quinta-feira, 7 de abril de 2011


Texto/Comentário à Nota/Comentário
Pseudónimos e ....

Estimado Rogério,

Muito obrigado pelo teu comentário ao meu texto...significa que teve eco!
O mesmo carece de esclarecimentos, que passo a fazer:
* No texto afirmo que tu na qualidade de administrador do blogue tens a identificação de todos os que nele participam. Não questiono, logo não tenho dúvidas .
* Que não publicas muitos comentários anónimos, também já era do meu conhecimento, porque já me havias informado.
* O que se passa na minha correspondência, obviamente que só a mim diz respeito. Aceito e respondo a quem se identifica e ainda quando os assuntos em questão são de interesse.
* Não me parece haver no meu texto qualquer critica à forma como administras a recepção e publicação de textos e comentários, salvo em situações que entenda envolver alguma injustiça. Não é a situação em questão.
* Como já escrevi anteriormente, tenho muita dificuldade em aceitar anonimatos. O pseudónimo utilizado por escritores e por ser uma prática com alguma vulgaridade...é tolerável. Anonimato, no seio da família (costeleta) discordo e aproveitando a liberdade que me é concedida, escrevo para o blogue. Não significa que não pense que cada pessoa tem o direito de agir como quer, desde que isso não colida com a liberdade dos outros, e este também não é o caso.
um abraço

Jorge Tavares
costeleta 1950/56

NR
Meu caro Jorge.
Plenamente de acordo com o enunciado.
Apenas num pormenor não estou de acordo, escreves no final:
"... que isso não colida com a liberdade dos outros..."
Mas, e se colidir com a "liberdade que alguns têm" para prejudicar os outros?
Um abraço
Rogério Coelho


quarta-feira, 6 de abril de 2011


Pseudónimos, anonimatos e quejandos,

O hábito faz o monge e vulgarizou no blogue, quer nos textos como nos comentários, a utilização do pseudónimo ou do anonimato.
Por vezes, e à partida com alguma capacidade de tolerância, vou ler alguns comentários aos artigos inseridos nos vários sítios da internet, sejam portais, blogues ou redes sociais. Embora na grande maioria das vezes os mesmos estejam recheados de imbecilidades, faltas de respeito e indignidades, o facto das pessoas que os escrevem serem obrigados a identificar-se é uma excelente medida. Haver um administrador da informação publicada, significa que, no limite, pelo menos esse está na posse da identificação, de quem escreve, partilha ou participa (activa ou passivamente) na "vida" desse sítio. No limite, quero crer, o efeito prático será desmotivar comportamentos extremos, fundamentalistas ou anti-sociais.
O nosso blogue, porque não é privado ( o acesso não está condicionado ), deve ser gerido da mesma maneira, e por conseguinte o Rogério Coelho terá a identificação de todos os que ( d)nele participam.
Este é o condicionalismo formal.
O nosso blogue, terá sido concebido como veículo de comunicação preferencial entre os costeletas.
Lamentavelmente, os não utilizadores da internet terão dificuldade em usufruir desta forma de convívio. Todavia, é de lamentar também que, os que utilizando a internet, desconhecem os costeletas que fazem textos ou comentam. Quando acabei de escrever esta frase vieram à minha memória, as entrevistas e reportagens feitas em televisão com pessoas de cara tapada e voz distorcida, acusando ou difamando terceiros. Caros costeletas, fico triste, não gosto e discordo.
Naturalmente que, terei opiniões desfavoráveis aos meus escritos, mas considero isso como, o inconveniente de "falar olhando nos olhos" .... Jamais como um incentivo ao anonimato!
Jorge Tavares
costeleta 1950/56
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Nota/comentário do responsável:
Meu caro Jorge Tavares,
Tomo como referência a parte sublinhada inserta no teu texto
O nosso blogue, porque não é privado ( o acesso não está condicionado ), deve ser gerido da mesma maneira, e por conseguinte o Rogério Coelho terá a identificação de todos os que ( d)nele participam.

