quarta-feira, 12 de abril de 2017

26º ANIVERSÁRIO COSTELETA


MAIS FOTOS DO ALMOÇO ANIVERSÁRIO

E

ENTREGA DO PRÉMIO MELHOR ALUNO 2015/2016

BOLO DE ANIVERSÁRIO
COSTELETA



Pioneiros, Criadores da Associação, PRESENTE!   -   O Repórter/fotógrafo já estava de pé

Pioneiros, criadores da Associação, PRESENTE
 O Patrono, do Prémio Melhor Aluno 2015/2016, no uso da palavra, agradece.

O BOLO

Aguardando o café

Aguardando

Avó, Aluna, Avó e Presidente

Pai, Aluna, Mãe e Presidente

Irmão e Aluna

Avó e filho (Pai da Aluna)

Aguardando o canto dos parabéns

idem

A neta do Fernando Palminha, já vai gostando...

 Cantando os parabéns. Diretora, Aluna, Patrono e presidente

Todos batem palmas enquanto a Aluna apaga as velas

E a neta do Palminha também repete assoprando

 A Aluna, com a faca na mão..., prepara-se para cortar o bolo.

E começa a cortar.

FIM DA REPORTAGEM FOTOGRÁFICA DO ROGER  -  Até pró ano...!!!


ALMOÇO ANIV. COSTELETA E PRÉMIO MELHOR ALUNO




                                                Jorge Tavares


Isabelinha e restantes membros da Direcção,
Há bastante tempo que não participava num almoço da nossa Associação, em que me sentisse tão bem.
O elevado numero de presenças seria suficiente para o meu bem-estar.
A amizade e solidariedade partilhada durante o almoço foi um momento muito bonito, fazendo jus também às caras bonitas das costeletas presentes.
Quando terminou o almoço e me despedi de "todos ", já tinha saudade de nos voltarmos a juntar.
Muito obrigado Isabelinha e até Junho.


 
 


terça-feira, 11 de abril de 2017


26º ANIVERSÁRIO DA ASSOCIAÇÃO 
DOS ANTIGOS ALUNOS 
DA ESCOLA TOMÁS CABREIRA
E
PRÉMIO MELHOR ALUNO
2015/2016
"PROFESSOR FRANCISCO  ST.AUBIN
Alguns dos pioneiros da nossa Associação







A Presidente Isabel Coelho dá as boas vindas a todos os presentes especialmente aos criadores em 2 de Abril de 1991 da nossa Associação de Costeletas, que deslocaram de vários pontos do país. E dá início à entrega do "PRÉMIO MELHOR ALUNO - PROFESSOR FRANCISCO XAVIER SILVA ST, AUBIN 2015/2016"
Esta senhora também é pioneira da criação da nossa Associação. Esteve presente na escritura e convívio na Cassa do Algarve em Lisboa

Professora Diretora da escola, Ana Paula falando sobre a aluna premiada




E recebe os prémios


A aluna agradece



 O Patrono do prémio Francisco Xavier Silva St. Aubin, homenageado.

 A Presidente apresenta o Jornalista e Costeleta João Leal para falar sobre o Patrono.

 O Patrono e João Leal


segunda-feira, 10 de abril de 2017

FOTOGRAFIAS DO ANIVERSÁRIO DA ASSOCIAÇÃO


REPORTAGEM FOTOGRÁFICA DO ROGER




26º ANIVERSÁRIO DA ASSOCIAÇÃO 
DOS ANTIGOS ALUNOS 
DA ESCOLA TOMÁS CABREIRA


NA CANTINA DA ESCOLA
















Alguns dos pioneiros da nossa Associação, Carapeto, Piloto e Felix, á direita




Fotos não editadas.


