domingo, 21 de junho de 2015

EFEMÉRIDES


PARA O DIA 21 DE JUNHO


1994 - Vergílio Ferreira vence o Grande Prémio de Romance e Novela da APE com "Na Tua Face".
1995 - Abre o Hospital Amadora-Sintra, o primeiro do sector público da saúde, com gestão privada, em Portugal.
2003 - No I Campeonato Europeu de atletismo para deficientes, Portugal conquista 21 medalhas, seis de ouro, dez de prata e cinco de bronze.
- Morre o escritor norte-americano Leon Uris, 78 anos, autor de "Êxodo".
2004 - O sector privado entra na exploração espacial com o primeiro voo da nave Space Ship One, nos EUA.

Pesquisa do  Reporter
Roger

sábado, 20 de junho de 2015

CRÓNICA DE FARO


Totalmente às escuras

Não se trata de uma medida de economia no erário municipal, mas tão somente de desleixo e de falta de atenção de quem tem a respectiva responsabilidade a seu cargo e para auferir dos devidos proventos.
Referimo-nos à situação existente da central Rua Bartolomeu Dias, uma artéria citadina, que em tempos idos, década de 30/40 do século passado, conheceu notório esplendor quando se desenvolveu a edificação então na Horta da Mouraria, de que é referência a “Vivenda Marília”, que o ilustre causístico messinense dr. Rita da Palma fez construir no cruzamento das Ruas Garret e Justino Cúmano.
Situa-se nas imediações do Teatro Lethes, a desembocar frente à porta principal da Cruz Vermelha Portuguesa, na ligação entre o Largo 25 de Abril e a Rua Justino Cúmano, com intenso tráfego de viaturas e peões, apontando-se entre outras residências do cidadão alemão Fritz Henzler, onde posteriormente funcionou a Delegação da RTP, da Família Bento Louro, da dra. Elisa Santos Gomes, etc.
Ostenta a Rua Bartolomeu Dias um dos mais belos azulejos toponímicos que em Faro se encontra e confeccionado na famosa Fábrica Constaça, como o mesmo assinala.
Mas desde há semanas que esta movimentada artéria se encontra privada de toda e qualquer iluminação pública, pois os dois candeeiros estão apagados e assim permanecem “quedos e ledos”, com todos os inconvenientes daí advindos, de modo próprio no que à segurança de pessoas e bens diz respeito.
Apenas e só uma questão, admitimos de desconhecimento a quem a função comporta. Mas o aviso e alerta aqui ficam – “luz para a Rua Bartolomeu Dias e já”!
João Leal

ALMOÇO ANUAL COSTELETA



FOTOS DO ALMOÇO COSTELETA
HOTEL D.PEDRO GOLF - VILAMOURA








Façam clik sobre as fotos para aumentar
Novo clik ao lado da foto para normalizar
Reportagem fotográfica
de Roger


