quinta-feira, 8 de abril de 2010

GRANDE ALMOÇO ANUAL COSTELETA


EM REUNIÃO DA DIRECÇÃO EFECTUADA HOJE,
FOI DECIDIDO QUE
O ALMOÇO ANUAL COSTELETA SE REALIZE NO DIA
12 DE JUNHO
FOI NOMEADA UMA COMISSÃO PARA
ESCOLHER O LOCAL
OPORTUNAMENTE DAREMOS MAIS NOTÍCIAS
ANGOLA

Como és bela e risonha
Cheia de harmonia e côr
O teu passado é um sonho
Transformando neve em flor

Paisagem de noite e de dia
Cheia de amor e nostalgia
Feita de lendas de amor

Canções de noite ao luar
Dois corações a sonhar
Eis Luanda em flor

6/04/2010
Mimi
(Costeleta Jacinta Rosa)

RC

quarta-feira, 7 de abril de 2010

ANIVERSÁRIO DA ASSOCIAÇÃO

É JÁ NO SÁBADO DIA 10
ALMOÇO CONVÍVIO NA ESCOLA
Menú especial 15 €
Servido à mesa
Actuação do Grupo Coral UNIQUE
Entrega do Prémio Melhor Aluno
2008-2009
No Auditório
Ainda estás a tempo
Inscreve-te para o almoço
Telm. 919029068 - Isabel Coelho

TEMA: - POESIA

NÃO QUERIA SER POETA

Não queria ser poeta e a poesia nasceu
Nasceu e cresceu aumentou seu caudal
Penso que foi um dom que Deus me deu
Que torna feliz o mais simples mortal

Não queria ser poeta, jamais queria ser
São gotas da alma, são pingos de dor
Extraem da nossa alma todo o sofrer
São feitos de trevas, são luzes de amor

Não queria ser poeta de maresias
De mares gelados, mares agrestes
De sentir o sabor das invernias
De orientações em rotas celestes!

Não queria ser poeta de rota incerta
Do tempo e do espaço por navegar
Porém a vida sempre me desperta
Numa rota distante de além mar!

Mas o mar quis dizer-me mansamente
Olha além o horizonte visual
Tu és filha do mar eternamente
Serás como o teu mar universal!

Não quis ser poeta, mas tive de ser
Expandindo de mim o meu sentir.
A poesia alegrou o meu viver
No tempo que a correr vejo partir!

Nas páginas de amor, de magia e sonho
Da vida presente, o tempo na corrida
Queria ser poeta num mundo risonho
Colhendo pétalas de alma florida!

Maria José Fraqueza

terça-feira, 6 de abril de 2010

TEMA: - POEMAS DE AMIGOS COSTELETAS

QUEM SOU EU

Eu sou caminho
Sem ter abrigo
Sem um carinho
Não faz sentido.

Eu sou janela
Sem cortinado
Passa por ela
O sol dourado.

Eu sou escada
Sem corrimão
Não tenho nada
Na minha mão.

Eu sou a flor
Sem ter jardim
Porque o amor
Não é para mim.

Eu sou carinho
Sem ter esperança
Coraçãozinho
Feito criança.

Eu sou objecto
Já esquecido
Sonho discreto
Não colorido.

Eu sou candeia
Não tenho luz
A noite é feia
Não me seduz.

Eu sou Outono
Folha caída
Coisa sem dono
Tara perdida.

Eu sou cansaço
Sem agonia
Descanso o braço
No fim do dia.

Eu sou a água
Que vai correndo
Levando a mágoa
Sem um lamento.

Eu sou menina
Sem ter idade
O que domina
É a saudade.

Sou passarinho
De asa quebrada
Caio do ninho
Não resta nada.

Não sei quem sou
Pobre mortal
Deus me dotou
Sou sempre igual.

