domingo, 3 de maio de 2020

DISCO DE "ZECA AFONSO"



EDITADO EM ONLINE DISCO DO «COSTELETA» JOSÉ AFONSO

Pela primeira vez encontra-se disponível a conhecida canção da autoria do «coste­leta» e mediática figura da vida portuguesa o saudoso Dr. José Afonso dos Santos (Zeca Afonso) - «Oh Vila de Olhão». Inclui-se a mesma no disco «Cantares de José Afonso» e está disponível nas plataformas digitais, numa edição da Valentim de Carvalho. Foi composta e gravada nos inícios da década de l 960 quando o seu autor e intérprete leccionava na nossa Escola. Os acompanhamentos à viola são de Rui Pato e a canção foi proibida pela Censura.
JOÃO LEAL

INFORMANDO



NOTÍCIAS DO TURISMO ALGARVIO
ARTA (Região de Turismo do Algarve) prepara, em colaboração com as Associações Empresariais do sector, a edição do «Manual de Boas Práticas», um documento - base contendo medidas que visam reforçar a segurança do destino e a confiança dos turistas, trabalhadores do turismo, hotelaria e similar e dos residentes.

Está paralisada a 95% a frota automóvel dos rent - a - car do Algarve, segundo a respe­tiva Associação Regional, constituída por 45 empresas locais, que comportam 1 500 trabalhadores permanentes e alguns milhares sazonais.

Completou 50 anos de existência o órgão regional de turismo, a atual Região de Turis­mo do Algarve (RTA), constituída com o nome de CRTA (Comissão Regional de Turismo do Algarve) pelo Decreto Lei 114/70, de 18 de Março de 1970.

O Parque Natural da Ria Formosa é um dos sete itinerários de excelência propostos pela lndie Campers ( empresa de aluguer de autocaravanas da Europa, nascida em Portu­gal), afirmando a propósito: «Quem gosta do Sol e do Mar encontrará nas ilhas da Ria For­mosa verdadeiros paraísos por descobrir.
Numa ação conjunta da Tour 10 e da RTA decorre uma ação formativa online para agentes de viagens sobre as potencialidades do destino turístico algarvio.

Organizado pela EHTA (Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve) decorreu o «Open Day», referindo que: «Não se abriram as portas fisicamente mas abriram-se janelas virtuais para dar a conhecer a Escola e os seus Cursos aos mais jovens».

«O Algarve Turístico pós Covid como será a retoma?» foi o tema da Web Conferên­cia promovida pela RTA e pela revista «Publituris», a decorrer em todo o País, cuja pri­meira reunião teve lugar em Faro. No final o Presidente do Turismo Algarvio, Dr. João Fernandes disse: «Temos que esperar que os nossos clientes voltem a ter confiança em sair à rua, voltem a ter confiança em viajar, para que então o turismo recomece e saía dos cui­dados intensivos em que hoje está».
JOÃO LEAL

Poesia - Dia da Mãe e "Parabéns a Você


3 DE MAIO

HOJE, DIA DA MÃE

MEU CARO "COSTELETA"
Se ainda tens...

NÃO TE ESQUEÇAS DE LHE DAR UM BEIJINHO!



💐 DIA DA MÃE 💐

Este ano, tal como o Dia do Pai, é diferente. 
É silencioso. 
É longínquo nos abraços, nos beijos e nos afectos palpáveis. 
É estranho...tão estranho... 

Contudo, não é por isso menos sentido.

Sorte dos que têm uma mãe a quem soprar um beijo, emoldurado em palavras de amor,. 
Sorte de todas as que têm filhos de quem os receber.

O meu beijo soprado de longe, hoje, vai para os filhos que já não têm mãe a quem acarinhar, e para as mães de colo vazio por terem perdido os seus filhos. . 
Vai, também, para aquelas que, com ou sem filhos fruto do seu próprio ventre, tomam como seus os filhos dos seus maridos , namorados , companheiros.
E ainda para aquelas que não sendo mães de corpo, têm a maternidade naquilo a que se chama instinto. . 

Feliz Dia da Mãe ❤


Margarida Vargues 
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PARABÉNS A VOCÊ...