GRANDE ALMOÇO ANUAL COSTELETA

FOTOS ALMOÇO COSTELETA





Complicações Internet com o servidor
obrigam-me a nterromper este serviço
Roger

sexta-feira, 19 de junho de 2015

PARA NÃO ESQUECER


O Dr. José Pedro Machado, 
o Ensino Técnico Profissional e Frau Merkel

É possível que os colegas costeletas estranhem o título desta reflexão, ditada por outras que desde há tempos me ocupam o tempo sobrante das actividades académicas que teimosamente continuo a tentar desenvolver, dado que nos tempos que vão correndo tudo o que envolva Humanidades não lucrativas pouco incentivo encontra, sobretudo fora de um círculo restrito de felizes contemplados. De qualquer maneira, não tenciono falar de mim, pois para esse tipo de iniciativas mais ou menos egocêntricas já há por aí muita gente e em todos os sectores da vida portuguesa, ainda que as experiências adquiridas ao longo das décadas que se passaram desde que em 1962 terminei a minha passagem pela então Escola Industrial e Comercial de Faro me confiram, pelo menos, autoridade nalgumas matérias.
Mas vamos ao que interessa neste momento, para que finalmente se compreendam as razões que me levam a misturar duas pessoas tão diferentes à volta do tema nem sempre fácil do Ensino Técnico Profissional. Há poucas semanas tive a honra de representar a Academia de Marinha numa sessão solene na Academia Portuguesa da História, sucessora da velha Academia fundada por D. João V, positivamente magnânimo em termos culturais. Tratava-se de homenagear um dos académicos mais brilhantes da agremiação, o Dr. José Pedro Machado, cujos trabalhos como filólogo, dicionarista, historiador e arabista se situam entre o que de mais importante se produziu em Portugal. O seu vasto trabalho, que só terminou com a morte em 2005, foi reconhecido no estrangeiro, o que nem sempre acontece, pertencendo a associações científicas de diversos países. Por esta altura é muito provável que os “costeletas” já tenham reconhecido o nome desta figura grada da cultura portuguesa, pois José Pedro Machado nasceu em Faro em 1914, cidade que lhe atribuiu em 1997 a medalha de ouro e um lugar na toponímia.
Mas a questão não se limita a um simples lugar de nascimento, por vezes apenas uma coincidência fugidia no historial de uma vida. O que nos interessa é que José Pedro Machado foi professor do Ensino Técnico Profissional durante quatro décadas, ainda que nunca tenha leccionado em Faro. Quer isto dizer que, ao contrário do que muitos pensam, aliás por razões nem sempre suficientemente claras, o Ensino Técnico Profissional não era um ensino de segunda linha, destinado aos “pobrezinhos”, ainda que algumas diferenças estatutárias relativas ao professorado contribuíssem para transmitir essa ideia. O que nos interessa é a qualidade geral do ensino e do quadro de docentes que o servia. E neste ponto, seguramente, todos estamos de acordo quanto ao seu valor.  Participar na homenagem a um grande nome da cultura portuguesa que pertenceu a esse grupo honrou-me particularmente, pois frequentei em Évora e em Faro o referido ramo de ensino, antes de enveredar definitivamente pelas Humanidades, e também por se tratar de uma figura algarvia, terra a que me prendem laços familiares dos mais profundos e recordações de juventude das mais gratas, quando ainda não havia hotéis no Algarve (!).
A figura de José Pedro Machado, que também escreveu bastante sobre temas algarvios e a quem se deve uma tradução do Alcorão feita directamente da língua árabe, demonstra, se tal fosse necessário, a elevada qualidade dos professores a quem ficámos a dever parte importante da nossa formação, independentemente dos percursos que depois seguimos. O Ensino Técnico Profissional revelava-se, em múltiplos aspectos, mais moderno que o Ensino Liceal da época, em parte devido a uma relação directa com as realidades e imposições do mundo do trabalho. Esta circunstância determinou que, por exemplo, em Angola os cursos técnicos tivessem maior procura por parte dos potenciais continuadores de empresas lá estabelecidas, eliminando ou esbatendo muito a pretendida oposição ricos-pobres, mais sentida na Metrópole, sem esquecer que os “bifes” não eram todos filhos de famílias abastadas. As simplificações em demasia nem sempre representam a realidade.