Este é o condicionalismo formal.
O nosso blogue, terá sido concebido como veículo de comunicação preferencial entre os costeletas.
Posso afirmar-te Jorge que no nosso blogue, com conhecimento do responsável, não existem publicações de Pseudónimos, anonimatos e quejandos, são todos Costeletas que não desejam ser conhecidos do público em geral. Conheço todos pessoalmente. Proibir porquê, se obedecem às regras? Por outro lado tenho recebido dezenas de comentários anónimos e quejandos que, pura e simplesmente não publico, excluo. Comentários anónimos dentro das regras também os considero publicáveis. Há muitas pessoas que não querem ser conhecidas, lá têm as suas razões, temos que aceitar. Eu aceito!
Se algum dos pseudónimos, anónimos e quejandos te envia algo que não gostas, como já me afirmaste, o Blogue Costeleta não tem qualquer responsabilidade.
Jaime Reis é o único que não é Costeleta e as publicações dos livros da Lina Vedes (Bife), são da minha responsabilidade com autorização da autora. Publico porque os considero um Hino à nossa cidade dos anos 40/50/60. Tal como publiquei Textos de Outros Autores.
Um abraço

Rogério Coelho






Delegação da Penha
Conceição Jardim
Técnicas de Saúde

segunda-feira, 4 de abril de 2011

TROCA DE ROUPA

Navegavam há meses e os marujos não tomavam banho nem trocavam de roupa O que não era novidade na Marinha Mercante britânica, mas o navio cheirava mal!
O Capitão chama o Imediato:
- Mr. Simpson, o navio cheira mal, mande os homens trocarem de roupa!
Responde o Imediato:
- Aye, Aye, Sir, e parte para reunir os seus homens e diz:
- Sailors, o Capitão está-se queixar do fedor a bordo e manda todos trocarem de roupa.
- David troque a camisa com John, John troque a sua com Peter, Peter troque a sua com Alfred, Alfred troque a sua com Jonathan ... e assim prosseguiu.
Quando todos tinham feito as devidas trocas, volta ao Capitão e diz:
- Sir, todos já trocaram de roupa.
O Capitão, visivelmente aliviado, manda prosseguir a viagem.

É MAIS OU MENOS ISSO QUE VAI ACONTECER EM PORTUGAL
NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.

Enviado por anónimo

ILUSÕES IV

Uma manhã destas pus-me a caminho, a pé, para visitar o José.
Quando cheguei à entrada do quintal puxei o cordel e ouvi a sineta dentro de casa a badalar.
José apareceu à porta, olhou-me e exclamou:
- Está fechada à chave por causa dos ciganos.
- Já há alguns dias que não conversamos e resolvi fazer esta visita, respondi
José abriu a porta. “Faça favor de entrar, senhor Fernando”.
Entrei e sentei-me no sofá. José sentou-se na minha frente na poltrona.
- Então José, muita leitura? Venho trazer-lhe o livro que me emprestou.
- Agora tenho-me dedicado ao computador e ler as mensagens da internet.
- Muita coisa interessante?
- Numa das mensagens li que o SÓCRATES parece aqueles velhinhos que se metem pelas auto estradas em contra-mão, com o Teixeira dos Santos no lugar do morto, a gritarem que os outros é que vêm ao contrário. De rabo entre as pernas, fartinhos de saberem que estavam errados, não conseguem agora disfarçar o mal que nos fizeram. Ainda estão a despedir-se, agradecidos, do Constâncio, e já dão a mão a Passos Coelho, que lhes jura que conhece uma saída perto e sem portagem.
- Promessas de salvação?
- Estamos bem entregues! Querem-nos servir a sopa dos pobres, à custa dos milhões que ainda recebem da Europa, e dão aos boys a sopa dos ricos, andam pela União Europei sem vergonha, de mão estendida, a mendigar e a rapar tachos, tratados pelos credores como caloteiros perigosos e mentirosos de má-fé, com um nível “acima do lixo”.
- Já ouvi dizer que quando Guterres chegou ao Governo, a dívida pouco passava dos 10% do PIB. 15 anos de Guterres, Barroso, Sócrates e de muitos negócios duvidosos puseram-nos a dever 120% do PIB, e a subir, rematou Fernando.
- Sim. Esta tropa fandanga deu com os burrinhos na água, não serve para nada e o estado do próprio regime se encarrega de o demonstrar. Falharam todas as apostas essenciais e promessas. Todos os dias se mostram incapazes. Mas com o Guterres nos refugiados, o Sampaio nos tuberculosos e na Fundação Figo, o Constâncio no Banco Central e o Barroso em Bruxelas, a gente foge para onde? Não me recordo onde li isto, faz-me lembrar umas crónicas do Joaquim Letria…
- Tens toda a razão José, só não percebo aqueles que votaram neles, e querem repetir para viverem de promessas..
- Pois, é a crise que os carneiros não querem ver!
- Pois, são mesmo carneiros, e estes governantes são uma ILUSÃO, são como os ilusionistas. Nós vemos todos os truques, mas não percebemos. Eles não querem que percebamos. Bem, já sei que não me ofereces o almoço. Vou andando para casa fazer o meu. Até à próxima José.
- Vá com Deus. E que ele nos ajude!

