quinta-feira, 13 de maio de 2021

LIVROS QUE AO ALGARVE IMPORTAM



        «O MELHOR DE NÓS»


                                     DRA. ANA PAULA GOMES


                        No auditório do Museu Municipal de Portimão foi apresentado o livro «O melhor de nós» da autoria da dra. Ana Paula Gomes, que objectiva ser «uma ferramenta de educação para a autoafirmação... através de exemplos práticos par um maior bem estar no quotidiano dos leitores».

                   O acto teve a presença da Dra. Isilda Gomes (Presidente da Câmara Municipal de Portimão) e do Professor Doutor Saúl das Neves de Jesus (Vice Reitor da Universidade do Algarve e autor do Prefácio).

                    A dra. Ana Paula Gomes é licenciada em fisioterapia pela Escola Superior de Saúde do Alcoitão e tem publicados 12 livros sobre a sua especialidade.


                                                 JOÃO LEAL


segunda-feira, 10 de maio de 2021

CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL



                OS «ESTORIS» DE FARO


         O recente retorno do Grupo Desportivo Estoril e Praia à Divisão Maior do Futebol Português, na temporada de 2021 / 22, trouxe-me à memória as ligações havidas entre a capital sulina e a equipa da Costa do Sol. Estas são muitas e perenes, hoje grandemente esquecidas, mas que são factos incontroversos.

            Ainda não tinha sido constituída a agremiação da «Estoril Plage» (Casino, Hotéis, Transportes, etc.) que o foi, oficialmente a 17 de Maio de 1939, quando já em Faro existia o «Estrela Farense Football Club», com equipa idêntico ao que seria no futuro o dos «canarinhos» (amarelo e azul) assim designado por similitude com o da Selecção Brasil, uma presença incontornável na História do Futebol Mundial. O «Estrela» foi fundado a 12 de Abril de 1932 e teve a sua sede na Rua Castilho, nº 32, pouco nós sabendo do seu historial  que terminou a 25 de Agosto de 1944.

             Existiram na capital algarvia duas filiais do Estoril e Praia. O Grupo Desportivo Estoril e Faro, sediado na Rua José Estevão (Rua dos Ferreiros), num edifício onde funcionou a Perfumaria Lourdette e hoje está um estabelecimento de restauração. Tinha as portas e janelas exuberantemente pintadas das cores estorilistas - azul e amarelo e fundiu-se em 1946 com o Sporting Clube Farense daí resultando o Clube Desportivo de Faro, de efémera duração (2 anos). De entre os jogadores do Estoril e Faro, que disputou os Regionais da Associação de Futebol de Faro nas temporadas de 1944/45 e 1945/46, destaque em especial para dois jogadores - João de Jesus Ventura (Ventura I - Rato) e José Joaquim, que jogaram no Farense (II Divisão) até aos primeiros anos da década de 50 do século XX. O Grupo Desportivo Estoril e Xixo, com sede no popular bairro do Alto Rodes, criado pelo entusiasmo futebolístico desse que seria um dos nomes grandes do futebol português, o avançado Francisco André de Sousa Júnior (Chico André) e que jogou na Selecção Nacional, Farense, Os Belenenses, Académica de Coimbra e Olhanense. Teve vida e existência de 1948 a 1950.

                 Lembranças e memórias do clubismo farense vindas à colação pela subida nesta época de 2020 / 21 à Divisão Maior do «padrinho» Estoril e Praia. 

João Leal


CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL



        VIEGAS GOMES, UM JORNALISTA AMANTE DA «TERRA MÃE»


               Leio e releio, com indiscutível deleite, este escrito de «Faro, Cidade Mediterrânica», surgido em Maio de 2013, pela pena magnífica desse incorrigível cronista desta urbe, de que é filho dilecto. Francisco Viegas Gomes, com abundante e valiosa colaboração dispersa, durante décadas e décadas por uma vasta panóplia de jornais do País e da Região (caso do «Jornal do Algarve») é o amante da terra onde acontece «o encontro de todas as solidões».

