domingo, 19 de julho de 2015

CANTINHO DOS MARAFADOS


ANEDOTA 
Gestão por objetivos...



 Era uma vez uma aldeia onde viviam dois homens que tinham o mesmo nome: Joaquim Gonçalves.
Um era sacerdote e o outro taxista.
Quis o destino que morressem no mesmo dia.
Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-os.
- O teu nome?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote?
- Não, o taxista.
São Pedro consulta as suas notas e diz:
- Bom, ganhaste o paraíso. Levas esta túnica com fios de ouro e este ceptro de platina com incrustações de rubis. 

- Podes entrar.
- O teu nome?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote?
- Sim, sou eu mesmo.
- Muito bem, meu filho, ganhaste o paraíso. 

- Levas esta bata de linho e este ceptro de ferro.
O sacerdote diz:
- Desculpe, mas deve haver engano. 

- Eu sou o Joaquim Gonçalves, o sacerdote!
- Sim, meu filho, ganhaste o paraíso. 

- Levas esta bata de linho e...
- Não pode ser! Eu conheço o outro senhor. 

- Era taxista, vivia na minha aldeia e era um desastre! Subia os passeios, batia com o carro todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas. 
Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais. 
E quanto a mim, passei 75 anos pregando todos os domingos na paróquia. 
Como é que ele recebe a túnica com fios de ouro e eu... Isto?
- Não é nenhum engano - diz São Pedro. 

- Aqui no céu, estamos a fazer uma gestão mais profissional, como a que vocês fazem lá na Terra.
- Não entendo!
- Eu explico. Agora orientamo-nos por objectivos. É assim: durante os últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. 

- E cada vez que ele conduzia o táxi, as pessoas começavam a rezar. 
- Resultados! Percebeste? Gestão por Objectivos! O que interessa são os resultados, a forma de lá chegar é completamente secundária...
d
Enviado por
José Elias Moreno

ÚLTIMA HORA


CONCENTRAÇÃO DE MOTARD'S EM FARO
No Vale das Almas

DESFILE PELA CIDADE DE FARO
No final da concentração










Final do desfile

Uma reportagemm fotográfica de
Isabel Coelho
Captada na Av. Dr. Almeida Carrapato

sábado, 18 de julho de 2015

Este atraso, de Quinta Feira, deveu-se a que só ontem me entregaram o computador reparado.
E, que ontem comprei uma impressora porque a outra pifou...
DIVAGANDO


Q
uando eu era criança, acumulava desenhos, com os dedos, nos espelhos e nos vidros embaciados. No banheiro, depois do banho, e dentro do carro, quando chovia. Eu sempre percebia que os desenhos nunca sumiam. A marca leve de cada um voltava com o novo embaciado, e eu, temperamental, oscilava sempre entre reforçar os traços muitíssimo bem-criados ou dedicar-me a novas expressões. E isto englobando quase todos.
Hoje meu espelho do quarto de banho guardaria em relicário um mosaico. Traços que se justapunham, às vezes se sobrepunham, algumas vezes uma emenda fazia surgir um novo desenho que eu só reparava muito tempo depois. Me orgulhava do meu mosaico; se há desbotamentos, sobreposições, desrespeitos estéticos e repetições, sei que tudo aparentemente opaco e embaraçado tem seu lugar, e são esses lugares os mais nobres. Todos, cada um. Há quem diga que seria impressionismo demais, esse meu mosaico, que só a mim me diz respeito e pouco comunica ao mundo.
Pode ser. Me delicio em saber da minha história, e só eu, e só dela.
Mas, o percurso pode ser árduo para recuperação do vigor, do viço, da forma. Exaurido em disciplina, o coração se orgulha quando de novo se movimenta! E não é “divagando” sobre o passado, filmes de António Silva, canções de Amália, e outras lembranças que tais, libertamos o nosso sentimento, porque, somos aquilo que somos…!


b

sexta-feira, 17 de julho de 2015

INFORMANDO

Para todos aqueles que a informação tem relevo

RIA FORMOSA
Avançam as dragagens em várias barras da Ria Formosa



As dragagens em Tavira e no canal Faro-Olhão já estão consignadas, as da barra da Armona estão em fase de consignação, enquanto as da Barrinha do Ancão/Esteiro do Ramalhete aguardam visto prévio do Tribunal de Contas.

DESPORTO ESCOLAR

Algarvios conquistam onze medalhas nos internacionais de desporto escolar



O Agrupamento de Escolas de Vila Real de Santo António ganhou a competição de futsal e o Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa (Faro) conseguiu cinco primeiros lugares, três segundos e dois terceiros nas provas de atletismo, onde se destacou Daniel Chagas.

