quinta-feira, 18 de julho de 2024
DENTRO DO MEU SER
VIVER A VIDA
TURISMO ALGARVIO EM NOTÍCIA
CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL. O «MEU» AEROPORTO
CRÓNICAS DO MEU VIVER OLHANENSE OLHÃO HONRADA EM PARIS
ACORDA SOL
segunda-feira, 15 de julho de 2024
RECORDANDO UM GRANDE E SAUDOSO COLEGA
Alunos da EICFaro do Curso de Formação de Montador Electricista há 60 anos.
sábado, 13 de julho de 2024
O SONETO DA MINHA AUTORIA QUE FICOU POR LER E DIVULGAR... U
sexta-feira, 12 de julho de 2024
TURISMO DO ALGARVE EM NOTÍCIA
A Ministra da Administração Interna presidiu, em Faro, à apresentação do
programa «Verão Seguro 2024», 0o qual funcionará até Setembro e que visa dar uma maior segurança aos turistas.
As unidades hoteleiras do Algarve, dotadas com o selo «Save Water» reduziram em 12% nos primeiros cinco meses do ano o consumo de água.
Faleceu o conhecido empresário inglês Jack Petcheyman, com 98 anos. Foi um dos fundadores do Clube Praia da Oura (Albufeira) e deu um assinalado construção ao edifício - sede de AEHTA (Associação das Empresas Turísticas e Hoteleiras do Algarve.
Foram atribuídos os prémios «Portugal Publituris Awards», sendo distinguidas as seguintes empresas algarvias:
Melhor Parque Temático - Zoo Marine (Guia - Albufeira);
Melhor Hotel Resort - Monchique Resort & Spa (Monchique);
Melhor Hotel de Praia - EPIC SANA Hotel Algarve;
Melhor Marina - Marina de Vilamoura (Vilamoura - Loulé);
Junto ao edifício conhecido por «Centro de Congressos do Arade», no Parchal (Lagoa) vai ser construído um novo hotel, que terá entre 130 a 150 quartos.
O PSD / Portimão quer que o Governo exproprie as ruínas do Convento de São Francisco, junto á foz do Arade, naquela cidade.
A Câmara Municipal de Lagoa adquiriu os terrenos da Alagoas Brancas, por 3,6 milhões de euros.
No Arena (Auditório Municipal de Portimão) a Câmara de Comércio e Indústria Luso - Alemã promoveu um seminário sobre «Hotelaria e Desporto de Alto Rendimento - Explorando um mercado de excelência».
JOÃO LEAL
CRÓNICA DE CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL
42 ª CONCENTRAÇÃO INTERNACIONAL DE MOTOS
De 18 a 21 do corrente (5ªfeira a Domingo) decorre na capital algarvia, mais propriamente na Vale das Almas (arredores do Aeroporto Gago Coutinho a quadragésima segunda edição desse acontecimento, que é uma das grandes referências da nossa Região e um dos maiores que, no seu género, ocorrem em toda a Europa. Trata-se da «Concentração Internacional de Motas que, promovida pelo ímpar Moto Clube de Faro, se realiza desde 1989.
São milhares, sempre acima dos 20 mil, os participantes neste evento, que vêm de todo o Mundo e transformam, nestes dias Faro na «Meca Europeia do Motociclismo e que, desde 1991, é a única em Portugal, com estatuto de Internacional e fazendo parte do calendário anual da prestigiada FMI (Federação Internacional de Motociclismo).
Comporta todo um vasto programa que se estende do companheirismo ao social, do turístico ao económico e do recreativo ao gastronómico, sendo ponto maior o desfile final que trás desde o Vale das Almas ao Largo de São Francisco (Estrada do Aeroporto, E.N. 125, Pontes de Marchil, Figuras, Avenida Calouste Gulbenkian, Liceu, Avenida 5 de Outubro) os muitos milhares de participantes.
Uma iniciativa que nasceu de uma simples e juvenil conversa no extinto Café Paris (frente ao Tribunal Judicial), por tacadas dos bilhares e bicas escaldantes, num grupo liderado por esse líder carismático e farense como dos melhores que há, que é o «Zé Amaro», alma maior desta festa maior dos eventos maiores da capital sulina. Ao fim de mais de quatro décadas, Zé Amaro, deixará em Novembro a Direcção do Moto Clube de Faro. Gente nova vai prosseguir com toda a acção única que esta colectividade única tem desenvolvido.
