segunda-feira, 24 de agosto de 2009

DEZ ANOS EM FARO; 1953/63


FARO, ANOS 60

Eu andei por lá nesses tempos. O ponto de encontro da malta da Escola Comercial e Liceu era no Olímpico, onde se jogava bilhar. O melhor bilharista de FARO era o Máximo, que era lá empregado. Entre os jogadores do Liceu o melhor era o Matias e da Escola eram o Jacinto da cortiça e o Ernesto, que foi parceiro de carteira do Cavaco Silva, com quem jogava ping pong.

Quando se entrava na sala de bilhar na primeira mesa à esquerda realizava-se ao fim da tarde uma quadrada com o Leal da Câmara, um tipo magríssimo não sei de onde, um funcionário do BESCL de Olhão e um tipo do Porto que era doTribunal. Assisti aí a grandes jogatanas...

Quem aparecia por lá a jogar dominó era o Zé Luís o campeão mundial de luta livre. Desse tempo do Liceu e Escola Comercial os alunos que mais se salientaram que me lembre foi o Jaime Machado do Liceu, hoje Juíz e o Herlander Estrela, Economista que foi Secretário de Estado das Finanças e Administrador do Banco de Portugal e do Montepio.

O melhor ciclista de Faro desse tempo era o Inácio Ramos que correu no Ginásio de Tavira e Louletano. Nessa altura, chegaram ao FARENSE vindos do Corunchense o Remígio, ponta de lança e o Armando, ponta esquerda. Penso que o Catoira também é desse tempo. O guarda redes era o Soromenho lá Escola Comercial quefoi júnior com o Capitolino, o Zé Nanotas, o Carneirinho, o Zé Bento, o Zé Gonçalves, o Adanjo, o Larguito e outros.

Figuras típicas desse tempo eram o TECA que acompanhava muito com ofilho do Coronel Sampaio, o mais novo, já que o mais velho era o Sampaio guarda redes de andebol do LICEU, o melhor depois do JAIMINHO diziam, porque ainda houve outro bom que foi o Zézinho. Jogavam ainda o Virgílio, o Quaresma, o Rocha Pinto e outros.

Havia ainda o Caça Brava um tipo que vendia codornizes às quatro datarde na rua de Santo António. E havia o Cartaxo fotógrafo desportivo que tinha uma vitrine na Rua de Santo António. A Rua de Santo António era transitável no sentido do jardim da doca para o Liceu. O Diário Popular que trazia aos domingos os relatos de futebol dos jogos da segunda divisão chegavam a Faro às onze horas da noite e vinham no rápido que saía de Lisboa às cinco e um quarto. Gostava de ver publicadas outros artigos sobre Faro desse tempo.

texto de
JBS

domingo, 23 de agosto de 2009

A PUBLICAÇÃO DO TEXTO DO MINGAU


ANÁLISE DO TEXTO DO MINGAU

1 - É um texto pobre que vem para chatear. Não apresenta mais valia alguma.

2 - Como o meu nome consta nele, eu, na qualidade de administrador, devia ser ouvido quanto à publicação do texto ou não. Não fui e o texto foi publicado o que não me agrada.

3 - Peço ao senhor Mingau o favor de não referir mais o meu nome nas suas crónicas.


4 - Queremos aqui apenas unidade costeleta, o que havia até o senhor chegar.


5 - Cmprimentos costeletas do


JBS

sábado, 22 de agosto de 2009

TEMA FILOSOFIA


Não era minha intenção. “JAMAIS”


As formigas que encontram no seu caminho um filósofo morto podem utilizá-lo bem. Não é o caso!

Se o exemplo é chocante, é mimha intenção que o seja.

Verifica-se que a liberdade de expressão constitui por vezes uma maior ameaça para uma ideia, mesmo acriançada,.

Mas o que se pode fazer quando se escreve um facto que. aquele que o escreve, considera importante, mesmo sendo uma “crónica” de factos passados? Impropérios para abafar os factos transcritos, ou abafar a voz da verdade. Barulho impío?