Seja como for, o fim do Ensino Técnico teve bastante a ver com uma visão distorcida da realidade social e das necessidades do país, progressivamente dotado de licenciados em número crescente, apesar de uma política de numerus clausus, compensada pela multiplicação dos estabelecimentos politécnicos e das universidades privadas. Em consequência de uma falsa percepção social e de uma pior estratégia de desenvolvimento, dificultámos a formação eficiente de quadros técnicos e médios, quase todos agora contemplados com o muito apetecido título de doutor. Se essa formação massiva de licenciados tivesse sido acompanhada por uma alteração da mentalidade nacional, distinguindo definitivamente entre formação intelectual e empregabilidade, o problema não seria tão grave, nem a panaceia proposta, a velha e conhecida emigração, tão necessária. Em resumo, falta-nos aquilo que o Ensino Técnico e o Ensino Médio facultavam, ou seja, criamos uma estrutura macrocéfala, com excesso de oferta de licenciados, mestre e doutores, e falta de gente apta nos escalões básicos e, sobretudo, médios. A adopção do discutido Processo de Bolonha, cujo objectivo declarado é o de uniformizar o Ensino Superior na União Europeia não contribuiu para atenuar esta situação, antes pelo contrário.
Há tempos atrás, a chanceler alemã Angela Merkel referiu ter Portugal licenciados em demasia, declaração ditada pela lógica germânica, pouco dada a sentimentalismos, que irritou muitos portugueses de nacionalismo fácil e quase sempre inconsequente. Se tivermos em conta o número brutal de licenciados desempregados ou com trabalhos desprovidos de futuro, teremos que reconhecer a Frau Merkel alguma razão. Devemos aceitar que a nossa margem de manobra numa economia dita global e como membros de uma entidade política pouco ou nada interessada em questões nacionais, é mínima, o que não nos dispensa de reflectir nos problemas em termos de futuro e enquanto cidadãos. Se formos pragmáticos torna-se evidente que a produção continuada de diplomados nas franjas superiores do ensino não facilitará a solução do problema, tanto mais que existe uma atávica tendência para minimizar os que por alguma razão não atingem essa fasquia, circunstância relacionada muito mais com a mentalidade portuguesa do que com este ou aquele regime. A recuperação coerente do Ensino Técnico, aberto a outros estudos mas com especial incidência na habilitação profissional dos alunos, não deixaria de contribuir para mitigar um problema cuja gravidade não se pode resolver com imigração ou emigração. Na verdade, parece que temos muita gente mal preparada para o que faz e excesso de gente demasiadamente preparada para o que não quer fazer, uns abaixo, outros acima. A modernidade é técnica, não é “doutoral”, o que não representa, naturalmente, um elogio da incultura.
Já vai longa esta conversa, que não pretendo saudosista, mas que não pode esquecer a experiência do passado. Quero apenas sublinhar que um ensino que teve professores como o Dr. José Pedro Machado e alunos como o actual primeiro magistrado da Nação, não era, decididamente, um ensino sem perspectivas e sem qualidades, uma espécie de fábrica de serralheiros, de amanuenses ou de fadas-do-lar, como alguns teimosamente pretendem, desprezando de forma implícita todos os que honraram com o seu trabalho e com as suas capacidades as profissões para as quais a Escola os preparou, possibilitando que muitos subissem ainda mais alto. Que não o esqueçamos!

