segunda-feira, 1 de julho de 2024
FALECIMENTO
HOMENAGEM DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA ESCOLA TOMÁS CABREIRA AO CASAL ISABEL COELHO E ROGÉRIO COELHO
HOMENAGEM
A minha saúde não me permitiu estar presente no almoço de 22 de Junho da Associação Costeleta.
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PEQUENA RESENHA HISTÓRICA:
Sempre estive em todos desde a sua criação, Faro e Lisboa. Secretariei cinco Presidentes Costeletas, sempre como eleito pelas respectivas Direções. Quando o saudoso Professor Franklim deixou de fazer o “Jornal O Costeleta”, a Direção nomeou-me seu substituto. Em Maio de 2007 criei o atual Bogue que a direção aceitou como “blogue Costeleta”. Foi com satisfação que trabalhei estes anos todos com a “Associação dos Antigos Alunos Costeletas da Escola Tomás Cbreira”.
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E foi com satisfação que soube da homenagem que a Direção pretendia fazer ao casal costeleta: “Isabel Coelho e Rogério Coelho”. Da minha parte:
“UM ABRAÇO DE AGRADECIMENTO”
Rogério de Sousa Coelho
quinta-feira, 27 de junho de 2024
NOTÍCIAS. DO TURISMO ALGARVIO
O Zoomarine ((Guia - Albufeira) apresenta este ano, como inovação, o escorrega «cataratas do Iguaçú».
Reabriu, em Aljezur e por iniciativa do Município, o Museu - Adega, um projecto datado de 1952.
A Câmara Municipal de Albufeira, face aos recentes distúrbios verificados na Rua da Oura deliberou aprovar o «Código de Conduta».
«Turismo Criativo» foi o tema de um conjunto de conversas, workshops e exposições promovidos pela Câmara Municipal de Lagos e com organização da empresa «Turismo Responsável».
Com uma extensão de mil metros quadrados decorreu junto à Marina de Albufeira mais uma edição da «Feira de Caça, Pesca, Turismo e Natureza».
Em Vila Real de Santo António e Monte Gordo disputou-se a «Copa do Guadiana» em que participaram 5 mil jovens representando 282 equipas e que motivou forte ocupação hoteleira.
Dois novos restaurantes - o Tinto Vale do Lobo e o Doce Vale do Lobo e que são espaços de homenagem ao património agrícola, pesqueiro e a panificação do Algarve.
A Câmara Municipal de Loulé deliberou a cobrança, a partir de Novembro, da taxa turística, no valor de 2 euros / noite na estação alta e que se prevê atinja os 4,6 milhões de euros / ano.
É de 53 milhões de euros o investimento do hotel de luxo a construir na Praia Verde (Castro Marim) e cuja primeira pedra já foi lançada. Prevê-se possa abrir em Maio de 2027.
JOÃO LEAL
FARO ANIMADO E FRATERNO «ALMOÇO DE VERÃO» DOS COSTELETA
Interrompidos com o surto da pandemia do covirus, voltaram a ter lugar, os tradicionais ««almoços de Verão dos Costeletas», reunindo largas dezenas de antigos alunos e professores da Escola Tomás Cabreira e dos que a precederam (Escolas Pedro Nunes, Serpa Pinto e Industrial e Comercial de Faro.
A Direcção da AAAETC (Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira), presidida pelo dedicado Florêncio Vargues, reatou assim tradição, que proporcionou horas de convívio, de alegria e do recordar de tempos idos.
O repasto decorreu nas próprias instalações escolares, onde na cantina foi servido o almoço, sempre acompanhado pela excelência da música interpretada pelo exímio pianista Vítor e que foi precedido por palavras do Presidente Directivo pedindo um minuto de silêncio em memória dos «costeletas» falecidos.