RUA PROFESSOR UVA EM S.BRÁZ



RUA PROF. JOSÉ DE SOUSA UVA JR. EM SÃO  
BRÁS DE ALPORTEL








Figura carismática da prestigiada e rica história da Escola Tomás Cabreira o sempre lembrado mestre que foi o Professor José de Sousa Uva Jr. passou a ter o seu nome na toponímia de São Brás de Alportel, sua terra natal. Esta merecida homenagem, que nos toca a todos nós «costeletas» foi assumida em reunião do Executivo Autárquico Sambrazense, por proposta da Comissão Municipal de Toponímia, figura no novo arruamento transversal à Rua António R. Silva na sede do concelho da serra algarvia, de onde são naturais tantos nossos colegas em sucessivas gerações.
O Professor José de Sousa Uva Jr. foi Diretor da Escola Tomás Cabreira entre 1939 e 1943, aqui havendo lecionado várias disciplinas (francês, noções de comércio, direito comercial, economia política, etc.) o que o levava a afirmar «sou pau para toda a obra», exercendo a carreira docente durante várias décadas, com milhares de alunos.
Participou em França, como oficial miliciano na I Grande Guerra, foi Vice - Presidente da extinta Junta Geral do Distrito de Faro e Procurador, pelo Ensino Técnico ao Conselho Provincial do Algarve, poeta emérito de que a Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira editou um livro com a coletânea de algumas das suas composições e sobretudo considerado como um dos melhores autores algarvios no género poético da gazetilha, bem como músico de reconhecidos méritos (caso do corridinho «estão verdes ... »).
A apresentação pública da nova designação Rua Professor José de Sousa Uva Jr., tal como da «Rua Professora Teresa Júdice Gamito», que foi prestigiada investigadora e professora da Universidade do Algarve, decorreu durante uma sessão promovida pela Câmara Municipal de São Brás de Alportel no Centro Explicativo da Calçadinha, naquele concelho.
 

JOÃO LEAL
 
 






QUANDO A POESIA ACONTECE



Data: Faro, 10-04-2017

De: Elos Clube de Faro - Associação Cultural
    "Em defesa da Língua e Cultura Portuguesas"

Prezados Companheiros e Amigos,

Próxima quarta-feira, dia 12 de Abril, pelas 17,30h ,
na Biblioteca Municipal - "Quando a poesia acontece" sob o tema:

"Amigo
Maior que o pensamento
Por essa estrada amigo vem..."

- José Afonso

* Poesia embalada pela voz de Rosinda com música de Luciano
Vargues


Espero por vòs.

Cordiais saudações elistas.




Dina Lapa de Campos
Presidente da Direcção do Elos Clube de Faro


sábado, 8 de abril de 2017

COCTAIL DE TAPAS... Histórias de ficção

ao.

O advogado do réu



Um réu estava sendo julgado por possível  assassinato duma rapariga.
 
Havia fortes evidências sobre a sua culpa, mas o cadáver não fora encontrado.
 
Quase no final da sua sustentação oral, o advogado, temeroso de que seu cliente fosse condenado, enfrentou o Júri e tentou o seguinte truque:
 
– Senhoras e senhores do júri, eu guardei para o final da minha sustentação uma surpresa para todos vocês. Olhou para o relógio. Fitou o Júri e exclamou:

– Dentro de um minuto, a pessoa que presumivelmente foi assassinada, neste caso, entrará neste tribunal.
 
E voltou-se para a porta.
 
Os jurados, surpresos, e admirados, voltaram-se olhando para a porta.
 
Passou um minuto. A porta continuou fechada. O advogado, então, completou:
 
– Na realidade, eu falei e todos vocês olharam com expectativa. Portanto, ficou claro que vocês têm dúvida, neste caso, se alguém foi de facto morto. Por isso, insisto para que vocês considerem o meu cliente inocente.
 
Os jurados, visivelmente surpreendidos, retiraram-se para a decisão final.
 
Algum tempo depois, o júri voltou e pronunciou o veredicto:
 
– Culpado!

O Advogado levantou-se e exclamou:
– Mas como? – Vocês estavam em dúvida, eu vi todos vocês olharem fixamente para a porta!
 
E o porta-voz do júri esclareceu:
 
– Sim, todos nós olhamos para a porta. Exceto o seu cliente...



Mais uma TAPA do Roger

FUTUROS DEPUTADOS?