Não tenho quaisquer ilusões. Receio que não me leiam, porque, não há autoridade universal que imponha o conhecimento pela leitura.

Não estudei filosofia, não sou filósofo, nem é minha intenção erguer-me acima daqueles que escrevem e criticam neste blogue. Principalmente os que criticam duma forma em que, quem escreve, não tem satisfação de continuar.

Digamos que o impropério sobre quem escreve algo não é lisongeiro para lhe dar continuidade e razão de satisfação. O problema não é moral é cognitivo.

A psicanálise ministra a verdade de uma maneira infantil ou seja, acriançada: dela aprendemos, rude e apressadamente, coisas que nos escandaliza e que dominam a nossa atenção.

Assim,. a psicanálise é, em meu entender, em primeiro lugar, pretenciosa e, todo o drama da existência se desenrola entre a sordidez e a sublimação em que o esforço civilizado a pode transformar.

Será isto filosofia barata? Enquadrar-se-á no tema proposto?

Os bons escribas deste blogue poderão dar a sua opinião e o Costeleta Sr. João Manuel Brito de Sousa, mediador deste tema, o dirá...

O que acabei de escrever não é um comentário.

Com o pedido de publicação


Alfredo Mingau


Publicado por Rogério Coelho


(NOTA: enviado por amingau@gmail.com)

GRANDE FIGURA DA CULTURA DO ALGARVE


MANUEL VIEGAS GUERREIRO

O Prof. Doutor Manuel Viegas Guerreiro nasceu em Querença, concelho de Loulé, em 1 de Novembro de 1912. Aprovado no Curso Geral dos Liceus, com dezasseis valores, e no Curso Complementar, com dezassete, veio a licenciar-se, em 1936, em Filologia Clássica, na Faculdade de Letras de Lisboa, com dezasseis valores. Foi aprovado no Exame de Estado para professor do 1º. grupo de disciplinas liceais, com dezasseis valores. Foi professor agregado dos liceus em 1939, professor auxiliar em 1940, e professor efectivo no Liceu de Lamego, em 1940.

Entre 1940 e 1941, foi equiparado a bolseiro para auxiliar o Doutor Leite de Vasconcellos, na sua actividade literária. A ajuda prolongou-se por seis anos, tendo ajudado o Mestre Leite "em tudo o que pôde", para utilizar palavras do próprio. Entre 1941 e 1944, é professor efectivo do Colégio Militar e também do Colégio Infante de Sagres, em Lisboa. Foi sucessivamente professor efectivo no Liceu de Faro (1945-1953), com passagem pelo Liceu Diogo Cão, em Sá da Bandeira (1948-1950), e ainda no Liceu de Oeiras (1953-1970).

De 1955 a 1970, foi bolseiro no País, a fim de ordenar e publicar os manuscritos de Leite de Vasconcellos, sobretudo da Etnografia Portuguesa, em 10 volumes (1948-1989), a partir do 4º. volume.

Doutorou-se em Etnologia na Universidade de Lisboa, em 1969, com a classificação de 19 valores. Em Novembro de 1970, concluiu as provas do concurso para provimento de uma vaga de professor extraordinário de Etnologia e, em Outubro de 1971, de professor catedrático, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi também investigador do Centro de Estudos Geográficos a funcionar na mesma Faculdade de Letras de Lisboa. Aposentado em Setembro de 1982, faleceu em Carnaxide, em 1 de Maio de 1997.

Durante a sua vida de universitário, foi encarregado de várias missões no País e no Estrangeiro. Foi membro de várias instituições, entre as quais a Associação Brasileira de Folclore (desde 1967) e da Academia das Ciências de Lisboa (cadeira nº 27).

