Situar-se -á em Loulé, mas trata-se de um assunto que importa. pela sua valia, a todo o Algarve, o anúncio para adjudicação do desejado e bem necessário «Complexo de Diagnóstico Oncológico do Algarve», que vai permitir em terra da Região, a decisão sobre a existência da terrível enfermidade. Esta é a grande responsável pela morte de milhares de algarvios ou aqui residentes em cada ano.
O anúncio da obra, que envolve uma verba de 5,3 milhões de euros e um prazo de execução de 18 meses, foi recentemente publicado no «Diário da República» e concretiza o protocolo celebrado entre o IPO (Instituto Português do Cancro) e a CML (Câmara Municipal de Loulé).
O imóvel comportará as mais avançadas técnicas de diagnóstico do cancro, entre as quais a unidade de PETTAC (Tomografia por Excisão) e a Ressonância Magnética Nuclear, inexistentes na nossa Região e que facilitará e tornará menos incómoda a deslocação a outros centros mais avançados, casos
de Lisboa ou Sevilha, como agora acontece.
Tudo o que for em prol de uma saúde com melhor índice qualitativo merece, tal como nesta crónica sobre o «Complexo de Diagnóstico Oncológico do Algarve», o nosso aplauso.
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