quinta-feira, 2 de junho de 2022

CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL



             O MENOS E O MAIS


       Duas das muitas faces desta cidade viva e em plena vida, não tanto nem aquela que nós os que a amamos bem desejávamos. Hoje queremos focar, neste diálogo semanal que mantemos sobre Faro (as suas gentes, as suas «coisas», o seu passado, presente e futuro...) dois aspectos que nos tocaram nas deambulações possíveis.

      O primeiro refere-se às demolições em curso no Largo 25 de Abril, que outrora foi chamado de Marechal Carmona e que durante décadas, ali no Bairro Lethes, foi um verdadeiro «museu urbanístico», sustentável e acolhedor, com vivendas de excelente concepção e nível vivencial. Um dos últimos edifícios a resistir, onde morou o industrial alemão Fritz Henzler, proprietário de uma das maiores fábricas corticeiras do País, com quase 600 operários e cujas ruínas em Bom João de Baixo atestam bem do que era esta potência industrial. Aquele cidadão era também o Cônsul da Alemanha e entre as recordações que habitam o meu museu de lembranças, figura a manifestação ali ocorrida em 1945, no final da II Grande Guerra. A vitória dos Aliados determinou a expressão de alegria perante os nazis e com os meus8 anos lá fui no que se disse contra a Alemanha de Hitler.

Na sequência da legislação então surgida a firma passou do nome do alemão Fritz Henzler para Torres Pinto, Lda. Ali funcionou também a Delegação da RTP, durante vários anos, até passar, o que acontece actualmente nas instalações da RDP, á Senhora da saúde. 

O prédio contíguo, também no estilo vivenda apalaçada era o solar da família Louro, outro conhecido industrial do sector corticeiro, com instalações na EN 125, é também sugado nesta missão que vai por certo resultar num volumoso e rendível imóvel.

O aspecto positivo vem-nos das obras de restauro do centenário edifício do Montepio dos Artistas, constituído em 1856 e em cujo primeiro andar funciona, desde a sua criação (1906) a Sociedade dos Artistas, com inteiro e integral respeito pelo seu tratado arquitectónico.

Dois aspectos desta querida cidade à beira Ria plantada.


         TURISMO ALGARVIO EM NOTÍCIA

             O Algarve figura entre os destinos turísticos mais procurado pelos ingleses, de modo aproveitando o período de férias proporcionado pelo Jubileu da Rainha Isabel II (75 anos da coroação) a ocorrer entre 2 e 5 de Junho.

              O Governo criou um programa especial especificadamente para o Algarve, no valor de 200 milhões de euros, no sentido de redinamizar o sector. Foi anunciado em Castro Marim pela Secretária de Estado Turismo, Rita Marques que referiu também a criação de um novo programa para substituir o «Algarve 365».

          A Garvetur, de que é CEO, Reinaldo Teixeira, iniciou a venda de 35 apartamentos, do futuro Vilamoura Lakes, perto da Praia da Falésia, cujas obras de construção se vão iniciar em Setembro.

          Manuel Pires, o algarvio que é chefe de cozinha do Restaurante Santa Maria Petisca, junto á Doca de Faro, ao vencer a etapa Regional do Sul e Ilhas do Concurso do «Chefe Cozinheiro do Ano» é um dos seis finalistas desta prova.

          A criação pelos autocarros «VAMUS» de um passe - trânsito permite conhecer o Algarve e pode ser adquirido nos Postos de Turismo. O preço é de 35 euros (3 dias) ou 45 euros (7 dias).

        Atracou ao porto de Portimão o navio de cruzeiros «Europa», vindo de Casablanca e que seguiu para Lisboa, com turistas alemães.

         No Museu do Mar, em Portimão, decorreu uma conferência aberta ao público sobre temas para o desenvolvimento e progresso do turismo.

         Numa residência na aldeia da Tôr (Loulé) reuniram-se artesãos, chefes de cozinha e designers desafiados pelo projecto «Algarve craft and food», unindo a gastronomia ao artesanato, na valorização da identidade regional.