Montinho

Nota:- Ponto final nesta minha série ILUSÕES.
         - Espero que esta última vire realidade...  no bom sentido.

domingo, 3 de abril de 2011


ILUSÔES (III)

Não pretendo fazer comparações de consentimento com quaisquer fazendeiros do nosso burgo. E muito menos com os montanheiros, que o Brito de Sousa não me leve a mal, ali dos Braciais.
O que é certo é que os ciganos precisam de bons terrenos para que o seu “trabalho” prospere. Têm que estar perto dos “clientes” e para isso precisam de descobrir campos de relva, de feno, de aveia ou de milho cortado a dois passos das respectivas cidades. Sem pedirem licença aos seus proprietários. Aqui, para terem comida para os seus animais, ali para se deslocarem com facilidade e tratar do seu “comercio na cidade”.
Numa manhã de Sábado resolvi visitar o José cuja morada se situa nos subúrbios e resolvi deslocar-me a pé apreciando os campos verdes de erva, sem nada semeado, uma lástima, verificando, antes de chegar a casa do José, um pequeno aglomerado de, chamemos assim, “favela cigana”.
Abri a cancela da propriedade do José e entrei naquele pequeno jardim, de certo modo florido, e reparei que o proprietário, de joelhos, podava umas roseiras.
- Bom dia José! posso entrar?
Respondeu com um resmungo, que percebi ser “já entrou” e acrescentou:
- Oiça, disse ele através do espaço que nos separava, “este mundo, e tudo o que nele existe, não passa de ilusões, Fernando! Desde as coisas mais íntimas – são tudo ilusões! Percebe o que eu quero dizer?
Não houve piscar de olhos nem sorrisos; como se de repente ficasse furioso comigo por eu não saber aquilo há mais tempo. Pensei, “a coisa promete” e respondi
- Sim, está bem, são ilusões, foi tudo o que eu consegui responder. Mas mudei de assunto e disse:
- José, você tem aqui próximo instalados novos vizinhos.
- Vizinhos? Isso é outra ilusão. Satisfazem a fome aos animais, roubam-me a água e, de repente desaparecem e noto depois que tudo o que é de ferro e cobre desapareceu também. Não será isto uma ilusão? Nómadas!
- De facto não deixas de ter razão mas, até ser ilusão…
- Fernando, respondeu. No livro que lhe emprestei está lá escrita esta máxima:

“É uma ilusão imaginar o universo belo, justo e perfeito”.

Conversámos sobre outros assuntos e, na hora do almoço, o José apontou-me o dedo e disse:
- Vou tratar do meu almoço e você, se quiser almoçar, vá para sua casa fazer o mesmo…
Despedi-me, desejando-lhe bom apetite, saí a cancela e ao mesmo tempo que pensava naquele à vontade, indelicadeza e falta de cortesia, dizia para os meus botões:

Isto é uma ilusão
Tudo o que se passou aqui pode estar errado


Montinho

Nota:- Não é falta de respeito falar dos montanheiros dos Braciais… senhor       JBS.
Mas se achar que é, peço-lhe perdão. ILUSÕES III a seu pedido.
Não podia ser mais verdade!!!
Bem-haja a quem não tem medo de ver e muito menos de dizer a verdade.
Leiam este texto escrito por um professor de filosofia que escreve semanalmente
para o jornal O Torrejano.
Tudo o que ele diz, é tristemente verdadeiro.