FEIRAS


Tavira: Feiras temáticas 

animam baixa da cidade


A partir de hoje e até 06 de setembro, a Rua do Cais, em Tavira, acolhe diferentes feiras: do Livro, dos Ofícios, de Antiguidades e Velharias, de Stocks e, pela terceira vez, a Feira da Dieta Mediterrânica.

Até 05 de agosto, entre as 20h00 e as 00h30, estão representadas, na XXI Feira do Livro as principais editoras portuguesas.
De 07 a 16 de agosto, entre as 19h00 e as 00h30, decorre a XIII Feira dos Ofícios, numa organização da Associação de Artes e Sabores de Tavira (ASTA), a qual conta com o apoio da Câmara Municipal de Tavira. Este acontecimento constitui uma oportunidade para apreciar o diversificado artesanato da região, assim como os ofícios tradicionais e o trabalho “ao vivo” que fazem parte do património cultural do Algarve.
A XIII Feira de Antiguidades e Velharias tem lugar, entre 18 e 26 de agosto, entre as 19h00 e as 00h00, e conta com a presença de diversos antiquários. Esta mostra tem como objetivo apresentar e comercializar peças para colecionadores ou simples interessados.
A sétima edição da Feira de Stocks de Tavira decorre de 28 a 31 de agosto, entre as 19h00 e as 00h30. 

Tavira, enquanto comunidade representativa da Dieta Mediterrânica como Património Cultural Imaterial da Humanidade, promove, de 03 a 06 de setembro, no centro da cidade, a III Feira da Dieta Mediterrânica.
Pesquisa de
Roger

SAUDOSO TEMPO


Foto enviada pelo Costeleta Wenceslau Pinto Nunes

A INDÚSTRIA FUNCIONAVA
JUNTO AO SEMINÁRIO-LARGO DA SÉ


Mestre Vieira, Mestre Guerreiro, Mário Rodrigues, Arrais, EU e Farrobinha.
Bons tempos-anos 40
Roger

quarta-feira, 15 de julho de 2015

POESIA


A MÃE TERRA


Puxando pela vida como o boi,
Outrora, pela carreta puxou,
Eternamente – sempre assim foi
E o tempo nada mudou.

Curvado pelos anos, pelo Sol tisnado,
Nasceu servo e servo continua,
É certo, nunca, nunca foi mandado,
Mas de seu, só o tempo e a charrua.

Uma vida no espaço de uma aldeia,
Nasce o Sol, começa a sua guerra.
Essa guerra é a sua epopeia.
O que lhe fica sempre é a Terra.

Esta é uma mãe acarinhada,
Só ela existe só ela tem sentido,
Sem ela ele seria um nada,
Não mais do que um vagido.

Sem ela seria um verme insignificante,
Ela é o ar que vaidoso respira,
É o pão que o alimenta a cada instante,
É o ribeiro, o espelho onde se mira!

Inverno, Primavera, calor escaldante de Agosto,
Cada dia sempre a mesma ânsia,
Comerá o pão duro com o suor do rosto,
E vertical, viverá a sua insignificância!

Vivendo à margem do mundo,
O Cosmos para ele não existe,
Só esse amor telúrico fecundo,
O faz viver e sempre subsiste!

15 JULHO 2015

Um Poema do Poeta Costeleta
Manuel Inocêncio da Costa

terça-feira, 14 de julho de 2015

FOTOS DAQUELE TEMPO


COSTELETAS DA INDÚSTRIA

Na sala de desenho estão: Prof. Martiniano, Varela, Matias, Arrais, Mario Rodrigues,
 Farrobinha, Wemceslau Pinto, e Zé Lã

Foto enviada pelo Costeleta
Wenceslau Pinto Nunes
(O 2º a contar da direita)

CANTINHO DOS MARAFADOS



O CAIPIRA E A MULA
Com sérios problemas financeiros, o caipira vendeu sua mula por 100 reais a um outro caipira, que concordou em receber o animal um dia depois. No dia seguinte o primeiro caipira chegou e disse:
— Cumpadi, cê me discurpa mas a mula morreu.
— Morreu?
— Morreu
— Intão devorve o dinheiro.
— Ihhh… já gastei.
— Intão me traiz a mula.
— Mais o que cê vai fazê com uma mula mortaaa?
— Vou rifá.
— A mula morta? Quem vai querê?
— E só eu num fala que ela morreu, ué!
Um mês depois os dois se encontram e o caipira que vendeu a mula pergunta:
— Ô cumpadi, e a mula morta?
— Rifei. Vendi 500 bietes a 2 real cada. Faturei 998 real.
— Eita! E ninguem recramô?
— Só o homi que ganhô.
— E o que ocê fez?
— Devorvi os 2 real pra ele!

domingo, 12 de julho de 2015

QUANDO ALGUÉM PARTE


O nosso grande amigo e colega Costeleta
VICTOR MANUEL CUNHA
Partiu.
À família enlutada e a todos os seus amigos apresentamos as nossas condolências.
O corpo encontra-se em câmara ardente na Igreja de Montenegro, Concelho de Faro. O funeral realiza-se amanhã dia 13 pelas 10h00 horas.