MAIO                                ANIVERSÁRIOS             

01 -  Maria Madalena Mendes Maia Ferreira. 02 - Júlio Bento Piloto; Maria dos Remédios Basílio Mendes; Maria Teresa Guerreiro Gomes Rodrigues. 03 - José Augusto Piloto. 04 - António Joaquim Martins Molarinho. 05 - Máximo Cabrita Oliveira; Jorge As­censão Mendonça Arrais. 06 – Miguel Damasceno Jesus de Brito. 07 –João Manuel Lisboa; Laura Correia Almeida Teixeira; Joaquim José Costa; José Coelho Jerónimo. 08 - Manuel Miguel Bordeira Casinha; Maria José Viegas Conceição Fraqueza. 9 - Maria do Carmo Vítor da Silva Gabadinho. 10 - Maria João Sousa Quintas; Vitaline Maria Estêvão Ferreira. 11 - Fernanda Maria Mendes Maia Cruz; Luisa Maria Correia Martins. 12 - Walton Coelho Contreiras. 14 – Rogério Sebastião Correia Neto; Maria Gertrudes da Assunção Gaspar. 16 - João Simão Jesus Sebastiana; João Nuno Correia Arroja Neves; Luís Filipe da Cruz Quinta Gomes. 17 - Olga Maria Albino Oliveira Caronho. 18 - Noémia Maria Jacinto Fragata; Casimiro Afonso. 19 -José Francisco de Jesus Gabadinho; Bertino Sequeira Nunes. 20 - Joaquim António Ramalho. 21 – Vitor Venâncio Conceição Jesus.. 26 - Maria Marta Viegas Mendonça Saias; José Cândido; Maria Elsa Santos Palmeirinha. 27 – Manuel Assis Guerreiro Ferro. 28 - Fernando Germano Faleiro Drago; José Paulo Inácio Quintino.  31 - José António Oliveira;  Romualdo Cavaco.

domingo, 26 de abril de 2020



      TALVEZ

        Pior que a convicção do não é a incerteza do talvez. É o talvez que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter vindo e não veio. Quem talvez pudesse ganhar ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem talvez tivesse morrido está vivo, quem talvez amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

        Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até talvez pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, talvez sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O talvez nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

        Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos, talvez, somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar talvez, a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor talvez não seja romance. Não deixemos que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfiemos do destino e acreditemos em nós. Talvez gastando mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo ou, talvez, quem quase vive já morreu…


           Talvez seja o “vírus”, que nos isola, nos apoquenta com tudo isto…

            Talvez…?

Um arranjo do Roger

FÉRIAS?



... e não é para férias!
Este é um apelo que faço em nome do meu Sul!
O Governo decreta, as notícias aconselham, mas parece que a desobediência continua a imperar.
É certo e sabido que o Algarve é um destino muito apetecível nas férias da Páscoa e Verão.
Também podem acreditar que há muito boa gente que depende destes períodos de grande afluência para conseguir por pão na mesa.

Mas, por favor, por uma vez, só este ano: NÃO VENHAM PARA CÁ! As praias não fogem, o mar também não e o sol estará cá para vos brindar sempre que aparecerem.
É uma questão de sobrevivência!
Pelas mais variadas razões...
Não só o vírus se propaga facilmente, como já se perdeu o tino às cadeias de transmissão, e aqui este cantinho à beira mar plantado não tem condições para receber pessoas que estejam, venham a estar ou que transmitam o virús.

Os recursos hospitalares são escassos, e não falo só de infra-estruturas físicas. As infraestruturas humanas também são frágeis e mal dão conta dos "nossos"...
Não podem vir de carro? Também não se enfiem em transportes públicos.
As portagens estão vigiadas? Também não tentem passar a serra.

F I Q U E M  EM  C A S A! - será assim tão difícil de perceber?
Provavelmente, quem só cá vem de férias não tem a noção, por exemplo que, por vezes, temos de esperar meses por uma consulta de especialidade, apenas porque o médico vem de Lisboa, Porto ou Coimbra.
Há quase um ano, a minha mãe teve de ser submetida a uma cirurgia para lhe colocarem um pacemaker e de onde veio o médico, de propósito para o efeito e em modo urgência? De Coimbra!
Sim, acho que quem não é de cá não tem noção destas limitações. Ou, por outro lado está-se nas tintas e só pensa no próprio umbigo!