               O «Chico», como o tratamos e meio mundo o afectiva, transpõe-nos para um «sentido de partilha», onde nos inunda com a saber acumulado ao longo de oito décadas de vivências, saberes, viagens e estudos.

                Dedica a Faro um invulgar e filial sentido bem traduzido, para além dos já referidos artigos soltos a que fizemos merecida alusão a quatro livros publicados sobre a mesma. São eles: «Faro Cidade», «Faro, Cidade Possível», «Faro, Mudar é Possível» e «Faro, Cidade Mediterrânica». Um destino ou uma ensombração? Ele próprio o refere: «Como dizia Simone Beauvoir, um livro é coisa pouca para dar a volta ao que se pretende».

                E o que Francisco Viegas Gomes pretende, evola ou busca, é a sua cidade com o adn do Mediterrâneo mas que tenha «reputação, novo empreendedorismo, um projecto de mudança...». E acrescenta: «Em pleno século XXI, a Ria será de novo um desafio. Porventura dos maiores atractivos de Faro». 

                 Quatro livros que objectivam: «O sentido de partilha. De ajudar a abrir portas. Gerar relações...».


João Leal


sábado, 8 de maio de 2021

LIVROS QUE AO ALGARVE IMPORTAM

 «A CORTIÇA - SÃO BRÁS DE ALPORTEL

E O ALGARVE NO SÉCULO XIX»

             DR. JOSÉ DO CARMO CORREIA MARTINS

                   O erudito sambrazense Dr. José do Carmo Correia Martins, uma das mais carismáticas figuras da intelectualidade de São Brás de Alportel, tem desenvolvido uma activa e concreta acção de investigação e escrita, de reconhecido e inegável valor. Com um afã prosseguido a ele e ao seu incessante labor se devem algumas das obras de maior acuidade e nível que, para encanto de todos os leitores e interesse para a «Terra Mãe», têm surgido. Isto a par de outras iniciativas, entre as quais a edição de «Subsídios para uma Bibliografia Sãobrazense», da excelente revista «SBA» ou da autoria do livro «A Cortiça - São Brás de Alportel e o Algarve no seculo XIX», ora vindo a público.

                        Desenvolve esta pertinaz e meritória acção, com a mesma lisura com que se houve noutras missões públicas, citando-se a presidência da Administração Regional de Saúde do Algarve (ARSA) e da Assembleia Municipal de São Brás de Alportel. Declara a propósito desta nova obra: «É um dever cívico e privilégio social partilhar a nossa História».


                         «EM TODOS OS SENTIDOS»

                                                                      DRA. LÍDIA JORGE

                       A Dra. Lídia Jorge, a escritora algarvia nascida em Boliqueime e uma das referências maiores da literatura portuguesa contemporânea, foi distinguida com o «Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários» pelo seu livro «Em todos os sentidos», editado pela Edições Dom Quixote. Este galardão foi instituído pela Câmara Municipal de Loulé e Associação Portuguesa de Escritores(APE) e destina-se a galardoar anualmente uma obra em português, de autor português , publicada em livro em Portugal  e em 1ª edição. A decisão do Júri, por unanimidade e justificada «por se tratar de um livro de maestria cronística». O «Grande Prémio de Crónica  e Dispersos Literários» será entregue no dia 15 de Maio, pelas 10h30m no auditório da Assembleia Municipal de Loulé.

«TU QUE ME FIZESTE ESCREVER POESIA»

                                                                   CÉLIA SEGURA

                  Da autoria da castromarinense Célia Segura foi apresentado no icónico Revelim de Santo António, em Castro Marim, a obra poética «Tu que me obrigaste a escrever poesia». A apresentação comportou a par da explanação sobre o livro, a leitura de poemas e a actuação de cantores, bailarinos e poetas.


