada, também de prata, que se encontravam no altar-mor.
O caíque Bom Sucesso era propriedade do capitão olhanense Miguel do Ó e não do mestre Manuel Martins Garrocho, como Ataíde de Oliveira afirmou num dos seus trabalhos e, seguindo-o, muitos outros têm repetido e repetem ainda. Era um barco de apenas 15 a 20 metros de comprimento, por 3 ou 4 de largura, e cerca de 2.000 arrobas (ou sejam 30 toneladas) de arqueação, de proa levantada e popa baixa e rasa, aparelhado com dois bastardos triangulares - o de vante içado num mastro comprido, que pendia para a proa, e o da ré num mastro mais curto, caído um pouco para a popa - e dispondo de uma coberta corrida de vante à ré, com três escotilhas, uma das quais para serventia dos tripulantes.
Efectivamente, contra os franceses Invasores de Portugal outras terras igualmente se levantaram, Pouco mais ou menos na mesma altura e algumas com igual êxito; de tal forma que, dos historiadores portugueses que se ocuparam com mais pormenores da expulsão dos franceses, poucos são os que citam expressamente a revolta do povo olhanense, e os que o fazem limitam-se a mencionar Olhão como mais uma das terras que se revoltaram por essa altura, sem lhe apon­tarem qualquer notoriedade especial e menos ainda dando·lhe qualquer primazia. Sem a viagem do Bom Sucesso ao Brasil, antecipando-se a qualquer outra comunicação dos acontecimentos à Côrte, é bem possível que tal primazia nunca viesse a ser conhecida do Príncipe Regente. Além disso, não há dúvida de que o feito dos bravos olhanenses do Bom Sucesso, esse sim, foi único, foi sem paralelo na gesta nacional da expulsão dos franceses, e mesmo na epopeia do Povo Português.
Quenga é um brasileirismo nordestino que significa: vasilha feita com metade da casca de um coco. Portanto vasilha muito pequena. A acepção em que os nordestinos a empregaram, para designar o barco em que os pescadores olhanenses foram ao Brasil, é o mesmo em que nós, em Portugal, empregamos por vezes a expressão casca de noz. É como se eles dissessem: os pescadores portugueses que vieram ao Brasil numa casca de noz.
Os heróis desta viagem, iniciada na Ria Formosa no dia 6 de Julho de 1808, levando para a Corte uma carta em que o Governo de Faro, participava a expulsão dos franceses, juntamente com outros documentos, foram:
Manuel de Oliveira Nobre (piloto), Manuel Martins Garrocho (Mestre), António da Cruz Charrão, António Pereira Gémeo, Domingos do Ó Borrego, João Domingos Lopes, José da Cruz, José Pires, Joaquim Ribeiro, António dos Santos Palma, Domingos de Souza, Francisco Lourenço, João do Moinho, José da Cruz Charrão,, Joaquim do Ó, Manuel de Oliveira e Pedro Ninil.
O Caíque Bom Sucesso aportou ao Funchal oito dias depois; no dia 16 seguiram viagem para o Brasil com mais um acompanhante, o jovem praticante de piloto Francisco Domingos Machado.
No dia 22 de Setembro chegaram ao Rio de Janeiro onde foram recebidos apoteoticamente.
E, para galardoar este feito do povo de Olhão e a sua heróica e decisiva insurreição e expulsão dos invasores fraceses de Junot, o Príncipe Regente assinou, no dia 15 de Novembro de 1808, no seu palácio do Rio de Janeiro, um Alvará concedendo ao “logar de Olhão no Reino do Algarve”, não só o título de “Vila de Olhão da Restauração”, mas todos os privilégios que já gosavam “as Vilas mais notáveis do “Reino de Portugal”, e permitir que os habitantes da nova Vila “usem de uma medalha, na qual esteja gravada a letra “O” com a legenda Viva a Restauração e o Príncipe Regente Nosso Senhor”
O jubilo foi tão grande qu D. João VI, logo cobriu de mercês os heróicos tripulantes do pequeno caíque, além de pagar este por 8.000 cruzados e lhes oferecer um iate novo, em que depois regressaram a Portugal. A frágil embarcação em que os ousados navegantes haviam feito a longa e perigosa travessia de Atlântico foi oficialmente ”mandada conservar, ad perpectuam memoriam, no Arsenal da Marinha” no Rio de Janeiro, onde realmente “esteve durante muitos anos exposto à admiração de nacionais e estrangeiros”
Olhão foi “Sitio”, foi “logar”, foi “povoado”, foi “Aldeia”, foi “Vila” e é a Cidade de Olhão da Restauração.

