quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

NECROLOGIA

O Costeleta
JOSÉ REGINO EVANGELISTA FIALHO
Partiu 
O funeral foi no dia 11 - Luz de Tavira
À família e amigos enviamos o nosso sentido e profundo desgosto.

DESCANSA EM PAZ FIALHO
Que Deus te guarde no Céu como Nós te guardamos no Coração


Isabel Coelho


NOTA DA REDAÇÃO; - Informação de Alberto Rocha-
Roger





sábado, 10 de fevereiro de 2018

FALANDO DE... Carnaval tudo vale?



CARNAVAL ALGARVIO 2018

Carnaval de Loulé

O mais antigo Carnaval do país

112 anos! Desde 1906, ano que assinala o início do “carnaval civilizado de Loulé- Batalha de Flores”. Oposição às grosserias das manifestações do Entrudo que, no entanto, ainda perduram. Aos mascarados desse tempo eram os “entronchos”, disfarçados que corriam as ruas fazendo barulho e pregando partidas. A referência documental mais antiga do Entrudo em Loulé é assinalada no ano de 1846. As brincadeiras do Entrudo eram agressivas e de mau gosto, por vezes violentas, com arremessos de ovos, saquetas de areia, farinha e outros objetos que magoavam e sujavam.
Projectavam e combinavam “assaltos” a casas de amigos para realizarem bailes de máscaras.
Com chegada do “Carnaval Civilizado” iniciou-se a criação de desfiles e carros alegóricos e apostar na beleza da “batalha de flores” com arremesso de serpentinas e confetis e que ainda hoje perdura. Mas, o “entrudo” ainda se sente com brincadeiras divertidas mas menos violentas.
E o “Carnaval Civilizado de Loulé” criou raízes com a possibilidade de extravasar e radicalizar nas artes plásticas e nas artes de palco em cima de “carros alegóricos” com mistura de “brasileirismo” em  3 dias de “biquíni” com corpo a tremer de frio.

                                                                                                      TUDO VALE?
É O CARNAVAL MAIS ANTIGO DE PORTUGAL


Um arranjo de
Roger



sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

~FALECEU ONTEM

QUANDO ALGUÉM PARTE

JORGE DIAS GASPAR
Partiu

À familia e a todos os amigos deste nosso  Costeleta, enviamos o nosso profundo desgosto.

*QUE DEUS TE GUARDE NO CÉU COMO NÓS TE GUARDAMOS NO CORAÇÃO*

Isabel Coelho


quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

EFEMÉRIDE


HÁ UM SÉCULO MORREU TOMÁS CABREIRA




Decorre este ano o centenário da morte do ilustre algarvio Tomás António da Guarda Cabreira, patrono da nossa Escola e do Grupo Escolar de que faz parte, que foi uma das mais eminentes figuras da vida regional e com projeção no País. Nascido em Tavira, a 23 de Janeiro de 1865 faleceu em Lisboa a 4 de Dezembro de 1918, sendo a sua excecional figura de professor, escritor, ministro das finanças, militar, vereador, deputado e senador, sido escolhida com toda a justiça para patrono da primeira escola profissional existente na Região. Por isso se louva a meritória iniciativa da Equipa das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira de assinalar esta efeméride da morte do desaparecimento de uma figura que é, em toda a sua grandeza, para todos, de modo próprio para «os costeletas». A evocação decorreu nas instalações da escola - sede e foram presididas pela Dra. Ana Paula, dedicada diretora do agrupamento e que acompanhou sempre a delegação da Associação dos Antigos Alunos presente no evento e constituída pela Presidente Prof. lsabel Coelho, Henrique Brito Figueira (membro da Direção) e um dos mais antigos sócios, o Mestre José de Brito. De grande valor pedagógico e a merecerem um profundo realçar, sem minimizar os restantes atos a palestra «Tomás Cabreira, a vida e a obra», pelo Professor Doutor Joaquim Vieira Rodrigues (uma magistral lição sobre o Patrono) e a edição póstuma da sua vasta obra, existindo no acervo histórico do Agrupamento Escolar Tomás Cabreira alguns títulos, dos quais e desta feita foi relançado o «Posto Agrário e Ensino Móvel», editado em 1915 pela Papelaria e Tipografia «A Tentadora», de Lisboa e que se trata da comunicação apresentada pelo acrisolado regionalista no «I Congresso Regional Algarvio», que naquele ano se realizou na Praia da Rocha. Do vasto e completo programa referimos ainda números de dança pelos alunos do 3° ano PIDC; a atuação do Grupo «Acanto» - «Parabéns ao Tomás»; a gincana digital «Á descoberta do nosso Patrono»; Kahoot - «Ao encontro do Tomás» e a projeção de vídeos sobre Tomás Cabreira e a Escola que tem o seu honrado nome.