                                 «AMOR NU»

                                                                CASIMIRO DE BRITO

                    É constituída por quase sessenta livros a obra literária do poeta, ensaísta e ficcionista Casimiro de Brito, que ora publicou o livro de poemas «Amor Nu». Ilustrado com uma série de excelentes e alusivas gravuras, insere-se na corrente poética casimiriana e confirma a plenitude criativa deste louletano que se iniciou com «Poemas da Solidão Imperfeita» (1960) e «Sete poemas rebeldes e carta a Pablo Picasso». Comendador da Ordem do Infante Dom Henrique, Prémio do PEN (Clube Português de Poesia - 1998) e Embaixador Mundial da Paz, Casimiro de Brito que hoje conta 83 anos, veio para Faro (1947), onde cursou a Escola Industrial e Comercial de Tomás Cabreira.


                                                      JOÃO LEAL 


NOTICIANDO

 NOTÍCIAS DO TURISMO ALGARVIO


                 A 8ª edição do «Festival de Caminhadas do Ameixial (Walking Festival of Ameixial) decorreu nos dias 8 e 9 de Maio, constituindo um excelente ensejo para motivar o turismo de natureza. Mostrou vastas áreas da Serra do Caldeirão ao longo de 18 percursos e uma conversa online sobre «Ameixial - Hoje e Amanhã».

                 A RTA (Região de Turismo do Algarve) investe mais de 7 milhões de euros em promoção em destinos estratégicos visando «captar turistas no período de Verão e incentivar as reservas de última hora». A campanha conta com a colabo-ração de várias companhias aéreas (Raynair, British Airways, Easyjet, etc.).

                  A Assembleia da República recomendou ao Governo, conforme inserção no D.R., «que continue a apoiar a política cultural e criação artística para o desenvolvimento econó-mico e de diferenciação turística do Algarve».

               Gonçalo Silva, um algarvio natural de Lagos e alumni da Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve (Núcleo de Portimão) recebeu o diploma «Major Promotion», emitido pela escola hoteleira de Paris, «Cordon Bleau», destinado aos melhores alunos de cada um dos cursos que ali são ministrados.

               Decorrem nos dias 21 e 22 de Maio na sede da ABA (Associação Barmen do Algarve, em Albufeira, as finais do Campeonato de Coctails para apuramento dos campeões regionais.

                A companhia aérea Ibéria Regional / Mare Nostrum efectua de 4 de Junho aos finais de Setembro o voo Madrid / Faro, com 3 frequências semanais e que, em Julho, o será de 5, utilizando aviões Airbus A320, com 173 lugares.

                 Assinalando o «Dia da Europa» (16 de Maio) a Eurocidade do Guadiana (Vila Real de Santo António, Castro Marim e Ayamonte) distinguirá o transporte fluvial com o «1º Prémio de Cooperação Transfronteiriça», como «uma referência para a conexão entre os dois países».

                 A AGIGARVE (Associação de Guias Intérpretes do Algarve) desenvolve no mês de Maio, online e sempre às 15 horas, um conjunto de sessões formativas, entre as quais: «Tradições portuguesas - a pesca do atum» (Arq. Brígida Baptista); «Tradições portuguesas - o bacalhau» (Museu Marítimo de Ílhavo)» e «Património e Turismo Subaquático» (Arq. Ana Catarina Garcia), nos dias 7, 10 e 20.


                                                  JOÃO LEAL


quinta-feira, 6 de maio de 2021

FALANDO DE

 

O que é um blog?

Um blog é um site onde é possível publicar conteúdo. Nasceu como uma espécie de diário online e nos últimos anos ter um blog é quase como ter uma extensão de si mesmo. Personalidades, associações, celebridades, pessoas comuns, mães, pais e filhos, empreendedores e pessoas de negócios… todos têm ou querem um blog!

Para informar e esclarecer.

 

O nosso blog

 

Foi para isso que foi criado o Blog da nossa Associação em Maio de 2007 pelo associado Costeleta Roger,  mas só aprovado em Dezembro de 2007 conforme a  Acta da reunião de Direção, passando a chamar-se:                             

costeletasfaro.blogspot.com

E está à disposição de todos os costeletas para enviarem textos, fotos e informações para publicação.

