Meados do Século vinte quem diria
As opções em estudos Superiores que havia
Para quem meios econômicos não tinha
Se Limitavam a Lisboa ou Coimbra .
Faro só Escola do Magistério havia
Ou no Alentejo Escola regentes Agrícolas
A Universidade do Algarve Surgiu
Que novas gerações beneficia
a 25 semana acadêmica aonteceu
Existe teses de que a mesma
É para Estudar a cadeira do Lazer
Ou Lazer sem estudar se complementa
Não se pode de forma alguma concluir
que seja considerado resultado líquido
em que ninguém gosta de pisar o risco
até que os líquidos são bem disponíveis
Risco de morrer desidratado não corre assim
Mas situações bizarras podem fluir
Que no convívio do recinto da festa se inicia
Sem preocupação de prever como termina
E o Correio da Manha emite a noticia
Do jovem que de Ourém tinha vindo
Que de certa maneira não agiu
Como a empolgada menina previu
Que frustrada soube perseguir
Tudo que de momento era seu objectivo
Sem pensar que nua para a rua ia
Nem a encrenca em que meter se ia
Na nossa época semana Académica não havia
A queima das Fitas em Coimbra existia
Era um sonho que para a cidade tínhamos
E que da varanda pelos tempos se pode assistir
Saudações costeletas
António Encarnação
segunda-feira, 10 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
"UM LUGAR AO SUL" de Rafael Correia
07 Maio 2010
É preciso resgatar a memória do "Lugar ao Sul"
É preciso resgatar a memória do "Lugar ao Sul"
Álvaro José Ferreira
«O programa que o provedor do ouvinte dedicou a esta suspensão [em 31 de Julho de 2009] estabeleceu claramente a necessidade de se encontrar uma solução capaz de preservar e facultar acesso ao arquivo do programa. Este é um assunto da maior importância. Os 30 anos de "Lugar ao Sul" são um esforço monumental de recolha de peças soltas da identidade de toda uma região e constituem certamente um dos mais importantes registos da memória de um país que está em processo de extinção acelerada entre suburbanização, eucaliptização e deslumbramento com TGVs e afins. Trata-se de um património inestimável que a rádio pública tem em mãos. Eu gostaria de perguntar ao provedor que medidas foram tomadas desde Agosto para assegurar a sua boa gestão. Ainda que seja inútil, gostaria ainda de juntar a minha voz à voz de todos os ouvintes que expressaram a sua tristeza e estupefacção pelo fim do "Lugar ao Sul". Era uma demonstração semanal de como a partir de poucos meios se pode chegar a um produto de qualidade e belo, desde que haja dedicação e simplicidade. Um exemplo de serviço público que nos faz muita falta.» (Pedro Barbosa, ouvinte de Lisboa)
«Estamos a avaliar o material produzido para decidir sobre a melhor utilização a dar ao espólio deixado por Rafael Correia. Perante a riqueza dos registos, várias soluções se colocam: reeditar o programa, dando-lhe um enquadramento específico, obtendo para isso autorização do autor; disponibilizá-lo na plataforma web, no site da Antena 1, sem mais, o que nos parece pouco; ou inscrevê-lo no arquivo criativo, um projecto em desenvolvimento no interior da empresa. Para qualquer destas soluções, temos esbarrado sempre numa dificuldade que identificámos desde o momento em que Rafael Correia decidiu terminar a produção do programa: encontrar alguém, no interior da empresa, com disponibilidade, interesse e empenho em manter viva a tradição celebrada pelo autor de "Lugar ao Sul".» (Rui Pêgo, director de programas da Antena 1)
«Os atrasos não se compadecem com as boas intenções ou por outras palavras temos uma boa intenção atrasada. Como disse na altura os conteúdos de rádio serão disponibilizados em suporte passível de consulta generalizada pelos ouvintes interessados. Os arquivos da Rádio ainda não estão totalmente digitalizados de forma a poderem integrar a emissão nas novas plataformas, muito embora esteja previsto para 2010 uma acção forte nesta área. Julgo que, com as comemorações dos 75 anos da fundação da Emissora Nacional possam ser anunciadas ao longo do ano diversas iniciativas que contemplem o acesso a conteúdos e a sua edição em suporte digital.» (Jaime Fernandes, responsável da área de Novos Negócios e Projectos da RTP) (in "Em Nome do Ouvinte", 30.04.2010)
Antes de mais, há que louvar a iniciativa do jornalista Adelino Gomes ao dar voz ao ouvinte acima citado, não deixando assim cair no esquecimento a importante questão da acessibilidade ao fabuloso espólio sonoro que Rafael Correia constitui ao longo de três décadas.
Agora, a minha apreciação às explicações dadas por Rui Pêgo e Jaime Fernandes para o facto de entretanto nada ter sido feito.
Começando pelas palavras de Rui Pêgo, quem não conhecesse a desconsideração que sempre nutriu pelo programa (pouco depois de ter sido empossado nas funções de director de programas da Antena 1, uma das primeiras medidas que tomou, mais concretamente em Setembro de 2005, foi nada mais nada menos que a amputação de metade do respectivo tempo de emissão), julgaria que as suas intenções são as mais nobres e dignas. Na verdade, o arrazoado de Rui Pêgo cheira a hipocrisia que tresanda: é o argumento típico de alguém que podendo fazer o bom, se desculpa com a impossibilidade de realizar o óptimo, precisamente com o intuito de nada fazer, porque no seu íntimo nunca existiu a mais pequena vontade de algo de positivo fazer em prol do programa.
E o bom seria: em primeiro lugar, a reposição na grelha da Antena 1, idealmente no horário tradicional (sábado, 9 horas), dos registos mais antigos; para começar, sugiro os que foram feitos fora do Algarve e Baixo Alentejo, regiões a que Rafael Correia se confinou nos últimos anos, por exiguidade de meios materiais colocados à sua disposição; em segundo lugar, a colocação de todo o acervo fonográfico do programa numa página on-line, dentro ou fora do site da Rádio e Televisão de Portugal, sequenciado pelas datas de emissão e com as pequenas sinopses tal como constam no arquivo histórico. E há que atentar numa coisa muito importante: tendo mão criminosa destruído boa parte das gravações dos anos 80, importa que as falhas sejam colmatadas, o que só será possível recorrendo ao arquivo pessoal do autor. Quero acreditar que Rafael Correia não deixará de dar a sua colaboração nesse sentido, desde que abordado com tacto e diplomacia.
Relativamente a Jaime Fernandes, e não tendo razões para lhe atribuir eventual desdém pelo património do "Lugar ao Sul", creio que a justificação para o não cumprimento da promessa que fez em 2009 será mais funda do que a simples inércia que é própria de estruturas pesadas como a da RTP. Refiro-me à força de bloqueio que se encontra na administração, chamada António Luís Marinho, que, tal como Rui Pêgo, sempre encarou o programa como um estorvo. É bom não esquecer que foi precisamente António Luís Marinho, enquanto director-geral da Antena 1, que, em Abril de 2004, desferiu um dos mais vis ataques ao "Lugar ao Sul" em toda a sua história, ao retirá-lo das 9:00 horas de sábado para o chutar para as 7:00 horas da madrugada, ficando no seu lugar a 'playlist'.