NOTA PESSOAL_ -Uns dias antes do almoço anual, em Junho, encontrámos o Victor no Fórum, onde fora ao Jumbo fazer algumas compras, e perguntei-lhe já já estava inscrito para o almoço, a que nunca faltava. Respondeu-me que a saúde não andava bem e que já tinha ido ao hospital, não se encontrando em condições. Desejei-lhe rápidas melhoras.
O Victor fora meu colega de turma na Tomás Cabreira da Rua do Município e a notícia causou-me um enorme desgosto.
DESCANSA EM PAZ VICTOR
Rogério


CRÓNICA DE FARO


À venda o edifício do magistério

Ocorrerá no dia 10 de Julho, pelas 10 horas, a abertura das propostas de venda pelo Município do emblemático e histórico edifício, verdadeira referência da “Vila-a-Dentro”, situado nas traseiras da Sé Catedral, no vulgo conhecido pelo “Edifício do Magistério Primário”, cuja escola homónima ali funcionou desde os anos primeiros da década de 40 do século passado, havendo conhecido outras funções, entre as quais de sede primeira do Governo Civil do Distrito de Faro, antes deste passar para o palacete do Conde Alte.
Adquirido, há anos, pela Câmara Municipal de Faro à Santa Casa da Misericórdia que o recebera por legado do benemérito Domingos Guieiro e posteriormente, ante as dificuldades orçamentais da autarquia por um terreno na Lejana, junto à E.N. 2, onde vai ser erguidoo novo Lar de Idosos daquela benemerente instituição, comporta também nesta haste pública, outros imóveis e terrenos contíguos, que se estendem pelo Largo Afonso III, Ruas Rasquinho e Domingos Guieiro onde, para além de habitações, funcionaram a chamada “Escola da Sé ou Anexas” e diversos departamentos municipais.
Trata-se de uma decisão acertada, que envolve uma base de licitação mínima de milhão de euros e se destina, no seu conjunto, a “um empreendimento turístico ou habitacional”, cuja altura não pode exceder os dois pisos. Vai assim, ao que se espera e aguardando confiantes que os interessados surjam a dar resposta positiva às intenções da Autarquia Farense, recuperar todo um vasto espaço de alguns largos milhares de metros quadrados na mais nobre zona citadina, em acelerada degradação.
Importa e isso estamos certos que foi acautelado que determinadas características arquitectónicas e referênciais, caso do mediático e conhecido mirante, sejam respeitadas e que todo o projecto, quer se trata de uma bem necessária unidade hoteleira ou como conjunto habitacional, ambos de elevada qualidade, respeite o histórico espaço onde se situa e onde Faro nasceu.

João Leal

sexta-feira, 10 de julho de 2015

PEQUENOS CONTOS


LIBERDADE?

Não havia muito para pensar, era pegar nos seus pertences, colocar num saco, numa mala, e partir. Também não havia muito para levar. Pouco a pouco ele foi tirando e emalando enquanto percebia que as coisas não estavam indo bem.
Foram quase 13 anos, 13 anos de dedicação. Havia mágoa, sim havia, mas um alívio, uma sensação de medo e de liberdade, achava que não dava pra explicar. Foram 13 anos de altos e muitos baixos. Os 13 anos em que se dedicou sem retorno, tinha que os acabar.
Alfredo decidiu que aquela união não era mais pra ele, sentia que era hora de ter sua liberdade e depois de quase 13 anos, Alfredo saía desse relacionamento que havia sido mais longo que seus dois últimos casamentos.
Não houve lágrimas nem despedidas, logo Alfredo não lembraria; assim ele esperava.

Um arranjo de
Roger
(Uma história de ficção. Qualquer semelhança com factos e pessoas é pura coincidência)


informando

AEROPORTO DE FARO
50 ANOS NO DIA 11 DE jULHO

Depois de inaugurada a infraestrutura, às 09h59 do dia 11 de julho de 1965 aterrava o primeiro avião no Aeroporto de Faro, um DC-3 da então Direção Geral de Aviação Civil (DGAC), seguido de um Lockheed Super Constellation, da TAP. Estas duas aeronaves, provenientes de Lisboa, transportaram as entidades oficiais e os convidados para a cerimónia que decorreu naquele dia e que foi presidida pelo então Presidente da República, Américo Tomás.
Dois dias depois, a 13 de julho, começaram as ligações regulares (dois dias por semana) entre Faro e Lisboa. Ao fim de um ano de ter entrado em funcionamento, o Aeroporto de Faro já acumulava um movimento de 58585 passageiros.

FOTO  DA INAUGURAÇÃO (Super Constellation)
Pesquisa de
Roger