O atestado médico

por José Ricardo Costa

Imagine o meu caro que é professor, que é dia de exame do 12º ano e vai ter de fazer uma vigilância. Continue a imaginar. O despertador avariou durante a noite. Ou fica preso no elevador. Ou o seu filho, já à porta do infantário, vomitou o quente, pastoso, húmido e fétido pequeno-almoço em cima da sua imaculada camisa.
Teve, portanto, de faltar à vigilância. Tem falta. Ora esta coisa de um professor ficar com faltas injustificadas é complicada, por isso convém justificá-la. A questão agora é:
como justificá-la?
Passemos então à parte divertida. A única justificação para o facto de ficar preso no elevador, do despertador avariar ou de não poder ir para uma sala do exame com a camisa vomitada, ababalhada e malcheirosa, é um atestado médico. Qualquer pessoa com um pouco de bom senso percebe que quem precisa aqui do atestado médico será o despertador ou o elevador. Mas não. Só uma doença poderá justificar sua ausência na sala do exame. Vai ao médico. E, a partir deste momento, a situação deixa de ser divertida para passar a ser hilariante.
Chega-se ao médico com o ar mais saudável deste mundo. Enfim, com o sorriso de Jorge Gabriel misturado com o ar rosado do Gabriel Alves e a felicidade do padre Melícias. A partir deste momento mágico, gera-se um fenómeno que só pode ser explicado através de noções básicas da psicopatologia da vida quotidiana. Os mesmos que explicam uma hipnose colectiva em Felgueiras, o holocausto nazi ou o sucesso da TVI.
O professor sabe que não está doente. O médico sabe que ele não está doente. O
presidente do executivo sabe que ele não está doente. O director regional sabe que ele não está doente. O Ministério da Educação sabe que ele não está doente.
O próprio legislador, que manda a um professor que fica preso no elevador apresentar um atestado médico, também sabe que o professor não está doente.
Ora, num país em que isto acontece, para além do despertador que não toca, do
elevador parado e da camisa vomitada, é o próprio país que está doente.
Um país assim, onde a mentira é legislada, só pode mesmo ser um país doente.
Vamos lá ver, a mentira em si não é patológica. Até pode ser racional, útil e eficaz em certas ocasiões. O que já será patológico é o desejo que temos de sermos enganados ou a capacidade para fingirmos que a mentira é verdade.
Lá nesse aspecto somos um bom exemplo do que dizia Goebbels: uma mentira várias vezes repetida transforma-se numa verdade. Já Aristóteles percebia uma coisa muito engraçada: quando vamos ao teatro, vamos com o desejo e uma predisposição para sermos enganados.
Mas isso é normal. Sabemos bem, depois de termos chorado baba e ranho a ver o 'ET', que este é um boneco e que temos de poupar a baba e o ranho para outras ocasiões. O problema é que em Portugal a ficção se confunde com a realidade.
Portugal é ele próprio uma produção fictícia, provavelmente mesmo desde D.Afonso Henriques, que Deus me perdoe.
A começar pela política. Os nossos políticos são descaradamente mentirosos. Só que ninguém leva a mal porque já estamos habituados.
Aliás, em Portugal é-se penalizado por falar verdade, mesmo que seja por boas
razões, o que significa que em Portugal não há boas razões para falar verdade. Se eu, num ambiente formal, disser a uma pessoa que tem uma nódoa na camisa, ela irá levar a mal.
Fica ofendida se eu digo isso é para a ajudar, para que possa disfarçar a nódoa e não fazer má figura. Mas ela fica zangada comigo só porque eu vi a nódoa, sabe que eu sei que tem a nódoa e porque assumi perante ela que sei que tem a nódoa e que sei que ela sabe que eu sei.
Nós, portugueses, adoramos viver enganados, iludidos e achamos normal que assimseja. Por exemplo, lemos revistas sociais e ficamos derretidos (não falo do cérebro, mas de um plano emocional) ao vermos casais felicíssimos e com vidas de sonho.
Pronto, sabemos que aquilo é tudo mentira, que muitos deles divorciam-se ao fim de três meses e que outros vivem um alcoolismo disfarçado. Mas adoramos fingir que aquilo é tudo verdade.
Somos pobres, mas vivemos como os alemães e os franceses. Somos ignorantes e culturalmente miseráveis, mas somos doutores e engenheiros. Fazemos malabarismos e contorcionismos financeiros, mas vamos passar férias a Fortaleza.
Fazemos estádios caríssimos para dois ou três jogos em 15 dias, temos auto-estradas modernas e europeias, mas para ver passar, a seu lado, entulho, lixo, mato por limpar, eucaliptos, floresta queimada, barracões com chapas de zinco, casas  horríveis e fábricas desactivadas.
Portugal mente compulsivamente. Mente perante si próprio e mente perante o
mundo.
Claro que não é um professor que falta à vigilância de um exame por ficar preso no elevador que precisa de um atestado médico. É Portugal que precisa, antes que comece a vomitar sobre si próprio.
-----------------------------------------
URGE MUDAR ESTE ESTADO DE COISAS.
ESTÁ NA SUA MÃO, NA MINHA E DAQUELES A QUEM A MENSAGEM CHEGA

Enviado por Mauricio Domingues
CRÓNICA DE DOMINGO


QUINZE DIAS NAS TERMAS

Vou passar quinze dias às termas de S. JORGE. E ofereci um livro ao meu médico, Dr. Ferenando Almeida com esta dedicatória.
OFEREÇO