Textos relacionados: (que poderão ser lidos na internet)
As Escolhas do Provedor: Lugar ao Sul
"Lugar ao Sul" sofre novo ataque
"Lugar ao Sul" sofre novo ataque (II)
Amigos do LUGAR AO SUL no My Space
"Lugar ao Sul": um programa-património
Rafael Correia: o eremita da rádio
Publicada por Álvaro José Ferreira em 12:05
«Estamos a avaliar o material produzido para decidir sobre a melhor utilização a dar ao espólio deixado por Rafael Correia. Perante a riqueza dos registos, várias soluções se colocam: reeditar o programa, dando-lhe um enquadramento específico, obtendo para isso autorização do autor; disponibilizá-lo na plataforma web, no site da Antena 1, sem mais, o que nos parece pouco; ou inscrevê-lo no arquivo criativo, um projecto em desenvolvimento no interior da empresa. Para qualquer destas soluções, temos esbarrado sempre numa dificuldade que identificámos desde o momento em que Rafael Correia decidiu terminar a produção do programa: encontrar alguém, no interior da empresa, com disponibilidade, interesse e empenho em manter viva a tradição celebrada pelo autor de "Lugar ao Sul".» (Rui Pêgo, director de programas da Antena 1)
«Os atrasos não se compadecem com as boas intenções ou por outras palavras temos uma boa intenção atrasada. Como disse na altura os conteúdos de rádio serão disponibilizados em suporte passível de consulta generalizada pelos ouvintes interessados. Os arquivos da Rádio ainda não estão totalmente digitalizados de forma a poderem integrar a emissão nas novas plataformas, muito embora esteja previsto para 2010 uma acção forte nesta área. Julgo que, com as comemorações dos 75 anos da fundação da Emissora Nacional possam ser anunciadas ao longo do ano diversas iniciativas que contemplem o acesso a conteúdos e a sua edição em suporte digital.» (Jaime Fernandes, responsável da área de Novos Negócios e Projectos da RTP) (in "Em Nome do Ouvinte", 30.04.2010)
Antes de mais, há que louvar a iniciativa do jornalista Adelino Gomes ao dar voz ao ouvinte acima citado, não deixando assim cair no esquecimento a importante questão da acessibilidade ao fabuloso espólio sonoro que Rafael Correia constitui ao longo de três décadas.
Agora, a minha apreciação às explicações dadas por Rui Pêgo e Jaime Fernandes para o facto de entretanto nada ter sido feito.
Começando pelas palavras de Rui Pêgo, quem não conhecesse a desconsideração que sempre nutriu pelo programa (pouco depois de ter sido empossado nas funções de director de programas da Antena 1, uma das primeiras medidas que tomou, mais concretamente em Setembro de 2005, foi nada mais nada menos que a amputação de metade do respectivo tempo de emissão), julgaria que as suas intenções são as mais nobres e dignas. Na verdade, o arrazoado de Rui Pêgo cheira a hipocrisia que tresanda: é o argumento típico de alguém que podendo fazer o bom, se desculpa com a impossibilidade de realizar o óptimo, precisamente com o intuito de nada fazer, porque no seu íntimo nunca existiu a mais pequena vontade de algo de positivo fazer em prol do programa.
E o bom seria: em primeiro lugar, a reposição na grelha da Antena 1, idealmente no horário tradicional (sábado, 9 horas), dos registos mais antigos; para começar, sugiro os que foram feitos fora do Algarve e Baixo Alentejo, regiões a que Rafael Correia se confinou nos últimos anos, por exiguidade de meios materiais colocados à sua disposição; em segundo lugar, a colocação de todo o acervo fonográfico do programa numa página on-line, dentro ou fora do site da Rádio e Televisão de Portugal, sequenciado pelas datas de emissão e com as pequenas sinopses tal como constam no arquivo histórico. E há que atentar numa coisa muito importante: tendo mão criminosa destruído boa parte das gravações dos anos 80, importa que as falhas sejam colmatadas, o que só será possível recorrendo ao arquivo pessoal do autor. Quero acreditar que Rafael Correia não deixará de dar a sua colaboração nesse sentido, desde que abordado com tacto e diplomacia.
Relativamente a Jaime Fernandes, e não tendo razões para lhe atribuir eventual desdém pelo património do "Lugar ao Sul", creio que a justificação para o não cumprimento da promessa que fez em 2009 será mais funda do que a simples inércia que é própria de estruturas pesadas como a da RTP. Refiro-me à força de bloqueio que se encontra na administração, chamada António Luís Marinho, que, tal como Rui Pêgo, sempre encarou o programa como um estorvo. É bom não esquecer que foi precisamente António Luís Marinho, enquanto director-geral da Antena 1, que, em Abril de 2004, desferiu um dos mais vis ataques ao "Lugar ao Sul" em toda a sua história, ao retirá-lo das 9:00 horas de sábado para o chutar para as 7:00 horas da madrugada, ficando no seu lugar a 'playlist'.
Textos relacionados: (que poderão ser lidos na internet)
As Escolhas do Provedor: Lugar ao Sul
"Lugar ao Sul" sofre novo ataque
"Lugar ao Sul" sofre novo ataque (II)
Amigos do LUGAR AO SUL no My Space
"Lugar ao Sul": um programa-património
Rafael Correia: o eremita da rádio
Publicada por Álvaro José Ferreira em 12:05
Colocado por Rogério Coelho
Concurso Cantar Portugal em Prosa e Verso
Data: Faro, 07-05-2010
De: Elos Clube de Faro - Associação Cultural
"Em defesa da Língua e Cultura Portuguesas"
Face à situação de greve nos CTT e atraso generalizado do correio, em
aditamento ao Regulamento do Concurso Literário "Cantar Portugal em Prosa e
Verso" , pelo presente informa-se que os trabalhos podem ser enviados por
Correio Electrónico, em formato word, cumprindo o disposto no regulamento,
para: elosfaro@yahoo.com.br . Será ainda dada uma tolerância razoável para
recepção dos trabalhos enviados por correio.
Dina Lapa de Campos
Presidente da Direcção do Elos Clube de Faro

De: Elos Clube de Faro - Associação Cultural
"Em defesa da Língua e Cultura Portuguesas"
Face à situação de greve nos CTT e atraso generalizado do correio, em
aditamento ao Regulamento do Concurso Literário "Cantar Portugal em Prosa e
Verso" , pelo presente informa-se que os trabalhos podem ser enviados por
Correio Electrónico, em formato word, cumprindo o disposto no regulamento,
para: elosfaro@yahoo.com.br . Será ainda dada uma tolerância razoável para
recepção dos trabalhos enviados por correio.
