sexta-feira, 3 de março de 2017

OBRAS!


Eleições Autárquicas

Em regra desloco-me à baixa da cidade quinzenalmente, embora o faça também noutras ocasiões e sempre que se justifique.
A ida de hoje foi a quinzenal e em boa hora a fiz.
Porquê? - questionará o leitor.
Comecei por ter imensa dificuldade em estacionar o carro, porque encontrei algumas ruas da baixa em completa “revolução reparadora”: Rua Lethes, Rua de Portugal, Largo da Mota, Largo das Mouras Velhas e arredores, tudo num pandemónio.
Quero acreditar que estas obras são absolutamente necessárias. Mas, há sempre um “mas”, porquê agora?
Eureka! Eleições autárquicas em 2017! Este ano, portanto!. 
Regressei ao escritório, com o semanário Barlavento, que adquiri no quiosque dos jornais. Iniciei a leitura e na primeira página, em grande destaque e letras bem gordas, leio: “Olhão mostra planos para zona ribeirinha” e pensei:
Mais uma obras! De certeza, que esta situação se deve repetir por todos os Municípios.
Excelente trabalho autárquico dos eleitos, na recta final de quase quatro anos para cuidar dos seus espaços e dos seus munícipes…
Como eu desejava que as eleições acontecessem todos os anos!
Com tantas obras  fico a meditar sobre o rumo do meu voto.

jorge tavares
costeleta 1950/56

quinta-feira, 2 de março de 2017

ÓBITO


QUANDO UM COSTELETA PARTE

WENCESLAU PINTO NUNES
Só agora nos chegou a certeza de que este Costeleta, dos anos 40 partiu.
Era um grande artista e colaborador do nosso Blogue


E é com profundo desgosto que enviamos à família e amigos deste Grande Costeleta dos Gorjões, pêsames pelo acontecimento.

DESCANSA EM PAZ WENCESLAU

CICLO MUSICA


RAQUEL PETERS

E ALBUHERA



NO TEATRO LETHES-FARO
SÁBADO 4 DE MARÇO – 20h30
Duração: 75 min. – M/6
Bilhetes €12,50
Projeto Made in Portugal nascido no Algarve que reúne músicos de diferentes áreas como o fado, o jazz e a musica clássica, concebendo uma sonoridade única, de tendência inovadora, resgatando, porém, a tradição musical portuguesa e, resgatando, o fado. Sensível aos paralelismos e fusões são também interpretados temas de outros compositores europeus. Caminhando entre os clássicos e temas inéditos de autores e compositores portugueses, anuncia-se uma nova interpretação melódica.
==========================================================

VOZ-Raquel – BAIXO-Carlos Santos – GUITARRA CLASSICA-Manel D’Avó – PIANO-Fernando Raimundo – ACORDEÃO-Baltazar Guerreiro – PERCUSSÃO-Leonardo

quarta-feira, 1 de março de 2017


Um bonito texto da "Costeleta Poetisa Maria Romana"


“Um Misterioso Iceberg” !...