A vasta actividade do Prof. Viegas Guerreiro inclui inúmeras iniciativas, como, por exemplo, a criação dos Estudos Gerais Livres e do Centro de Tradições Populares Portuguesas, a Revista Lusitana - Nova Série, e ainda a organização de dois colóquios realizados com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian sobre "Literatura Popular / Oral / Tradicional" (Paris, 1986, e Lisboa, 1987).

Nas suas publicações, distinguem-se alguns importantes vectores. Em primeiro lugar, temos as obras com preocupação pedagógico-didáctica: Da Indispensabilidade do Latim na Leitura dos Nossos Clássicos, Lisboa, 1963; A Nossa Pátria, selecta de Português para o 1º. ciclo liceal (livro único entre 1961 e 1965); "Introdução" a Cultura e Anafalbetismo, de F. Adolfo Coelho, Lisboa, 1984; a comunicação "A educação de adultos em comunidades rurais. Actividades comunitárias", Braga, 1978.

Na área principal da sua formação, a Etnografia e a Antropologia, publicou - para além da Etnografia Portuguesa, que é, como atrás fica dito, em parte escrita por ele, a partir dos apontamentos de Leite de Vasconcellos, de quem também reeditou com uma apresentação desenvolvida Tradições Populares de Portugal - o volume Sabedoria, Linguagem, Literatura e Jogos, de 1966, que faz parte da obra colectiva Os Macondes de Moçambique, e ainda Bochimanes !khu de Angola, de 1968, e também Pitões das Júnias. Esboço de Monografia Etnográfica, de 1981, e, em colaboração com Diogo de Abreu e Francisco Melo Ferreira, Unhais da Serra. Notas Geográficas, Históricas e Etnográficas, de 1982. Saliente-se a edição póstuma da obra Povo, Povos e Culturas (Portugal, Angola e Moçambique), de 1997, na qual se coligem artigos e colaborações diversas.

Mencione-se, em terceiro lugar, o interesse por aspectos particulares da História, Literatura, Geografia perspectivados antropologicamente: artigos sobre "Judeus", "Mouros" e "José Leite de Vasconcellos" no Dicionário da História de Portgugal, dirigido por Joel Serrão; a "Introdução" à Carta de Achamento do Brasil de Pero Vaz de Caminha, de 1974; A Carta de Pero Vaz de Caminha lida por um Etnógrafo, de 1985; "Gil Vicente e os motivos populares: um conto na Farsa de Inês Pereira", RL-NS, nº. 2, 1981, pp. 31-60; Frei João de S. José e a sua Corografia do Reino do Algarve (1577), de 1980; Temas de Antropologia em Oliveira Martins, de 1986; Colombo e Portugal, de 1994.

Um domínio foi particularmente caro ao Prof. Viegas Guerreiro: a "Literatura Popular". Recolector incansável, enriqueceu, com as versões que recolheu por todo o Portugal e também no Brasil, volumes como os do Romanceiro Popular Português, de Maria Aliete Galhoz, de 1987 e 1988, e ainda as suas antologias Contos Populares Portugueses, de 1956, e Adivinhas Portuguesas, de 1957. Escreveu duas obras imprescindíveis de iniciação e história neste campo: Guia de Recolha da Literatura Popular, de 1976 (2ª. ed., 1982) e, sobretudo, Para a História da Literatura Popular Portuguesa, de 1978.

As qualidades de homem e académico tornaram Viegas Guerreiro uma personalidade singular que muito marcou os seus alunos e colaboradores.

Para informação mais completa: João David Pinto-Correia, "Evocação Afectiva de um Mestre e Amigo: o Prof. Doutor Manuel Viegas Guerreiro", Revista Lusitana - Nova Série, nº. 12, 1994, pp. 83-94; e Maria Lucinda Fonseca e Francisco Melo Ferreira, Manuel Viegas Guerreiro - Mestre da Sabedoria do Mundo, Centro de Tradições Populares Portuguesas e Instituto de Cultura Ibero-Atlântica, Lisboa, 1997.