Ao Dr Fernando Almeida


Este é o primeiro livro que escrevi
E caro Dr. ofereço-o com todo o prazer
Esperando que o conteúdo o agarre a si
E que além de meu médico fique leitor

Porque eu gosto de escrever uma história
Que conta esses lados bons e maus da vida
E tenho tantas coisas dessas na memória
Algumas, mais belas que uma rosa florida


A minha vida tem tido o aroma das flores
Todavia, há dias claros e há outros com dores
Nem sempre pode ser tudo claro, reconheço

Mas o que eu aqui digo em verso está na obra
Tudo … a vida na aldeia até está de sobra
Mas para me conhecer melhor este livro ofereço


João Brito Sousa


Um abraço, JBS

sábado, 2 de abril de 2011

ROGÉRIO, PARABENS PELA NOVA AQUISIÇÃO


BEM VINDO VASCO

O nosso blogue ficou mais rico com a colaboração do Vasco.

Eis o homem:

Nasceu a 12/10/1942 em Lisboa. Oficial Miliciano de Cavalaria entre 1965 e 1968 e entre 1970 e 1977. Bacharel em História em 1975 (Universidade de Coimbra); Licenciou-se em História, Pré-Especialização em Arqueologia, na Universidade de Coimbra, em 1976.

Doutorou-se na especialidade de Pré-História e Arqueologia, na Universidade de Coimbra, em Março de 1997; Curso de Defesa Nacional, do Instituto da Defesa Nacional, em 1992

Cargos e Funções:

Docente de Arqueologia Naval, Urbanismo e Arquitectura no Mundo Romano e As Cidades Romanas de Portugal

Representante da Universidade de Coimbra na Comissão Interuniversitária de Arqueologia (CRUP); Coordenador do Projecto Cidade Romana de Ammaia; Director do Centro de Estudos Internacionais (CINT); Membro efectivo da Academia da Marinha (Lisboa) e da Sociedade de Geografia de Lisboa; sócio da Sociedade Martins Sarmento (Guimarães), da Associação Portuguesa de Estudos Clássicos (Coimbra), da Associação de Auditores da Defesa Nacional e do Grupo Lobo (Lisboa).
Assessor Científico da Universidade de Évora. Membro do Centro de Estudos Clássicos
Actuais interesses científicos e temas de investigação:
Arquitectura e urbanismo romanos; Arqueologia Naval; Vias romanas; Epigrafia Latina; Marinha Portuguesa no século XX

Investigação:
Estudo dos cadastros romanos de Pax Iulia, Scallabis, Balsa e Conimbriga.
Coordenador dos trabalhos de escavação e de investigação histórica da cidade luso-romana de Ammaia (S. Salvador de Aramenha/Marvão).

Desenvolve investigação sobre o litoral português na época romana, com especial incidência sobre os aspectos mais directamente relacionados com a navegação.


Ninguém me encomendou este sermão. Entendi eu que sim.

Ab
JBS
RECENSEAMENTO  ELEITORAL

Confiram pq em breve temos que puxar pela "Teta"...



O sistema de recenseamento eleitoral foi alterado.
Durante o mês de Março, consultem o v/ nº de Eleitor e vejam se estão bem recenseados.
Se tiverem amigos / familiares que completem os 18 anos, eles são recenseados automaticamente na Freguesia de Residência, (mas não lhes é comunicado o nº de Eleitor).
Verifiquem no seguinte site:
                         http://www.recenseamento.mai.gov.pt/

Eu, já confirmei só com o meu nome e a data de nascimento, funciona e está actualizado.

Enviado pelo Mauricio Domingues




CRÓNICA DE SÁBADO

JOSÉ ARAÚJO

Por João Brito Sousa

Diz que nasceu nos mares da China. O pai era embarcado e a mãe apareceu por lá. Mas é português. Tem 71 anos e é empregado de mesa no Café Piscina, aqui na Rua da Constituição onde moro. Quando vou cortar o cabelo a minha mulher vai comigo e espera lá por mim. Quando saio do cabeleireiro vou lá ter com ela. O Zé, quando me vê entrar, vem na minha direcção e pergunta-me como vou.

E eu sorrio. Para não chorar.

Meu amigo, diz ele.

Cést la vie, digo eu.

Vai um pingo e um bolo de arroz..

E o Zé traz.