JOVENS «COSTELETAS» NA ASSEMBLEIA DA 

REPÚBLICA
    
Dois alunos da Escola Secundária Tomás Cabreira, a «nossa querida Escola», - o Francisco Go­mes e a Carolina Domingos, marcaram presença no Parlamento dos Jovens, que aconteceu na Assembleia da República, nos dias 8 e 9 de Maio, com a participação de 60 jovens estudantes do ensino secundário de todo o País. Esta ação é uma iniciativa da Assembleia da República, em parceria com o Ministério da Educação e o IPDJ (Instituto Português do Desporto e da Juventude) e visa «in­centivar o interesse da juventude pela participação cívica e política)).
A eleição, no Algarve, do Francisco e da Carolina, decorreu durante a sessão distrital do «Par­lamento dos Jovens», que ocorreu na sede do IPDJ, em Faro (paredes meias com a Tomás Cabreira) e na qual estiveram em debate os 40 anos da Constituição da República Portuguesa e do Poder Autár­quico. A Constituição que temos e a Constituição que queremos e onde foi expresso que «os jovens algarvios (nos quais se incluem os dois jovens «costeletas») demonstraram uma grande capacidade de instrução, de reflexão e de espírito crítico na defesa das suas ideias, denotando já uma maturidade apreciável».
 
Parabéns aos nossos colegas de agora e que esta experiência como parlamentares lhes abra perspetivas de novos êxitos. Mais uma vez a Escola Tomás Cabreira foi prestigiada.
 
JOÃO LEAL
 
 




sexta-feira, 7 de abril de 2017

6ª GALA DE FADO - TEATRO LETHES


6ª GALA DE FADO
AFA – ASSOCIAÇÃO DE FADO DO ALGARVE
SÁBADO 8 DE ABRIL | 21H30 | 90 m. | M/6
Bilhetes: € 8

Esta 6ª edição apresenta um espectáculo em que o “pano de fundo” será, como não poderia ser, o Fado. Vários fadistas e guitarristas decerto proporcionarão uma noite diferente em que o nosso património imaterial da humanidade sairá valorizado. Esta Associação de Fado do Algarve tem como objectivo a promoção do debate e ação cultural com incidência na vertente do fado e tudo o que faz parte da sua essência; promove encontros, saraus, debates e outras actividades que julga serem úteis para a promoção e divulgação do Fado.


Cedência da sala-CMF.

CRÓNICA DE FARO


30 de março de 1957, uma data histórica para o Algarve
OPINIÃO de JOÃO LEAL

Completa-se hoje o 60º aniversário de publicação “Jornal do Algarve”, uma efeméride que consideramos da mais significativa e referente valia para a história da nossa querida região no nosso tempo. Com efeito foi nessa data já distante seis décadas que veio para a rua, concretizando sonhos, projetos, anseios e reivindicações que, muitas delas, ainda hoje são punhais atravessados no presente algarvio, que surgiu o “Times”, como tão orgulhosa como efetivamente o mentor e operário nº1, o sempre presente na lembrança e na saudade, José Barão, o designava o novo semanário. Em tempo de parabéns, de um balanço da maior positividade em torno do “deve/haver” do feito e do alcançado, a canção e o hino de felicitações elevado é o reafirmar enquanto vida se houver, de prosseguir a sua publicação e de se cumprir até à exaustão, numa comunhão de propósitos e de determinações assumidas de que o ensejo à beira da morte expresso pelo fundador, na Casa de Saúde das Amoreiras em Lisboa: “Não deixem morrer o Jornal do Algarve!”.
Prestamos-lhe o tributo da nossa admiração e de gratidão pelo exemplo que nos legou e pela forma como nos ensinou a amar e a viver mais e mais a Região Mãe, no mesmo círculo envolvendo de citação aleatória, todos quantos ao longo de sessenta anos tal desígnio têm tornado possível esse pedido, muitos dos quais já nos deixaram recordando o nome dos restantes fundadores, verdadeiros “sete cavaleiros de lutar em busca de um futuro melhor para a terra do Sul e do Sol”, uma plêiade indomável unidos pela amizade construida “meninos e moços”, depois alvo de desvios vários e por essa devoção ao Algarve – José Barão, Manuel Rodrigues Álvares, Emílio Diogo Costa, Manuel da Silva Domingues, José Alves Mestre e Sebastião Santos da Silva.
Várias gerações se têm cruzado no “Times e no viver das mais diversificadas ações e empenhadas missões (jornalismo, direcção, administração, revisão, dobragem e envio, etc), em tudo quanto o fazer um jornal sério, honesto e independente comporta e é nesse caldear de “ser Algarve”, irradiado, como o seu mediático faro, o tem feito, um caminho de luta, de esperança, de dignidade.
Na direção difícil e a exigir, como vezes várias o fomos testemunha, uma devoção autêntica, sucedeu a José Barão, o seu filho e então jornalista, António Barão e depois, sem qualquer propósito cronológico, entre outros, penitenciando-nos por qualquer omissão: José Manuel Pereira, José Cruz, José Lança, e, no hora de hoje o, tal como os seus antecessores Fernando Reis, gente que bem merece a nossa admiração e o sentido granto de quem houve ou há a coragem de, a todo o instante, dar o corpo e alma ao sacrifício, à generosidade e ao trabalho em torno da Terra mãe e dos outros homens, “pela justiça, pela liberdade e pela franternidade”.
Mais que todas as palavras que se possam escrever nesta hora e nesta data em que se assinalam os sessenta anos de “Jornal do Algarve”, extraímos, do primeiro editorial (“expor-se a razão da sua vinda ao mundo…”) estas frases tão proféticas quão verdadeiras e de uma realidade atual perene: “Não nos move o interesse material tão este podia fazer parte dos nossos cálculos, mas tão somente continuar a servir o Algarve, a linda província onde nascemos!”