É uma figura marcante da cultura nacional.
Texto retirado da net
por JBS

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

RECORDAÇÕES ANOS 50







OS LIVROS DE LEITURA DA MINHA QUARTA CLASSE

Eram, três os livros de leitura da minha quarta classe: o FINALMENTE, o FARIA ARTUR e o PIRES DE LIMA.

O ditado do exame da quarta classe foi um texto retirado do FINALMENTE que falava do ALENTEJO. O exame foi na ESCOLA DO CARMO, onde anos mais tarde vim a estagiar com o prof. Amável, uma ilustre personalidade da cidade, que dava aulas de música aos alunos com uma varinha na mão para afinar o compasso... HERÓIS DO MAR...

Aí, foi meu aluno um irmão do Alex.

Gostei razoavelmente da escola.

Creio que era no livro do FARIA ARTUR que constava a frase: "Um caçador tinha um cão e a mãe do caçador era também o pai do cão". Era o problema da pontuação. A vírgula dveria estara seguir à palavra mãe, como todos se lembrarão.

No PIRES de LIMA. havia lá um texto muito engraçado que era mais ou menos assim: - O cirurgião disse para o empregado. Manuel, tenho uma reunião daqui a duas horas e quero os sapatos engraxados, ouviu. Sim senhor Doutor, o serviço estará feito.

Entretanto começou a chover e o Manuel nicles.

O Cirurgião chega e pergunta: Manuel engraxaste os sapatos? e o Manuel, não senhor Doutor, então?... diz o médico, senhor Doutor veja bem, disse o empregado, está a chover e se engarxasse os sapatos agora, daqui a duas horas estariam tão sujos como agora, diz o cirurgião, então se é assim, o jantar que devias tomar logo à noite passa para daqui a quinze dias... (mais ou menos assim).

P.... diz o Manuel. Where are the shoes?
Texto de
JBS

TEMA INTERNET . (Computadores)

DICA: "O RATO"

Todos os ratos possuem em cima uma roda que é de grande utilidade.
Em geral, rodando a roda, salta de linha em linha.
Podemos configurar o rato para saltar de página em página. Será mais rápida a procura.
Faça assim:

- Aceda ao "Painel de Control";
- Abra o iten "Rato";
- No separador "Roda" altere a definição "Linhas" para "Um Ecrã de cada vez".

Facílimo. Experimentem. Divirtam-se.

Rogério Coelho

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

TEMA - INTERNET (Computador)

Se não vê bem... amplie

Parece que o nosso amigo Costeleta Gabadinho, apreciou o TEMA

Então aqui vai uma boa Dica.

Muitos de nós temos de utilizar óculos (o meu caso) para ler as "letras pequeninas"... acontece a muitos. É a PDI ou PDV.
No nosso computador pode acontecer o mesmo, abrir um documento ou página WEB, onde as letras são tão pequeninas que necessitamos de usar uma lupa.
O seu Windows possui uma lupa que amplia qualquer zona do ecrã. Faça assim:
- Prima as teclas (WIN) + (R) e no quadro que se abre digite MAGNIFY e confirme com o OK;
- De imediato se abre uma janela no topo do ecrã, onde se pode ver a posição do cursor, com o ecrã ampliado 2 vezes;
- Defina esta posição em baixo, no quadro de controlo, no qual deve fazer um clik sobre sair para voltar ao normal. O quadro pode ser deslocado por arrastamento, podendo ser ocultado clikando em ocultar. Neste caso, para voltar ao normal basta clikar em baixo na barra de ferramentas e depois clicar em sair;
Esta informação é para aqueles que desconheciam... para os que sabem, e têm outras ideias, tragam-nas, nós aproveitamos.
Rogério Coelho

TEMA INTERNET

Protecção anti-virus portátil

As pen ou canetas USB também podem ser contaminadas.
Existe uma solução anti-virus que pode ser instalada e utilizada numa caneta USB.
Trata-se do "clamWin Portable"
Pode-se fazer o download no seguinte programa:

http://portableapps.com/apps/utilities/clamwin_portable

Rogério Coelho

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

UM CASO INSÓLITO




Uma amiga, que diz não ser costeleta, mas é casada com um grande Costeleta, enviou-me uma mensagem dizendo que recebera uma comunicação, relacionada com o nosso Blogue, para que todos os comentários fossem dirigidos para o seu mail.


