segunda-feira, 15 de junho de 2020

MAIS LEITURAS


          NOVOS LIVROS

APRESENTAÇÃO DO ROSTO
Herbert Hélder
Publicado em 1968 e imediatamente apreendido pela censura, esta obra "de um poeta que não receia por - se diante de um espelho" não mais voltou a ser editado. ,Agora chega esta nova edição, com alterações feitas pelo autor (morreu em 2015).
216 páginas
17,91 
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INFERNO

Pedro Eiras
Livro de estreia do autor na poesia e primeiro volume de um triptico que visita a obra de Dante Alighieri. Uma análise dos tempos modernos, das almas danadas de hoje através de um prisma sociológico.
120 paginas
12, 96 euros.
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CORAÇÃO REBELDE
Arundhati Roy
Os seis textos mais emblemáticos da produção ensaísta da autora. Um grito em defesa da ecologia, do indivíduo e da sociedade, por oposição à lógica destrutiva das elites financeiras, sociais e governamentais.
368 páginas
15, 75 euros.

NOVOS LIVROS



LEITURAS

AS LEIS DO CONTÁGIO

Adam kucharski

Como surgem e desaparecem os fenómenos virais. Este livro do professor Adam Kucharski oferece revelações convincentes sobre o comportamento humano e explica como podemos melhorar a nossa previsão do que vai acontecer a seguir.
352 páginas
Preço 15,93
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UM MUNDO AFLITO

José Jorge Leiria
Uma combinação de texto e imagem, que se torna uma reflexão e diálogo sobre o confinamento e os efeitos que ele teve na nossa paisagem psicológica e física. José Jorge Letra escreveu e Inácio Ludgero fotografou.
144 páginas
Preço 13,50

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O. MANUEL I – DUAS IRMÃS PARA UM REI
 Isabel Stilwell
A história de um dos Reis mais importantes de Portugal, construtor do império global, numa época fascinante dos descobrimentos, com uma Lisboa cheia de espiões e especiarias.
640 páginas
Preço 22.41 .

domingo, 14 de junho de 2020

MAIS QUADRAS POPULARES


Está na hora de rimar
Nesta noite de arraiais
Com sardinhas e fogueiras
Escondidos entre quintais

Comprei só um manjerico
À entrada do supermercado
Trouxe-o hoje comigo
P'ra não ficar encalhado

Vou na meca d'um caldo verde
Com um tinto a acompanhar
Preciso de me aquecer
Que está um frio de rachar

Diz-me lá ó Santo António 
O que é feito dos teus dotes
Devem andar escondidos
Debaixo de grandes escadotes

Por muitas voltas que dê
Não os consigo encontrar
Começo a ficar farta
Preciso de descansar

Qualquer dia faço um bruxedo
E depois eu quero ver
Não há vela, nem igreja
Que te possa valer

Já te virei ao contrário 
Já te pus num altar
Continuas amuado
E eu cansada de t'aturar

Deixa-te de ser birrento
Porta-te bem por favor
Este ano já vai a meio
Encontra-me aí um amor

Tenho só uma condição:
Precisa ser aprumado, 
Comer de boca fechada
E um espírito bem humorado

Se peço também agradeço
Mas sem velas nem mezinhas
Promessas também não faço
Deixo-as para as vizinhas

Com as rimas vou parar
Pelo menos por agora
Se continuo aqui
Irá p'la noite fora.

                                                      Margarida Vargues

QUADRAS POPULARES


Sto. António, marafado
Este ano não há festa
E sem bailes nem assado
Vou ali dormir a sesta

Acordei muito aflita
Com um sonho todo marado
Sto António arrebita
E não m’arranjes um tarado

Tanto queria eu dançar
Que fui procurar um disco
Serve para um moço encantar
Vamos ver se morde o isco

A Cinderela usava vestido
E uns sapatos de cristal
Em bikini eu chamo o cupido
Descalça danço no areal

Põe a máscara e anda daí
Faz de conta que é carnaval
Baila comigo aqui e ali
Que isto é uma festa informal

                                     Vânia Vargues 

FALANDO DE





SANTO ANTÓNIO
13 DE JUNHO
Ontem
Baptizado com o nome Fernando de Bulhões, nasceu em Lisboa, entre 1191 e 1195, na Rua das Pedras Negras, junto à Sé de Lisboa. Na casa onde nasceu e viveu a sua infância está hoje a Igreja de Santo António, e na Cripta é possível ver um pedaço de um dos ossos do Santo, autenticado por Bula.
Santo António morreu a 13 de Junho de 1231, em Arcella, perto de Pádua, na Itália, e é por essa razão que 13 de Junho passou a ser Dia de Santo António.



Manjerico

Sardinhada na brasa

De onde vem a tradição dos manjericos e das sardinhas?