No período das intervenções foi prestada uma significativa homenagem ao casal Isabel e Rogério Coelho, grandes mentores desta Associação que, durante décadas desenvolveram um trabalho louvável em prol da mesma, sendo entregue uma placa alusiva ao acto, o que mereceu palavras de reconhecimento da homenageada, que justificou a ausência devido ao estado de saúde do cônjuge. Usaram da palavra os presidentes da Direcção, Florêncio Vargues e Joaquim Teixeira, presidente da Assembleia Geral, que destacaram o pleno significado deste encontro, encerrando o Prof. Eurico Bárbara (membro da Direcção Agrupamento Escolar Tomás Cabreira, docente no mesmo e dirigente da AAAETC).
Seguiu-se o habitual «bailarico», recordando tempos idos.
Durante o convívio foi distribuído o nº 143 do boletim «O Costeleta», fundado há 32 anos pelo sempre saudoso Prof. Franklin Marques.
João Leal
segunda-feira, 24 de junho de 2024
CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL
CORONEL MANUEL AMARO BERNARDO, UM FARENSE ILUSTRE MILITAR E INTELECTUAL
Foi pelos jornais que tivemos conhecimento da morte de um ilustre conterrâneo, que, a par de um notável militar houve-se também como um ilustre escritor com mais de uma dezena de livros publicados, para além de abundante colaboração dispersa pela Imprensa Diária e Especializada.
O Coronel de Infantaria Manuel Amaro Bernardo, na situação de aposentado, desde o ano de 2019, é um nome inapagável no Portugal de Hoje, que nasceu em Faro, a 28 de Março de 1939. Ingressou na Academia Militar e esteve na Guerra em 1961 em Angola e como Capitão, em Moçambique (1973), onde aderiu ao «Movimento dos Capitães» e portanto à «Revolução dos Cravos». Opondo-se à forma como a gestão do País acontecia, assume-se no espírito do 25 de Novembro de 1975, quando prestava serviço no Regimento dos Comandos, na Amadora e aí teve um papel de primeiro plano na instauração do Portugal Democrático.
Dedicou-se, com invulgar interesse e um espírito de verdade à investigação histórica do Portugal Contemporâneo, estreando-se com uma obra que foi best-seller durante seis semanas: «Marcello e Spínola: a ruptura; o Portugal de 1973/ 74».
A quando do «25 de Abril» estava a leccionar na Academia Militar e fez o Curso de Ciências da Informação na Universidade Católica Portuguesa. Sob o pseudónimo de Manuel Branco assina o livro «Ser comando no eixo da Revolução - 1975/76». Em 8 de Setembro de 2019 a Câmara Municipal de Faro concedeu-lhe a «Medalha de Ouro», sendo ainda portador de várias distinções militares.
Era um oficial distinto do Exército Português e um Investigador Histórico de enorme valia, que amava dedicadamente a «Terra Mãe», como tive o ensejo de o comprovar através de correspondência trocada e do encontro ocorrido no Jardim Manuel Bivar.
Morreu o Coronel Manuel Amaro Bernardo, um farense de primeira estirpe!
quinta-feira, 20 de junho de 2024
CRÓNICA DE FARO. JOÃO LEAL
3ª FEIRA, 26, 43º ANIVERSÁRIO DA ARPI
É já na próxima 3º feira, dia 25 de Junho, que se completam 43 anos sobre a constituição da ARPI (Associação dos Reformados, Pensionistas e Idosos do Concelho de Faro), uma data relevante para a vida concelhia pelo que representa de acção social, fraterna e cultural desenvolvida durante mais de quatro décadas.
É evidente, e como é geralmente reconhecido, trata-se de uma das mais dinâmicas IPPS (Instituição Privada de Segurança Social) não só de Faro, como do Algarve e do próprio País, navegando em águas transparentes e seguras frente ao futuro.
A expansão, recentemente registada, com a inclusão de importantes e amplas instalações no Montenegro, onde vai ser viável a construção do tão desejado e necessário lar.