Não sei quantos, mas há muitos, muitos anos, uma frota bacalhoeira, desatracava do cais, da Estação Fluvial de Belém.
Toda a tripulação, era ela, composta por homens experientes, audazes marinheiros, alguns diziam-se de origem mediterrânea...
A despedida era muito triste, para os que partiam e para os que ficavam... Difíceis, eram também, as comunicações naquela época!
Em amplo Oceano Atlântico, os mareantes avistavam, ainda, uma nuvem de lenços brancos a acenar, ao mesmo tempo que, ouviam na imensidade do espaço, o eco que repetia incessantemente:
- “Boa viagem, Deus vos acompanhe, até à volta!...”
A frota rumava com destino ao Canadá! O tempo que levaria na viagem, dependeria do que pudesse surgir. Os perigos espreitavam a cada instante! As noites pareciam infindáveis... Até que, a certa altura, se aperceberam de que a Terra Nova não estava longe, pelas mudanças bruscas das temperaturas.
- Ventos arrebatados enfunavam as velas e atingiam as proas; surgiam os icebergs, que estavam na fase dos degelos. Ondas alterosas e a bruma, a grande inimiga dos navegantes, dificultando-lhes a visibilidade, mas, com a ajuda de Deus, tudo ia sendo ultrapassado...
Numa manhã muito fria, a frota alcançava o termo do percurso...
Agora, o trabalho iria ser árduo. A Pesca do Bacalhau seria, sem sombra de dúvida, uma verdadeira aventura!...
Tudo estava a postos- Descidas as amarras, a frota fundeava ao largo do Oceano; a azáfama a bordo não parava. Arreavam-se os dóris; cada barco, comportava uma equipa de três a quatro homens.
Em seguida, dirigiam-se para os Bancos... aí preparavam os cercos; anzóis no mar e os insaciáveis bacalhaus induzidos pelo engodo, não se faziam esperar...
O tempo passava, os porões abarrotavam e os incansáveis escaladores não tinham mãos a medir. Seguia-se a salga, depois a secagem. Tudo era feito ao mais ínfimo pormenor!
De vez em quando as actividades piscatórias tinham de ser interrompidas, quando o mar não favorecia, ou pela terrível brisa, frios que os pescadores não conseguiam suportar.
Havia meses que eles mantinham a dura labuta, sujeitos a problemas de vária ordem... Apesar dos contratempos, a safra tinha sido bastante generosa e a faina chegava ao fim.
A Companha preparava-se para a viagem de regresso, mas antes, iria em terra, comprar algumas recordações para familiares e amigos.
Finalmente, o dia aprazado para a partida!
No cais, lá estavam os amigos e alguns camaradas, que ficavam por lá, para lhes desejar boa viagem.
Navegavam, em pleno alto mar, quando ao fim do segundo dia, quase ao escurecer, desencadeava-se uma enorme tempestade! O firmamento e o mar assemelhavam-se a mantos negros; os navios andavam em remoinho e as velas despedaçavam-se, com as fortes rajadas de vento. Relâmpagos fosfóricos cruzavam o espaço, seguidos de estrondosos trovões...
Os pescadores mal diziam a sua sorte e, na maior aflição elevavam ao céu as mãos postas em cruz, numa fervorosa súplica:
-  “Senhor, salva-nos! Nossa Senhora dos Navegantes, encaminha-nos para bom porto!”
Estavam na iminência de naufragar!... De repente, como por milagre, um clarão iluminava um rochedo, de grandes proporções, ao mesmo tempo que, uma força oculta, detinha toda a frota, ficando esta, completamente estática. A gigantesca falésia estendia-se às embarcações e nela havia umas reentrâncias, espécie de degraus, formando uma escadaria.
Os Arrais pediam aos seus homens muita coragem pois, iriam subir até ao cimo do monstruoso rochedo...
Assim aconteceu! Alcançado o ponto mais alto, viram com surpresa, uma pequenina ermida na qual se encontrava sobre uma mísula, a Nossa Senhora dos Navegantes, com o Menino Jesus no regaço... Todos ajoelharam e, perante as belas imagens, rezaram, agradecendo as suas vidas.
Agora mais confiantes, acomodavam-se o melhor que lhes era possível e ali esperaram que a procela se afastasse completamente. Aquela luz intensa, também se manteve, como farol, até o vendaval se ausentar.
A aurora despertava, o mar começava a ficar sereno e os homens desceram às embarcações, sem problemas!
De novo a bordo, mas preocupados, verificaram os danos causados pela tempestade e, como não tinham outra alternativa, voltaram ao ponto de partida, para consertarem as três embarcações, da respectiva frota...
Passados alguns dias, a navegação recomeçava, cautelosamente. À medida que se aproximava do local, onde se encontrava a imponente falésia, que tinha sido porto de abrigo dos pescadores, viram em seu lugar, um majestoso Iceberg. Tudo era tão misterioso!...
Fosse o que fosse, eles tinham sido salvos, graças à Divina Providência, por isso, fizeram uma breve paragem em sinal de agradecimento pelo bem-recebido! Nesse preciso momento, surgiam três enormes baleias que se abeiraram da frota, depois colocaram-se, como guias, à frente de cada embarcação... E a viagem decorrera sem qualquer incidente.
Os navios –São Cristóvão, São Pedro e Neptuno atracavam no cais, de terra portuguesa. Enquanto todo o cenário se desenrolava, os robustos animais que os acompanhavam, desapareceram tão misteriosamente, como surgiram. Mas, de uma coisa os pescadores tinham a certeza, a bordo, traziam o fruto do seu trabalho e, ainda, nas suas mentes, a mais insólita estória para contar!...


Maria Romana

POSTAL ILUSTRADO


QUEM SE LEMBRA?

FOTO TIRADA EM MAIO DE 1949


ARRAIAL DA ARMAÇÃO DO ATUM
PRAIA DE FARO - RIA FORMOSA

Observam-se, à esquerda, bem enfileirados, os 6 barracões
que abrigavam os "companheiros" e suas familias

ÓBITO


QUANDO UM SÓCIO COSTELETA PARTE


FERNANDO DA SILVA CORREIA
"PARTIU"

À família enlutada e a todos os seus amigos enviamos o nosso profundo desgosto

DESCANSA EM PAZ FERNANDO





segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

CICLO DE MUSICA


Recital no Teatro LETHES – COISAS QUE A GENTE SENTE
EM FARO - DIA 3 DE MARÇO – 20h30