Não se conhece qualquer relação entre Santo António e estes dois símbolos das Festas de Lisboa. Até porque o manjerico e a sardinha são símbolo de todas as festas populares do mês de Junho, incluindo São João e São Pedro. A sardinha, peixe que nada nos mares portugueses, tem a partir da primavera a sua época alta. A primavera é também a época associada ao amor e, na tradição popular das festas, era costume os rapazes comprarem um manjerico (também conhecido como a erva dos namorados) num pequeno vaso, para oferecer à sua adorada. O facto de as condições da primavera e do verão serem as ideais para o crescimento dos manjericos ajudou a que a planta se tornasse tão popular nesta altura.
A “pandemia do vírus” quebrou os festejos, a sardinhada e as belas marchas Populares.
Um arranjo de Roger

quarta-feira, 10 de junho de 2020



O Costeleta Alberto Rocha solicitou-nos que repetíssemos a publicação do “texto escrito por Jorge Tavares, CORRUPÇÂO”, alterando a cor, o tipo e o tamanho da letra. Executámos, Roger.

CORRUPÇÃO

A palavra corrupção deve ocupar lugar cimeiro, na linguagem escrita e falada, nos últimos anos em Portugal.
Os media, com especial relevo para os audiovisuais, diariamente divulgam situações de “alegada” corrupção, em instituições públicas e privadas, praticada por pretensos corruptos, que o Ministério Público e a autoridade policial que o suporta (Policia Judiciária) se encarregam de averiguar e canalizar para os tribunais ou não, conforme as suas conclusões finais.
Ignoro se existem registos que historicamente possam garantir quando é que os primeiros Homens se deixaram corromper.
Atrevo-me a afirmar que a corrupção é própria da génese humana, sem que por isso possamos definir como e quando começou.
Por que se trata duma palavra com um significado altamente pejorativo, difícilmente aceitaremos que o ato de corromper, possa ter qualificações variadíssimas.
A condenação da sociedade ao ato de corromper, conjuga-se proporcionalmente ao benefício recebido, embora a entidade corrompida também sirva de classificação, para a opinião pública.
Poderia caracterizar e enumerar os atos de corrupção que se praticam no dia a dia, embora o corrupto e o corruptor, não o considerem como tal, antes entendendo o ato como um “favor” que se solicita e que é correspondido.
A propósito deste tema ocorreu-me uma história, que embora pareça ficção, é real.
Há largos anos, um amigo que ocupava um cargo de director num organismo público, de pouca importância e sobretudo de muito pouco contacto com o exterior, aceitou o convite para exercer o cargo de director numa outra instituição pública, de maior relevo e autonomia distrital.
Este seu novo cargo, pela responsabilidade e distância da instituição, originou um afastamento involuntário e deixámos de nos ver.
Largos meses depois, finalmente o encontro de amigos, para uma actualização do dia a dia da nossa vida profissional e pessoal.
À pergunta que fiz, como se estava a sentir no novo cargo, respondeu-me que tinha pedido a demissão e tinha criado a sua própria empresa.
Surpresa e pergunta natural: Mas porquê? Nem sempre se deixa um cargo de director duma entidade pública.
É verdade, respondeu o meu amigo...! e completou com esta frase “As solicitações eram tantas e tão constantes, que corria um sério risco de me transformar num corrupto, se lá continuasse! “
Os anos passam, mas este exemplo fica sempre na minha memória e serve-me de consolação para os péssimos exemplos diários, que leio, vejo e oiço.
Que bom seria que os bons exemplos tivessem a mesma divulgação pública, especialmente como elemento educativo e preparatório, da juventude.
Não devemos perder a esperança. Apostemos na inteligência humana. 
-Quadra solta do poeta António Aleixo
    --Vinho que vai para vinagre
    --Não retrocede o caminho
    --Só por obra de milagre
    --Pode de novo ser vinho

Jorge Tavares
Publicada no semanário Noticias de São Brás em Março/20

NOTÍCIAS DA NOSSA ESCOLA




EM TEMPOS IDOS
  O «AUTO DAS ROSAS DE SANTA MARIA»