NOTA:- Uma réplica deste barco encontra-se em exposição na Marina de Olhão, junto ao Mercado Municipal.

Bibliografia consultada
– “História Breve da Vila de Olhão da Restauração” de Antero Nobre.
Jornalista Marcelino Viegas
vai ser homenageado

Amigos do jornalista Marcelino Viegas, vão prestar-lhe homenagem no próximo dia 12 de Março, no Salão de Festas Guerreiro, em S. Brás de Alportel (sítio do Bengado), a partir da 20.00 horas, num jantar que se constitui como um grande momento de reconhecimento e afecto para com uma das maiores referências do jornalismo algarvio.

Marcelino Viegas, natural do concelho de S. Brás de Alportel, tem sido ao logo de toda a sua vida um jornalista de elevada craveira, pautando a sua intervenção pelo rigor, qualidade e responsabilidade. Pela sua escrita e voz passaram dos maiores momentos do desporto algarvio e até do país, desde a última metade do século passado, o que, ultimamente, devido a alguns problemas de saúde, não lhe tem sido possível continuar a dar o seu melhor.

Ao longo da sua carreira rubricou páginas de grande brilhantismo, no jornal A Bola e nalguns jornais regionais como A Avezinha.

A força, a dedicação e o trabalho jornalístico realizado por Marcelino Viegas, contribuíram decisivamente para o reconhecimento e a homenagem lhe vai ser condignamente prestada.

Da comissão de honra fazem parte a Governadora Civil de Faro, Isilda Gomes, os presidentes da Câmara Municipal de S. Brás de Alportel e de Faro, respectivamente António Eusébio e Macário Correia, do diretor do jornal A Bola, Vítor Serpa e outros diretores de jornais algarvios. A comissão executiva é encabeçada pelo jornalista Neto Gomes, a quem devem ser confirmadas reservas para o jantar (912 205 648) - e-mail: otensemog@sapo.pt


JCTAVARES@JCARMOTAVARES.PT.vcf


Conceição Jardim
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Técnicas de Saúde
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Junta de Freguesia da Sé - Faro
Delegação da Penha
Rua Jornal "O Algarve" nº 39 8005-243 Faro
Tel: 289 803 416
Fax: 289 803 417
www.jf-se.pt

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011



Há 140 anos escrevia-se assim :

“ORDINARIAMENTE todos os ministros são inteligentes , escrevem bem , discursam com cortesia e pura dicção , vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas . Porém são nulos a resolver crises , não tem a austeriedade , nem a concepção , nem o instinto político , nem a experiência que faz o ESTADISTA .É assim que há bastante tempo em Portugal são regidos os destinos políticos . Política de acaso , política de compadrio , política de expediente . País governado ao acaso, governado por acasos e interesses , por especulação e corrupção , por privilégio e inflência de camarilha , será possivel conservar sua independência “
(Eça de Queiroz 1867 in “O distrito de Évora )

Retirado da internet

Saudações costeletas
António Encarnação

domingo, 30 de janeiro de 2011

AGENDA

A cultura deve ser preservada a todo o custo. Por isso peço desculpa por vir ocupar este espaço que é seu para, juntos, divulgarmos os IX JOGOS FLORAIS DE AVIS, cujo regulamento já se encontra disponível em www.aca.com.sapo.pt
Obrigado.
Fernando Máximo/Avis
nota: O Blogue "Costeleta" está ao dispor da cultura. Quem desejar tomar conhecimento destes jogos florais pode fazer klicando no link indicado
Rogerio

http://www.aca.com.sapo.pt/
LUGAR AO SUL

Bom dia.

Hoje acordei a ouvir uma descontraída e muito interessante conversa entre dois portugueses (felizes, atrevo-me eu a dizer).
Meio estremunhado ainda, por momentos julguei estar a sonhar, olhei para o radio despertador, o alarme estava ligado e sintonizado na RDP Antena 1, e uma voz amiga, inconfundível e afável, acordou-me para a realidade ansiosamente desejada: o Lugar ao Sul voltou,para alegria e satisfação de muitos portugueses, do Sul do Norte e de todas as latitudes onde se faz ouvir.
Se já não estiver a sonhar, obrigado a quem trouxe de volta o programa LUGAR AO SUL, e o Rafael Correia, um dos melhores radialistas portugueses de sempre.
O testemunho de vida do senhor Diogo, velho guarda florestal reformado, poeta da vida vivida com paixão, amor e gratidão contados ao microfone do Rafael em poucos minuto, valeu por meses de discursos, comentários, críticas e lamúrias pseudointelectuais e estéreis.
Estes momentos de bom programa rádio e o reaparecimento do seu autor, vieram de certo modo compensar um pouco o sentimento de perda de outro grande valor da cultura do Algarve, como era D. Maria Amélia Campos Coroa, que ontem nos deixou.