Rão kyau
    e Custódio Castelo
                                      
O flautista apresenta temas como “Depois de Um Sonho” e “Na “Planície” entre outros  conhecidos do musico, que aproveitará para divulgar algumas composições inéditas. 70 minutos M/6

Bilhetes €12,5



PARABÉNS A VOCÊ

MARÇO                          ANIVERSÁRIOS

4 – Dr. Jorge Fernandes Andrade Monteiro. 5 - Maria Elete Teófilo Lopes Dias No­bre; António José Valente Viegas;  Mário Joaquim Marvão Gordilho Zambujal. 6 - Francisco Ma­nuel Leote Marques; Carlos dos Santos Vasques; Maria Lisete Faustino Alves Pires. 7 - Maria Luísa Guerreiro Barroso. 8 -  Edménio Guerreiro Madeira Caetano. 9 – Maria Luisa Baptista dos Santos da Velha. 10 - Firmino Correia Cabrita Longo. 17 - Maria da Nazaré Romão Santos; Maria Videlmina Rosa Santos. 19 - José Ma­nuel Martins Molarinho. 20 - Lucília Jesus Rodrigues Vieira. 21 - José Alberto Figueira Guerreiro; Horácio António Rosa da Cunha. 22 - Otílio Fernandes Correia Dourado;  Maria Madalena Guerreiro Chumbinho; José Maria Coelho Adrião. 23 - Teodósio Vairinhos da Silva.  25 - Maria da Encarnação Marreiros Alves. 26 - Osvaldo Santos Agostinho; José Vitorino C. Neves do Arco. 28 - António Pires Guerreiro Nicolau; Maria Celina Pontes Gonçalves Filipe. 30 - José Maria Ferreira Delgado; Ludgero Paquete Rocha.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

CANTINHO DOS MARAFADOS


UM SERVIÇO ATRIBULADO


Jorge Gancho estudara na Tomas Cabreira. Acabou o curso e passou a dirigir administrativamente os negócios do padrinho que, ali no Rio Seco, dedicava-se à criação de porcos. Naquele dia o Jorge chamou os empregados Diogo e Narciso para carregarem os leitões da pocilga número cinco na pequena camioneta e fazerem a entrega ao cliente de Paderne. A manhã estivera chuvosa, mas, depois do almoço, o tempo levantara e o dia estava solarengo.  
Pouco depois de terem partido e cerca de Almancil avistaram na estrada, pedindo boleia, um padre segurando um cabrito. O Diogo, condutor da viatura, e que não pode ver um servo de Deus em dificuldade, parou prontamente o camião para ver se poderia ajudar aquele santo homem. O padre caminhou até à janela e explicou que precisava levar o Calisto, que era o nome do bode, ao assador de leitões de Paderne. Que o motorista do autocarro não permitira que o Calisto subisse a bordo, nem pagando a respectiva passagem. Que achava um despropósito porque o animal era sossegado não conseguindo convencê-lo por ser teimoso. O Diogo respondeu dizendo que não se mortificasse porque era precisamente ao assador de Paderne que iam entregar os leitões e podiam levar o Calisto. O padre desfez-se em agradecimentos. Em seguida despediu-se e aproveitou para tomar o autocarro que nesse momento passava. Da porta da viatura, porque reparara que levavam um garrafão no camião, recomendou:
- Ah! Não dêem bebida alcoólica ao Calisto que ele fica muito excitado.
E as complicações começaram.
Quando o Narciso abriu a parte de trás da viatura para meter o Calisto, os leitões assustaram-se com o novo companheiro de viagem e puseram-se a correr em debandada para fora da viatura espalhando-se pelo mato.
Pegar leitão no mato não deve ser das coisas mais invejáveis e correr atrás de leitão sujo de lama é difícil porque ficam escorregadios. O Diogo e o Narciso perderam mais de uma hora para recolher toda a porcalhada. O novo proprietário não iria ficar nada satisfeito com a mercadoria em estado deplorável. O Narciso alertou o facto e o Diogo respondeu que o fundamental era entregar os doze animais ao comprador sãs e salvos.
Aquela correria encheu-os de sede. O Narciso pegou no garrafão da aguardente de figo que sempre os acompanhava. O Diogo bebeu meia caneca porque era o condutor e foi para o volante. O narciso bebeu uma caneca e, olhando para o Calisto nota que o observa com olhar de carneiro mal morto e pergunta:
- Também queres?
E deu-lhe uma caneca porque não ouvira o padre dizer para não darem bebida alcoólica ao Calisto.
O Calisto fica excitado e corre atrás dos suínos para agarrar algum.
Depois de muito trabalho o Narciso conseguiu atar o calisto na grade da viatura.
E voltaram à estrada.
Mais adiante o Diogo vê uma linda moça, toda decotada e com a saia puxada, mostrando o pernão, pedindo boleia na berma. O Diogo, com os olhos em bico, trava o carro junto da moça. Ela veio rebolando as ancas e, junto da janela, pergunta com voz meiga, e um sorriso convidativo, se passariam pela igreja de Boliqueime. O Diogo respondeu que sim e disse ao Narciso para abrir a porta de forma que ela entrasse e se espremesse no meio dos dois.
A moça sorriu satisfeita, dirigiu-se para uma moita na berma e berrou:
- Podes vir avó! Estes otários levam-te!
Acto continuo e detrás da moita aparece uma velha carregando um baú de madeira.
A moça olha para o Diogo e grita:
- Deixa-a à porta da igreja de Boliqueime!
De seguida, dirige-se atrás da moita e aparece sentada numa mota gritando:
- Ah! e não a deixem beber aguardente porque fica excitada!
Acelerou e sumiu-se na estrada.
O Diogo e o Narciso olham-se com admiração e espanto e, sem pronunciarem qualquer comentário, deixam entrar a velha e retomam o caminho com o baú junto dos leitões.
Deixaram a velha no largo da igreja de Boliqeime e retomaram para Paderne.
Quando entregaram a carga no destino tiveram que pedir desculpa ao comprador dizendo que a grade se abrira e os leitões fugiram para o mato com grande dificuldade em os recuperar.