IN !ALCABIDECHE No Sabor dos Versos Meus”
De Isolina Alves dos Santos
(Uma amiga Costeleta – enviado por Maurício Domingues)

TEMA: - CRÓNICA


O QUADRO DA SALA DE ESTAR

Sentei-me numa cadeira da sala de estar, debrucei-me sobre a mesa e apoiei a ca Beça entre as duas mãos; depois fixei atentamente, uma folha de papel e uma esferográfica que se encontrava junto dela.
Mas nada vinha à minha mente! De repente, olhei a parede branca, que estava em frente e, dependurada nela, uma enorme tela, que apresentava um magnífico cenário, alusivo à natureza.
Embora fosse uma pintura, por isso, estática, dava a impressão de ter vida; as cores eram tão reais!...
Pelos montes e vales corria a água, com alguma força, para os riachos que, espumando, dava a impressão de cascata e onde se misturava uma grande variedade de pequenas pedras.
A paisagem era exuberante, entre os espaços abertos das árvores, o sol teimava em brilhar, dando uma tonalidade muito especial, ao ambiente; o terreno húmido, de cor castanho mais claro, mais escuro; o firmamento de um azul, levemente esbatido; densas nuvens estavam a anunciar a chuva, que se aproximava; ainda carreiros bastante estreitos, que mal davam para caminhar lado a lado; lá, muito ao longe, a perder de vista, um rebanho, que pastava calmamente,
O cenário transmitia, através de uma imagem, uma Estação intermédia; o dia declinava…
Este quadro que, há tantos anos se mantinha nesta sala e sempre no mesmo lugar, foi visto, duma forma diferente, por mim, naquele momento!... Inspirada, transpus para a folha de papel, em branco, toda aquela maravilha!...
Uma pintura repleta de beleza!... Que, só um pintor, muito sensível, à criação Divina, podia representar em pleno, numa tela, a autenticidade da bucólica paisagem…
1º Lugar internacional
De Maria Romana da Costa Lopes Rosa

TEMA: - PROSA



NUM PASSEIO À BEIRA MAR

Um indivíduo de Monte Gordo ao passear junta praia, vem uma onda que lhe molha os sapatos. Este indignado com o sucedido, mas aina sem perder a calma, volta-se para o mar e diz:
- Brinca, brinca que vais ver o que te “assucede!”
E continua o seu passeio à beira mar e após ter andado mais uns metros ao longo da praia, uma nova onda ainda mais forte, molha ainda mais os sapatos.
- Ai, ai, ai… tem cautela com a brincadeira, já molhaste os sapatos, os cordões e os peúgos!.
E continuou o seu percurso matinal… e novamente uma terceira onda acaba por lhe molhar os sapatos de tal maneira que até as calças não escaparam!
Então o homem, abre os braços ao céu, olhando o mar e as ondas fortes que beijavam a orla costeira, praqueja:
. Ah! Deus! Ó mar marafado! Ó onda rebelde!
- Rogava-te já uma praga, se não fosse por amor à navegação, te bebia só de um trago!

IN “PRAGAS ALGARVIAS”
De Maria José Fraqueza

TEMA: - POESIA

CAIS DE SONHOS

Junto ao real abraça-nos a quimera
Para se chegar ao porto mais seguro;
No mar da vida o sonho é o futuro…
Onde aves azuis estão â nossa espera.

Que venham sonhos de Primavera!
De esperança, de ar mais puro…
Vindos do vento. quiçá, num murmuro
Dum cais onde não se desespera.

E eis que ao longe vem surgindo…
Entre as brumas que se vão abrindo,
Velas enfumadas nos mastros dum convés;

Que cheguem em bem ao mar da vida,
Cortando brumas e vagas de vencida
- Uma após uma, de cada vez.

IN”FLORES E FOLHAS DE MIM”
De Orlando Augusto da Silva

TEMA: - POESIA

ILUSÃO

Pondo-se em bicos de pé,
Com um ar todo impante,
Está convencido até,
De como é importante!