          João Leal

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018


Enviado pelo Florêncio Vargues
Com pedido de publicação

EXCURSÃO À SERRA DA ESTRELA



CRÓNICA DE FARO DE JOÃO LEAL


Um farense cientista invulgar
OPINIÃO | JOÃO LEAL
Foi, através de um notável escrito do jornalista louletano Idálio Revez, uma das mais claras vozes da imprensa e devotado delegado do conceituado diário “Público” que tivemos o então grato ensejo de conhecer a vida científica de um farense, que desde jovens conhecemos. O coronel de infantaria José Manuel Rosa Pinto, reformado, foi-nos então apresentado e com todos os paradigmas que a verdade comporta, como um cientista de elevado mérito, de tal modo que foi, em 2012 distinguido com a primeira medalha de mérito e gratidão concedida pela Universidade do Algarve (UAlg).
É que a par da sua exemplar vida de militar profissional, com presença nas campanhas militares que ocorriam em Moçambique, Guiné-Bissau e Angola, o “Zezinho Paraíso” como afectuosamente era tratado nos círculos íntimos, começou a interessar-se primeiro pela insectologia e depois pela botânica. Fê-lo de tal modo que regressado ao Algarve, de parceria com a professora Maria Manuela David criou o “Halgar – Herbário da Universidade do Algarve”, uma obra de maior interesse científico e que representa a plena validade de todo um saber.
A par e, como professor convidado, exerceu a docência na Universidade do Algarve e as suas aulas no meio da natureza eram um encanto para os jovens universitários, que se deixavam seduzir pelos seus muitos conhecimentos. Diga-se que das mais de 14 mil plantas que figuram no “Halgar – Herbário da Universidade do Algarve” um número superior às duas mil e quinhentas foram recolhidas nos campos e serras algarvios pelo eminente botânico-militar, que recentemente nos deixou rumo à eternidade, vítima de doenças que há anos o afetavam. Contava 76 anos de idade e na sua simplicidade era um cidadão exemplar, correto e sempre disponível, com um devotado e desejável em expansão de amor pela terra Mãe!
O luto académico determinado pela reitoria universitária e a mensagem emitida pelo presidente do município de Faro atestam bem o geral sentimento que a morte do botânico coronel José Manuel Rosa Pinto, o “Zezinho Paraíso” (com afecto, respeito e estima) da nossa infância e juventude, em todos provocou!
Nota: O autor não escreveu o artigo ao abrigo do novo acordo ortográfico

João Leal

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

INFORMANDO


JORNAL "o Costeleta"

Informamos que o Número 132 do nosso Jornal foi entregue para impressão depois de, em reunião ordinária de Direção, ter sido aprovado o seu conteúdo.

Roger

QUANDO A POESIA ACONTECE

De: Elos Clube de Faro - Associação Cultural
    "Em defesa da Língua e Cultura Portuguesas"

Prezados Companheiros e Amigos,

Próxima quarta-feira, dia 7 de Fevereiro, pelas 17,30h,
na Biblioteca Municipal de Faro - "Quando a poesia acontece"
sob o tema:

No teu poema
Existe a esperança acesa atrás do muro
Existe tudo o mais que ainda escapa
E um verso em branco à espera de futuro.
- José Luís Tinoco

* Poesia embalada pela voz de Rosinda com música de Luciano
Vargues

Espero por vòs.