 

Um arranjo de Roger


quarta-feira, 5 de maio de 2021

CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL

 




NO CENTENÁRIO DO PROFESSOR AMÉRICO


     Ocorreu ontem, dia 4 de Maio, o centenário do nascimento do sempre saudoso mestre e amigo que foi o Professor Américo. Natural de Lisboa (4 de Maio de 1921), licenciou-se em Educação Física e exerceu a docência pedagógica nas Escolas Técnica Elementar Serpa Pinto e Escola Industrial e Comercial de Tomás Cabreira, desde o ano lectivo de 1947 / 48, quando o primeiro destes estabelecimentos começou a funcionar, até meados da década de 50 quando novas funções o chamaram à capital. 

       Américo José Nunes da Costa, de seu nome completo, foi um mestre em toda a acepção da palavra e na universalidade que a mestre comporta. A par da sua competência didáctica, aliava um profundo sentido de proximidade com os seus alunos, a quem dedicava toda uma afectuosa estima e acompanhamento para além, inclusive, da Escola.

         Havia sempre uma palavra de estímulo, de apoio e de compreensão, vivendo todas as alegrias e tristezas, problemas e factos dos «seus meninos» ao longo da vida. Era ver o sorriso aberto, franco e amigo com que nos acolhia, quando volvidos tantos anos se encontrava com os mesmos. Este seu fraterno ser pontificava nas tertúlias em que, ao fim da tarde, terminadas as aulas, vivia Faro nas tertúlias em que participava, de modo próprio, na barbearia desse grande artista teatral que foi o João Veríssimo, ali no Largo da Alagoa.

         A ele se ficou devendo, em grande parte, todo o apoio para a criação da AAAETC (Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira), constituída sob a trilogia por si criada de «Vitalidade, Solidariedade, Fraternidade».

          Por via do actual estado pandémico não foi possível à prestante Direcção da AAAETC, presidida pelo dinâmico Florêncio Vargues, concretizar o idealizado programa da comemoração centenária do Professor Américo. Mas estamos em crer que tal acontecerá em breve com a abertura da sala que lhe é dedicada e onde figura o espólio pelos seus filhos doados ao organismo associativo dos «costeletas».

            Há cem anos nasceu este mestre e amigo, cuja saudade permanece viva e emotiva nos milhares de seus antigos alunos, mas a sua lembrança bem viva permanece em todos nós! 

João Leal


CRÓNICA DE FARO JOÃO LEAL


           O MEU BAIRRO «HIROXIMIZADO» E «NAGASAQUISADO»

   

             Talvez algum superlativíssimo titular, motivado pelo exacerbado (reconheço) amor a este bocado de terra farense em que nasci, cresci e vivi até ao quarto de século. É ele o «Bairro da Ribeira» (Rebêra, como se dizia), onde se ergueu fruto do trabalho insano das laboriosas e motivadas gentes piscatórias há mais de quinhentos anos a então novel freguesia de São Pedro. Traço-lhe como fronteiras, nas latitudes e longitudes que os séculos confirmaram, ao sul a Ria Formosa e daí a Moagem e o Cercado da Armação do Atum, onde hoje se ergue o Ria Mar, o Posto da PVT (Polícia de Viação e Trânsito), o Refúgio, o Largo do Carmo (onde em Julho decorria a desaparecida Feira), o Jardim de São Pedro e as Ruas do Alportel, Ferreira Neto e 1º de Maio, que já o foi A e Oliveira Salazar, mas sempre na memória do povo de «Rua do Peixe Frito».

                 Faço, quando a mobilidade e as imposições o permitem, uma visita que considero de saudosa e evocativa peregrinação ao «MEU BAIRRO». Comigo, sem nunca me deixarem, vão lembranças e memórias que povoam, em permanente mensagem, o meu imaginário. Vai também nestas jornadas de memória, aquela malta irmã que partilhou em fraterna vivência a malta da Rua da Carreira (Rua Infante D. Henrique), do Largo da Madalena e outros (o Nita, o Zé Maria, o Rui, o Rocha, o meu tio António «Papinha» e outros que sabe-se lá onde estão!) 