Este Zé é simpático. Fisicamente está bem. Usa camisa de manga curta, diz que está calor e quando eu lhe digo, “you strong man” ele diz, “no capicho” e arranca, vai até à copa.

A minha mulher aproveita para me dizer, lá estás tu a chatear as pessoas, caramba.

.Antes de enviar esta crónica para o blogue, estive a rever o romance que estou a escrever sobre a cidade do Porto. Aquilo já tem umas 150 páginas e deve ficar por ali. Depois Gráfica com ele.

Estou convencido que arranjei ali uma história engraçada. Ver-se- á se sim ou não.

Sábado, ás onze, vou ligar ao Firmino Cabrita Longo e aí vai meia hora de palheta. Cantamos ao telefone o Menino do Bairro Negro, Venham mais cinco, o Papuça. Mas o ponto alto é “O Que Faz Falta”.

Zeca Afonso sempre.

E depois um soneto. Já tenho 30 feitos e quero publicar um livro de poemas ainda este ano.

Mas o que interessará isto à malta ? Será que alguma coisa ?.

Mas a escrita motiva-me, cativa-me, fascina-me e convivo bem com ela. Como diz Lobo Antunes; deito-me com as palavras, durmo com as palavras, acordo com as palavras. Eu também.

Parole, parole, parole…

Uma dica para o Montinho: força nas ILUSÕES III.

Montinho ou Mingau, tanto faz. Participação, sim

O Moreno está em Dakar. É tido por lá como um grande profissional. Também porque houve um senhor chamado Olívio Adrião, um grande mestre de oficinas, por sinal.

Aí vai o My Way, para lhe fazer companhia. Porque o Moreno está nessa canção.

Meu Jeito

E agora o fim está próximo
Então eu encaro o desafio final
Meu amigo, Eu vou falar claro
Eu irei expor meu caso do qual tenho certeza

Eu vivi uma vida que foi cheia
Eu viajei por cada e todas as rodovias
E mais, muito mais que isso
Eu fiz do meu jeito

Arrependimentos, eu tive alguns
Mas então, de novo, tão poucos para mencionar
Eu fiz, o que eu tinha que fazer
E eu vi tudo, sem exceção

Eu planejei cada caminho do mapa
Cada passo, cuidadosamente, no correr do atalho
Oh, mais, muito mais que isso
Eu fiz do meu jeito

Sim, teve horas, que eu tinha certeza
Quando eu mordi mais que eu podia mastigar
Mas, entretanto, quando havia dúvidas
Eu engolia e cuspia fora

Eu encarei tudo e continuei de pé
E fiz do meu jeito

Eu amei, eu ri e chorei
Tive minhas falhas, minha parte de derrotas
E agora como as lágrimas descem
Eu acho tudo tão divertido

Em pensar que eu fiz tudo
E talvez eu diga, não de uma maneira tímida
Oh não, não, não eu
Eu fiz do meu jeito

E pra que serve um homem, o que ele tem ?
Se não ele mesmo, então ele não tem nada
Para dizer as coisas que ele sente de verdade
E não as palavras de alguém que se ajoelha

Os registros mostram, eu recebi as pancadas
E fiz do meu jeito.

Ab.
JBF

sexta-feira, 1 de abril de 2011

AÇOTEIA Nº 1



Caro Companheiro Joaquim Teixeira


Votos da melhor disposição e boa saúde. Junto envio, em anexo, a imgem do nº1 do Jornal Açoteia, em que tive a honra de integrar a equipa que, com o Prof. Tello Queirós o conseguiu concretizar.
Julgo que será interessante publicar a imagem no nosso Boletim. Se for preciso posso nandar um CD, talvez a imagem fique melhor.
Sem pretensões de "comemorativice", tão ao uso entre os nossos concidadãos, julgo que seria interessante fazer alguma coisa daqui a um ano, em Mço de 2012, quando o jornal (não sei se sobreviveu...) fizer 50 anos da publicaçao do1º número (12 de Março de 1962). Como seria bom juntar o maior número de amigas e amigos que o fizeram e sonharam!
Não sei se na Escola existe alguma cópia do Jornal, mas posso fazer uma liata de todos os que colabooraram neste número e depois logo se vê quem é associado e quem poderá aparecer (infelizmente algunms já lá vão...).
Um abraço costeleta

Vasco Gil Mantas (Coimbra)

NR: - Façam klic sobre o jornal e novo klic depois para aumentar a fotografia.
        - Irei informar o Presidente Teixeira sobre o conteúdo desta carta.

Rogério Coelho