Vasco Gil Mantas
 (Sócio Costeleta nº623 - Foto na coluna dos Colaboradores)

ALMOÇO DE GALA ANUAL COSTELETA

E AQUI VÃO MAIS OITO FOTOS
DO GRANDE ALMOÇO
ANUAL COSTELETA
NO HOTEL D. PEDRO GOLF
EM VILAMOURA










Reportagem fotográfica
do Costeleta Roger

quinta-feira, 18 de junho de 2015

CRÓNICA DE FARO


Um “farense” nascido em Setúbal


João Leal

Nascera há 87 anos na “cidade do rio azul”, Setúbal, mas desde sempre o conhecemos como um devotado e empenhado cidadão de Faro, a capital sulina onde tivemos a dita de acontecer no mundo.
Frequentámos, não obstante em diferentes tempos, a mesma Escola Secundária, a “nossa” Tomás Cabreira, então repartida entre a Rua do Município e o Largo da Sé, mas tudo na “Vila-a-Dentro”. Ambos tínhamos esta “doença” das letras, do escrever, do comunicar, não obstante o focado ter uma elevada matriz poética e a facilidade e beleza da arte de rimar, o que só nos tocou ao de leve.
Orlando Augusto da Silva, de seu nome completo, há semanas falecido, nesta sua “terra ” de opção e de coração, aqui se fixara menino e moço e dela não mais voltou a sair em definitivo, para criar todo um mundo de fraternas amizades, de exemplar família, de empreendedorismo inovador e altamente motivador, de uma actividade literária que se concretizou em diversas obras publicadas e com presença em várias antologias de “poetas dos PALOP’S”.
Foi sobretudo no sector da indústria do plástico que lançou novas realizações, impulsionando a economia local, com fábrica própria ali para o “Campo dos Blocos” (Bom João de Baixo) e estabelecimento comercial à mesma dedicado na Rua Filipe Alistão.
As suas netas, “as suas meninas” eram um dos temas prediletos e mais focados na arte de poetar, com uma linguagem cristalina, afetuosa e afetiva e aquela entrega plena que a todos cativava.
Conversador nato, cordial e franco, mantinha em elevado grau de sublimidade o sentido das fraternas relações, que cultivava com esmero e dedicação.
Cidadão de comportamento cívico testemunhante fez um reto e honesto caminho de vida que motivava um assumido e geral apreço.
Deixou-nos para todo o sempre e com ele foi abatida mais uma presença da resenha de cidadãos, a quem testemunhamos, como nascidos em Faro, o nosso apreço e admiração, por quantos não havendo vindo ao mundo nesta capital sulina, a amam como seus filhos.
Assim era o Orlando Augusto da Silva!          
Orlando Augusto da Silva



GRANDE ALMOÇO DE GALA COSTELETA


MAIS ALGUMAS FOTOS DO GRANDE 
ALMOÇO ANUAL COSTELETA
NO HOTEL D. PEDRO GOLF EM VILAMOURA-ALGARVE

Reportagem fotográfica do Costeleta Roger









Cliquem nas fotos para aumentar.



Almoço Anual dos Costeletas – 13.06.2015
 Jorge Tavares

Mais uma vez nos juntámos para o almoço anual, que decorreu no Fórum Dom Pedro em Vilamoura.
A amizade foi  a chama que brilhou durante as horas em que decorreu o encontro.
Comentar a qualidade da comida, a insistência na escolha do local, algum azedume nos discursos da Assembleia Geral, não farei!
A união, repleta de pequenas histórias, do diz tu, digo eu, dos abraços plenos de saudade e verdadeiro carinho, de todas as senhoras (costeletas ou “meias” costeletas), dos pares rodopiando ao som das melodias do “nosso” tempo, da lembrança dos ausentes embora ainda no “activo” e de todos os outros, que já se “adiantaram”, justificaram esta junção de vontades em proporcionar um encontro feliz.
Senti e vivi  plenamente essa indestrutível felicidade.
Por mais quanto tempo? Eis a  pergunta cuja resposta ninguém saberá! Todos temos no entanto a certeza que, presentes ou ausentes, esta amizade perdurará na nossa memória colectiva.
Foram eleitos novos corpos directivos. Manifesto o  desejo  que  regressem ao convívio mais frequente, e que saibam apoiar-se nos costeletas que podem, devem e querem, dar o seu contributo.
Aos órgãos directivos cessantes, embora apontando críticas, quando entendia serem merecedores, agradeço a sua disponibilidade em prol da nossa Associação.
Como complemento deste texto, deixo como reflexão de momentos passados e  como orientação para os futuros, a Nota de Abertura d’ O Costeleta número 1, escrito pelo nosso colega e amigo Franklin, em Outubro de 1992.
Cá estamos. Não somos jornal, nem boletim, nem coisa nenhuma. Aparecemos assim mal “enjarocados” mas...é a forma possível.
Pretendemos diminuir a distância que habitualmente nos separa no tempo e ser um elo de ligação entre todos os que prezam de ser “Costeletas”.
O almoço anual é a oportunidade para sabermos uns dos outros, para confraternizarmos...Mas é pouco, não achas?
No pequeno espaço de que dispomos, haverá sempre um espaço MUITO GRANDE para ti.
Diz-nos coisas. Colabora. Ajuda-nos a crescer. Ficamos à espera.