Cordiais saudações elistas.




Dina Lapa de Campos
Presidente da Direcção do Elos Clube de Faro

De: Elos Clube de Faro - Associação Cultural
    "Em defesa da Língua e Cultura Portuguesas"


COCTAIL DE TAPAS... SERÃO DE FICÇÃO?


Este texto será um conto de ficção?
Ou poderá ser 3 histórias intercaladas da vida real?
O que vão achar depois de ler?

FALHOU, ARDEU E TERMINOU

Quando Ele encontrava-se a trabalhar numa empresa, na região de Aveiro, ficou hospedado numa pequena residencial da cidade. Jantar, dormida e pequeno-almoço; o almoço comia na empresa. A rapariga que servia à mesa, Rosa, noviça cerca de 16 anos, ingénua,  simpática e muito sorridente, sobrinha dos proprietários e ajudante da cozinha. Um dia perguntou à Rosa o que era o jantar. Respondeu:
- É parvo!
- Será que queres dizer pargo cozido?
Encolheu os ombros, sorriu, e foi para a cozinha.
Os proprietários da residencial, um casal com cerca de 50 anos de idade; ele o administrador responsável, ela a cozinheira chefe. Na cozinha trabalhava uma moça Arminda, com os seus, por suposição, nunca se inteirou, cerca de 30 anos. Era um verdadeiro peso pesado... com um "traseiro" descomunal. Uma "bunda" de arrepiar o olho. Fazia bons petiscos. Uma simpatia, e com quem se davam lindamente. E ele nas suas  suposições, pensava como seria este corpo como "colchão" numa cama? A outra, Maria, mais nova, peso pluma, tratava dos quartos. Outra simpatia.
O tempo foi decorrendo. As amizades cimentaram-se e, naquele dia, já com um certo à vontade e sem ninguém por perto atirou-lhe:
- Arminda, não leves a mal, mas até Gostava de fazer umas brincadeiras contigo na cama. És fofa!
E ela respondeu com um sorriso velhaco:
- Quando quiseres... Mas tens que brincar com a Maria também, dormimos as duas numa cama larga. Eu falo com ela. E chamou a Maria. Falaram em segredo. E a Maria olhou para ele e sorriu. O ataque estava feito e conquistado... E a Arminda, olhando à volta, veio até perto dele e segredou:
- Esta noite vais ter ao nosso quarto, á uma hora, quando já está tudo sossegado, para não dar nas vistas.
Arreganhou um sorriso de satisfação, confirmou inclinando a cabeça e ficou a pensar com uma certa admiração, "com uma cajadada caem-me duas coelhas, uma gorda e outra magra, fantástico!”
E preparou-se para o "bacanal" dessa noite.
Era uma sexta-feira. No fim-de-semana, havia festa do leitão na Mamarrosa, terra dos proprietários da residencial; região da Bairrada, do leitão assado com laranja na boca. E tinham-no convidado para o fim-de-semana. Queriam apresentar-lhe uma sobrinha que era muito jeitosa e a mais rica da região. Casamenteiros... A residencial fechava e o único cliente nesse fim-de-semana era ele e um outro senhor..