Dina Lapa de Campos
Presidente da Direcção do Elos Clube de Faro

DO CORREIO ELECTRÓNICO
Para satisfação do costeletas que pedem que mande mais poemas, aqui vão:
DEIXEM-ME RASGAR O ESPAÇO
Deixem-me rasgar o espaço…
Deixem-me ir por aí… procurar a madrugada
Deixem-me ir rasgar essa maré
Deixem-me só…
Eu quero ir por meu pé…
Quero caminhar na minha estrada!
Deixem-me rasgar o espaço…
E desabrochar como uma flor…
Deixem-me abrir o coração ao Amor!
Deixem-me ir nas nuvens
Deixem-me voar no tempo
Deixem-me agarrar o vento
Deste sentimento
Deixem-me quebrar o lamento
Deixem-me sonhar no regaço duma estrela
Dum ventre rasgado do espaço Mulher
Deixem-me ir para onde eu quiser!
Na orbita vou no teu encalço
Deixem-me vogar no espaço, sem terreno falso
Se neste caminhar, pela areia movediça
Eu já rasguei o cordão umbilical
Do teu espaço de Mulher Ideal,
Sem noites de vela, à luz da candeia mortiça
Eu quero um espaço de justiça
Deixem-me sonhar, sem noites de breu…
Mas deixem-me… mas deixem-me Ser Eu!!
O MEU VELHO BAÚ
Revolvendo meu baú de pensamentos,
pelo tempo, amarelecido e empoeirado
absorta, sem sentir passar as horas ,
seu conteúdo resolvi analisar
No doce enlevo desse devaneio,
fui colocando em ordem essas relíquias
a alegria, acima do recheio
e no fundo, os pergaminhos da tristeza
Nos papeis de cor amarelada
as lembranças, todas organizadas
Cartas de amor com laços de cetim
E os poemas da saudosa mocidade...
As flores que plantei no meu jardim!
Por fim, a tampa do baú, deixei aberta
P’ra manter a saudade mente sempre alerta,
deixando entrar por ele esta Saudade
ALGO DE MIM
Algo de mim...
Esta ânsia de cantar
O meu poema canção
Esta ternura infinita
Saída do coração
Algo de mim...
É uma bênção bendita
Sob prados de cetim
Em que a minha alma te grita
O meu amor de raiz
Algo de mim...
Ó gente do meu país
Espalharei por toda a parte
Como toque de clarim
Com esta força motriz
A minha voz, minha arte
O muito que te desejo
Algo de mim...
É ternura dum beijo
Dum sentimento profundo
O maior que tem o mundo
Que levo até ao confim
Dum oceano infinito
Algo de mim...
Minha voz, meu eco, o grito
Seguirei na Caminhada
Com minha alma enamorada
Algo de mim...
És Poesia diadema
A força do meu poema
Meu perfume de alecrim
Algo de mim levarei à terra inteira
Canção da minha bandeira
Deste amor que não tem fim!
Com amizade
Zezinha (Maria José Fraqueza)
DEIXEM-ME RASGAR O ESPAÇO
Deixem-me rasgar o espaço…
Deixem-me ir por aí… procurar a madrugada
Deixem-me ir rasgar essa maré
Deixem-me só…
Eu quero ir por meu pé…
Quero caminhar na minha estrada!
Deixem-me rasgar o espaço…
E desabrochar como uma flor…
Deixem-me abrir o coração ao Amor!
Deixem-me ir nas nuvens
Deixem-me voar no tempo
Deixem-me agarrar o vento
Deste sentimento
Deixem-me quebrar o lamento
Deixem-me sonhar no regaço duma estrela
Dum ventre rasgado do espaço Mulher
Deixem-me ir para onde eu quiser!
Na orbita vou no teu encalço
Deixem-me vogar no espaço, sem terreno falso
Se neste caminhar, pela areia movediça
Eu já rasguei o cordão umbilical
Do teu espaço de Mulher Ideal,
Sem noites de vela, à luz da candeia mortiça
Eu quero um espaço de justiça
Deixem-me sonhar, sem noites de breu…
Mas deixem-me… mas deixem-me Ser Eu!!
O MEU VELHO BAÚ
Revolvendo meu baú de pensamentos,
pelo tempo, amarelecido e empoeirado
absorta, sem sentir passar as horas ,
seu conteúdo resolvi analisar
No doce enlevo desse devaneio,
fui colocando em ordem essas relíquias
a alegria, acima do recheio
e no fundo, os pergaminhos da tristeza
Nos papeis de cor amarelada
as lembranças, todas organizadas
Cartas de amor com laços de cetim
E os poemas da saudosa mocidade...
As flores que plantei no meu jardim!
Por fim, a tampa do baú, deixei aberta
P’ra manter a saudade mente sempre alerta,
deixando entrar por ele esta Saudade
ALGO DE MIM
Algo de mim...
Esta ânsia de cantar
O meu poema canção
Esta ternura infinita
Saída do coração
Algo de mim...
É uma bênção bendita
Sob prados de cetim
Em que a minha alma te grita
O meu amor de raiz
Algo de mim...
Ó gente do meu país
Espalharei por toda a parte
Como toque de clarim
Com esta força motriz
A minha voz, minha arte
O muito que te desejo
Algo de mim...
É ternura dum beijo
Dum sentimento profundo
O maior que tem o mundo
Que levo até ao confim
Dum oceano infinito
Algo de mim...
Minha voz, meu eco, o grito
Seguirei na Caminhada
Com minha alma enamorada
Algo de mim...
És Poesia diadema
A força do meu poema
Meu perfume de alecrim
Algo de mim levarei à terra inteira
Canção da minha bandeira
Deste amor que não tem fim!