Margarida Vargues

sábado, 25 de abril de 2020

BOA LEITURA PARA O ISOLAMENTO CASEIRO



NOVOS LIVROS
SEMENTES MÁGICAS
V.S.Naipaul
Willie Chandran é um homem de identidade incerta que, aos quarenta anos. tem atrás de si uma vida de peregrino. Num momento de grotesca revelação, chega ao entendimento daquilo que poderá, finalmente, libertar o seu Verdadeiro eu.
320 péginas.
PREÇO 166,92€.
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POEMAS VADIOS

Álamo Oliveira
Quase a completar 75 anos, um dos maiores escritores açorianos dá mais uma prova da sua criatividade em novo livro de poemas: "sentado à porta da morte umdia/-quemsabe?- ainda vai tomar juízo".
72páginas.
Preço 12.60 €.
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DITOS E DITOTES POPULARES DA BEIRA ALTA

Maria de Almeida Morgado
Este livro foi escrito entre 2002 e 2019. É feito de apontamentos de oralidade que se transmitiram de geraçao ern qeração da Beira Alta portuguesa.
80 PÁGINAS,
PREÇO 7,20 €.
Um arranjo de Roger


HOJE CELEBRA-SE




Revolução de 25 de abril de 1974
A Revolução de 25 de Abril, também conhecida como Revolução dos Cravos ou Revolução de Abril, refere-se a um evento da história de Portugal resultante do movimento político e social, ocorrido a 25 de abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933, e que iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático e com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de abril de 1976, marcada por forte orientação socialista.
Esta acção foi liderada por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), composto na sua maior parte por capitães que tinham participado na Guerra Colonial e que tiveram o apoio de oficiais milicianos. Este movimento surgiu por volta de 1973, baseando-se inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças armadas, acabando por atingir o regime político em vigor. Com reduzido poderio militar e com uma adesão em massa da população ao movimento, a reacção do regime foi praticamente inexistente e infrutífera, registando-se apenas quatro civis mortos e quarenta e cinco feridos em Lisboa, atingidos pelas balas da DGSO movimento confiou a direcção do País à Junta de Salvação Nacional, que assumiu os poderes dos órgãos do Estado. A 15 de maio de 1974, o General António de Spínola foi nomeado Presidente da República. O cargo de primeiro-ministro seria atribuído a Adelino da Palma CarlosSeguiu-se um período de grande agitação social, política e militar conhecido como o PREC (Processo Revolucionário Em Curso), marcado por manifestações, ocupações, governos provisórios, nacionalizações e confrontos militares que terminaram com o 25 de novembro de 1975.
Estabilizada a conjuntura política, prosseguiram os trabalhos da Assembleia Constituinte para a nova constituição democrática, que entrou em vigor no dia 25 de Abril de 1976, o mesmo dia das primeiras eleições legislativas da nova República. Na sequência destes eventos foi instituído em Portugal um feriado nacional no dia 25 de Abril, denominado como "Dia da Liberdade".

Um arranjo de Roger, focando uma data da História de Portugal.

sexta-feira, 24 de abril de 2020

VAI FICAR TUDO BEM




A Primavera ao meu lado faz-me acreditar de que tudo isto vai passar.
Se vai ficar tudo bem? Não, não vai. Não são hashtags carregadas de arco-íris que me vão fazer crer nisso. Seria ingenuidade da minha parte ou fuga à realidade. As coisas não se resolvem num estalar de dedos, nem com uma poção mágica, nem com uma borracha que apaga as letras que, a lápis, escrevemos num papel.
É, antes, uma folha de papel amarrotado que, por muito que a estiquemos não voltará a ser nova. Não vamos querer escrever um hino à vida ou uma carta de amor numa folha amarrotada. Teremos de nos erguer e ir na meca de uma nova. Aí, sim, poderemos começar a escrever o futuro.
O depois vai ser duro. Mais para uns do que para outros, como em tudo. E sim, (até) vai ficar ( tudo) bem, mas não já. Não, se ficarmos apenas à espera que passe. Não, se não arregaçarmos as mãos e tivermos a coragem de recomeçar.
Haverá sempre os oportunistas. Haverá sempre os preguiçosos. Haverá sempre os fracos. Haverá sempre os fortes.
Cabe-nos a nós escolher quem somos e o que iremos fazer. Em prol de uma consciência colectiva e não apenas do próprio umbigo. Não poderemos, deste modo, culpar o outro por aquilo que nos aconteceu, acontece ou irá acontecer.
Para já, resta-me esta Primavera de dias cinzentos e papoulas vermelhas.