Um arranjo de Roger


PS: - Qualquer semelhança com pessoas da vida real é mera coincidência. Escrito sem o acordo ortográfico. Verdade ou ficção?

sábado, 25 de fevereiro de 2017

O CARNAVAL NO ALGARVE


carnavais
À ALGARVIA

Uns mais humildes, outros mais sofisticados, há carnavais para todos os gostos.

ALTURA
    - Carros alegóricos;
FARO
     - Desfile infantil de 1300 alunos;
LOULÉ
     - Com o título alegórico da "Geringonça"
     - Carros alegóricos e Samba;
OLHÃO E MONCARAPACHO
     - Desfile infantil e batalha de flores no                   centenário de Moncarapacho;
PORTIMÃO
     - O famoso assalto de Carnaval;
SÃO BRÁS DE ALPORTEL
     - Marcha corrida de Carnaval;
TAVIRA
     - Bailes de máscaras;
VILA REAL E MONTE GORDO
     - Bailes de carnaval.
Isto é o principal
Divirtam-se

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

IDEALIZANDO


A LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Não era minha intenção, “jamais…!”(1)
As formigas que encontram no seu caminho um filósofo morto podem utilizá-lo bem. Se o exemplo é chocante é minha intenção que o seja. Verifica-se que a liberdade de expressão constitui, por vezes, uma maior ameaça para uma ideia mesmo acriançada. Mas que fazer quando se escreve um facto importante, uma crónica de factos passados, em que uma torrente de impropérios abafa os factos e os ditames da verdade ficam abafados num barulho impio?
Não tenho quaisquer ilusões. Receio que não me leiam porque não há autoridade universal que imponha o conhecimento pela leitura. Não estudei filosofia nem é minha intenção erguer-me acima daqueles que escrevem neste “Blogue”. Estou sempre na base de um “tem naquele tempo” e seguro de mim próprio na transcrição dos factos. E subi como formiga. Convenhamos que é parte da  história duma formiga. O problema não é moral é cognitivo. A noção de que carrego dentro de mim antiga “besta” que transporta no dorso uma razão moderna, mas recordando o passado… é uma pastilha de mitologias primitivas. A psicanálise ministra a verdade de uma maneira infantil, ou seja, acriançada: dela aprendemos, rude e apressadamente, coisas que nos escandalizam e que dominam a nossa atenção. Assim, a psicanálise é, em primeiro lugar, pretensiosa e, todo o drama da existência se desenrola entre a sordidez e a sublimação em que o esforço civilizado a pode transformar.
Aproveito este tema “Liberdade de Expressão” para exteriorizar o meu acabamento desta pequena crónica, escrita ao sabor da idealização do pensamento, para colocar a tampa na esferográfica…

Arranjo idealizado do
Roger

Costeleta dos anos 40
(1) Em Francês

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

LANÇAMENTO DE LIVRO


«QUINTA FEIRA E OUTROS DIAS» NOVO LIVRO DO “COSTELETA”
ANÍBAL CAVACO SILVA

No Centro Cultural de Belém, em Lisboa e com apresentação do próprio autor, foi apresentado um novo livro do “Costeleta” e nosso presado colega Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva, que exerceu altos cargos políticos, entre os quais o de Presidente da República e intitulado desta feita «QUINTA FEIRA E OUTROS DIAS».
………………………..
O Prof. Dr. Aníbal Cavaco Silva, natural de Boliqueime (Loulé) e que foi aluno da Escola Tomás Cabreira, em Faro,
……………………….

João Leal