Com amizade
Zezinha (Maria José Fraqueza)
quinta-feira, 6 de maio de 2010
EFEMÉRIDES
ANIVERSÁRIOS
MAIO - Fazem anos os associados Costeletas
. 05 - Máximo Cabrita Oliveira; Jorge As¬censão Mendonça Arrais. 07 – João Manuel Lisboa; Laura Correia Almeida Teixeira; Joaquim José Costa; José Coelho Jerónimo. 08 - Manuel Miguel Bordeira Casinha; Maria José Viegas Conceição Fraqueza; João Acácio Soares Correia. 9 - Maria do Carmo Vítor da Silva Gabadinho. 10 - Manuel Vital Fernandes Fer¬reira; Maria João Sousa Quintas; Vitaline Maria Estêvão Ferreira. 11 - Fernanda Maria Mendes Maia Cruz; Luisa Maria Correia Martins; Maria do Carmo Soeiro Gerónimo. 12 - Walton Coelho Contrei-ras. 14 – Prof. Américo José Nu¬nes Costa; Rogério Sebastião Correia Neto; Maria Gertrudes da Assunção Gaspar. 16 - João Simão Jesus Sebastiana; João Nuno Correia Arroja Neves. 17 - Olga Maria Albino Oliveira Caronho; Orlando Augusto da Silva. 18 - Maria Ivete Jesus Costa Moreno; Víctor Venâncio Conceição Jesus; Noémia Maria Jacinto Fragata. 19 -José Francisco de Jesus Gabadinho; Reinaldo Santana Viegas; Bertino Sequeira Nunes. 20 - João Gonçalves Fernandes Resende; Joaquim António Ramalho. 21 - António José Santos Pereira. 22 - Belmiro Afonso Soares; Isilda Maria Gonçalves Teixeira; António Manuel Lindo Macedo. 23 - Maria Elsa Santos Palmeirinha. 25 - Maria Ana Marcos Ramos Cunha; Madalena Gregório Jorge Guerreiro; Romana Maria Dores Grelha Melo. 26 - Maria Marta Viegas Mendonça Saias; José Luciano Soledade Gonçalves; José Cândido. 27 – Manuel Assis Guerreiro Ferro 28 - Fernando Germano Faleiro Drago. 31 - José António Oliveira; Romualdo Cavaco.
PARABÉNS A TODOS
Jornal "o Costeleta"
O nº 106 está pronto.
Está a ser impresso. Os envelopes (cerca de 600) também.
Enviaremos a todos os associados assim que nos for entregue já impresso.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
DO CORREIO ELECTRÓNICO
Com pedido de publicação
Espectáculo de solidariedade
S.O.S. MADEIRA "HAITI"
Escolas de Faro Solidárias
Dia 15 de Maio, pelas 21.30
Teatro Municipal de Faro
Prezados Costeletas
Aqui vão mais dois poemas com a temática do mês de Maio, mês do coração. O meu coração é assim
Ai coração, coração...
Na vida o maior tesouro!
Que vives em união,
Com a geração de ouro.
Preserva o teu coração,
Tem com ele mais cautela
Controla tua emoção
Sejas sua sentinela!
Com amizade
Zezinha Fraqueza
NASCI NA PRIMAVERA
Nasci na Primavera e trago no peito,
O doce perfume dos lírios e rosas
No seu renascer num lindo canteiro
Janela aberta à primavera em flor
Nasci em Maio em chuvas de lendas
Que caem de mansinho na Natureza
De lágrima de mãe caindo no rosto
que deixam na alma um sabor a mar,
e lavam a dor no seio maternal…
Nasci na Primavera, em voos de quimera
No chilrear mavioso dos passarinhos
Que nos beirais fazem os seus ninhos
Soltando hinos, melodias primaveris
Nasci na primavera no mês de Maria
E trago no peito salmos de amor
fazendo poemas de sonho e magia
Onde bailam sonhos de mocidade…
Num painel pintado com tintas de saudade
Nasci na primavera de manhãs risonhas
Que enchem os campos de lindos florais
Que formam paraíso, jardins divinais
Nasci na Primavera, mas trago o esplendor
Do sol dourado que desponta o dia
Que solta na alma os hinos de amor
O renascer da Flor – a minha Poesia!
MEU CORAÇÃO DE CRISTAL
Meu coração de cristal
Como o cristal transparente
Destila a dor e o mal
Faz do amor a semente!
E sementeira do amor
Ama o Amigo leal!
Perdoando o pecador
Meu coração de cristal
Meu coração sofredor
Por este mundo irreal
Como a agua é incolor
Meu coração de cristal!
Palpitando docemente
Sai da fonte original
Palpita, ama e sente
Meu coração de cristal!
Da nascente de pureza
Onde há lágrimas de sal
Ama a terra portuguesa
Meu coração de cristal
Foi feito para amar
É espelho da Moral!
Também sabe perdoar
Meu coração de cristal
Vai batendo ritmado…
Tem o mais lindo portal
Não tem chave ou cadeado
Meu coração de cristal
O portal de amor ardente
Sai do meu peito em caudal
É assim eternamente…
Meu coração de cristal!
Meu coração de cristal
De carinho reflector
Tem no peito um roseiral
Donde renasce uma flor!
É a flor da Amizade
Um carinho sem igual
Pronto a dar à Humanidade
Amizade fraternal!
Meu coração de Cristal
Ó Meu pobre coração
Extrai do teu peito o sal
Os Maus tratos que lhe dão!
Maria José Fraqueza.
Aqui vão mais dois poemas com a temática do mês de Maio, mês do coração. O meu coração é assim
Ai coração, coração...
Na vida o maior tesouro!
Que vives em união,
Com a geração de ouro.
Preserva o teu coração,
Tem com ele mais cautela
Controla tua emoção
Sejas sua sentinela!
Com amizade
Zezinha Fraqueza
NASCI NA PRIMAVERA
Nasci na Primavera e trago no peito,
O doce perfume dos lírios e rosas
No seu renascer num lindo canteiro
Janela aberta à primavera em flor
Nasci em Maio em chuvas de lendas
Que caem de mansinho na Natureza
De lágrima de mãe caindo no rosto
que deixam na alma um sabor a mar,
e lavam a dor no seio maternal…
Nasci na Primavera, em voos de quimera
No chilrear mavioso dos passarinhos
Que nos beirais fazem os seus ninhos
Soltando hinos, melodias primaveris
Nasci na primavera no mês de Maria
E trago no peito salmos de amor
fazendo poemas de sonho e magia
Onde bailam sonhos de mocidade…
Num painel pintado com tintas de saudade
Nasci na primavera de manhãs risonhas
Que enchem os campos de lindos florais
Que formam paraíso, jardins divinais
Nasci na Primavera, mas trago o esplendor
Do sol dourado que desponta o dia
Que solta na alma os hinos de amor
O renascer da Flor – a minha Poesia!
MEU CORAÇÃO DE CRISTAL
Meu coração de cristal
Como o cristal transparente
Destila a dor e o mal
Faz do amor a semente!
E sementeira do amor
Ama o Amigo leal!
Perdoando o pecador
Meu coração de cristal
Meu coração sofredor
Por este mundo irreal
Como a agua é incolor
Meu coração de cristal!
Palpitando docemente
Sai da fonte original
Palpita, ama e sente
Meu coração de cristal!
Da nascente de pureza
Onde há lágrimas de sal
Ama a terra portuguesa
Meu coração de cristal
Foi feito para amar
É espelho da Moral!
Também sabe perdoar
Meu coração de cristal
Vai batendo ritmado…
Tem o mais lindo portal
Não tem chave ou cadeado
Meu coração de cristal
O portal de amor ardente
Sai do meu peito em caudal
É assim eternamente…
Meu coração de cristal!
Meu coração de cristal
De carinho reflector
Tem no peito um roseiral
Donde renasce uma flor!
É a flor da Amizade
Um carinho sem igual
Pronto a dar à Humanidade
Amizade fraternal!