João Leal

terça-feira, 4 de abril de 2017

COCTAIL DE TAPAS... Histórias de Ficção








CARMELA
 

Carmela era uma moça espampanante e atiradiça. Mesmo quando acompanhada de sexo oposto não disfarçava nem se inibia de procurar à sua volta com olhar apelativo a atenção de outra companhia masculina. Quem era o homem que lhe resistia? Podemos pensar que carmela tinha, por instinto, o prazer de conquistadora sexual.
Um dia, num café da nossa praia, sem ficar admirado, e a tomar uma bica com Carmela, notei que ela não disfarçava o olhar de um rapaz bem vestido e que se sentia comprometido com os olhares lânguidos e sorridentes que Carmela lhe investia. Devo acrescentar que Carmela além de uma bela mulher tinha as curvas todas no seu lugar. Era um espanto!
Percebendo o que se passava, chamei-lhe a atenção para o facto de ter assuntos a tratar. Despedimo-nos e, com o à vontade que nos caracterizava a amizade, disse - lhe que gostaria de saber o resultado da "conquista". Sorriu prometendo.
Cumpriu.
E é na terceira pessoa que relato esta aventura amorosa de Carmela. Ela preferia rapazes novos nas suas conquistas amorosas sexuais.
Naquele dia, naquele café da praia, lançou aquele seu olhar especial de "carneiro mal morto" sobre um jovem que se encontrava numa mesa ao lado a tomar uma imperial. Carmela tirou um cigarro do maço e, sempre sorrindo para o rapaz, levantou-se e dirigiu-se à mesa do moço e,
- Pode dar-me lume, por favor?
Carmela inclinou-se demasiado perante o jovem de maneira a que o seu decote ficasse exposto a cerca de um palmo dos olhos do rapaz. Decote que cobria pouca coisa. Um decote que se abria até o Umbigo ... O moço atrapalhou-se para procurar o isqueiro. Enquanto isso ela rasgava um sorriso convidativo colocando a mão no ombro do rapaz para se apoiar. Ruborizado e atrapalhado o moço não conseguia acender o isqueiro. Carmela sentiu que o ataque fora conseguido.
A noite tinha despontado. Carmela, sempre com aquele sorriso malandro, sentou-se ao lado do rapaz.
- Convidas-me para jantar.?
Depois de uns copitos de vinho tinto bem regados no jantar, e conversa adequada, Carmela conseguiu que ele aceitasse um drink em sua casa. Quem não aceitava?
Em casa Carmela não perdeu tempo. Atirou-se a beijar e abraçar o moço para o colocar em "ponto de rebuçado", enquanto o ia despindo e empurrando para o quarto. E o moço ficou no "ponto", sem vontade própria. E ela ficou senhora da situação, fez o que quis daquele boneco sem vida caído nas suas mãos. Naquela noite não lhe deu descanso ficando vitoriosa em todos os assaltos sexuais.
E, na continuidade dos dias e do tempo, o moço descobriu que a excitação daquela mulher o subjugou, era uma coisa superior à sua vontade. Comprava-lhe tudo. Oferecia-lhe tudo.
O tempo passou.
Encontrei-me com Carmela na Gardy, no centro de Faro.
Contou-me a história com um sorriso malandro nos lábios. Não lhe perguntei o que tinha acontecido ao rapaz porque percebi que aquele sorriso malandro era dirigido para uma mesa ao lado ...

Uma tapa do Roger