Chamo a atenção de quem quer que seja para o facto insólito e de mau gosto, para não dizer ridículo. Agradeço que a pessoa que o fez tenha consideração.


A mesma amiga, me informou, ser leitora do nosso blogue (àparte as polémicas desinteressantes)


Para bom entendedor...


Rogério Coelho

O ESTATUÁRIO

Romualdo Cavaco



Ainda ...
Dr. Furtado

(continuação)


Certa aula de História antes do Professor nos falar da “Confederação dos Tamoios” ocorreu-lhe o Pe.António Vieira, que ele admirava.
“Comprem os Sermões ... da Edit. Lello ... viveu mais de cem anos ... serviu três reinados... escreveu do melhor que há na literatura portuguesa ... e desatava ...”

“arranca o estatuário uma pedra dessas montanhas, tosca, bruta, dura, informe, e depois que desbastou o mais grosso, toma o maço e o cinzel na mão e começa a formar um homem: primeiro membro a membro e, depois feição por feição, até à mais miúda. Ondeia-lhe os cabelos, alisa-lhe a testa, rasga-lhe os olhos, afila-lhe o nariz, abre-lhe a boca, torneia-lhe o pescoço, estende-lhe os braços, espalma-lhe as mãos, divide-lhe os dedos, lança-lhe os vestidos. Aqui desprega, ali arruga, acolá recama. E fica um homem perfeito e talvez um santo que se pode pôr no altar. “

Nota: Quando o Dr. Furtado citou o estatuário, apenas fixei as primeiras linhas. O resto fui procurar nos Sermões.

Um abraço.
Romualdo.
Cortelha, 2009.08.03


Recebido e colocado por Rogério Coelho

OS COMENTÁRIOS II


ACIMA DE TUDO O ESPÍRITO COSTELETA

COMENTARISTA: aquele que na imprensa escrita ou falada, se especializa em determinados assuntos e faz comentários acerca do desenrolar dos acontecimentos (do dicionário)

Como fui eu o provocador do que se está a passar, apenas peço um pouco de contenção e que seja preservado o espírito costeleta, esse estado de alma, de que falou o Professor Américo.

A minha intenção foi dar a possibilidade aos costeletas de dizer não, mas isso exige uma certa diplomacia, que, bem vistas a s coisas não é fácil obter e eu também não sei se sou possuidor dela.

A linha mantem-se e peço ao JORGE TAVARES e ao ALFREDO para não abandonarem o barco, apesar de eu pensar que esses temas estão esgotados e o blogue precisa de evoluir para outras temáticas.

O que disse o A. Gabadinho acerca de uma frase do Dr. Domingos Grilo revela uma respeitável opinião, nada mais do que isso. Já tenho saudades do futuro, disse o poeta Teixeira de Pascoaes.

Autores há que remetem a importância das coisas para o agora.


Mas quem gostar de recordar tem esse direito de o fazer o mesmo se passa com os outros. Mas...

tehamos um pouco de calma, ok.


Texto de
JBS

BONS DIAS




PELAS MANHÃS


Passo por aqui, na herdade
Para saber como vai isto
E apuro esta verdade
Eh pá... a malta gosta disto

Por isso Alfredo ... escreve
E tu Jorge, avança também
Quem não teme não deve
Por isso ó Tavares, vem

Maurício, o Rogerinho está a pau
Manda um texto já não é mau
E eu de manhã vou ver a produção

Rapaziada, dêm alma à fazenda
Façamos do blogue uma lenda
E que haja aqui a continuação.


Texto de
JBS