Meu coração de Cristal
Ó Meu pobre coração
Extrai do teu peito o sal
Os Maus tratos que lhe dão!
Maria José Fraqueza.
terça-feira, 4 de maio de 2010
DO CORREIO
APRESENTAÇÃO DE LIVRO
Caros Costeletas
Manuel Inocêncio da Costa
Chorai por eles!
Pelas ruas vão vagabundos,
Vão à sorte, vão sem destino,
São cidadãos do mundo,
Que andam como sem tino!
Pelas ruas jovens mulheres vão,
Bem maquilhadas, bem vestidas,
Passeando talvez sua solidão,
Vão lindas e bem garridas.
Pelas ruas vai gente apressada,
Como se o tempo voasse,
Olhar esbugalhado, alucinada,
À espera que o tempo passe!
Sem motivo, como autómatos vão,
A vida é um choro, uma agonia,
A vida é contínua agressão,
Talvez a sorte mude um dia!
Pelas ruas músicos vão tocando,
Vão alegrando um que partiu,
Segue também um coro cantando,
Desfile assim pouca vez se viu!
Pelas ruas vai gente mascarada,
Chorai por ela – não tiveram sorte,
Para ela a vida é uma palhaçada,
Eles os palhaços sem qualquer norte!
O sonho já não lhes comanda a vida,
Não têm mais força, nem querer,
Em parte alguma esperam guarida,
Chorai por eles, estão a morrer!
30 de Junho de 2009-
Naquele 3o de Junho um avião voava,
Voava, voava, estando prestes a aterrar;
Perto das Comores era onde estava;
As Ilhas Comores estão rodeadas de mar.
Naquela noite , trágica e escura,
O avião voava, voava e enlouqueceu;
Qual a causa de realidade tão dura?
Sabe-se apenas que o pior aconteceu.
E o pior foi ter caído no mar;
152 morreram só uma se salvou;
Salvou-se porque sabia nadar?
Só porque sabia nadar é que escapou?
Tinha 13 anos Bacari Babiya,
Sobreviveu só à queda do avião;
Do avião onde muita gente ia;
Sobreviveu – teve de Deus a mão!
Para sempre nos interrogaremos,
Pensando sempre e sempre nela;
Nunca uma resposta cabal teremos,
Porque se salvou aquela!
Caros Costeletas
Tenho o prazer de os convidar, para a apresentação do meu terceiro livro "Ventos do Sul",que terá lugar no dia l4 de Maio corrente, pelas 17 h e 30 m na Biblioteca Municipal de Faro. Fará a apresentação o Dr. Teodomiro CabritaNeto.
Seguem dois poemas, de "Ventos do Sul", que gostaria que fossem publicados no nosso blog.
Cumprimentos do
Seguem dois poemas, de "Ventos do Sul", que gostaria que fossem publicados no nosso blog.
Cumprimentos do
Manuel Inocêncio da Costa
Chorai por eles!
Pelas ruas vão vagabundos,
Vão à sorte, vão sem destino,
São cidadãos do mundo,
Que andam como sem tino!
Pelas ruas jovens mulheres vão,
Bem maquilhadas, bem vestidas,
Passeando talvez sua solidão,
Vão lindas e bem garridas.
Pelas ruas vai gente apressada,
Como se o tempo voasse,
Olhar esbugalhado, alucinada,
À espera que o tempo passe!
Sem motivo, como autómatos vão,
A vida é um choro, uma agonia,
A vida é contínua agressão,
Talvez a sorte mude um dia!
Pelas ruas músicos vão tocando,
Vão alegrando um que partiu,
Segue também um coro cantando,
Desfile assim pouca vez se viu!
Pelas ruas vai gente mascarada,
Chorai por ela – não tiveram sorte,
Para ela a vida é uma palhaçada,
Eles os palhaços sem qualquer norte!
O sonho já não lhes comanda a vida,
Não têm mais força, nem querer,
Em parte alguma esperam guarida,
Chorai por eles, estão a morrer!
30 de Junho de 2009-
Naquele 3o de Junho um avião voava,
Voava, voava, estando prestes a aterrar;
Perto das Comores era onde estava;
As Ilhas Comores estão rodeadas de mar.
Naquela noite , trágica e escura,
O avião voava, voava e enlouqueceu;
Qual a causa de realidade tão dura?
Sabe-se apenas que o pior aconteceu.
E o pior foi ter caído no mar;
152 morreram só uma se salvou;
Salvou-se porque sabia nadar?
Só porque sabia nadar é que escapou?
Tinha 13 anos Bacari Babiya,
Sobreviveu só à queda do avião;
Do avião onde muita gente ia;
Sobreviveu – teve de Deus a mão!
Para sempre nos interrogaremos,
Pensando sempre e sempre nela;
Nunca uma resposta cabal teremos,
Porque se salvou aquela!
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Junta de Freguesia da Sé
Nota de Imprensa
A Junta de Freguesia da Sé – Faro vai realizar mais uma edição do "Maio, Mês do Coração", que se realizará durante todo o mês de Maio, com várias actividades relacionadas com a saúde e o bem-estar.
Entre elas, destaca-se um rastreio de colesterol, tensão arterial, glicemia e aconselhamento nutricional, a realizar nos seguintes locais:
Ø Praça dos Cooperativistas (Bom João/Atalaia), no dia 8 de Maio das 09h00 às 13h00
Ø Rua de Santo António, junto à Zara, no dia 22 de Maio das 09h00 às 13h00
Ø Pingo Doce - Penha, no dia 29 de Maio das 09h00 às 13h00
E outros eventos:
III Encontro "Família, Saúde e Doença subordinbado ao tema "Terapias Alternativas" a realizar no dia 15 de Maio, das 9h00 às 17h00 no auditório da Escola Secundária Tomás Cabreira.
Iremos realizar um Peddy-Paper com partida pelas 9h00, junto à sede desta Junta de Freguesia e circuito citadino incluindo a cidade velha de Faro, terminando com um almoço/convivio no refeitório da Escola EB.2, 3 - Dr. Joaquim Magalhãoes, a decorrer no dia 23 de Maio.
Para encerrar o programa de Actividades do "Mês de Maio, Mês do Coração" decorrerá um Passeio pela Ria Formosa "Para um coração saudável" c/ visita a Ilha do Farol e um almoço de convívio na Ilha da Culatra.
Mais se informa que estão abertas inscrições limitadas para qualquer um destes eventos e junto segue cartazes/programa/ ficha de inscrição para o efeito.
Para qualquer informação adicional poderão contactar os nossos serviços (289 889760).
Assim sendo, vimos pelo presente convidar V. Exªs a participarem e usufruirem deste leque de actividades, solicitando ainda a sua respectiva divulgação.
Com os nossos melhores cumprimentos.