Margarida Vargues

quarta-feira, 22 de abril de 2020



COSTELETAS CUJA LEMBRANÇA É UMA SAUDADE

O MESTRE GUERREIRO E A D. MARIA DO CÉU


Era um casal de referência para a nossa Escola e, de certa maneira também para a cidade de Faro de então (anos 40 e 50 da centúria transata). Não só pelo de­sempenho das funções pedagógicas com que exemplarmente se haviam, como pelo seu aprumo cívico e moral numa sociedade havida como conservadora. Eram-no tam­bém pelas suas diferenças tisicas, sobretudo na altura e que ao invés do amor e géne­rosidade que era seus denominadores comuns, esta era bem oposta. O Mestre Guer­reiro era alto e espaduado e a sua dedicada esposa, D. Maria do Céu, o diametralmen­te diferente. Mas esta e outras diferenças tisicas eram superadas pelas excelsas quali­dades de que ambos eram dotados e pela afetividade e dedicação que, na vida, os u­nia. O Mestre Guerreiro, nunca o nome completo lhe soubemos, era o pedagogo da oficina do Curso Industrial de Carpinteiro, Marceneiro e Construção Civil, que fun­cionava no Largo da Sé e de que, entre alunos, me lembro dos louletanos, mais tarde também Mestre Mário Rodrigues Pereira, que foi meu professor na Escola Serpa Pin­to; do José António Guerreiro Cavaco, vice - presidente da Federação Portuguesa de Futebol e presidente da Câmara Municipal de Loulé e do empresário Manuel Cavaco. AD. Maria do Céu ministrava a cadeira de Lavores às alunas do Curso de Formação Feminina. Da autoria dos «costeletas» que foram seus discípulos saíram verdadeiras obras de arte, que conquistaram prémios e mereceram justificados louvores nos Sa­lões de Estética e Exposições Escolares. Julgo que, no espólio da nossa Escola, ainda existe uma bela colcha/ toalha bordada à Castelo Branco (?) saída de uma das turmas das «meninas da Formação Feminina» dirigidas pela lembrada D. Maria do Céu. Este casal de professores «costeletas», sempre presentes nas atividades circum - escolares, quando se exigia a participação de um docente, era-o de uma dedicação exemplar. Moravam num primeiro andar, por sobre a loja de máquinas de escrever e material de escritório do Sr. Gonzalez, no gaveto das Ruas do Compromisso e da Rua A, que se chamou também do Dr. Oliveira Salazar e era, mais do que tudo conhecida, antes do alargamento, por «Rua do Peixe Frito». Saudades destes Mestres que o foram em to­da a aceção da palavra!

JOÃO LEAL

LIVROS QUE AO ALGARVE IMPORTAM





«UM CRIME PASSIONAL E A REFORMA DO CABO ANTÃO»
DR. ANTÓNIO CARVALHO
Neste tempo de quarentena, tão inclinável à leitura, uma revisita às instantes, trou­xe-me às mãos, o livro «Um crime passional e a reforma do Cabo Antão», em grande parte vivido na Costa Vicentina, onde o seu autor, o médico António Carvalho exercia então (Fevereiro de 2006) a atividade clínica em Sagres. Profundo conhecedor da região e resi­dindo, desde há anos em Lagos, teve assim a sua estreia literária, reconstituindo algumas das histórias («Umas carregada de dramatismo, outras pelo contrário bem divertidas ... »), vividas na prática médica. De seu nome completo António Fernando Tavares de Carvalho nasceu na Cova da Piedade (Almada), a 8 de Janeiro de 1955 e frequentou a Faculdade de Medicina de Lisboa, onde se licenciou em 1981. Refere que as razões que motivaram a es­crita deste «Um crime passional e a reforma do Cabo Antão» foram:« ... tomar possível aos homens e mulheres comuns, gente de todas as categorias sociais, que nos procuram no dia a dia das consultas, das urgências hospitalares, ficarem a saber como nós médicos, ve­mos as coisas do outro lado, do nosso, dos que escolheram esta profissão, e também deixá­los penetrar um pouco nos «bastidores», naquilo que está por detrás do pano, e que geral­mente não tem oportunidade de saber».