Lá vai o Sr. Vaidade,
Todo empertigado e pimpão,
Entre muitos não é raridade,
Perdida entre a multidão!

Mas ouve em tom petulante,
Dizer-lhe em ar de chalaça,
Como vai Sr. pedante?
Com o tempo isso passa!

Com o tempo isso vai passar,
Passa mesmo – grita a multidão,
A vida o vai ensinar,
Tudo passa – tudo é ilusão!

IN “POESIAS DESTE TEMPO”
De Manuel Inocêncio da Costa

sábado, 3 de abril de 2010

INFORMAÇÃO

Caros "Bloguistas Costeletas"
Como devem ter notado o nosso Blogue esteve suspenso desde o dia 27 de Março até hoje.
Resolvi entrar de férias estes 8 dias da semana santa em Espanha, regressando hoje para passar o Domingo de Páscoa com a família,
Esta a explicação.
Desejo a todos os Costeletas um
BOM DOMINGO DE PÁSCOA


Rogério Coelho

AINDA SOBRE
O "BULLYING"

Segundo o "Correio da Manhã" de hoje (30/03) Pinto Monteiro, Procurador Geral da República, propôs aos ministérios da Educação e da Justiça que o "bullying" passe a ser considerado crime público. Embora a credibilidade e eficácia da justiça no nosso país tenha vindo a degradar-se (e talvez caiba ao P.G.R. alguma responsabilidade nisso) a medida proposta é positiva, conquanto só por si não venha a assegurar a erradicação desse flagelo social. O "bullying" tem causas complexas e é, no fundo, um dos espelhos da sociedade cada vez mais desiquilibrada e stressada em que vivemos. Mas quem o vive de perto não pode ficar à espera da eventual efectivação de uma tal medida, ou que sociólogos, psicólogos, pedagogos, e não só, aprofundem o estudo do fenómeno e proponham outras medidas para além da sua penalização, visando reduzi-lo à sua mínima expressão. Quem o vive de perto, precisa de saber, agora, já, como enfrentá-lo e superá-lo. Não abunda, infelizmente, a literatura sobre o assunto e a pouca que existe não reponde cabalmente a esta questão. Todavia, há um livrinho que vale a pena ler pelos conselhos práticos que contém. Trata-se de "BULLYING Guerra Na Escola" de Nora Etthel Rodríguez, edição da Sinais de Fogo - Publicações, L.da - Praça de S. João, 22C - 1350-297 LISBOA - E-MAIL: geral@sinaisdefogo.pt. Aqui fica o lamiré.
Norberto Cunha
A MINHA CASA MUSEU

Construída em 1899. O edifício passou a ser propriedade da poetisa com o intuito de a tornar na sua Casa Museu, providencia a sua decoração, conferindo-lhe o ambiente e aspecto que teve a sua casa berço.
A manutenção e conservação é sua propriedade, proporcionando aos amigos e poetas visitas a todos, sem fins lucrativos.
Um dos seus objectivos promover recitais e concursos literários, sessões de leitura, etc. Assim apresenta os Jogos Florais Internacionais de Nossa Senhora do Carmo, que durante mais de vinte anos realizou e suportou muitas das despesas inerentes, bem assim como o Concurso Internacional de Quadras Natalícias, já no 14º ano de existência e outros.
Neste contexto, funcionando esta casa, por conta própria, até à sua oficialização, contará com a vosso apoio, para prosseguir com os concursos e/ou jogos florais, pelo que vos peço o preenchimento facultativo da Ficha de Inscrição
Esta ficha é facultativa. ( um apelo à vossa ajuda)

Nota: Esta ficha é colocada num envelope à parte colocando
nela o seguinte: APOIO AO CONCURSO