J.Elias Moreno


O MENOR E MAIS ESTRANHO
PAIS DO MUNDO

PRINCIPADO DE SEALAND

Sealand é o menor e mais estranho principado do mundo – uma plataforma submarina construída durante a Segunda Grande Guerra.

Quem tiver a curiosidade de ir até lá, verá equipamentos de informática milionários, feitos especialmente para guardar e-mails e transações confidenciais, da mesma forma que acontece com contas bancárias em paraísos fiscais.


O cérebro da idéia é Sean Hastings, jovem empresário de 32 anos, que preside a Havenco. Ele deixou tudo o que tinha nos Estados Unidos e já está morando em Sealand, para supervisionar de perto o seu pioneiro centro de operações online.
“A Havenco oferecerá um espaço onde você aloja seu negócio, sem que seja espionado por concorrentes ou por órgãos oficiais. Seu objetivo é acabar com a apreensão de computadores e da investigação de arquivos pessoais, com base em pouca ou nenhuma evidência – coisa corriqueira agora na América. Em Sealand isso jamais ocorrerá”, anuncia Hastings

A singular história de Sealand é um indício de que Hastings tem razão. Ela teve início quando os ingleses perceberam a necessidade de ter uma fortaleza flutuante para repelir ataques nazistas por ar e mar, durante a Segunda Guerra Mundial.
Terminado o conflito, Roy Bates, major da reserva das Forças Armadas britânicas, assumiu o comando da fortaleza, batizou-a de Sealand, declarou-a independente da Coroa, argumentando que ela pertencia a seus antepassados, e autoproclamou-se príncipe.
Atualmente, Sealand conta com 160 mil cidadãos, todos homens de negócios, que preferem viver em seus países de origem, até porque não caberiam na ilha metálica. São eles que dão sustentação a Bates, que mora lá com a esposa, a princesa Joan, e o filho Michael.
Desde então, Bates não dá a mínima para Sua Majestade. Certa ocasião, defendeu a soberania da “ilha”, abrindo fogo contra um navio da Armada Real que tentava retomá-la. O governo britânico condenou o incidente e alegou que nada podia fazer porque Sealand estava fora de sua jurisdição.
Em 1978, um ricaço alemão mandou seqüestrar o filho de Bates, para trocá-lo pela posse da ilha. Não obteve êxito. Os invasores foram capturados e Bates considerou-os prisioneiros de guerra. A Alemanha pediu que a Inglaterra interviesse.
Pedido negado. Os ingleses caíram fora da disputa e o abacaxi ficou nas mãos de diplomatas alemães, que suaram para dar um desfecho feliz ao caso


TERRITÓRIO LIVRE

Por tudo isso, Roy Bates acredita que a Havenco se encaixa bem dentro dos princípios básicos de Sealand. “Esta é uma nova maneira mundial de pensar um negócio. E pouco importa que falem mal – quanto mais o povo grita menos luta”, ele diz.
Hastings e seus companheiros da Havenco concordam: “A Internet é território livre e o que estamos oferecendo a nossos clientes é uma forma de eles preservarem seus segredos e seu anonimato”, explica Hastings.
Mas a Havenco já ganhou adversários ferrenhos e dispostos a barrar suas pretensões. Um deles é o advogado Peter Somer, da London School of Economics, famosa instituição econômica inglesa.
“Se você tiver na ilha um negócio de produtos que podem se tornar perigosos, não está nem aí para qualquer acidente que possa acontecer porque, quem se sentir prejudicado, não tem como apelar à Justiça”, argumenta Somer.
Resta saber se a Inglaterra continuará a fechar os olhos para a aventura da Havenco em Sealand, uma vez que foi aprovada uma lei que permite ao governo britânico investigar arquivos eletrônicos e e-mails de seus súditos.
Será que a lei será utilizada no soberano território de Sealand? O “príncipe” Roy Bates adverte: “Não deixarei que tomem minha ilha. E fim de papo”.

António Encarnação