A história da ARPI trás - nos á lembrança a evangélica referência à minúscula semente da mostarda. Com efeito foi um pequeno grupo de cidadãos, homens íntegros e sempre prontos a servir os seus concidadãos que ali nas pequenas instalações no Largo das Mouras Velhas, em 1981, arrancaram para este projecto maravilhoso.
Da actual sede, o edifício «António Justo», assim denominado em homenagem ao saudoso, carismático e dinâmico presidente, na Praceta de São Tomé e Príncipe, à expansão para o Montenegro, vai um percurso de dedicações, sacrifícios e da arte de bem gerir, que nos motivam no orgulho desta ARPI que é um lar verdadeiro, sobretudo para os menos jovens. Das excursões aos bailes, do rancho folclórico aos vários cursos, dos convívios aos descontos em várias entidades e sobretudo, quais «anjos do fraterno amor» que todos os dias e várias vezes ao dia, os «apoios domiciliários» são aspectos válidos desta Instituição.
Parabéns, ARPI, por estes 43 anos de solidária e fraterna acção
terça-feira, 18 de junho de 2024
NOTÍCIAS DO TURISMO ALGARVIO
O artista José Praia, há décadas radicado no Algarve e o seu conjunto «Áqua Viva» foram em mais uma digressão. Desta feita levaram a música portuguesa a Tenerife, Lanzarote e Fuerteventura.
A ocupação hoteleira no Algarve, subiu atingindo os 74,5% e tendo como maiores países emissores os Países Baixos (+1,5%) e a Alemanha (+o,8%) e as maiores descidas na França (-1,3%) e na Bélgica (-0,4%).
«Autentic» se chama um novo restaurante de luxo que abriu na Quinta do Lago.
As reservas hoteleiras para Agosto já atingiram os 50%, segundo a AHP (Associação doa Hotéis de Portugal, que consultou 378 unidades.
Na Praia da Rocha foram instalados 15 novos postos de vigia para nadadores salvadores.
Subiu, até Abril e em relação ao ano anterior, o movimento no Aeroporto Gago Coutinho / Faro, 2,4%.
A Junta da Andaluzia pediu uma reunião ao Governo de Espanha para desbloquear o processo da Ponte sobre o Rio Guadiana, entre Alcoutim e San Lucar.
JOÃO LEAL
LIVROS QUE AO ALGARVE IMPORTAM
DE NOVO A VOLTA A MEIO PORTUGAL
Mais uma vez a «Volta a Portugal em Bicicleta, nesta sua 85ª edição, a disputar entre 21 de Julho e 4 de Agosto, não vem ao Algarve. Mais do que isso não desce de Lisboa. Confirma-se o dito: «O País é Lisboa e o resto e o é paisagem».
Conforme foi apresentado em Viseu, onde foi tornado público o itinerário e outros pormenores da competição, a capital é o ponto mais meridional onde o pelotão passará.
Cumpre-se esta Volta de quem manda na principal competição velocipédica portuguesa e tudo isto não obstante: o Algarve ser uma região que desde os anos 30 do século passado demonstra a sua vibração por esta modalidade; ser a região que tem duas equipas em prova: o Clube de Ciclismo de Tavira e o Louletano Desportos Clube; a primeira destas formações orientada pelo Vidal Fitas é só e apenas a mais antiga equipa profissional da Europa; o grande número de evocativos nomes de ciclistas algarvios que são notórias figuras do historial do ciclismo português; o facto da «Volta ao Algarve em Bicicleta», organizada no início de cada pela dinâmica e operosa direcção da Associação de Ciclismo do Algarve ser hoje considerada uma das grandes competições da modalidade no calendário europeu e muitos outros factores que, por demais evidentes, nos escusamos de apontar.
Não discutimos, porque para isso não temos a exigida e exigível formação técnica, o itinerário traçado com o seu início no prólogo a correr em Águeda e Viseu, com a derradeira etapa, numa total de 10 etapas e a participação de 17 formações nacionais e estrangeiras.