                 Percorro, não sem contida emoção, especialmente quando o luar é meu parceiro na noite vagabunda, aquelas artérias únicas que o são na sua configuração urbana e social, o trio sulino - Ruas da Barqueta, da Cruz e do Forno a desaguarem na Rua da Parreira (Gil Eanes) e o trio norte - Ruas da Madalena (onde imperavam os «Larguitos» e o Jorge Cachaço e o mano «caçula), da Viola e Baptista Pinto (do tio «Pázinho»), a correrem para a Teófilo Braga.

                  Fechadas, de há muito o estão, as mercearias de bairro da Sra. Ermelinda, do «Zé da Avó» (brilhante defesa dos tempos primeiros do Farense) e do «Careca», onde ia comprar os cigarros «Definitivos» e «Provisórios» para o meu saudoso Pai.

                   Há dias ou, melhor, noite, tive a estranha sensação de «O Meu Bairro» ser outra Hiroshima ou Nagasaqui vítimas da terrível bomba atómica. Casas destruídas, outras destelhadas, ausência de gente viva, dos gritos das crianças e do entrelaçar de conversas entre vizinhos. Está mal este pedaço e chão farense onde senti-me viver e querer viver. Urge que o Município pense, em termos humanos, esta política de solos e de casas ao invés da prosseguida expansão das Lejanas, Penhas e quejandos. Para que Faro exista, para que Faro seja...

João Leal


terça-feira, 4 de maio de 2021

LIVROS QUE AO ALGARVE IMPORTAM


                            «CARTOGRAPHIA DAS MANOBRAS MILITARES

- FUNDAÇÃO DE VILA REAL - 1776»

                                                           SANDE DE VASCONCELOS

                          A Editora Guadiana publicou o livro «Cartographia das Manobras Militares - Fundação de Vila Real - 1776», em edição fac - smile , da autoria de António Sande Vasconcelos (1776), com 7 gravuras das acções guerreiras então desenvolvidas e em consonância com a edificação da Cidade Pombalina no reinado de D. José I. O enquadramento histórico desta obra é do conhecido investigador algarvio Dr. Fernando Pessanha, autor de uma série de obras sobre a historiografia do Algarve, de modo próprio no que à zona do Guadiana importa.


                        «LUCÍA» (LIVRO INFANTIL)

                          Pedro Seromenho (escrita) e Elias Galo (desenhos)

                       Em edição da Câmara Municipal de Castro Marim veio a lume o livro infantil «Lucía», com texto de Pedro Seromenho e ilustrações de Elias Galo. Apresentado em «Dia da Mãe» (2 de Maio), constitui uma homenagem a todas as mães na lembrança da mãe de Paco de Lucía, o famoso guitarrista mundial, ali nascida donde emigrou para a Andaluzia. A apresentação teve lugar no Monte Francisco, no Largo Manuel Gomes, junto ao Memorial em homenagem ao célebre músico. A obra integrou-se no programa comunitário FEDER, com um apoio a70%. Durante o acto decorreu um concerto por «Pedro Jóia Trio».


                        «RETALHOS POÉTICOS DO QUOTIDIANO» (poesia)

                                    DR. JOAQUIM VAIRINHOS

                          Destacada figura da vida política o Dr. Joaquim Vairinhos, que foi Presidente da Câmara Municipal de Loulé, Comité das Regiões, Deputado ao Parlamento Europeu, etc. é também um consagrado poeta. Com diversas obras publicadas («Coisas do Coração», «Afrodite», «Para que não digas que não falo de amor», «e se o mar fosse eu?» e outras, este insigne louletano mereceu de Amélia Vadille a referência: «Joaquim Vairinhos não escreve pomas, escreve poesia...».