  Corria, talvez, o ano lectivo de 1950/51 e era aluno do 1º ano do Curso Geral de Comércio (1º 4ª), quando me estreei no Grupo de Teatro da Escola Tomás Cabreira, desempenhando, pela minha frágil compleição física, o modesto papel de «Pagem Moço», na célebre peça do poeta algarvio   Dr. Cândido Guerreiro (Alte, 03.12.1871 / Lisboa, 11.04.1953) o «Auto das Rosas de Santa Maria». Esta, com música da autoria do olhanense Dr. Francisco Fernandes Lopes, fora escrita para ser representada em Sagres, aquando das Comemorações Centenárias, em 1940.
    Grandes estrelas da nossa representação escolar foram a saudosa Maria José (a «Zezinha do Registo Civil), interpretando com um dramatismo impressionante a «Mãe de Gil Eanes», quando ela chorando implorava «Filhas de Lagos, desoladas mães dos leais companheiros do meu Gil, chorai comigo a grande desventura...» e o Manuel Brito Vargas, de quem há muitos anos nada sei, na figura do Infante D. Henrique, com toda a firmeza e obstinação que são reconhecidas ao «Príncipe Navegador».
        A encenação e ensaios eram dirigidos pelo sempre lembrado mestre, que foi o Engenheiro José de Campos Coroa, coadjuvado por outro «homem do teatro», o Jaime Pires, pai da saudosa «costeleta» Maria Antónia Pires («Tota»). O Contínuo Sr. Victor Tavares foi o responsável pelas caracterizações.
        A representação decorreu, com a presença, entre outras entidades, do Dr. Cândido Guerreiro, com as suas barbas brancas e o seu mediático chapéu e o dedicado Diretor da Escola Dr. Moreira Ferreira, numa grande sala da Secção Industrial no Largo da Sé.
          EM TEMPOS DE HOJE
          A Câmara Municipal de Faro atribuiu o subsídio de 20 mil euros ao Agrupamento Escolar Tomás Cabreira, tal como aos restantes agrupamentos escolares farenses, destinada á aquisição de equipamento técnico - informático no âmbito do apoio ao processo de ensino e aprendizagem à distância, para os alunos mais carenciados.

                                                        JOÃO LEAL

terça-feira, 9 de junho de 2020

1º CONVÍVIO "COSTELETA"

Clique sobre a foto para aumentar


PARTICIPANTES NO 1º ALMOÇO REALIZADO NO ALGARVE

(RESTAURANTE "0 TACO", EM VILAMOURA. 

ANO INDETERMINADO DA DÉCADA DE 80 (Século XX)

Podemos identificar, mais ou menos de baixo para cima e da esquerda para a direita, entre outros os seguintes personagens:

José Contreiras, Francisco Aleluia, Rui Rebocho, Henrique Quinta Nova, Reinaldo Moreno, José Francisco Gonçalves, Franklin Marques, José Paixão Pudim, Rogério Palmeira, José Elias Moreno;
Aníbal Ruivo, José Pinto; Prof. Mário Pereira, Prof' Gracinda (esposa de Mário Pereira) Dr. Cândido Furtado, Alex, Bernardo Estanco, D. Maria da Luz (esposa do Prof. Olívio), ? (esposa do Aurélio);
Prof. Américo Costa, Zé Palminha, óscar, Sr. Viegas, Heraclides Cabrita, Júlio Piloto, Alberto Rocha, Romualdo Cavaco, Aurélio Madeira, Fausto Xavier, Silvina (esposa do Fausto), Joaquim Luís, Prof. Olívio Adrião, Francisco Modesto, Daniel Mendonça, Maria José Fraqueza, Vítor Venâncio;        
        Zé da Horta, Prof. Fernando Mendonça; Vítor Caronho, Pires da Cruz, João Parra, Filipe Vieira, António José Martinho, Jorge Tavares, Aníbal Norte, António José Martins, Veríssimo, Tá Claro, Faustino e Bartolomeu Caetano.
Há caras que reconheço, mas cujos nomes esqueci. E outros que não consigo identificar. Que o faça quem souber ... E nos informe, se possível a data do convívio, agradecemos!
 Um arranjo de “Roger”

O Costeleta Alberto Rocha, assinalado a vermelho, e que esteve 
presente no almoço convívio, informa.nos que 
foi no dia 15 de Maio de 1982. Obrigado Rocha.



segunda-feira, 8 de junho de 2020


POSTAL ILUSTRADO FINAL DOS ANOS 50

    Foto editada com arranjo de Roger


Foto enviada pelo Costeleta Domingos Ramos
Turma com o Professor Dr. Uva, ao centro esqº , da fila de cima

Agradecemos o envio do Postal.
Esperamos que outros Costeletas nos enviem, também, as recordações que tiverem - Roger

«CRÓNICA DE FARO»





              UM SEXTETO DE GRANDES «MESTRES»