Um ressalvo para a inclusão, pelo seu profundo significado, de uma tirada a celebrar os 50 anos do 25 de Abril de 1974, entre Santarém (donde saíram na «Madrugada Libertadora» as tropas comandadas pelo saudoso e sempre lembrado Capitão Salgueiro Maia) e Lisboa (Marvila).
Mas do resto do País (Alentejo, Algarve, Estremadura Sul, etc.) nada nem coisa nenhuma nesta «85ª Volta a Portugal em Bicicleta». Mas é o costume, a que e de há muito nos habituámos.
CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL
DE NOVO A VOLTA A MEIO PORTUGAL
Mais uma vez a «Volta a Portugal em Bicicleta, nesta sua 85ª edição, a disputar entre 21 de Julho e 4 de Agosto, não vem ao Algarve. Mais do que isso não desce de Lisboa. Confirma-se o dito: «O País é Lisboa e o resto e o é paisagem».
Conforme foi apresentado em Viseu, onde foi tornado público o itinerário e outros pormenores da competição, a capital é o ponto mais meridional onde o pelotão passará.
Cumpre-se esta Volta de quem manda na principal competição velocipédica portuguesa e tudo isto não obstante: o Algarve ser uma região que desde os anos 30 do século passado demonstra a sua vibração por esta modalidade; ser a região que tem duas equipas em prova: o Clube de Ciclismo de Tavira e o Louletano Desportos Clube; a primeira destas formações orientada pelo Vidal Fitas é só e apenas a mais antiga equipa profissional da Europa; o grande número de evocativos nomes de ciclistas algarvios que são notórias figuras do historial do ciclismo português; o facto da «Volta ao Algarve em Bicicleta», organizada no início de cada pela dinâmica e operosa direcção da Associação de Ciclismo do Algarve ser hoje considerada uma das grandes competições da modalidade no calendário europeu e muitos outros factores que, por demais evidentes, nos escusamos de apontar.
Não discutimos, porque para isso não temos a exigida e exigível formação técnica, o itinerário traçado com o seu início no prólogo a correr em Águeda e Viseu, com a derradeira etapa, numa total de 10 etapas e a participação de 17 formações nacionais e estrangeiras.
Um ressalvo para a inclusão, pelo seu profundo significado, de uma tirada a celebrar os 50 anos do 25 de Abril de 1974, entre Santarém (donde saíram na «Madrugada Libertadora» as tropas comandadas pelo saudoso e sempre lembrado Capitão Salgueiro Maia) e Lisboa (Marvila).
Mas do resto do País (Alentejo, Algarve, Estremadura Sul, etc.) nada nem coisa nenhuma nesta «85ª Volta a Portugal em Bicicleta». Mas é o costume, a que e de há muito nos habituámos.
sábado, 15 de junho de 2024
Pedidods de emails e números de telemóvel
quarta-feira, 12 de junho de 2024
GRANDE ALMOÇO DOS COSTELETAS
CRÓNICAS DO MEU VIVER OLHANENSE
JORNALISTA ALGARVIO FALECEU NO BRASIL
Com a provecta idade de 94 anos faleceu em Belém do Pará (Brasil), onde se radicara após o 25 de Abril de 1974, o ex- jornalista e conhecida figura da vida olhanense - João Henrique Félix Pereira Neto.
Natural da freguesia de São Pedro (Faro), estudou no Liceu João de Deus, nesta cidade e foi, durante muitos anos, redactor regional do desaparecido tri - semanário lisboeta «Mundo Desportivo». Colaborou em vários órgãos da imprensa regional algarvia.
Residiu durante décadas na Fuseta, sendo presidente do Sport Lisboa e Fuseta, a quando da construção da sede desta agremiação desportiva.
Foi Vice - Presidente da Câmara Municipal de Olhão e responsável por diversos organismos ligados ao sector das pescas - Secção de Vendagem, Gelmar, Pescrul, Frigarve, etc.
Após a «Revolução dos Cravos» emigrou para o Brasil, fixando-se em Belém do Pará, onde ficou sepultado.
JOÃO LEAL