         Assinalando o «Dia da Marinha» (20 de Maio) este ano comemorado em Faro, o chef algarvio Leonel Pereira (1 estrela Michelin) antigo fuzileiro naval, recebeu, no seu restaurante na capital algarvia, uma equipa de formadores da Armada, vivendo-se todo o conjunto de operações que levam á confecção de uma refeição. 


                                                                                 JOÃO LEAL


quarta-feira, 1 de junho de 2022

 





Caros colegas costeletas: chegou a hora de passar o testemunho da Direcção da Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira.
No próximo convívio para todos nós que estará para muito breve, iremos realizar uma Assembleia Geral, onde iremos debater assuntos do interesse de todos, com especial atenção para o relatório de contas e eleições para uma nova direção da nossa Associação.
Apelo a todos,  a vossa compreensão para as dificuldades vividas desde o último convívio, e com a presença do COVID-19, o qual nos afastou da nossa Associação, dificultando em muito todo um conjunto de acções mas, por conveniência da Direcção da Associação mantivemos a entrega do prémio de melhor aluno/a com muitas restrições. Por outro lado, para além de colegas costeletas que nos deixaram, perdemos dois ilustres colegas que deixaram um grande vazio na Direcção e na Assembleia Geral. Foram eles: Fernando Palma e Henrique Brito Figueira. 
Por outro lado, o Rogério Coelho, fez questão de me informar pessoalmente que se demitia do cargo que ocupava. 
Assim sendo, sinto um vazio enorme na condução dos destinos da nossa Associação, mas, para não cair num grande vazio, tenho tido uma grande colaboração do Professor Eurico Bárbara no sentido de resolvermos alguns dos assuntos que consideramos importantes. Por outro lado, o Joaquim Teixeira, actual Presidente da Assembleia Geral têm conhecimento da situação vivida e que nos têm dado todo o apoio necessário.
Não vos quero tirar mais tempo da vossa paciência, terminado com um grande abraço de amizade e costeleta, 

Florêncio Vargues 

terça-feira, 31 de maio de 2022

FAZEM ANOS OS SÓCIOS DA ASSOCIAÇÃO

 

ANIVERSÁRIOS

JUNHO        Parabéns a todos

03 - Manuel Pedro Paulo. 04 - Joselina Cabrita Dias. 05 – Maria Marciana Rodrigues G. Rosa Miranda. 06 - Joaquim Jesus Matias; António Norberto Sousa Cunha; Isabel Maria Quintas Lapa Veríssimo. 08 - Luciano Lopes de Mendonça Vargues. 10 - Amabélio Artur Pereira; Daniel Gregório Pacheco. 11 –Jacinto Luís Conceição Rodrigues. 12 - José António Gonçalves Palmeiro. 13 - Inácio Guerreiro Fernandes. 14 - António Viegas Rodrigues Palmeiro. 15 - Zélia Maria Dores Neves Gomes Costa. 19 - Armando Jesus Adanjo Sebarrinha. 20 - Afonso Lopes Santos;  Joaquim Ponte Coelho. 21 - António Inácio Gago Viegas; Carla Maria Pires Neves Rio Coles. 23 - José Luís Iria Zacarias; Zinália Maria da Conceição Rosa. 24 – José João da Ponte e Castro. 26 - Vítor Manuel Rodrigues Caronho. 30 - Vítor José Jesus Silva.

segunda-feira, 23 de maio de 2022

«LIVROS QUE AO ALGARVE IMPORTAM»



         «QUARTEIRA - AS MINHAS E OUTRAS MEMÓRIAS»