Já perto da uma hora interrogou-se: "onde raio fica o quarto das moças?". Não sabia... O seu quarto era no primeiro andar, por cima, subindo as escadas, ficava o sótão apenas com um quarto. Tem que ser ali, porra! E subiu a escada e deu um toque na porta. Esperou, esperou... e nada. Bateu mais forte. Aguardou... Bateu de novo. Nada, nem um ruído. "Querem ver que estas gajas gozaram comigo". E foi para a sua cama. A aventura terminara, porque, não teve início.
De manhã a tomar o pequeno-almoço aparece a Arminda: “ Então, deixaste-te dormir?”
Olhou para ela e respondeu: “bati 3 vezes na porta...”
- Qual porta? Perguntou.
A Rosa aproximou-se e perguntou se precisava de alguma coisa. Pediu um pacote de açúcar. E enquanto se afastou respondeu:
- Do quarto do sobrado.
Arminda riu-se. "Nesse quarto está o senhor Miguel, que foi ontem passar o fim-de-semana à terra porque estaremos fechados" "o nosso quarto é ali junto à cozinha, julguei que sabias".
- Ora merda! Respondeu ele.
- Deixa lá, fica combinado para segunda-feira, eu falo com a Maria. Está bem?
 - OK, respondi.
O proprietário aproximou-se e:
" Arminda, arruma as tuas coisas e podes sair com a Maria que vamos abalar". E olhando para ele: "está pronto? Vamos para o carro que vou fechar a casa".
E abalámos para a Mamarrosa.
A festa foi gira. O leitão da Bairrada "com a laranja na boca", uma delícia. A sobrinha, Paula Maria, era engraçada, jeitosa mas não foi amor à primeira vista. Agarrou-se a ele toda a noite de sábado na festa e a dançar no baile da sociedade, bem agarrada com alguns abraços e beijos. E foi apanhado com os copos, pediu-lhe namoro.
No Domingo de manhã, já sóbrio, ficou a pensar na asneira que tinha feito porque a garota estava mesmo embeiçada. E não demorou a aparecer com um grande abraço e beijo. Refreou o gesto amoroso e fixou-a com intensidade "Paula, precisamos de conversar", "este namoro é impossível, vamos manter apenas uma boa amizade".
- Porquê?, eu gosto de ti!
- Paula, Mamarrosa fica afastada de Aveiro. Não tenho grandes posses para me deslocar e vir ter contigo. E dentro de pouco tempo terei que ir para Lisboa e para outros lados.
- Eu alugo um táxi para te ir buscar e levar.
- Não dá Paula, nem eu aceitava isso, sejamos realistas, tu é que ficavas a perder.
E neste momento apareceu o tio e bruscamente diz-lhe a ele "temos que ir já para Aveiro, telefonaram-me da polícia que a residencial está a arder. Vamos".
- Desculpa-me Paula, Gostei de te conhecer. Abraçou-me a choramingar.
E regressaram a Aveiro. Ficou a olhar para o prédio. O incêndio queimara-lhe tudo. Uma aventura "bacanalesca" programada num "colchão descomunal", e que não se fizera e sem possibilidade de refazer sem consegui contactar com aquela "bunda", porque também ele desapareceu da região e nunca mais soube da Paula Maria.
Roger
(Qualquer semelhança com nomes da vida real é pura coincidência. São fictícios)





quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

27º ANIVERSÁRIO "COSTELETA"


FESTA DE ANIVERSÁRIO DA ASSOCIAÇÃO COSTELETA
No dia 14 de Abril na Escola

COMPARECE

RECORDAR É VIVER

PROGRAMA
                       13 horas . Almoço convívio “Costeleta”                        

  MENÚ

            Entradas: acepipes variados,

            Consomé de legumes

            1º prato: - Bacalhau à Gomes de Sá

            2º prato: - Carne de Porco c/ameijoas

                          - Arroz de Pato

Saladas várias, pão recheado, queijo, surpresas, sangria, vinho


tinto/Branco, águas, sumos e café


                          15 horas . Sessão Cultural

Apresentação pela Presidente Isabel Coelho

PRÉMIO MELHOR ALUNO 2016/2017

Diretora Ana Paula e o Costeleta João Leal farão uso da palavra em relação ao ato.

Entrega do prémio pelo Patrono Júlio Piloto
ao aluno premiado Francisco Gomes

27º ANIVERSÁRO DA ASSOCIAÇÃO

Bolo de Parabéns no Bar.

INSCREVA-SE 15€ ALMOÇO

 Contactos: Isabel Coelho - 919029068 
                    Florêncio Vargues – 924067639

façam a inscrição com antecedência, para informar a Cantina do nº de presenças


( falta injustificada pela não comparência)

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FRANCISCO PAVÃO CASACA AFONSO GOMES


Aluno da Escola Tomás Cabreira
Finalista 12º Ano

“PRÉMIO MELHOR ALUNO 2016-2017”

O Francisco, a quem apresentamos os nossos para-béns, enviou-nos este pequeno depoimento, que anexamos com a sua foto.


“Texto Agradecimento
       Costeletas 

    É com grande honra que aceito este prémio da As-sociação de Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira. Acredito que são iniciativas como esta que motivam os alunos a destacarem-se pela positiva e a darem o seu me-lhor para chegar mais longe.
     Isso, aliado à enorme motivação que tinha para alcançar os meus objetivos levou a que trabalhasse muito para os atingir, sendo que, no final, o esforço compensou, estando neste momento a estudar Administração e Gestão de Empresas (Licenciatura Internacional) na Universi-dade Católica Portuguesa.
     Mais do que orgulhoso de mim próprio por ter com-seguido tudo aquilo que queria ao longo da minha passagem por esta escola, sinto-me feliz por poder ver a minha avó, também ela "costeleta", a ver-me receber o prémio em questão. Isto porque, desde o primeiro dia de aulas na Tomás Cabreira, a minha avó me disse para eu me empenhar ao máximo porque havia uma recompensa à minha espera. Assim sendo, mais do que agradecer a uma Secundária que deixou de ser uma simples escola para passar a ser a minha escola, quer pelos professores que me marcaram, quer pela turma que passou a ser família ou pela experiência de fazer parte da Associação de Estudantes e do Conselho Geral, quero agradecer à minha avó Suzete que sempre acreditou em mim e nunca duvidou que eu fosse capaz de vencer este prémio.

Obrigado, avó. Um beijo.”
                                                                          
                                     Fernando  Gomes

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  JÚLIO BENTO PILOTO 

PATRONO DO “PRÉMIO MELHOR ALUNO 2016-2017”
                                                                                                                          
  Currículo
Júlio Bento Piloto nasceu em Faro no ano de 1937.
Frequentou, no ano da sua inauguração, a Escola Serpa Pinto, em Faro, tendo tirado o Curso lndustrial na Escola Industrial e Comercial de Faro. Iniciou a atividade futebolística no S.C. Farense, seguindo em 1954 para Lisboa a fim de representar o Sport Lisboa e Benfica, no escalão de juniores. Uma vez que a sua atividade profissional se iniciou no âmbito público, "fiscal de obras públicas dos C.T.T.", esta originou várias situações de habitabilidade sazonal pelo país, o que, em termos desportivos compatibilizou a possibilidade de representar futebolisticamente o clube local, nomeadamente: o Clube Desportivo de Chaves, o Clube Oriental de Lisboa, o Sport Clube de Mirandela, o Futebol Clube Vianense e finalmente o Sport Clube Torreense, onde também exerceu funções de Diretor desportivo.
Ao regressar a Lisboa, em virtude do seu casamento com a sra. D. Lúcia Sílvia, iniciou a sua nova atividade profissional na "industria de       cabeleireiros" criando a empresa "Lúcia Piloto", conjugando saberes de  cabeleireira (Lúcia) e construção civil (Piloto) dando lugar a abertura de vários salões. Nesta atividade atingiu grande prestígio, quedando-se no topo nacional e prestígio internacional, que se mantem até ao presente com a firma denominada "Instituto de Beleza Lúcia Piloto S.A." à qual preside.
O complexo de salões ao momento situa-se em oito unidades e uma Academia de Formação de Cabeleireiros. No total destas atividades emprega cerca de 200 profissionais em várias actividades complementares.0