Atentamente,
A Secretária do Presidente,
Margarida Gonçalves



Divulgação A Junta de Freguesia da Sé - Faro, associa-se na divulgação dos dois eventos abaixo citados, destacando-se o espectáculo de solidariedade "Um Sonho Oriental", a decorrer no proximo dia 29 de Maio, no Grande Auditório das Gambelas - Universidade do Algarve, sendo que parte das receitas será revertida a favor da Associação Oncológica do Algarve.
O outro é uma oportunidade exepcional para os(as) amantes da dança oriental em usufruir um excelente workshop "Celebração Musical" a realizar no proximo dia 30 de Maio no ginásio da Escola Secundária João de Deus que enriquecerá o seu desempenho na dança oriental, ajudando-o a interpretar os vários instrumentos musicais.
Ambos os eventos terão a participação de Judite Dilshad em colaboração com o grupo de amador de dança oriental "Akhawat Al Racks" do Núcleo do Algarve do Instituto Paulo Freire de Portugal.
Convidamos a todos os interessados(as) em assistir a estes eventos, solicitando ainda a sua respectiva divulgação.
Com os nossos melhores cumprimentos.
Atentamente,
A Secretária do Presidente,
Margaret
ESPECTÁCULO E WORKSHOP COM jUDITE DILSHAD em Faro
O Núcleo do Algarve do Instituto Paulo Freire de Portugal organiza em Faro, nos dias 29 e 30 de Maio, respectivamente, um espectáculo e um workshop de Danças Orientais tendo como convidada a professora e bailarina Judite Dilshad.
“Um Sonho Oriental...”
Organizado pelo Núcleo do Algarve do Instituto Paulo Freire de Portugal, decorre no dia 29 de Maio, no Grande Auditório da Universidade de Faro, no Campus das Gambelas, o espectáculo de Danças Orientais “Um Sonho Oriental…”.
Com início marcado para as 21:00h, Este espectáculo conta com a participação de Judite Dilshad e do grupo Akhawat Al Raks e abordará diversos estilos de Dança Oriental, prometendo recriar o ambiente de um “sonho oriental”.
O evento tem um carácter solidário, sendo que parte da receita reverterá para a Associação Oncológica do Algarve, cujo trabalho de reconhecido mérito já leva mais do que 15 anos de existência.
“A CELEBRAÇÃO MUSICAL”
Aproveitando a visita de Judite Dilshad, decorre no dia 30 de Maio, entre as 14:00h e as 17:00h, na Escola Secundária João de Deus (Avenida 5 de Outubro, Faro), um workshop de Dança Oriental, de nível aberto.
No workshop será abordado um tema árabe de estilo clássico, com as bailarina a serem convidadas a interpretar os vários instrumentos que encontram ao longo da música, numa celebração constante do corpo em movimento, como resposta ao estimulo auditivo.
Além de de aprofundar a interpretação musical, facto que permitirá às bailarinas irem mais além em termos criativos, esta acção de formação ajudará as alunas a apresentar o seu trabalho final com máxima qualidade e inovação.
A participação no workshop requer inscrição prévia, decorrendo a primeira fase até 7 de Maio.
CONTACTOS PARA mais informações e inscrições
E-Mail: akhawat.al.raks@gmail.com
Telefone: (+351) 916 270 767
Internet: www.myspace.com/AkhawatAlRaks
CURRICULUM VITAE de JUDITE DILSHAD
Formada em Comunicação Cultural, inicia-se no jornalismo e na produção cultural.
Começou a sua aprendizagem no Ballet aos 3 anos, pela Royal Academy of Dancing durante 10 anos.
Complementou a sua formação através do estudo musical de piano e guitarra clássica, mantendo a sua formação através da Dança Contemporânea, Modern Jazz, Hip-Hop, Yoga, Bharata-Natyam e Flamenco.
Inicia-se na Dança Oriental nos estilos egípcios - Raks Sharqui, Balady e Folclore (Núbio e Saidi). Participa no Festival Internacional do Cairo, onde aprofunda estes estilos.
O encontro com a Fusão Tribal e a criação de um reportório próprio de Gypsy Fusion marca a viragem para a diversidade e para a liberdade de expressão musical através da dança nos seus diversos estilos.
Dedica-se ao estudo de percussão árabe, como complemento na aprendizagem de ritmos. Mantém a sua formação regular a nível nacional e específica no estrangeiro nas áreas do Yoga, Flamenco, Percussão Árabe e Dança Oriental.
Em 2004 criou a Dilshadance Produções Culturais e em 2008 é inaugurado o seu próprio espaço no centro de Lisboa – o Estúdio Dilshadance.
Actualmente o seu trabalho divide-se entre a produção de espectáculos e workshops, a direcção artística da Dilshadance e as aulas de Dança Oriental, Fusão Tribal e Gypsy Fusion.
mais informações sobre judite dilshad
www.myspace.com/juditedilshad
www.youtube.com/juditedilshad
www.dilshadance.pt
links úteis
Núcleo do Algarve do Instituto Paulo Freire de Portugal: naipfp.blogspot.com
Akhawat Al Raks: www.myspace.com/AkhawatAlRaks
Associação Oncológica do Algarve: www.aoa.pt
Dilshadance: www.dilshadance.pt
Escola Secundária João de Deus: www.esjd.net
Escola Superior de Educação e Comunicação: www.ese.ualg.pt
Sin-Cera, Grupo de Teatro da Universidade do Algarve: www.sincera.aaualg.pt
Universidade do Algarve: www.ualg.pt
domingo, 2 de maio de 2010
FESTIVAL DE POESIA TORDESILHAS

INFORMAÇÃO
Dois amigos meus, Claudio Daniel e Virna Teixeira, poetas brasileiros,
vão organizar na
CASA FERNANDO PESSOA
entre 5 e 7 deste mês
O
FESTIVAL DE POESIA TORDESILHAS
com poetas portugueses, brasileiros e de países africanos de língua portuguesa
e pediram-me apoio para a difusão do mesmo
o que estou a fazer com bastante prazer.
VENHAM E TRAGAM AMIGOS.
Agradecemos.
Anexos com informações mais detalhadas.
Festival Tordesilhas — Poetas de Língua Portuguesa
O Festival Tordesilhas — Poetas de Língua Portuguesa, que acontecerá entre os dias 06 e 08 de maio de 2010, na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, é um encontro internacional que reunirá poetas novos e consagrados do Brasil, Portugal, Angola e Moçambique para um ciclo de palestras, debates, recitais e performances, com o objetivo de ampliar o diálogo entre os autores dos países da comunidade de língua portuguesa. O evento, que tem a curadoria dos poetas brasileiros Claudio Daniel e Virna Teixeira, contará também com lançamentos de livros e revistas de editoras brasileiras e portuguesas (serão convidadas as casas Assírio & Alvim, Cosmorama, 07 Dias 06 Noites, Lumme, Arqueria Editorial, Demônio Negro, Confraria do Vento). Entre os temas abordados no encontro estão os seguintes: “A poesia de língua portuguesa na era da globalização”, sobre a repercussão das literaturas escritas em nosso idioma na nova ordem internacional; “A poesia contemporânea de língua portuguesa em países africanos”; “A poesia contemporânea de língua portuguesa em Macau” e “O diálogo literário entre Brasil e Portugal”.