                                                                 CÉSAR CORREIA


          É uma figura referente do desporto nacional, uma vez que foi considerado um dos melhores árbitros futebolísticos portugueses de sempre. É autor de vários livros que abarcam o universo em que, maioritariamente tem vivido (São Brás de Alportel / Quarteira, etc.) e da actividade industrial corticeira em que atingiu nível mundial. César Correia, nascido na freguesia tavirense de Santa Catarina da Fonte do Bispo, menino e moço, mais menino do que moço, foi viver para o Cerro da Mesquita (São Brás de Alportel). É uma vida, a caminho dos noventa anos, dedicada à bela terra da entrada no Caldeirão. As férias e, depois, muito anos, foram vividos na Cidade Marítima de Quarteira. Ora dedicou o seu último trabalho literário, o livro «Quarteira - as minhas e outras memórias», em que ao longo de centenas de páginas nos recorda coisas e loisas daquela bela terra à beira Mar plantada nas décadas de 40, 50, 60 e 70 do século passado. A obra foi apresentada no Auditório Autárquico local no assinalar do 17º aniversário da elevação de Quarteira a Cidade. Entre as entidades presentes destaque para o eng. Vítor Aleixo e Telmo Pinto, presidentes, respectivamente da Câmara Municipal de Loulé e da Junta de Freguesia de Quarteira. A apresentação coube a outra destacada figura algarvia, tal como o Autor nascido no seu interior (Salir), Foi o presidente da Associação de Futebol do Algarve e conhecido empresário e CEO da Garvetours / Enologest, Reinaldo Teixeira. A César Correia as nossas fraternas felicitações e ficamos guardando a próxima obra. Para breve...


     

CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL



                    PLACAS TOPONÍMICAS


            Existem em Faro uma dúzia de placas toponímicas de bela concepção e honrosa presença, que dignificam a memória ou lembrança a quem o espaço é dedicado. Assim acontece por exemplo, com as placas das Rua de Portugal, Bartolomeu Dias e os Largos Dom Marcelino Franco e da Sé. Os dedos das duas mãos chegam e sobram para enumerar os casos positivos, entendendo como tal onde a informação faz parceria com a beleza estética conceptiva.

             A invés, na sua esmagadora maioria, constituem, além da ausência de qualquer valor artístico, uma ofensa ás figuras dos homenageados. São reduzidos bocados de lata, com a mera pintura do nome do visado.

              Algumas inovações têm sido realizadas neste campo, de que citamos a Rua Marques da Silva, na confluência das Ruas Rebelo da Silva e Castilho ou nas novas designações surgidas no troço da EN 125 (sentido Faro / Loulé).

               Mas o número prevalecente é de extrema pobreza e a exigir uma rectificação ao mau existente. Tal poderia constituir para além, agora sim, de uma honesta homenagem a vultos nacionais ou locais, uma atractividade turística na que se deseja prossiga por mérito e dignidade próprios, a capital da região portuguesa com o turismo em expressão maior.

                Dois exemplos apenas de entre as dezenas que aqui e agora pudemos citar: as ruas Camilo Castelo Branco e José Afonso.

A primeira, uma paralela à Avenida 5 de Outubro, ligando as Ruas Cândido Guerreiro e Ataíde Oliveira, recorda-nos o autor do «Amor de Perdição» e outras obras da literatura nacional. A segunda, na Carreira de Tiro, lembra-nos a figura do professor, compositor, cantor e exemplo que foi o Dr. José Afonso dos Santos (Zeca Afonso), autor de «Grândola, Vila Morena», tema de um Portugal Novo.

                Importa que o Poder Local (Município e ou União de Freguesias) encarem o assunto frontalmente e dêm dignidade toponímica a quem na vida o fez para a merecer. 


CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL



                    PLACAS TOPONÍMICAS


            Existem em Faro uma dúzia de placas toponímicas de bela concepção e honrosa presença, que dignificam a memória ou lembrança a quem o espaço é dedicado. Assim acontece por exemplo, com as placas das Rua de Portugal, Bartolomeu Dias e os Largos Dom Marcelino Franco e da Sé. Os dedos das duas mãos chegam e sobram para enumerar os casos positivos, entendendo como tal onde a informação faz parceria com a beleza estética conceptiva.

             A invés, na sua esmagadora maioria, constituem, além da ausência de qualquer valor artístico, uma ofensa ás figuras dos homenageados. São reduzidos bocados de lata, com a mera pintura do nome do visado.

