
PARABENS À MARIZÉ.
Para o JORGE TAVARES, que não tem dito nada.
Para o JORGE TAVARES, que não tem dito nada.
MARIA JOSÉ VIEGAS DA CONCEIÇÃO FRAQUEZA, natural de Fuseta, nascida em 8 de Maio de 1936, é professora aposentada do ensino secundário, do Ramo Secretariado e Tecnologias da Informação.
Marizé, como a autora é conhecida em nosso portal, exerceu e tem promovido ao longo de alguns anos, para além da sua profissão, várias actividades culturais, desde poesia, teatro, rádio, jornalismo, cantos, exposições, passagens de modelos, jogos florais, e outros concursos literários.
Directora Cultural do Sport Lisboa e Fuseta e do Elos Clube de Faro. Vice-Presidente do Clube de Simpatia e da Associação de Jornalistas e Escritores do Algarve. Sub-directora do Jornal Correio Meridional
- Quando a Lua Sorri
- O Fado é Portugal
– O Meu Sentir
A costeleta Maria José Fraqueza tem uma extensíssima e variadíssima obra realizada, de tal modo que será mais fácil perguntar-lhe o que é que ela não fez ainda. Encontramo-nos no almoço anual, conversámos e deu nisto.
MARIZÉ, tens feito tanta coisa o que é que te falta fazer.?
Um filme, gostava de fazer um filme desde o princípio até ao fim. Fascina-me tudo quanto seja arte e meto-me nas coisas com paixão. O cinema atrai-me, desde a selecção de actores , preparar o enredo, tudo aquilo me empolga. E depois a noite de estreia, o “glamour”, as palmas ou a pateada, as luzes da ribalta, a imprensa, tudo aquilo me encanta.
Qual o melhor filme que viste?
Vi bons filmes entre eles “O ZORBA” com o Anthony Quinn, que é um tipo de actor que já não há. Neste filme, tem um trabalho que vai além do possível. O cinema é uma arte poderosa que nos transporta para outros patamares. Choramos e rimos no cinema, há filmes cómicos e filmes dramáticos, o cinema é a técnica de projectar fotogramas de forma rápida e sucessiva para criar a impressão de movimento, bem como a arte de produzir obras estéticas, narrativas ou não, com esta técnica. Ele é simultaneamente arte, técnica, indústria e mito.
Mais coisas que gostes?
Gosto da minha poesia.
Tens alguma especial?
Tenho sim, sou uma mulher da Liberdade.
Poemas de Abril
- O Fado é Portugal
– O Meu Sentir
A costeleta Maria José Fraqueza tem uma extensíssima e variadíssima obra realizada, de tal modo que será mais fácil perguntar-lhe o que é que ela não fez ainda. Encontramo-nos no almoço anual, conversámos e deu nisto.
MARIZÉ, tens feito tanta coisa o que é que te falta fazer.?
Um filme, gostava de fazer um filme desde o princípio até ao fim. Fascina-me tudo quanto seja arte e meto-me nas coisas com paixão. O cinema atrai-me, desde a selecção de actores , preparar o enredo, tudo aquilo me empolga. E depois a noite de estreia, o “glamour”, as palmas ou a pateada, as luzes da ribalta, a imprensa, tudo aquilo me encanta.
Qual o melhor filme que viste?
Vi bons filmes entre eles “O ZORBA” com o Anthony Quinn, que é um tipo de actor que já não há. Neste filme, tem um trabalho que vai além do possível. O cinema é uma arte poderosa que nos transporta para outros patamares. Choramos e rimos no cinema, há filmes cómicos e filmes dramáticos, o cinema é a técnica de projectar fotogramas de forma rápida e sucessiva para criar a impressão de movimento, bem como a arte de produzir obras estéticas, narrativas ou não, com esta técnica. Ele é simultaneamente arte, técnica, indústria e mito.
Mais coisas que gostes?
Gosto da minha poesia.
Tens alguma especial?
Tenho sim, sou uma mulher da Liberdade.
Poemas de Abril
de Maria José Fraqueza
A LIBERDADES
Se um dia eu agarrar a liberdade
Vou por aí prender o vento
Cantar vitórias ao relento
À liberdade a renascer…
Se um dia eu agarrar a liberdade
Hei-de deter guerras ferozes
As violências
Os abismosAs falsidades
A mentira
Se um dia eu agarrar a liberdade
Hei-de acender estrelas na minha mão
Sem tempestade de luar
Hei-de colher espigas douradas
Tirar espinhos do roseiral
Hei-de plantar …
Sementes de Amigo!
Mas se um dia aprisionar a Liberdade
Irei depor no meu poema
As palavras que não escrevi
Que foram levadas
Foram lançadas
Esquecidas, perdidasAmordaçadas
Guardadas, mutiladas
Em cofres de silêncio
Se um dia eu agarrar a liberdade
Renascem alvoradas…
E cantarei o meu meu Poema de Paz!
Depois de tanta obra realizada talvez já não sobre espaço para mais nada. De qualquer maneira, aí vai.....
O MEU POEMA.
FIZESTE....
Tanta coisa que já fizeste... mulher!..
E se calhar tens ainda muito para fazer
Mas sabes amiga.. tenho para te dizer
Que és a autora que nunca vou esquecer!...
A tua poesia é fresca como a brisa fria...
Escreves coisas lindas como o artista sabe
Escreve e faz da poesia a tua companhia
E que o gosto que tens por ela não se acabe
Viverás feliz assim nos passeios ao fim do dia...
E nada melhor que isso para escreveres poesia
Nesse silêncio da tarde...uma gaivota a voar
E no regresso... sentires.. como disse Pessoa
Que para o poeta ser fingidor é coisa boa
Melhor do que isso apenas a vontade de amar.
João Brito Sousa
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