quinta-feira, 20 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
LEITURA
ESTÍMULO À LEITURA
Entre os dias 15 de Junho e 31 de Julho, a Biblioteca Municipal de Faro permite o dobro das requisições de livros - de 3 para 6 - para estimular a leitura de Verão.
Aproveitem, e boas leituras nas férias.
sábado, 15 de junho de 2013
INFORMAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO CONGÉNERE DE SANTARÉM
Transcrevemos na íntegra o texto do mail recebido.
Nota da redacção: Qualquer Costeleta interessado poderá tomar conhecimento clicando no Link sublinhado.
Caros Amigos,
Com as nossas saudações, estamos a enviar informação que publicámos no nosso blog, em http://alfagemesantarem. wordpress.com, sobre assunto que tem interesse para os antigos alunos das Escolas Industriais e Comerciais e suas associações.
Ao vosso dispor,
em nome da Equipa de Organização dos Antigos Alunos da Escola Industrial e Comercial de Santarém,
Abraços
Manuel Sá
Nota da redacção: Qualquer Costeleta interessado poderá tomar conhecimento clicando no Link sublinhado.
ANIVERSÁRIOS DE SÓCIOS COSTELETAS
Uma fatia de bolo para cada aniversariante, PARABÉNS!
JUNHO
. 15 - Zélia Maria Dores Neves Gomes Costa. 19 - Alfredo Silva Teixeira; Armando Jesus Adanjo Sebarrinha. 20 - Afonso Lopes Santos; Joaquim Ponte Coelho. 21 - António Inácio Gago Viegas; Carla Maria Pires Neves Rio Coles.
23 - José Luís Iria Zacarias;
Zinália Maria da Conceição Rosa. 24
- João Horácio Tomé Belchior. 26 -
Vítor Manuel Rodrigues Caronho. 27 -
João Jacinto Piteira. 30 - Vítor
José Jesus Silva.
A MÍSTICA DAS PALAVRAS
As palavras são,
Por excelência,
Riqueza de sensibilidade
Humana;
São fragrâncias delicadas
De inspiração cristalina
Que brotam da alma;
são essências perfumadas
Que envolvem
A mística do lirismo
E evidenciam
A grandeza das mensagens!
As palavras
Desprovidas de aroma,
São agressivas, indômitas,
Inflamáveis, insensíveis;
Outras, pobres de contexto,
sem nexo,
Essas são, como gotas
orvalhadas,
Que o tempo destrói
Na distância do esquecimento!
Maria Romana da Costa Lopes
rosa
NOTA DE ABERTURA: Escolhemos este belo poema da poetisa Costeleta
Maria Romana, porque, ele adapta-se a todos aqueles que, por palavras e actos,
quiseram quebrar a corrente deste blogue que singrava em boa aceitação no
universo Costeleta.
Cerca de dois anos suspenso.
Fizemos agora a sua reabertura a pedido de muitos Costeletas mas, a
continuidade deste órgão de informação e entretimento da Associação depende da
aceitação, por todos, das regras que regem a sua publicação.
Esperamos, e aceitamos
com agrado, a colaboração de todos dentro dos princípios e normas da boa educação que são apanágio de todos os que querem ser bons Costeletas.
Esperamos!
Saudações bloguistas Costeletas
O Presidente da Direcção.
O Presidente da Direcção.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
OS SANTOS POPULARES EM FARO
M A N J E R I C O
Santo António que pregaste
Partidas às raparigas
Ensina-as a aprender
As melhores coisas precisas
Naquele tempo e neste dia 12, véspera de Santo António, não havia quase rua nenhuma nesta cidade que não se saltasse a fogueira. Em frente ao Café Aliança o povo assistia aos combates com "cartilhas". Na doca os barcos, engalanados, desfilavam e à meia noite assistia-se ao fogo aquático de artifício do Jardim Manuel Bivar. Nas Freguesias os bailes dos mastros. Nas ruas comiam-se os caracóis à luz das fogueiras. Eram as festas dos Santos Populares.