              Algumas inovações têm sido realizadas neste campo, de que citamos a Rua Marques da Silva, na confluência das Ruas Rebelo da Silva e Castilho ou nas novas designações surgidas no troço da EN 125 (sentido Faro / Loulé).

               Mas o número prevalecente é de extrema pobreza e a exigir uma rectificação ao mau existente. Tal poderia constituir para além, agora sim, de uma honesta homenagem a vultos nacionais ou locais, uma atractividade turística na que se deseja prossiga por mérito e dignidade próprios, a capital da região portuguesa com o turismo em expressão maior.

                Dois exemplos apenas de entre as dezenas que aqui e agora pudemos citar: as ruas Camilo Castelo Branco e José Afonso.

A primeira, uma paralela à Avenida 5 de Outubro, ligando as Ruas Cândido Guerreiro e Ataíde Oliveira, recorda-nos o autor do «Amor de Perdição» e outras obras da literatura nacional. A segunda, na Carreira de Tiro, lembra-nos a figura do professor, compositor, cantor e exemplo que foi o Dr. José Afonso dos Santos (Zeca Afonso), autor de «Grândola, Vila Morena», tema de um Portugal Novo.

                Importa que o Poder Local (Município e ou União de Freguesias) encarem o assunto frontalmente e dêm dignidade toponímica a quem na vida o fez para a merecer. 


«LIVROS QUE AO ALGARVE IMPORTAM»



        «AGENDA DO ESCRITOR»

                             DRA. ANALITA ALVES DOS SANTOS

            Constitui o lº «planner» anual português o livro «A Agenda do Escritor» da autoria da escritora Dra. Analita Alves dos Santos, residente em Portimão que objectiva o incentivo à escrita e à literatura. Foi apresentado no Algarve  Shopping, na Guia (Albufeira). Durante a apresentação actuou o DJ Vasco Dantas e registaram-se as intervenções dos drs. João Ventura, Maria da Graça Ventura e Maria Luísa Francisco.


              

CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL



                 «MARIA! ESTÁS Á JANELA...»


                 Mais do que suficiente é o facto da organização partir de um grupo de gente moça para merecer, desde logo, o nosso interesse e aplauso. 

                Assim os alunos do Curso Profissional de Organização de Eventos da prestigiada Escola Secundária Pinheiro e Rosa vão lançar mais uma edição da iniciativa «Maria! Estás á janela...», a ocorrer na manhã e noite de 4 de Junho (Sábado) nas ruas desta cidade capital sulina.

                 Haverá animação, poesia, música, teatro, o sempre apelativo «ouvir contar histórias», numa comunhão plena entre os que fazem arte a partir de janelas e locais icónicos, que muitos os há ainda em Faro, realizam este festivo dia e os que vão assistir propositadamente ou apanhados nos seus percursos.

                É um percurso pedonal com o denominador «Arte / Juventude», que nos proporcionará a descoberta de novos e intrínsecos artistas a despontarem para a vida e nós, caminhantes motivados pela arte da escola que, em verdadeiro espírito comunitário também o será das gentes.

               De manhã, das 10 às 12 horas, será como que ao acaso. Á noite, a partir das 21h30, a peregrinação começa no icónico Coreto do Jardim Manuel Bivar, onde tantas vezes ouvimos as Bandas do Sport Lisboa e da Legião, sob a direcção do Maestro Herculano Rocha, seguindo para o Governo Civil (quando haverá uma explicação plausível sobre o não aproveitamento deste imponente imóvel?) e depois pela histórica «Vila-a-Dentro» onde Faro se começou até á «Fábrica da Cerveja» e o «Maria! Estás à janela...» será farra pela noite em fora.


 TURISMO ALGARVIO EM NOTÍCIA

     O antigo edifício do Casino de Vilamoura, um símbolo identitário da Vila de Quarteira, vai sofrer obras estimadas em dois milhões de euros, que o transformarão num espaço comunitário polivalente.