«VIA LUCIS - NOS CAMINHOS LUMINOSOS DA REDENÇÃO» 
PADRE CARLOS DE AQUINO
Natural de Vila Real de Santo António, onde nasceu a 27 de Maio de 1969, o Padre Carlos Manuel Patrício de Aquino (pároco «in solidum - Moderador de Loulé) é au­tor de várias publicações de orientação litúrgica, entre as quais a recente «Via Lucis - Nos caminhos luminosos da Redenção», editada pelo Secretariado Nacional da Liturgia da Conferência Episcopal Portuguesa. Trata-se de «uma proposta de oração que, paralelamen­te à Via Crucis, introduz na contemplação do Ressuscitado, através das 14 estações». As 89 páginas da obra deste sacerdote algarvio, que foi ordenado em Dia de São Pedro e São Paulo (29 de Junho) do ano de 1993 e é o Coordenador Diocesano do Departamento da Pastoral Litúrgica, contêm reflexões inspiradas nos Evangelhos e nos Atos dos Apóstolos.
JOÃO LEAL

terça-feira, 21 de abril de 2020

INFORMANDO



NOTÍCIAS DO TURISMO ALGARVIO

Foi nomeada Ministra da Cultura, Turismo e Ambiente do Governo da Angola, sendo a mais jovem deste Executivo), a Dra. Adjany Costa, que foi estudante da Universi­dade do Algarve (Ualg), onde em 2014 concluiu o Mestrado em Biodiversidade e Conser­vação Marinha, no âmbito do Erasmus Mundus.

«Viajar e conhecer o Algarve sem sair de casa» é o lema de formações gratui­tas online promovidas pela Região de Turismo do Algarve {RTA). Constitui esta iniciativa uma oferta sobre o destino turístico algarvio dirigida aos mercados inglês, francês, estadu­nidense, holandês e alemão.

O mês de Março foi o «pior de sempre da hotelaria algarvia» com o fecho de mais de 60% da hotelaria devido à pandemia do Covid 19. A taxa de ocupação situou-se nos 28,6% e houve uma descida acentuada de 45,8%, sobretudo nos mercados português (menos 54,5%), alemão (menos 51,7%) e britânico (menos 48,9%). As vendas tiveram uma queda de 29,8%.

A EHTA (Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve), através dos alunos do Curso de Gestão e Produção de Cozinha, com a colaboração da Delegação de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa, prepara diariamente 300 refeições, que são distribuídas por todo o Algarve às populações carentes.

Os portugueses voltaram, pela quarta vez consecutiva, a escolher o Algarve co­mo «Marca de Referência» ou seja o lº lugar nas «Regiões de Turismo», mercê dos 47,5% dos votos dos leitores das Seleções Readers Digest», urna das publicações mais lidas do Mundo com um universo de l 00 milhões de leitores. O prémio foi consignado pela quali­dade, boa relação custo / benefício e serviço ao cliente.

JOÃO LEAL

DIA 18 DE ABRIL DE 2020

Digníssimos Costeletas, o dia 18 de Abril de 2020, ficará marcado para sempre nas nossas memórias, pelo facto de não ter sido possível, realizar o nosso convívio da comemoração do 29 aniversário da nossa Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira, como seria desejável por todos nós, como estava programado com a visita guiada à nossa escola, seguido do almoço na cantina com o respectivo café e bolo de aniversário, seguido de um pé de dança. As cerimónias terminavam com uma missa por intenção de Professores, Funcionários e Alunos falecidos na Igreja de São Francisco.
Espero que mesmo distantes uns dos outros, tenhamos passado este Aniversário envoltos no mesmo espírito de: FRATERNIDADE, VITALIDADE e SOLIDARIEDADE.
A nossa vida de COSTELETAS, é uma simbiose que não nos pode deitar abaixo e, penso, que mesmo em situações difíceis, como a que estamos a viver, devido à pandemia provocada pelo COVID-19, estaremos mais atentos e, que no próximo ano possamos estar juntos e mais fortes para, comemorarmos juntos o 29 e o 30 aniversário da nossa Associação.
Faço votos, para que todos se encontrem bem neste momento juntos das vossas Famílias pois, eu e a minha Família estamos bem e, a cumprir as regras estabelecidas pelas entidades competentes.
Sem outro assunto de momento sou com elevada consideração e estima. 

Um grande abraço de costeleta,

    O Presidente da Direção


Florêncio Vargues