No dia 12 à noitinha demos uma volta pela cidade. Uma cidade deserta! Apenas ao redor da Capela do Alto de Santo António, uma banda tocava, comiam-se as sardinhas assadas e as frituras (charingos como a malta chamava), Visitámos a Igreja e comprámos este manjerico com a quadra assinalada.
Tudo se desvaneceu no tempo... Resta a recordação. Uma pena!
Alguém, com saudade daquele tempo.
Faro, 12 de Junho de 2013.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
CRÓNICA DE HOJE
Crónica de hoje
Oito de Junho do ano 2013!
Corações viajando por entre o rodar das viaturas que galgando o asfalto convergiam para Vilamoura.
Naquele recanto oásico da costa algarvia aguardava-se o reencontro dos costeletas para que no embalar o presente as emoções se soltassem em explosões de alegria.
A manhã acordara fresca. O dia já se espreguiçara e sorria agora por entre nuvens onde a brisa se entretinha a brincar com as nossas saudades.
Mergulhamos no tempo e vestimo-nos de primavera. Desabrocharam sorrisos e saltitaram estrelas em cada olhar.
Retalhos de uma mocidade refrescante a que a idade dera novo brilho, passavam como bolas de pingue-pongue por entre os pares ainda enamorados da sua velha escola.
E enquanto a hora do almoço se aproximava, burburinho e colorido na travessura dos que saboreando a amizade, firmavam anelos de esperança na euforia do momento.
Depois... as portas se abrem, o espaço abraça-nos, as mesas esperam-nos!
Sussurros e um suave tinir em breve girar por entre as iguarias que aos poucos e ao gosto de cada um, vão compondo de forma apetitosa o prato, para em ágape, ficar nos anais da história dos costeletas.
O pormenor, a delicadeza, o carinho de quem se esmerou para nos sentirmos bem era bem visível na paisagem humana, que alegremente confortava o estômago e o espírito em amena cavaqueira.
Bem hajam os arquitetos do sonho, os engenheiros que acolheram o projeto e os realizadores da obra – o grande almoço anual – e o aplauso final emerge da tela viva, os costeletas que mantêm acesa a labareda renovando em cada ano o encontro como olimpíadas da saudade!
Foi crónica do hoje.
Carinhosamente, Lutília Rocha
quarta-feira, 12 de junho de 2013
P O E M A
Que a forja já arda!
Calem-se de Delfos as
infalíveis Pítias,
Que pululam nesta Pátria
amada,
Mais não dizem que inúteis
fífias,
Não precisamos delas para
nada!
Sempre em bicos de pé –
vaidosos;
Já os não podemos mais
ouvir;
Blá, blá, blá – apenas
palavrosos,
Por favor calem-se –
deixem de latir!
Não é destes que o País
precisa,
Nestas horas de grande
aflição
Nestes tempos em que o
País agoniza,
Necessitamos é de forte
acção!
Vamos – que a forja já
arda,
Que sobre a bigorna se
bata o malho.
Força, força – a vitória
não tarda,
O triunfo é criar e ter
trabalho!
Manuel Inocêncio da Costa
terça-feira, 11 de junho de 2013
BUSTO DO DR. MEDEIROS GALVÃO
No passado dia 10 de Junho, em S.Brás de Alportel, foi feita uma homenagem ao Dr. Medeiros Galvão com a inauguração de um Busto executado pelo Costeleta Manuel Francisco Sousa Belchior, pintor e escultor.
Belchior no uso da palavra
Inauguração do Busto com pompa e circunstância
A Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira esteve representada pela Costeleta da Direcção Isabel Coelho
Estiveram presentes os Costeletas João Manjua Leal e Brito Figueira.
NOTA: -Imagens captadas pela Costeleta Isabel Coelho
No passado dia 10 de Junho, em S.Brás de Alportel, foi feita uma homenagem ao Dr. Medeiros Galvão com a inauguração de um Busto executado pelo Costeleta Manuel Francisco Sousa Belchior, pintor e escultor.
Belchior no uso da palavra
Inauguração do Busto com pompa e circunstância
A Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira esteve representada pela Costeleta da Direcção Isabel Coelho
Estiveram presentes os Costeletas João Manjua Leal e Brito Figueira.
NOTA: -Imagens captadas pela Costeleta Isabel Coelho
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