      O «Azora European Hotel & Lodging» adquiriu o «Pestana Blue Hotel», o qual continua a ser explorado pelo Grupo Hoteleiro Pestana. Edificado em 2019 esta unidade tem 500 quartos e representa o 4º investimento daquele Fundo no Algarve, após as anteriores aquisições dos Tivoli Vilamoura e Carvoeiro e do Vilalara.

          O grupo de restauração «Arte Bianca», detentor de três espaços na Costa Vicentina, foi distinguido com o «5O TOP PIZZA» e reconhecido como um dos 50 melhores estabelecimentos pizeiros da Europa.

           Um imóvel do oligarca russo Roman Abramovitch situado na Quinta do Lago e avaliado em 10 milhões de euros foi congelado a pedido do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal.

            A Secretária de Estado do Turismo, Dra. Rita Marques, permaneceu no Algarve durante dois dias durante os quais, para além de reuniões com agentes turístico, visitou os concelhos de Lagos, Monchique, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

              A Universidade do Algarve editou o livro «Hotéis Literários de Portugal» em que descreve unidades referentes de Lisboa, Porto, Sintra e Coimbra.


                                                                         JOÃO LEAL


crónicas do meu viver olhanense


a carência de habitação


    Quando passamos pela passagem de nível da estação designada por «FUSETA / MONCARAPACHO» dói-nos a alma o vermos as casas de residência do pessoal ferroviário em estado de completo abandono. Conhecemos, quando residimos na «BRANCA Noiva do Mar», muitos dos que ali habitaram e prestavam funções profissionais naquele terminal ou, mesmo, na passagem de nível referida. Gente honesta, capaz e trabalhadora, muitos dos quais já nos deixaram, bem como uma profunda saudade.

   Ao ver as referidas casas e perante o elevado espectro de falta de habitações que todo o País vive, perante os elevados saldos negativos que a CP (proprietária das mesmas) tem e razões de justiça social e constitucional (o direito à habitação) pergunta-se o porquê da sua não utilização.

   Gente interessada, primeiro os ferroviários claro, existe com certeza. A mesma certeza que ver estas edificações sem qualquer préstimo, nem mérito, denotando uma falsa riqueza que a ninguém nem em nenhum aspecto convence.

    Julgamos que é boa altura do poder local intervir se já não fez!


                                                                                 JOÃO LEAL


CRÓNICAS DO MEU VIVER OLHANENSE


   OLHÃO NOS CAMINHOS DE SANTIAGO


       Gente nova (alunos e professores - Idalécio Nicolau, Luís Palma e Óscar Ribeiro - do Agrupamento Escolar Dr. Francisco Fernandes Lopes) marcou mais uma presença internacional de Olhão. Foi no célebre e histórico cruzar dos «Caminhos de Santiago», uma devoção multi - centenária, que se repete em cada dia, com maior reverência e actualidade. Percorreram 122 klms, com «enorme esforço físico e psicológico», até e após as caminhadas diárias viverem essa enorme alegria de encontrar a Catedral dedicada ao Apóstolo em terras da Galiza.

       Incluiu-se esta assinalada presença de estudantes e mestres de Olhão numa estratégia internacional e ao abrigo do Projecto «Erasmus», em que no âmbito da Comunidade Europeia esta cidade tem-se projectado além fronteiras e tem recebido jovens europeus, contribuindo para a «Cidade Cubista» ser mais conhecida e dar o seu contributo à Europa das Comunidades que se deseja.

           No aspecto didáctico relevo ainda para a participação nos workshops que tiveram lugar nas percorridas cidades de Madrid, Valladolid e Santiago de Compostela, num assimilar de conhecimentos sobre outras cidades, culturas, sistemas de ensino, tradições, cidadania e do próprio idioma inglês em que se entendiam os participantes oriundos de Escolas de Portugal (Agrupamento Dr. Francisco Fernandes Lopes, de Olhão), bem como de Madrid (Espanha), Bacau (Roménia) e Lubliana (Eslovénia).

           Olhão mais uma vez presente na Europa Comunitária e desta feita percorrendo «El Camiño de Santiago, Apóstolo».


                                                                                JOÃO LEAL