Uma Organização da Casa Museu

40ºs. Jogos Florais Internacionais
de Nossa Senhora do Carmo

CASA MUSEU

PROFª MARIA JOSÉ FRAQUEZA

Fuseta - 2010

Realização e organização:
Profª M. José Fraqueza

40ºs. JOGOS FLORAIS INTERNACIONAIS DE
NOSSA SENHORA DO CARMO - FUSETA 2010

ORGANIZAÇÃO

- A organização e realização destes Jogos Florais cabem à Profª Maria José Fraqueza, cuja direcção tem a mesma assumido há mais de vinte anos consecutivos, realizando e dinamizando este concurso literário e homenageando através destes, os poetas mais destacados do seu concelho e do seu Algarve.
Assim, por força das circunstâncias, para a sua continuidade, estes jogos florais serão propriedade da sua Casa Museu que apresenta o Regulamento a que os poetas nacionais e internacionais poderão concorrer, na consideração que o mesmo vos mereça.

REGULAMENTO
1 – ADMISSÃO
1.1 - O concurso está aberto a todos os poetas nacionais e estrangeiros, desde que se exprimam em língua portuguesa, espanhola ou italiana.
1.2 - Podem concorrer em dois níveis etários (quer sejam jovens ou seniores) mas deverão indicar a idade no exterior do envelope, juntamente com o pseudónimo.

2 – POESIA - Os trabalhos devem ser inéditos, respeitar as regras da poesia, nas variantes seguintes:
2.1 – Quadra Popular
Tema: “Mar do Sul, Mar Trovador”
2.2 – Soneto
Tema: “Eu canto à Virgem Mãe, no seu altar”

2.3 – Glosa em Quadra - (não se aceitam estrofes com mais versos) atendendo-se ao fecho de cada quadra, com o respectivo mote.

Mote: “Meu Mar de Portas Abertas
Eterno madrugador…
Porque sempre me despertas,
Soltando canções de Amor!”

(Maria José Fraqueza)

3 – PROSA – subordinada ao tema:

“A Mais Bela História de Além-Mar!”

3.1 - O texto não deverá exceder 2 páginas. A Apresentação estética deverá ser feita em papel formato A/4 , tamanho de letra: 12.

3.2 – Variantes: Deverão os trabalhos de Poesia e Prosa - serem acompanhado de um envelope fechado, contendo no exterior o pseudónimo e a variante a que respeita e no interior a identificação, idade, nome completo e a morada do concorrente. Os concorrentes, deverão indicar o escalão a que pertencem no exterior do respectivo envelope.
3.3 – O número de trabalhos a apresentar será de
dois, em triplicado, para todas as variantes.

4 – CALENDÁRIO
4.1 - Recepção dos trabalhos - até ao dia 25 de Maio de 2010, carimbo dos correios. A data da Sessão de Entrega dos Prémios, deverá ser levada a efeito no mês de Julho, (em dia a anunciar) no decorrer das Festas da Padroeira.


5. – ENVIO DOS TRABALHOS
5.1 - Os trabalhos concorrentes deverão
ser enviados pelo correio, sem indicação do remetente, para a seguinte morada:

Casa Museu Profª Maria José Fraqueza
40ºs.Jogos Florais Internacionais de
Nossa.Senhora.do Carmo
APARTADO 71
8700 – 908 FUSETA – ALGARVE

6. DISPOSIÇÕES GERAIS

- Apenas os concorrentes premiados serão
avisados por escrito;
- Os trabalhos não premiados serão destruídos, conservando o autor os seus direitos;
- Os concorrentes premiados deverão nomear em caso de não comparência, um seu representante;
- As despesas do correio para envio aos premiados, serão suportadas pelos mesmos, em caso de não comparência.
- A classificação dos trabalhos será da competência dos elementos do júri que será constituído por pessoas competentes de cujas decisões não há recurso, salvo em caso de plágio ou de trabalho não inédito, devidamente comprovado.
- Qualquer omissão neste Regulamento ou situação imprevista, será resolvida pela Directora do Certame e Presidente do Júri.

Para informações complementares:
Telefone: 289 793286
Ou
Mail: zezinhafraqueza@netcabo.pt
Maria José Fraqueza