Gostei do texto Jorge. Contamos com a tua colaboração.
Roger

quarta-feira, 17 de junho de 2015

GRANDE ALMOÇO DE GALA COSTELETA


MAIS FOTOS DO ALMOÇO ANUAL 2015
NO HOTEL D. PEDRO GOLF EM VILAMOURA
Reportagem fotográfica do Costeleta Roger






Não colocamos legendas
A feitura do nosso Jornal "o Costeleta" atrazou-nos o nosso trabalho no BLOG.
O Jornal Já está feito e amanhã, Quinta Feira, vai ser entregue para impressão. Contamos enviar ainda este mês de Junho a todos os associados..

sábado, 13 de junho de 2015

ALGUMAS FOTOS DO ALMOÇO ANUAL
NO HOTEL D. PEDRO GOLF VILA MOURA


ATENÇÂO: - Clicar sobre as fotos para aumentar







OS NOVOS CORPOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO
E A TOMADA DE POSSE

 O Presidente da Assembleia Geral, Manuel Caetano, apresenta os membros da lista eleita
 O Presidente da Assembleia Geral cessante dá posse aos novos membros da Associação
 Isabel Maria Lopes Roberto Coelho, novo Presidente da Direcção no uso da palavra
Manuel Inocêncio da Costa, novo Vice-Presidente da Direcção no uso da palavra

ESTA FOI A LISTA ELEITA
Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira
PROPOSTA DE LISTA PARA ELEIÇÃO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS
TRIÉNIO 2015/2018

ASSEMBLEIA GERAL

                EFECTIVOS
                                Presidente: Manuel Silo da Graça Caetano
                         Vice-Presidente: Joaquim Eduardo Gonçalves Teixeira
                          Secretário: Maria Conceição Carmo Sério

            CONSELHO FISCAL

                EFECTIVOS
                                Presidente: Libertário dos Santos Viegas
                         Vice-Presidente: Carlos Pedro Gordinho
                          Secretário: Alberto Santos Pereira Rocha
                                                SUPLENTESJosé Emiliano Moreno Entrudo
                                                                    - José Paixão Neves Pudim

                DIRECÇÃO

                EFECTIVOS
                                Presidente: Isabel Maria Lopes Roberto Coelho
                         Vice-Presidente: Manuel Inocêncio da Costa
                         VOGAIS – Henrique Luís Brito Figueira
                                         - Eurico Bárbara
                                         - Florêncio Vargues
                                                SUPLENTES -  José Paulo Quintino
                                                                    -  Joaquim António Ramalho

Faro, 13 de Junho de 2015
                                                        PROPONENTES
                        Associado nº 166   a)- Isabel Maria Lopes Roberto Coelho
                        Associado nº 312   a)- Manuel Inocêncio da Costa


R E A B E R T U R A

A perda de entusiasmo é um processo endógeno, ou seja, inerente a cada um. Parte de dentro para fora e pode ser consequência de diversos factores. Primeiro, de um trabalho desalinhado com os propósitos de cada um, em especial missão, visão e colaboração. Segundo, é natural não aceitar as considerações que façam do nosso trabalho e que, gradualmente, o interesse se desvaneça, e não se enxerga sentido no que se faz, porque, se insurge contra outrem. Terceiro, não aceitar as considerações que façam, ou não, do nosso trabalho.
É necessário alterar, sempre que possível, a rotina, perseguir novos desafios e estreitar um diálogo construtivo, para não haver perda de entusiasmo. E aí, a desmotivação desaparece para dar lugar a projectos mais criativos! A comunidade, em geral, gosta de criatividade.
A desmotivação e o afastamento resultaram em saudade. Saudade de voltar a criar, de conviver.
E a nova Direcção da Associação, ora eleita, dá-nos a certeza de todo o apoio e colaboração.
Bem hajam!
Hoje, dia 13 de Junho de 2015, Vamos reabrir!
Um abraço "Costeleta"

Rogério Coelho