Por isso a Concentração se reveste este ano de um significado especial. Os milhares e milhares de cidadãos («a concentração é para o povo», dizia o carismático dirigente) que fazem alas para assistirem ao festivo desfile final estará lá para dizer da sua gratidão a José Amaro e lhe dizer de viva voz e de voz viva: «Obrigado, Zé Amaro, obrigado Moto Clube de Faro».
LIVROS QUE AO ALGARVE IMPORTAM
«CRÓNICAS EM TEMPO DE GUERRA»
CORONEL NUNO PEREIRA DA SILVA
Em edição do «Diário de Bordo» veio a lume o livro da autoria do Coronel de Infantaria o louletano Nuno Pereira da Silva. A obra deste distinto oficial, possuidor do Curso do Estado Maior, estava concluída no ano transacto, mas só agora surgiu por ter deflagrado uma nova guerra entre Israel e o Hamas. Foi apresentada na Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andersen, em Loulé e como é referido «o livro pretende no final e em termos de conclusão responder às questões relativas ao que será, no futuro, a nova Ordem Mundial».
«HISTÓRIA DO ALGARVE - ACTAS DO CICLO DE CONFERÊNCIAS NO INVERNO DE 2023»
Com apresentação da historiadora Prof. Dra. Andreia Fidalgo, decorreu em Loulé (Associação Cívica Tomás Cabreira) a estreia do livro «Histórias do Algarve - Actas do Ciclo de Conferências no Inverno de 2023», numa edição da Associação Casa Álvaro de Campos. Junta trabalhos dos investigadores algarvios: Óscar Pinto Caeiro, Marco Sousa Santos, Fernando Pessanha e João Pedro de Matos.
«UM LÁPIS NO PUNHO»
PROF. JOÃO VENTURA
Foi na Biblioteca Municipal António Ramos Rosa, em Faro, que a consagrada escritora algarvia Lídia Jorge, apresentou o livro «Um lápis no punho - fragmentos de ficção literária da autoria do escritor portimonense Prof. João Ventura, antigo delegado regional da Secretaria de Estado da Cultura no Algarve.
Com uma vasta obra bibliográfica o douto intelectual é uma das mais destacadas figuras da cultura algarvia.
«BALSA - CIDADE ROMANA»
Numa edição da Câmara Municipal de Tavira, a que preside a dra. Ana Paula Martins, foi apresentado no Palácio da Galeria, naquela cidade algarvia, o catálogo referente à exposição «Balsa - Cidade Romana». A mesma, que abriu em 20 de Junho, último, já foi visitada por mais de 10 mil visitantes e estará aberta até 10 de Setembro.
JOÃO LEAL
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quinta-feira, 4 de julho de 2024
INFORMAÇÃO da AAAETCabreira
CRÓNICA DE FARO. JOÃO LEAL
AO QUE SAUDADES...
...da FEIRA DO CARMO, que por estes dias e durante séculos aconteceu em Faro. Era nos inícios de Julho, quando a bandeira da Veneranda Ordem Terceira era hasteada na varando do monumental templo, o mais belo da capital sulina. Quando ao fim da tarde os sinos encharcavam a cidade com os belos sons que os «sineiros» do meu tempo - os srs. Rolão (carteiro e exímio ensaiador teatral nos Artistas) e o invisual José Luís (filho do Estica, que tinha uma venda no cruzamento da Avenida da Estação com a Rua da Madalena, pianista, fazedor de mil tarefas que lhe eram solicitadas) os faziam festivamente tanger chamando os fiéis para a «Novena em honra da Senhora do Carmo.
Era um mundo novo aquele que nos surgia, volvido o Largo de São Pedro, começando pela banca das «garrafinhas» (água açucarada e colorida com pós de variados sabores), bolinhos caseiros e bonecas com pernas de pau. Era o amontoado das melancias, que se calavam (fazer uma profunda incisão em forma piramidal para ver se eram vermelhas ou não) e os «barros» (infusas para a água fresquinha, alguidares e outros apetrechos domésticos que hegemonia do plástico ainda estava longe de acontecer). Depois vinha o elegante bazar onde senhoras da melhor sociedade farense vendiam as «rifas» dos objectos doados a favor da Ordem Terceira). Sucediam-se as empreitas, os alumínios, as farturas, as barracas de quinquilharias e brinquedos e o carrossel (nesse tempo o «Alverca» onde o «Viagem à Lua», azougado moço do meu tempo fazia mil e um «passes». Ainda não havia o edifício escolar (1948) nem o parque de estacionamento pago (fins dos anos setenta do século ido) e portanto uma vasta área para que a «Feira do Carmo» acontecesse. Mas o certame cresceu, cresceu e foi insuficiente para o espaço requerido e que tinha com ponto maior as tradicionais festas em honra da Senhora do Carmo (16 de Julho), que ocorriam devotos de todo o Sul. Lugar destacado para os pescadores que tinham acabado a faina do atum de direito da Armação do Cabo de Santa Maria, Ramalhete e Forte, com arraial na Praia e que só praticava a «pesca de direito, quando o atum se deslocava, para desovar no Mar Mediterrâneo.