                                                                       JOÃO LEAL 


 TURISMO ALGARVIO EM NOTÍCIA


 Foi encontrado sem vida em Monte Seco (Salir) o corpo do hoteleiro algarvio Dinis Pires, de 53 anos, que havia desaparecido três dias antes de sua residência a 50 metros do local. Era um considerado quadro superior da hotelaria, havendo sido director geral, entre outros dos hotéis de 5 estrelas - Convento do Espinheiro (Évora) e Hilton (Vilamoura). Havia tirado os cursos de Gestão Hoteleira, no Porto e no Estoril.

   Na 4ª edição dos «Prémios Regiões» e em que votaram 346 mil consumidores portugueses e avaliadas 740 marcas sobre o melhor que existe em Portugal, figuram entre os distinguidos: Praia da Marinha (Lagoa), cataplana, Parque Natural da Ria Formosa e Igreja do Carmo (Faro).

   A Câmara Municipal de Alcoutim vai promover uma ciclovia e um Centro BTT, motivando o turismo activo, que devem estar concluídos até fins de 2022, num investimento de 732 mil euros.

   O Centro Expositivo de Sagres - Instalação Museográfica, orçado em 1,5 milhão de euros, estará pronto em princípios do próximo ano e visa «fazer o visitante reflectir sobre o valor singular deste território» e «proporcionará uma experiência interactiva para a relevância de Sagres na História da Humanidade».

      O Algarve dispõe em 2021 de igual número de «Bandeiras Azuis» que no ano passado (87) nas suas praias e marinas. Albufeira com 24 é o concelho mais distinguido, seguindo-se Loulé e Vila do Bispo, com 11, cada.

        Decorreu no Hotel EVA, em Faro, o seminário internacional sobre «Impacto da pandemia no emprego e nos assuntos sociais - sector do turismo», promovido pela FIDESTRA (Associação para a Formação, Investigação e Desenvolvimento Social dos Trabalhadores), em conjunto com o Centro Europeu para os Assuntos dos Trabalhadores.

       Dois acontecimentos desportivos internacionais com elevado interesse mediático para a promoção do turismo algarvio: a 47ª Volta ao Algarve em Bicicleta (25 das melhores equipas mundiais e um pelotão de 175 ciclistas) e o Grande Prémio de Portugal Fórmula Um (corrido na Autódromo Internacional do Algarve, na Penina).


                                                            JOÃO LEAL


sábado, 1 de maio de 2021

DIA DA MÃE DOMINGO 2 DE MAIO

 SE AINDA TÊM


Caros Costeletas


NÃO SE ESQUEÇAM DELA!


Infelizmente, já não tenho... - Roger

OS BONECOS DE MAIO

OS "MAIOS" DO ALGARVE 

hoje, estão expostos!



Uma das tradições do 1.º de Maio é a dos “Maios” (ou “Maias”), bonecos (ou bonecas) de trapo construídos artesanalmente, e acompanhados de cestos ou ramos de flores, que são colocados juntos às estradas ou nas portas das casas em muitas zonas do Algarve.

Estes autênticos trabalhos artísticos, que muitas vezes também convidam a uma risada devido ao humor que transmitem (pelas vestes ou pelas quadras que os acompanham), podem ser apreciados, por exemplo, em Estoi (Faro), Alte (Loulé) Odeleite (Castro Marim), Santa Rita (Vila Real de Sto. António) ou Lagos.

Mas é no concelho de Olhão que a tradição está mais enraizada e onde se fazem autênticas “romarias” para apreciar estes trabalhos colocados, na EN 125, entre Pontes de Marim e Alfandanga e noutras zonas do interior do município.

A origem destas tradições perde-se no tempo e pode ter várias explicações. Porém, muitas delas acabam por convergir em cultos pagãos, ligados à celebração da natureza. Segundo alguns, a Maia era uma boneca de palha de centeio, em torno do qual havia danças toda a noite do primeiro dia de maio. Celebrava-se a primavera, o final do inverno, a fertilidade ou aquilo que a natureza tinha dado em forma de alimento e que se esperava que continuasse no ano seguinte.

IN JORNAL O ALGARVE

VÃO VER OS "MAIOS", Roger