Entre os autores que já confirmaram a participação no evento estão os portugueses Casimiro de Brito e Nuno Júdice, os brasileiros Frederico Barbosa e Horácio Costa, o angolanos Jorge Arrimar e o moçambicano Luís Carlos Patraquim, entre outros nomes que constam no programa. Os curadores do evento, Virna Teixeira e Claudio Daniel, já realizaram outros eventos literários internacionais, entre eles o Tordesilhas, Festival Ibero-Americano de Poesia, em 2007, que reuniu em São Paulo alguns dos mais expressivos poetas de língua espanhola, como o uruguaio Roberto Echavarren, a argentina Tamara Kamenszain, os espanhóis Adolpho Montejo Navas e Joan Navarro e a mexicana Coral Bracho, entre outros. Mais informações sobre este festival na página: http://www.revistazunai.com/materias_especiais/festival_tordesilhas/index.htm
Durante o evento, será realizado o lançamento da Antologia da Poesia Brasileira no Início do Terceiro Milênio, publicada pela editora portuguesa 07 Dias 06 Noites e de plaquetes artesanais dos poetas Casimiro de Brito e João Miguel Henriques, pela Arqueria Editorial. A divulgação do encontro será realizada por meio de um site, releases enviados para os principais jornais, revistas e veículos de informação na internet no Brasil e em Portugal, além de folders que serão distribuídos em livrarias e centros culturais em Lisboa. Todos os materiais produzidos para a divulgação do evento incluirão as logomarcas das entidades patrocinadoras. As palestras e debates proferidos durante o encontro poderão ser publicados na forma de um livro, bem como uma pequena antologia poética com textos dos autores participantes do evento.
PROGRAMAÇÃO
Proposta de data: 6 a 8 de maio de 2010
Entidades apoiadoras: embaixada do Brasil em Portugal, Casa Fernando Pessoa
Dia 6 de maio:
19h Abertura: debate sobre o tema A poesia de língua portuguesa na era da globalização, com Horácio Costa (Brasil), Casimiro de Brito (Portugal) e Jorge Arrimar (Angola)
Exposição e lançamentos de revistas literárias e livros de poesia de língua portuguesa.
20h30 Recital – Frederico Barbosa (Brasil), Luís Serguilha (Portugal), Virna Teixeira (Brasil), Luís Carlos Patraquim (Moçambique), Jorge Arrimar (Angola), Ruy Ventura (Portugal).
21h30 Apresentação da antologia de poesia brasileira do início do terceiro milênio; livros da coleção Caixa Preta, da Lumme Editor, e de editoras portuguesas (Cosmorama, Assírio & Alvim, 07 Dias 06 Noites etc.) e das plaquetes da Arqueria Editorial.
Dia 7 de maio:
19h Debate: A poesia contemporânea de língua portuguesa em Angola e Moçambique, com Jorge Arrimar, Arlindo Barbeitos e Luís Carlos Patraquim.
20h30: recital com Nuno Júdice (Portugal), Horácio Costa (Brasil), Jorge Melícias (Portugal), Claudio Daniel (Brasil), Arlindo Barbeitos (Angola), Catarina Nunes de Almeida (Portugal).
Dia 8 de maio:
17h Palestra: A poesia contemporânea de língua portuguesa em Macau, com Jorge Arrimar
18h: debate sobre o tema O diálogo literário entre Brasil e Portugal, com Horácio Costa (Brasil) e Gonçalo M. Tavares (Portugal).
Festa de encerramento
Portugal:
Casimiro de Brito
Nuno Júdice
Gonçalo M. Tavares
Luís Serguilha
Jorge Melícias
João Miguel Henriques
Catarina Nunes de Almeida
Ruy Ventura
Brasil:
Frederico Barbosa
Horácio Costa
Virna Teixeira
Claudio Daniel
Angola:
Jorge Arrimar
Arlindo Barbeitos
Moçambique:
Luís Carlos Patraquim
E-mails para contato:
Virna Teixeira: virnagontei@yahoo.com.br
Claudio Daniel: claudio.dan@gmail.com
Claudio Daniel é poeta, tradutor e ensaísta. Mestre em Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP), defendeu dissertação sobre Ana Hatherly. Publicou, entre outros títulos, os livros de poesia Sutra (1992), Yumê (1999), A sombra do leopardo (2001, prêmio Redescoberta da Literatura Brasileira, oferecido pela revista CULT), Figuras Metálicas (2005), Fera Bifronte (2009), que recebeu a bolsa de criação literária da Funarte em 2008, e Letra Negra (2009). No campo da ficção, publicou o livro de contos Romanceiro de Dona Virgo (2004). É editor da revista de poesia e debates Zunái (www.revistazunai.com). Organizou festivais de poesia e eventos literários, entre eles o Encontros de Interrogação, promovido pelo Instituto Itaú Cultural, em 2004, em São Paulo, que reuniu cerca de cem escritores brasileiros, os encontros internacionais Galáxia Barroca e Kantoluanda, em 2006, na Casa das Rosas, e o Tordesilhas, Festival Ibero-Americano de Poesia, realizado em 2007, com apoio da Caixa Cultural, em curadoria conjunta com Virna Teixeira, além do Artimanhas Poéticas, realizado no Rio de Janeiro em 2009, com apoio do Real Gabinete Português de Leitura. Participou, como poeta convidado, de festivais literários realizados no Brasil e no exterior. Como tradutor, publicou a antologia Jardim de camaleões, a poesia neobarroca na América Latina (2004), além de livros do poeta argentino Reynaldo Jiménez, do uruguaio Victor Sosa e do cubano José Kozer, entre outros. Em 2005, lançou a antologia Ovi-Sungo, 13 Poetas de Angola.
Virna Teixeira é poeta, tradutora e neurologista. Nasceu em Fortaleza em 1971 e vive em São Paulo. Tem 3 livros de poemas publicados: Visita (2000) e Distância (2005) pela 7 letras e Trânsitos (2009) pela Lumme Editor. Publicou também os livros de tradução Na Estação Central, do poeta escocês Edwin Morgan (Editora UnB, 2006); a antologia de poesia escocesa Ovelha Negra (Lumme, 2007), que teve o apoio do Scottish Arts Council; Libro Universal, do poeta chileno Héctor Hérnandéz Montecinos, em parceria com o tradutor Vanderley Mendonça (Demônio Negro, 2008) e Cartas de Ontem, do britânico Richard Price (2009). Tem participado em diversas encontros e antologias de poesia no Brasil e exterior. Seu livro Distancia foi traduzido e editado no México (Lunarena, 2007) e também teve um livro publicado na Argentina (Fin de siècle, Coleção Chicas de Bolsillo, Universidad de La Plata). Organizou vários encontros nacionais e internacionais de poesia, entre eles o Tordesilhas, Festival Ibero-Americano de Poesia, realizado em 2007, com apoio da Caixa Cultural, em curadoria conjunta com Claudio Daniel e o festival Simpoesia, que contou na última edição com poetas dos Estados Unidos e Inglaterra. Cursa doutorado em Letras pela USP e atualmente é responsável pela Arqueria Editorial (WWW.arqueria.wordpress.com), que edita plaquetes artesanais.