             Foi uma geração de jovens mestres de Trabalhos Manuais aqueles que coube-nos o privilégio de os ter nos anos primeiros do Ciclo Preparatório. Jovens que, ao longo dos anos e em várias escolas secundárias de diversas regiões do País (Faro, Vila Real de Santo António, Porto, Évora Caldas da Rainha, Espinho, Portimão, etc.), ascenderam profissionalmente ao topo mais elevado e se houveram «como gente nova numa Escola Nova». Corria o ano lectivo de 1947/48 quando entrámos para a recém - criada Escola Técnica Elementar de Serpa Pinto, nesta Cidade - Mãe, surgida no âmbito de uma nova reforma do ensino técnico - profissional. Era Diretor esse saudoso professor, que foi o artista - pintor Jorge Escalço Valadas (o «Valadinhas», no afectivo chamar da comunidade escolar). Surgiram a lecionar a cadeira de Trabalhos Manuais, então a funcionar num amplo espaço, onde hoje se situam duas zonas recreativas, os «jovens mestres», como se designavam os professores da disciplina, o acrisolado José de Brito (um dos mais antigos «costeletas» e pedra chave, juntamente com o Mateus Bolas, da Tertúlia do Café Margarida), o Mário Pereira Mateus (natural de Salir, ilustre violinista e dedicado rotário), o João Mateus (chefe escuteiro, que tinha com seu irmão Henrique, uma oficina de carpintaria na Rua Gil Eanes - Rua da Parreira), o António Nicolau (de há muito residente em Vila Real de santo António e viúvo dessa querida colega de curso, que foi a Professora «Luisinha» Queirós), o José Alfredo de Sousa (morador na típica Rua da Boavista, junto aos Capuchos) e o «doente de Faro e do Farense» Roseta, que outros nomes lhe não conhecemos.
                   Um grupo de «grandes mestres», a quem prestamos o tributo, que outro modo não temos de o fazer, da nossa gratidão! 

JOÃO LEAL

«LIVROS QUE AO ALGARVE IMPORTAM»




“A LUZ DO APOCALIPSE”

D. MANUEL MADUREIRA DIAS

     O Bispo Emérito do Algarve, D. Manuel Madureira Dias, acaba de publicar mais uma notável obra de carácter reflexivo e pedagógico intitulado «A Luz do Apocalipse», editada pelo Secretariado Nacional da Liturgia. O prefácio deste livro é da autoria do sacerdote algarvio Padre Mário de Sousa (Pároco de Portimão e Presidente da Associação Bíblica Portuguesa) que escreveu sobre a mesma: «Sete dimensões que revelam não apenas a profundidade do estudo, como também a fineza intelectual, a intuição pastoral e a sensibilidade espiritual do seu autor».
     D. Manuel Madureira Dias hoje com 84 anos de idade, nasceu no Douro, em Cinfães, foi nomeado Bispo pelo Papa São João Paulo II a 21 de Abril de 1988 e governou a Diocese do Algarve até 22 de Abril de 2004, residindo em Évora.

                                                      JOÃO LEAL 

sábado, 6 de junho de 2020

GENTE DA TOMÁS CABREIRA



   A DRA. MARIA ANTONIETA

   Jovem, por certo recém licenciada, narizinho arrebitado, compleição agradável e determinada a Dra. Maria Antonieta, que mais nenhum outro nome lhe conhecemos, foi nossa professora da disciplina de História Geral e Pátria do Curso Geral do Comércio (2º ano) , talvez no ano lectivo de 1952/53, já nas atuais instalações da nossa Escola.  Partilhava a sua residência numa espécie de «República de Jovens Professoras» quer da Escola como do Liceu, num 1º andar, ainda hoje com a mesma arquitectura, na Rua de Santo António, por cima da Farmácia do Montepio. Colocavam a rua a secar entre a qual peças de lingerie, no estendal na Travessa do Bouzela, o que era, naqueles tempos e hoje muito mais, perfeitamente usual. 
      Só que uns malandrecos, alguns dos quais já nos deixaram e cujos nomes não citarei, resolveram, numa daquelas divagações nocturnas roubar algumas das referidas peças (soutiens e cuecas).  No dia seguinte quando a Dra. Maria Antonieta se aprestava a entrar na sala de aulas, aquela situada frente à entrada da Sala das Alunas, deparou com o seu espólio íntimo pendurado no quadro. Um par de gritos de «Não», um esgar de terror e, perante o ar atónito do contínuo sr. Victor Tavares, o regresso acelerado à Sala dos Professores, então situada no primeiro andar.
         O caso motivou «escândalo» e valeu a sempre pacificadora e educativa decisão desse grande Mestre, que foi o Director da Escola, Dr. Fernando Moreira Ferreira. Uma delegação de alunos foi ao seu Gabinete apresentar desculpas à Dra. Maria Antonieta e levar-lhe um ramo de flores. Na festa escolar ao incidente foi-lhe dedicado um «dueto» cantado por uma aluna e um aluno, cuja letra era mais ou menos, talvez menos do que mais, que os anos já não recordam tudo era assim:
                «E agora para onde vai você?
                Para a História dos meus cuidados.
                Colega veja se cai nos tais Cruzados.
                Eu só vejo a guilhotina e a Maria Antonieta
                O resto para mim da História é uma treta...»

                                                                     JOÃO LEAL