Saudades, muitas saudades da Feira do Carmo, que por estes dias acontecia na capital farense.
quarta-feira, 3 de julho de 2024
terça-feira, 2 de julho de 2024
FALECIMENTO
CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL
A MARCHA POPULAR DA BORDEIRA
Seria inqualificável injustiça e indesejável atitude discriminatória não referirmos a plena valia, autenticidade e mérito da Marcha Popular da Bordeira, que nesta edição de 2024 repetiu, com assinalado êxito os sucessos de anos anteriores. Paira-nos sempre na memória quando em 2015 o foi a primeira marcha algarvia a descer, por entre inesquecíveis aplausos e integrando as Marchas de Lisboa (12 de Junho), a excelência dessa consagração única, que teve por cenário o esplendor da Avenida da Liberdade.
Como era, escreveríamos sem receio de desmentido, que acontecesse em 2024, sob a égide da histórica Sociedade Recreativa Bordeirense (fundada em 1936) e tendo como tema a multi-secular Feira de Santa Iria (nome dado pela sua Padroeira, cuja festividade se celebra a 20 de Outubro e que todos os anos, no último fim de semana do mesmo mês decorre em Faro.
Fundada há mais de cinco séculos e havendo registado em 2023 mais de 200 mil visitantes a Feira «não é apenas um evento, mas a bandeira identificativa do tecido social algarvio». A Marcha Popular da Bordeira, com os seus cantares e dançares, desempenhou com plena verdade esse mesmo ADN e proporcionou aos muitos milhares que a têm aplaudido nas diversas actuações (Bordeira, Faro - Estádio de São Luís, aniversário da ARPI, festas de São Pedro, etc.) e que só terminarão a 20 de Outubro (dia principal da Feira de Santa Iria).
A Bordeira, cujas primeiras referências datam de 1567 é o mais populoso sítio da freguesia rural farense de Santa Bárbara de Nexe e tem fortes motivos de orgulho nos trabalhos de pedra (cantarias), nas charolas (cantares do Ano Novo) e de ser a «capital do acordeão, terra - mãe de vários famosos acordeonistas - os «Zé Ferreira» - pai e filho, Barra Bexiga, António Madeirinha, prof. Nelson Conceição (o primeiro português a receber um «Italian Award» e tantos outros e onde a saudosa acordeonista Eugénia Lima, passava largas temporadas.
Foi um encanto para a alma e o nosso farensismo ver o desfile dos arquinhos e balões com símbolos da Feira e toda uma coreografia, concebida com gosto e talento e com primores de execução, na interpretação desta magnífica Marcha da Bordeira 2024. Parabéns!
segunda-feira, 1 de julho de 2024
FALECIMENTO
HOMENAGEM DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA ESCOLA TOMÁS CABREIRA AO CASAL ISABEL COELHO E ROGÉRIO COELHO
HOMENAGEM
A minha saúde não me permitiu estar presente no almoço de 22 de Junho da Associação Costeleta.
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PEQUENA RESENHA HISTÓRICA:
Sempre estive em todos desde a sua criação, Faro e Lisboa. Secretariei cinco Presidentes Costeletas, sempre como eleito pelas respectivas Direções. Quando o saudoso Professor Franklim deixou de fazer o “Jornal O Costeleta”, a Direção nomeou-me seu substituto. Em Maio de 2007 criei o atual Bogue que a direção aceitou como “blogue Costeleta”. Foi com satisfação que trabalhei estes anos todos com a “Associação dos Antigos Alunos Costeletas da Escola Tomás Cbreira”.
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E foi com satisfação que soube da homenagem que a Direção pretendia fazer ao casal costeleta: “Isabel Coelho e Rogério Coelho”. Da minha parte:
“UM ABRAÇO DE AGRADECIMENTO”
Rogério de Sousa Coelho