Casimiro de Brito
Rua Emb. Martins Janeira, 15-6º.Esqº. 1750-097 Lisboa Portugal
Telefone: +351 309928481 * Portátil: +351 936268878
Site: http://www.casimirodebrito.no.sapo.pt/
Poemas mediterrânicos, Poems on Mediterranean at
http://www.mediterranean.nu/?p=1404.
Nas livrarias, “Amo Agora”, poema de amor com Marina Cedro,
cantora argentina de tangos.
Novos poemas eróticos in http://www.truca.pt/
Critica de Teresa Sá Couto sobre o recém editado
Na Via do Mestre / En la Via del Maestro, Olifante, 2009_
http://orgialiteraria.com/?p=1546
Entro na paisagem.
Onde as raízes do poeta?
Árvore em viagem
I get into the landscape.
Where are the poet's roots?
A tree in its travel
J' entre dans le paysage.
Où sont les racines du poète?
Un arbre en voyage
DO CORREIO
DIA DA MÃE
Prezados Costeletas
Independetemente de dedicar à minha mãe, dedico a todos aqueles cujas mães foram como a minha uma professora da nossa vida de criança e para aqueles cujas mães já partiram e deixaram em nós o sentimento do mais sublime - O Amor!
Beijos.
Zezinha Fraqueza
PS - Faço saber que no dia 27 de Maio, será feita em Olhão, a segunda apresentação do meu livro Alma Algarvia, pelas 18 horas na Biblioteca Municipal de Olhão. Aqueles que não puderam ir quando a mesma foi em Faro, têm segunda oportunidade. Não faltem! Estarei na Senhora Menina no convivio anual, por favor, registem o Casal Fraqueza.
EIS OS SONETOS;
OS MEUS SONETOS – MARIA JOSÉ FRAQUEZA
TERNURA MATERNAL
Eu soletro vogais desde criança,
Na pauta das palavras mais saudosas
Com elas construí as minhas prosas,
Delas fiz do poema a minha lança.
Minha Mãe! No embalar duma esperança
Dessas letras fazia mar de rosas
Embora com as suas mãos rugosas
Traçava novos rumos de bonança!
E naquela cartilha maternal,
Minha mãe, com desvelo sem igual
Nos dava com amor cada lição!
Caminhos de futuro... ela traçou
E por isso lhe devo, o que hoje sou
Na luta que ganhou pela instrução!
A MINHA MÃE
Quanta dor perdida na voragem.
Sorrisos disfarçados de alegria!...
Tu és quem me dá mais doce imagem,
Grandes lições da vida, no dia-a-dia…
Tu és a mulher cheia de coragem,
Estrela cintilante que alumia…
Tu és a minha Torre de Menagem,
Um soldado que alerta me vigia!
No berço de embalar, rios de cantos
Por ti, pratico o culto dos meus santos
Por ti consagrarei o meu altar!
Mulher Flor! Mulher dourada espiga!
Eu serei tua dor, a grande amiga
Que jamais deixará de te Louvar!
O TEU OLHAR MATERNAL
Vi no teu rosto uma lágrima a cair
Quis analisar mas eu não fui capaz...
Quis fazer poema e não quis desistir
Quis fazer a rima dum rosto de Paz!
Seu Filho querido, vira sucumbir…
Nas garras do mal... traição de Satanás
Num olhar maternal tão doce, a carpir...
Vitrais duma dor, da Mãe muito audaz.
Porque tem grandeza, tão cheia de Luz
Quando o Filho pregado nessa Cruz...
Perdoa mágoas dum sentir profundo.
Virgem Maria... tão cheia de ternura
De Mulher e Mãe, a mais bela escultura...
Que teu olhar doce desça sobre o Mundo!
Prezados Costeletas
Independetemente de dedicar à minha mãe, dedico a todos aqueles cujas mães foram como a minha uma professora da nossa vida de criança e para aqueles cujas mães já partiram e deixaram em nós o sentimento do mais sublime - O Amor!
Beijos.
Zezinha Fraqueza
PS - Faço saber que no dia 27 de Maio, será feita em Olhão, a segunda apresentação do meu livro Alma Algarvia, pelas 18 horas na Biblioteca Municipal de Olhão. Aqueles que não puderam ir quando a mesma foi em Faro, têm segunda oportunidade. Não faltem! Estarei na Senhora Menina no convivio anual, por favor, registem o Casal Fraqueza.
EIS OS SONETOS;
OS MEUS SONETOS – MARIA JOSÉ FRAQUEZA
TERNURA MATERNAL
Eu soletro vogais desde criança,
Na pauta das palavras mais saudosas
Com elas construí as minhas prosas,
Delas fiz do poema a minha lança.
Minha Mãe! No embalar duma esperança
Dessas letras fazia mar de rosas
Embora com as suas mãos rugosas
Traçava novos rumos de bonança!
E naquela cartilha maternal,
Minha mãe, com desvelo sem igual
Nos dava com amor cada lição!
Caminhos de futuro... ela traçou
E por isso lhe devo, o que hoje sou
Na luta que ganhou pela instrução!
A MINHA MÃE
Quanta dor perdida na voragem.
Sorrisos disfarçados de alegria!...
Tu és quem me dá mais doce imagem,
Grandes lições da vida, no dia-a-dia…
Tu és a mulher cheia de coragem,
Estrela cintilante que alumia…
Tu és a minha Torre de Menagem,
Um soldado que alerta me vigia!
No berço de embalar, rios de cantos
Por ti, pratico o culto dos meus santos
Por ti consagrarei o meu altar!
Mulher Flor! Mulher dourada espiga!
Eu serei tua dor, a grande amiga
Que jamais deixará de te Louvar!
O TEU OLHAR MATERNAL
Vi no teu rosto uma lágrima a cair
Quis analisar mas eu não fui capaz...
Quis fazer poema e não quis desistir
Quis fazer a rima dum rosto de Paz!
Seu Filho querido, vira sucumbir…
Nas garras do mal... traição de Satanás
Num olhar maternal tão doce, a carpir...
Vitrais duma dor, da Mãe muito audaz.
Porque tem grandeza, tão cheia de Luz
Quando o Filho pregado nessa Cruz...
Perdoa mágoas dum sentir profundo.
Virgem Maria... tão cheia de ternura
De Mulher e Mãe, a mais bela escultura...
Que teu olhar doce desça sobre o Mundo!
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